Meu Gurda-costas

1 Capítulo 1 – Primeiro encontro – parte 1


Notas iniciais
Primeiro Cap. Espero que gostem *-*
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Chamo-me Isabella Swan, tenho 17 anos, moro em uma cidade que esta em desenvolvimento, chamada Constelações. Dizem que a cidade recebeu esse nome porque a noite da pra ver muitas constelações. Minha mãe morreu há quatro anos e desde então, somos apenas eu e meu pai, Charlie Swan. Meu pai é delegado de policia civil e vive ocupado. Temos varias casas e poses em nome de nossa família, Swan.

Sou loira e tenho um corpo lindo. Dizem que me pareço muito com minha mãe quando ela tinha minha idade. Não estou namorado e minha melhor amiga se chama Alicia, ou para os íntimos como ela mesmo diz, lice.

Estava de férias de inicio de ano na casa dos meus tios de parte de mãe. Eles moravam longe. Mas eu adorava ficar com eles. Meu pai ficou de vir me pegar no aeroporto, mas cá estou eu, parada e nada dele. Ele também não atende o celular. Devia estar ocupado de mais trabalhando, o que não era novidade pra mim. Foi quando avistei de longe um dos policiais.

Ele veio na minha direção e se apresentou.- sou Edward um dos homens do seu pai – ele falou

Eu olhava aquele homem parado na minha frente e não acreditava. Ele era branquinho, os cabelos num tom de ruivos meio loiro talvez, alto, olhos claros e um corpo atlético. E ainda vestia a farda da policia, o que o deixava ainda mais atraente. Ele me ajudou com as malas enquanto me dava as boas vindas.

– posso saber por que o meu pai não veio me buscar? – perguntei a ele, tentando fazer com que ele falasse algo

– ele recebeu um chamado de ultima hora – ele me respondeu, olhando a frente já que dirigia

– você é novo aqui – falei – quer dizer, nunca o vi antes

– sim sou novo – ele disse – na cidade quero dizer. Conheço pouca gente e me dedico ao máximo no meu trabalho

– aaa – foi apenas o que falei

Ele tinha acabado de estacionar o carro em frente a minha casa. Era de primeiro andar, branca e com um jardim lindo, cheios de flores, dos mais variados tipos e cores. Ele me ajudou a colocar minhas malas no meu quarto e depois descemos.

O levei ate a cozinha para que pudéssemos tomar um pouco de água ou quem sabe um suco, depende do que ele queria.

– não Isabela, obrigado – ele falou – tenho que voltar ao meu trabalho

– você vai pro festival de primavera? – perguntei

– isso é uma festa? – ele me perguntou distraído

– você vai comigo então – me ofereci – esqueci que você não é daqui. Me pegue as 20:00 que estarei pronta

– eu trabalho hoje a noite – ele falou – mas obrigado pelo convite. Tenho que ir

– eu falo com meu pai e ele resolve isso rapidinho – disse

– não, obrigado Isabela, mesmo – ele disse – mas não quero ter nenhum tipo de privilégios com o meu chefe só porque fui te buscar

– não é privilegio e nem to tentando agradecer por isso – falei – apenas queria poder te mostrar a festa que a cidade oferece todo fim de primavera

– tudo bem, fica pra uma próxima vez ok – ele falou – tenho que ir, ate mais – ele disse e saiu

Ele saiu sem nem mesmo esperar eu responder. Tudo bem. Subi de volta por meu quarto e liguei pra Alice, estava morrendo de saudades dela. Ficamos no telefone por horas, ate que ouvi o carro do meu pai chegar em casa. Desliguei e olhei pela janela do meu quarto. Já estava escurecendo e meu pai estava entrando e casa.

Desci correndo e quando o vi na sala pulei em seus braços em um abraço super apertado, estava com saudades. Ele retribuiu e me deu um beijo na testa, depois nos afastamos.

– como você ta linda – ele falou – parece tanto com sua mãe

– obrigada pai – falei e sorri – pai eu vou poder ir pra festa hoje né

– não sei minha filha – ele disse serio

– porque pai? Todo ano eu vou, não é justo eu não ir – disse fazendo biquinho

– eu sei minha fila – ele disse se sentando no sofá – senta aqui comigo – sentei do seu lado e ele pegou em minha mão – é que hoje o delegado da capital me disse que o assassino da sua mãe fugiu. Eu não posso te deixar sozinha por ai

– ain pai – falei e ele me abraçou de lado- você vai ta protegida, não se preocupe – ele disse

– a lice vai comigo – falei – não vou ficar sozinha um segundo sequer

– tudo bem – ele disse

– obrigada pai, te amo – dei um beijo nele e subi pro meu quarto

Entrei com tudo no meu quarto e fui tomar um banho. Coloquei um vestido tomara que caia, marcando a cintura na cor verde oliva e um salto na mesma cor, cabelo solto e make pra noite.

Desci quando já estava pronta, as 20:00 horas. Pensei no Edward, se eu fosse à festa com ele. E pra minha surpresa ele estava lá na sala de casa, com meu pai. Ele vestia uma calça jeans e uma camiseta preta e tênis. Cheguei do lado do meu pai.

– pai to indo ta – disse e sorri de cantinho – vou encontrar com a Lice lá

– espera – chamou meu pai – você já deve conhecer o Edward. Ele vai com você, não vou te deixar sozinha por ai, não com esse assassino a solta

– tudo bem vamos – sai puxando ele comigo. A casa da Lice era bem pertinho da minha, uma rua de distancia, então fomos andando mesmo. Ele não falava nada por livre espontânea vontade.

– você não diz nada? – perguntei

– estou trabalhando Isabela – ele disse serio

– esta me acompanhando – falei – meu pai não disse nada sobre trabalhar. Você vai se divertir hoje, e eu num disse que estaria pronta pra você as 20:00 horas

– estou trabalhando Isabela – ele disse – tenho que te proteger. Mas se não fosse isso, viria sim à festa com você – sorri ao ouvir aquilo

– você esta indo a festa comigo – disse – já volto

Sai correndo em direção a casa da Lice. No momento exato ela abriu a porta e nos abraçamos. Estava com muita saudade dela. Depois nos afastamos, o Edward já estava bem atrás de mim. A Lice o olhou inteiro e sorriu de canto.
— quem é esse? – perguntou ela fechando a porta de casa

- meu namorado – disse pegando em sua mão

- como? – perguntaram os dois

- ai credo – falei e ri – esse é meu...

- nada com que deva se preocupar – disse o Edward a Lice – estou aqui apenas por ordens do delegado

- a conversa de vocês ta boa, mas eu quero sair daqui – disse e sai andando na frente
Logo eles me acompanharam, a Lice vinha do meu lado e o Edward um pouco mais atrás de mim. Logo chegamos no local onde seria a festa. E que por sinal já estava cheio e musica de um DJ tocando.
Sai me esgueirando entre as pessoas e fui pro meio pra dançar, a Lice tava comigo. Dançamos um pouco mas depois um garoto a puxou pra dançar com ela e eu estava sozinha. O Edward tinha ficado em um canto mais afastado pra poder ficar de olho em mim. Sai e fui ate onde ele estava, ele acompanhou cada passo meu.

— vai ficar ai parado? Você esta em uma festa – falei um pouco alto por causa da musica
-estou trabalhando Isabella – ele disse – você sabe disso
— então você não vai se importar se eu sair por ai né – falei me virando, mas ele segurou
meu braço
— você podia tornar as coisas fáceis – ele disse — tanto pra mim, quanto pra você

- eu vim me divertir e você devia ta fazendo o mesmo – disse – nada vai acontecer comigo

— você não tem noção da gravidade né – ele disse serio – você não sai da minha vista
— então você vai ter que vir comigo – falei entrando no meio do povão.

Andei um pouco no meio do povo e logo percebi que o Edward vinha atrás de
mim, me seguindo. Parei no meio do povão e comecei a dançar. Ele apenas
me olhava. Ate que um garoto lindo, moreno, com carinha de criança, mas
muito lindo me tirou pra dançar quando começou a tocar sertanejo. Dançamos
muito, muito mesmo.
— como se chama? – perguntei em seu ouvido
— Marcos ou só Mark mesmo – ele disse – e o seu?
— Isabella – falei em seu ouvido – ou apenas Bella. Você é daqui?
— me mudei ta com um mês – ele disse – mas eu sei quem você é
— sabe? Como? – perguntei
— todos sabem quem é você – ele disse e me olhou

Ele me olhou e sorriu. Ele era lindo sorrindo. A musica acabou mas logo na sequencia começou outra e continuamos dançando. Essa era um pouco mais lenta, então ficamos de rosto colado, fechei os olhos. Mas eu continuava consicente da presença do Edward ali me olhando.
— você é tão linda – disse o Mark no meu ouvido – mas do que imaginei
— obrigada – o olhei – você também é
Aos poucos e envolvidos pela musica, fomos nos aproximando. Ele olhava fixamente nos meus olhos. Quando estávamos quase nos beijando, alguém pegou em meu braço e me puxou. O Edward. Tentei me soltar dele enquanto ele me tirava dali, mas foi em vão.
— me solta – eu dizia, mas nada fez com que ele me soltasse, com um pouco de força consegui me soltar dele – porque fez isso? Eu tava me divertindo sabia
— psiu – ele tocou meus lábios, mas olhava pros lados, procurando algo
— psiu nada – falei tirando seus dedos de meus lábios e um pouco receosa por ter feito isso – eu quero voltar
Olhei em volta e estávamos na rua do lado da festa. Estava escuro e não passava ninguém. Pensei no que ele poderia querer comigo ali.
— fica quieta Isabella– ele disse serio – e em silencio

- eu quero voltar – falei seria também
— Isabella – ele disse e eu o olhei, ele parecia preocupado – tinha um cara do seu lado
— tinha varias pessoas do meu lado – falei o interrompendo
— ele tava armado – disse o Edward Eu paralisei na hora e me veio à conversa com meu pai de hoje mais cedo, quando ele disse que o assassino da minha mãe havia fugido. Segurei o choro e o medo. Olhei em volta preocupada, tentando ver o que o Edward tanto olhava também.

— entende porque não quero que fique longe de mim – ele disse me olhando – você sozinha é vulnerável
— porque me trouxe aqui? Não tem ninguém aqui Edward – falei com medo e um tom de choro em minha voz
— calma – ele me disse um pouco mais confiante –Vamos voltar pra lá, eu vou tentar ver se acho o cara de novo e você NÃO SAI DE PERTO DE MIM
— nem um segundo – concordei Eu tinha ficado com medo. Voltamos. Ele tinha me puxado pra mais perto de si, e passou seu braço pelos meus ombros. Me aquecendo e me protegendo ao mesmo tempo. Senti algo em sua cintura, do lado. Abaixei minha visão e vi o cabo de uma arma.
— você ta armado – disse espantada

- psiu – ele disse – como você quer eu saia por ai? Eu tenho que te proteger. Seu pai deixou bem claro: a qualquer custo tenho que te proteger
— eu to com medo Edward – falei – vamos pra casa – pedi
— não posso – ele disse – tenho que tentar identifica o cara. E não precisa ter medo, eu to aqui
Ele me apertou um pouco mais contra seu peito. Se alguém nos visse de longe, diria que éramos namorados, pelo modo como ele me segurava. Mas pro meu desprazer, não era verdade. Ele deixou bem claro que esta comigo apenas por trabalho.
Chegamos de volta a multidão e ficamos parados. Ele olhava atento todos os que passavam e eu tentava me distrair com a musica. Ele compro uma água pra mim tentar me acalmar mais, mas não funcionou. Alguns minutos ali parados e nada. A Lice passou na nossa frente, distraída com o menino que ela estava ficando.

Acho que realmente tinha me distraído da situação porque quando dei por mim, estava entrando no meio da multidão atrás da Lice. Quando dei por mim já era tarde de mais. Tinha me perdido do Edward. E como ele disse, eu estava vulnerável.

Notas finais
Então e isso.;;
logo mais tem o segundo cap.
comentemmmmmmmmmmm......