Meu Lar
10 Você vai me pagar caro!
Notas iniciais
...- Te bater nunca esteve nos meus planos Benson.Até agora. – falei saindo dali. Corri até minha casa e escondi melhor o cartão. Ah Freddie! Nesse jogo só eu que venço...
POV Sam
Ai deus! O Freddie acha que ele vai ganhar... Tadinho! Respirei fundo e afundei meu corpo no sofá. Esquentei água e fiz miojo ( poise ¬¬’) e comi. Tomei um banho e tomei uma aspirina.Fui dormir de lingerie mesmo. Acordei e coloquei uma roupa.
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Fiz meu café e arrumei a casa. Droga! Eu estava morando na casa de Wendy! E ela foi presa o que significa...MERDA! Vou ter que voltar a morar com o Benson. Arrumei minhas coisas e fui.
– Cheguei! – Gritei...Deus! Que bagunça.
– O que? – Ele chegou sonolento na sala sem camisa. O encarei. Para de olhar pra ele Sam!
– Como consegue viver aqui? – Falei fechando a porta.
– O que você esta fazendo aqui? – Ele se sentou no sofá.
– Sua namoradinha lésbica foi presa lembra? Não posso mais morar lá. – Falei.
– E...?
– Meu deus! Eu vou ter que morar aqui! Infelizmente. – Fiz uma careta. Ele sorriu.
– Só se pedir. — Ele se levantou e se aproximou.
– Não. – Insisti. Ele se aproximou mais.
– E tem que ser com carinho... – Ele acariciou minha bochecha. AH QUE RAIVA!
– Eu já disse que não. – Falei recuando, mas ele foi mais rápido e passou as mãos por minha cintura, me prendendo.
– Ah vai... e só pedir que eu deixo... – Ele sussurrou em meu ouvido. Tudo bem, quer jogar? Então vamos jogar! Passei as mãos por sua nuca e me aproximei.
– Freddinho...você deixa eu morar com você? – falei sensualmente em seu ouvido. Ele me puxou para mais perto.
– E claro que sim... – Quando ele ia me beijar Ted entra ofegante com dois seguranças.
– Jesus! Que bagunça... – Ele falou baixo logo endireitando a postura. Ele pigarreou. Olhamos um para o outro e percebemos. Eu e Freddie estávamos em uma posição não muito apropriada.
– O que foi? – Ele perguntou.
– Vocês dois...Estão bem? – Ted disse.
– Sim...por que a preocupação? – Falei.
– Segundo as alianças de vocês, ambos estavam se afogando no Atlântico e...
– Pera ai...Como assim segundo as alianças? – Freddie perguntou.
– As alianças não são só simbólicas, são rastreadores. E segundo a de vocês, estavam no oceano Atlântico . – O Sr.Howard disse.
– COMO ASSIM RASTREADORES? – falei assustada.
– Caso queiram fugir daqui. – Ted falou obvio.
– E continuando, cadê a de vocês? – Ele olhou para nossas mãos. Ah droga!
– Perdemos. – Freddie falou quase que imediatamente.
– Ah sim...A perderam no oceano Atlântico? – Ted debochou.
– Não. Estávamos na praia fazendo...
– Não quaro saber dos detalhes.... – Ted fez uma cara de nojo.
– Estávamos fazendo castelos de areia... Pensou o que diretor? – Freddie disse malicioso.
– Nada, nada. Continuem. – Ele corou desconcertado. Abafei a risada.
– Quando enfiamos a mão na areia elas voltaram sem a alianças. A maré deve ter levado depois disso. – Freddie falou. UAU! Que mentiroso! Se não conhecesse a mim, diria que ele estava falando a verdade.
– Nesse caso, tome as alianças reservas. – Ted entregou os anéis e tivemos que o colocar na frente dele. Que droga! Depois de todo um sermão ele foi embora. Freddie foi treinar em quanto eu arrumei a casa. Depois do almoço, vi a carta amarela entrar.
“ Tarefa 7
Você e seu marido decidiram ter um filho!
OBS: Atenção, essa tarefa será cumprida por apenas uma semana, valendo de B+ a F -.”
O QUE? COMO ASSIM UM FILHO? MAE? A Jesus!
– Você vai ser pai... – falei me sentando e entregando o bilhete a Freddie.
– Como assim? De onde Ted vai arranjar filhos? – Freddie se sentou novamente chocado.
– Não sei, mas e para estarmos lá daqui meia hora. – Olhei no relógio. Que droga! Eu ainda sou muito nova pra ser mãe por uma semana!
POV Freddie
Sam resolveu tomar um banho antes de ir e eu também.
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– Estou parecendo uma pessoa? – Ela disse.
– Não. – Menti. E claro que ta! E uma pessoa bem bonita e gostosa! Ah deus! Por que justo ela? Por que ela tem que ter esse corpo?
– Serio, Essa roupa esta feia? – Ela virou de costas. Jesus! Ela que me matar! Ok, controle-se, e a Samantha.
– Claro que ta! – Falei irônico. Ela me mostrou língua e fomos. Chegamos lá e Howard nos entregou um bebê... UM BEBÊ?
– Leiam as instruções. – Ele falou ao ver meu rosto. Sam pegou o bebê. Comecei a ler as instruções.
– “ O BabyRobot foi desenvolvido especialmente para o treinamento de futuros pais e mães agindo como um bebê vivo. Ele foi programado para chorar, sujar fraldas, rir e sentir. Extremamente tecnológico e feito por designs o BabyRobot agira igual a uma criança, tendo você que alimentá-lo, trocá-lo e banhá-lo.
OBS: BabyRobot e a prova d’água.” – Falei. O QUE? Olhei para o lado. Ele era idêntico a uma criança. Havíamos pegado um garoto.
– Mathew. – Sam falou. Ela parecia tão animada. Brincava com o bebê e ele respondia. Quando ela fazia careta ele ria. E o som não era robotizado, parecia realmente um bebê. Quando chegamos, encontramos dois caras montando um berço e um guarda roupa no quarto. Quando abrimos o guarda roupa, encontramos roupinhas, mamadeira, fralda. Tudo. A deus! Que ODIO do Ted! Por que ele fez isso? Sam o colocou no berço e começou a se despir.
– O que esta fazendo ? – Falei vendo-a tirar a blusa.
– Me trocando ué! Não acha que vou ficar aqui desse jeito. – Ela falou obvia. Ah Sam! Por que tão perfeita? Por que deus te deu esse corpo? LOGO VOCÊ SAMANTHA! Ela estava se vestindo quando “Mathew” começa a chorar.
– O que eu faço? – Falei.
– Pega ele e balança! – Ela ordenou em quanto vestia a blusa.
– O que? – Perguntei. O que significa pegar e balançar?
– Pega ele e nina! Agora! – Ela mandou. Peguei. Era meio difícil pegar aquela coisa, até por que , o material com que ele e feito, e idêntico e texturizado igual pele. E ele também era quente. Peguei e comecei a balançar igual Sam falou e logo ele parou de chorar. Sam o pegou de meus braços com tanto cuidado, que até parecia uma mãe...O QUE EU TO FALANO? Expulsei todos os pensamentos de minha cabeça.
– Vou dar mamadeira pra ele. Tem macarrão na geladeira. Você sabe esquentar? – Ela disse ninando ele. Como assim esquentar?
– Como? – Perguntei.
– Freddie. E só pegar o macarrão na geladeira, colocar no prato, abrir o microondas, colocar o prato lá dentro e apertar o botão esquentar! – Ela disse com uma manta no ombro. Por que ela tinha que ser sexy até quando ninava um robô e falava sobre como usar o microondas? Tudo bem...sem pensamentos sujos...
– Tudo bem. – Falei. Jantei, tomei banho, escovei os dentes e fui dormir. Acordo de madrugada e vou a cozinha beber água, quando me deparo com uma cena. A Sam, dormindo no sofá com Mathew, que me assustava por parecer com uma criança de verdade. Ambos pareciam confortáveis. Peguei um cobertor e os cobri, e depois voltei pra cama. Acordei no outro dia com um cheiro de bacon e ovos no ar. Tudo bem, o que está acontecendo? Fui para a cozinha e encontro Sam cozinhando e Mathew fazendo bagunça em uma cadeirinha. Parecia mesmo uma família.
– Bom dia! – Ela sorriu feliz e me deu um beijo rápido. COMO ASSIM ELA ME BEIJOU? Sinto meu celular apitar.
“Não pense merda Benson! Eu te beijei pra fazer cena. Os olhos do robô são câmeras. Estão nos vigiando para saberem se estamos nos dando bem ou não , então sorriso no rosto e aja como se estivesse em um comercial de margarina
Sam”
Olhei para ela que sorriu. Sorri de volta. Que merda em Ted! Que merda!
– Bom dia. – Respondi. Me sentei. Conversamos sobre coisas idiotas no café.Só pra fazer ceninha. Ah que ódio do Franklin!
1 semana depois...
POV Sam
Eu havia gostado dessa experiência, e Freddie também se mostrou muito prestativo. Ambos ganhamos um A. Já haviam tirado o berço e tudo o que tinha de lá. Ah que bom! Eu estava precisando relaxar. Cheguei e tirei minha roupa e coloquei outra.
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Peguei uma garrafa de vodka e um cigarro e corri para o jardim, me sentando na grama. Era fim de tarde, quando Freddie voltou. Não sei onde ele estava, e sinceramente não quero saber. Tomei um gole da minha bebida. Ele veio em minha direção e tirou a camisa, se sentando ao meu lado. Estava calor. Ele pegou a garrafa de minhas mãos e bebeu, depois pegou um cigarro e acendeu.
– Não seria bom fazermos isso juntos. – Falei bebendo, já entorpecida pelo álcool.
– Por que? – Ele perguntou malicioso. Hunf! Ele sabia muito bem o por que!
– Você sabe. – Disse.
– Mas o único momento em que você não fica chata e quando esta drogada. – Ele brincou. Eu ri.
– Idiota! – Falei rindo. Já havia se passado uma hora e a esse ponto estávamos mais chapados do que nunca havíamos ficados antes.
– E aquela vez que o Gibby foi com uma cólera cheia de espinho! – Ele disse rindo e eu gargalhando.
– Eu lembro! Foi ridículo! – Eu falei. Eu estava rindo, quando sem querer, eu desequilibrei e fui parar em cima dele. Nós rimos. Por que estávamos rindo tanto? Estávamos mesmo chapados.
– Da ultima vez que aconteceu isso...acabamos na cama... – Ele disse malicioso, trocando as posições e me colocando por baixo. Meu coque que já estava frouxo se desfez. Eu senti seu corpo aquecido pelo álcool em cima de mim.
– Eu me lembro... – Sorri maliciosamente mordendo o lábio inferior.
– O pacto ainda esta valendo. – Ele sorriu.
– Vai me dar outra chance Benson? – Eu ri.
– Estou muito caridoso esses dias... Acho que você merece. – Ele disse.
– Mesmo? – Falei. Ele chegou perto e sussurrou perto de meus lábios
– Pra você, eu sempre irei dar uma segunda chance. – Ele disse me beijando. Sua mão desceu e foi para minha cintura. Sua língua brigava com a minha em quanto eu o puxava para mais perto. Ele tirou minha blusa e me carregou até o quarto, distribuindo um monte de beijos pelo meu pescoço. Arranhei suas costas e ele segurou minhas coxas as entrelaçando em seu tronco. Comecei a beijar seu pescoço e logo voltei para sua boca, sugando seu lábio inferior. Em um único movimento ele retirou minha calcinha e eu retirei sua box , sentindo ele penetrar em mim e eu o responder com um gemido abafado em seu ouvido. Pude sentir que aquilo o animou. Hummm...Freddie tem um ponto fraco... Ele fazia movimentos torturantes, que me deixavam louca a cada toque. Eu estava certa. Comecei a explorar o ponto fraco dele. Ele aumentava ainda mais a velocidade, até chegarmos ao ápice. Deitei ao seu lado, adormecendo.
O sol bateu em meu rosto me fazendo acordar. Algo me abraçava. Freddie. Ele logo despertou. Coloquei o lençol junto ao meu corpo.
– Nós definitivamente não podemos ficar drogados juntos. – Ele disse se sentando. Ele estava tão gato!... MENTIRA! Meus cabelos desorganizados e minhas roupas e as dele jogadas pelo quarto.
– Não. – Concordei. Ele sorriu e se aproximou ficando por cima de mim.
– Mas em uma coisa temos que concordar... nunca nós arrependemos disso... e por mim, nunca vou me cansar. – Ele disse me beijando. Retribui. Por que eu o retribui?
– Verdade. – As palavras saíram sem meu concedi mento. Ele chegou mais perto e me beijou de novo.Ele se separou e tirou delicadamente uma mecha de cabelo de meu rosto. Por que ele estava fazendo aquilo? Ele não se importava comigo. Então, eu lembrei. De tudo o que ele fizera pra mim. Sai dali.
– Vamos esquecer disso, ta bom? Por favor. – Falei. Lembrar de toda aquela humilhação de uma só vez não foi bom para mim. Corri para o banheiro com uma toalha. Maldita ressaca. Comecei a vomitar. Depois de cinco minutos com o Freddie me enchendo a paciência e me gritando do lado de fora, me chamando, eu parei de vomitar.
– Sam? Você esta bem? – Ele disse. Ele parecia preocupado, mas eu sabia que era mentira.
– Estou melhor sem você Benson! – falei fria. Liguei o chuveiro na água fria. Ah que bom. Tomei um banho e um comprimido para dor de cabeça. Coloquei uma roupa.
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Fui em direção a cozinha e peguei uma maçã. Me sentei no sofá. Passei a mão no pescoço. Uma lagrima me veio quase que instantaneamente. Doía. Lembrar dele, e saber que agora, a única lembrança que eu tinha dele, fora arrancada, e a esse ponto esta em algum lixo por ai. Meu corpo se encheu de ódio. Por causa de Freddie, e por causa de tudo que ele havia me feito. Ele estava treinando no jardim.Deixei a maçã de lado e caminhei em passos fortes e com lagrimas até ele, que fazia abdominais.
– SEU IDIOTA! – O derrubei no chão e subi em cima dele.
– O que? O que foi? – Ele falou segurando meus pulsos. Comecei a socá-lo , mas parecia não atingi-lo.
– SEU IMBECIL! – O soquei na cara. Eu o esmurrava e o batia, por tudo o que ele havia feito, mas ele me bloqueou. Segurou meus dois pulsos e me colocou para baixo ficando em cima de mim. Mas eu me livrei dele e consegui o socar, mas depois disso, uma dor forte me invadiu, e eu não pude sentir mais nada.
– Acorda. – Carly falou. Eu estava no quarto. Com a mesma roupa.
– o que aconteceu? – Falei.
– Freddie chegou lá em casa falando que você tinha desmaiado. Ele estava desesperado achando que você estava morta. Então eu cheguei e te encontrei aqui desmaiada e coloquei vinagre pra você cheirar. – Carly disse. Uau! Eu não me lembro de nada do que aconteceu depois que eu acertei Freddie. Ah que dor de cabeça. Freddie Benson, você vai me pagar muito caro por ter feito o que fez comigo durante esses anos todos.
N.A — Atenção nas notas finais!
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