Meu Glee Brasileiro

6 Semana de Entrosamente - Parte 3


Notas iniciais
*Le desviando de facas e pedras e vidros* Oi gente boa e linda do meu Brasil. Não me matem, please. Eu sei que demorei. Demais. Mas tenho meus motivos. Aqui vão eles: 1- Eu estava afogada em responsabilidades e mal tinha tempo para nada (não tenho nem agora, mas enfim) 2- Meu computador deu pane, apagou de vez, fez eu perder TUDO que eu tinha nele, ficou por mais de uma mês apagado, descobri que o problema dele é no HD, mas ele está funcionando de novo agora, mas, se pifar novamente, eu posso pegar e jogá-lo no lixo. 3- Tenho que estudar para o Enem, se eu quero passar em uma faculdade decente (UFMG que me espere. Ciências Biológicas *-*). Enfim, continuando. 4- Estou escrevendo o meu livro :3. Na verdade, eu tenho dois projetos, uma trilogia, que é sobre seres sobrenaturais, anjos demônios, vampiros, lobisomens e o caralho a quatro, mas enfim, e o outro, que por enquanto é um único volume, sobre um futuro possível para a humanidade ^^. E esses foram os motivos para a demora (confesso que teve um pouco de preguiça ai no meio também, mas é só um pouco). Vocês me perdoam? Perdoam de verdades amores? Sabem que eu amo vocês né? Agora, só mais uma coisa antes de irmos para o capítulo. A FIC RECEBEU UMA RECOMENDAÇÃO *------*. UMA LINDA E MARAVILHOSA E DIVOSA RECOMENDAÇÃO. E queria agradecer a nossa linda Ariana por ter recomendado a fic. Eu amei mesmo, do fundo do meu coração. Obrigadaaaaaa. Enfim, aqui vai um capítulo novinho em folha, o maior da fic e, SPOILER Tem treta. #Taparei. Espero que gostem. Bjss ;*. E nos vemos nas notas finais ^^. Não deixem de ler as notas finais. Kisses de Nutela. P.S.: Desculpem qualquer erro, mas não tive tempo de revisar. Olha o horário. Estou com sono. E prometo que até semana que vem eu respondo os comentários. Enfim, vou deixar vocês lerem o capítulo. Bjss ;*

Liana e Beatrice

Beatrice pagou seu salgado na cantina da escola, enquanto Liana falava atrás dela.

–Então Tris, a música já está resolvida, e eu gostei da nossa escolha. Mas, e ai, como foi a aula? – Lia perguntou, puxando outro tópico na conversa. Beatrice torceu o nariz.

–A professora de Química foi para o laboratório com a gente hoje, e tivemos que fazer dupla para ir lá. – Tris respondeu, meio a contragosto.

–Por que essa cara? Ir para o laboratório é legal. Pelo menos eu acho.

–O problema não foi o laboratório. Foi minha dupla. – Respondeu a garota e mordeu seu lanche.

–Que foi? – Lia perguntou, incentivando a mais nova amiga a falar. Sabia que Tri era bem tímida e queria mudar isso nela. Queria não. Ela mudaria.

–O Daniel.

–O jogador? – Lia se impressionou.

–Ele mesmo. Nosso colega do clube de coral também.

–E por que essa cara? Ele é um gato. Digo, ele é bonito. – Lia disse e Tris deu uma risadinha pela cara da amiga.

–Você não está na classe dele Lia. E só o vê no Coral. Ele é, tipo, egocêntrico, mulherengo, mandão... – ela começou, mas foi cortada por alguém que estava logo atrás delas.

–Sou o que, dona Beatrice? – As meninas se viraram assustadas na direção da voz, se deparando com duas figuras vestidas com uniforme de jogadores, uma mais atrás e com feições sérias e a outra mais a frente, que era a que tinha falado com elas. Daniel e Raphael.

–O que vocês estão fazendo aqui? – Liana perguntou, em tom sério.

–Bom, eu queria perguntar se vocês viram a Darby, já que ela disse que é para nós nos encontramos para discutirmos a nossa dupla, mas não disse onde, mas, assim que ouvi que a conversa de vocês era sobre mim, resolvi não me intrometer. Então você me acha um gato, Liana? – respondeu Daniel, com um sorriso no rosto.

–Claro que não. – respondeu Lia, cruzando os braços.

–Desde quando vocês estão atrás da gente? – Tris perguntou, meio vergonhosa. E ela tinha certeza que estava mais vermelha que um camarão.

–Bom, desde quando a Liana perguntou para você sobre a aula. – Dessa vez foi Raphael que respondeu.

–Então foi tão ruim assim minha companhia Tris? Você parecia estar gostando durante a aula. – Daniel chegou mais perto da garota, que se afastou, batendo contra uma das mesas da cantina. – Nós poderíamos fazer duplas mais vezes hein? Acho que fizemos uma boa dupla. – Ele disse assim que chegou bem perto dela, falando ao seu ouvido. Beatrice queria sumir dali para nunca mais voltar. Ela sentia o rosto quente e sabia que estava vermelha. Maldita timidez.

–Daniel, deixa a garota em paz. – Disse Liana, empurrando o garoto para longe da amiga. – A Darby não está aqui, se é isso que você quer saber. Provavelmente ela deve estar na Rádio da escola. Por que não vai procura-la, hein?

–Você não manda em mim garota. E se eu quiser ficar aqui? – Daniel provocou Liana, que estava prestes a rebater, quando Raphael se pronunciou.

–Daniel. – Falou Raphael e Daniel olhou para ele.

–Mas assim mesmo eu vou, por que tenho que resolver logo com a Darby, antes que o Futebol comece. Você vem comigo ou vai atrás do João? – E virou-se para Raphael.

–Pode ir. Vou atrás do Joao Flávio. Também temos que resolver nossa música.

Daniel concordou e se retirou, indo atrás da parceira.

–É. Todos estamos preocupados com nossas músicas para o Coral. – Comentou Liana, olhando para a porta por onde Daniel tinha saído.

–Vocês duas estão juntas né? – Perguntou Raphael e elas concordaram com a cabeça. – Já resolveram qual música vocês vão cantar?

–Sim. – Responderam juntas. E depois Liana continuou sozinha. – Mas você só saberá quando for a hora. Aliás, você disse que estava procurando o João, né?

–Sim. – Raphael parecia decepcionado. Com certeza ele queria saber a música que elas cantariam. – Por quê?

–Por que estávamos indo procurar ele... – começou Liana, mas Beatrice a cortou.

–Estávamos? – Perguntou confusa.

–Claro que sim. Já esqueceu, Tris? – Lia olhou a outra sugestivamente, que entendeu o recado.

–Ah é verdade. Eu esqueci mesmo. Que lerda. – Tris disse, negando com a cabeça em sinal de indignação, entrando na onda da amiga. Não sabia o que Lia planejava, mas sabia que aí tinha coisa, e depois ela teria que lhe perguntar sobre o assunto.

–Então, como eu estava dizendo, antes de certas pessoas me cortarem, estávamos indo nos encontrar com ele para falar uma coisa. Que ir com a gente? Prometemos não nos demorar lá. – Disse Lia e Raphael, apesar de ter estranhado um pouco, aceitou o convite.

–Tudo bem. Eu vou. – ele respondeu e os três seguiram rumo ao jardim da escola, onde tinham certeza que encontrariam João Flávio.

–-x—

Daniel e Darby

Darby terminava de responder a alguns dos pedidos de músicas dos colegas para tocar na rádio quando Soraya, outra aluna que participava da rádio da escola, disse que alguém queria lhe ver. Darby estranhou, mas foi ver quem era. Normalmente, quando os alunos iam diretamente na sala onde funcionava a rádio, faziam os pedidos para aqueles que o atendessem, para que levassem para Rodolfo, o responsável por colocar a música no ar. Então, quando disseram que queriam falar com ela, ela estranhou. Quem seria?

Ao chegar na porta, se deparou com Daniel a esperando. Estava tão envolta no seu trabalho, que se esqueceu completamente que tinha combinado com Daniel deles se encontrarem para escolherem uma música para eles cantariam no clube do Coral.

–Ah, oi Daniel. – Ela o cumprimentou.

–Oi Darby. Podemos conversar agora sobre as duplas? – Ele perguntou.

–Sim, eu estava respondendo uns pedidos de músicas para ir adiantando, mas os outros podem fazer isso. Ainda não preciso estar aqui. – Ela disse e deu de ombros, depois saiu da sala e fechou a porta para eles não atrapalharem os outros dentro da sala. – Então, pensou em alguma música?

–Não. Na verdade, eu esperava que você tivesse pensado em uma música, sabe, já que você trabalha com música o dia inteiro. – Ele disse e ela concordou, pensativa.

–É, mas que tipo de música você gosta? – Ela perguntou.

–Darby. – Alguém a chamou, antes de Daniel responder, e ela olhou em direção da pessoa. Eram Juliana e Bryan que estavam vindo em sua direção, e Juliana a chamara. Darby meio que congelou. Era ela. A líder falava com Darby pela primeira vez na vida. A garota tentou se controlar e não demonstrar nervosismo. Não queria pagar mico. – E aí? Oi Daniel.

–E aí? – Daniel respondeu, fazendo sinal de joinha.

–O-oi. – Darby se amaldiçoou por gaguejar. – Querem alguma coisa? – Dessa vez sua voz saiu firme.

–Eu queria pedir uma música, se não for um incômodo. – Juliana disse, mordendo os lábios, e Darby isso fofo. “Não Juliana. Você nunca será um incomodo”, Darby pensou, antes de responder.

–Claro. Pode pedir à vontade. – Ela sorriu e Juliana também. Darby sempre achou o sorriso da líder lindo. Lindo e inalcançável para ela. Ver a garota sorrindo para ela a deixou maravilhada. – Qual música você deseja?

–Não Olhe Para Trás, do Capital Inicial. E se puder dedicar para o Douglas, eu agradeceria. – Juliana respondeu e Darby fez o máximo para esconder a decepção. Mesmo a música não sendo bem uma música romântica. Ela tinha que tirar isso da cabeça.

–Tudo bem. Hoje mesmo iremos tocar, ok? – Ela respondeu.

–Beleza. Obrigada Darby. E desculpa atrapalhar vocês. – A líder de torcida respondeu e depois enlaçou o braço no de Bryan e eles seguiram caminho, com Darby olhando-os fixamente e, confessava, querendo estar no lugar de Bryan. Ela até esqueceu que Daniel estava ali por um momento.

–Sabe, eu acho que poderíamos cantar Capital Inicial. – Ela comentou, virando-se para Daniel, que sorria de canto para ela. – Que foi?

–Nada. Eu acho uma boa Capital Inicial. Adoro eles. – Ele disse e começou a dar risada do nada da cara de Darby.

–Para de dar risada. O que aconteceu? – Ela começou a se irritar com ele. Ele era doido.

–Até onde me é conhecido, ainda não está proibido dar risada, mas.... Agora falando sério, prometo não zoar. Você gosta da Juliana? – Daniel perguntou, voltando a ficar sério.

–Porque?

–Tá, eu sei que gosta. Por que você não parte para cima? A Juh é de boa, e, convenhamos, muita areia para o caminhãozinho do Douglas. Além do fato dele ser um idiota completo e ela estar infeliz com ele. O máximo que você pode receber dela é um não.

–Esse é meu medo. – Ela olhava suas próprias mãos.

–Pode ter certeza que a Juh te entenderia se você falasse com ela. Bom, está na hora do treino. Pensa nisso. Pode falar comigo, qualquer coisa. E pode escolher a música do Capital que você quiser. Eu curto eles e conheço todas. Até mais parceira. – Ele disse e foi em direção a quadra, deixando uma Darby pensativa para trás.

–-x—

João Flávio e Raphael

Assim que Liana e Beatrice os deixaram sozinhos, Raphael olhou para João Flávio, sério.

–Então, vamos logo com isso antes que chegue o tempo do treino e não tenhamos nos resolvido ainda. – Ele estava sério, e um tanto irritado, o que deixou Jonny um tanto cabreiro. Quem esse garoto pensa que é? Desde a semana passada Raphael lhe olhava torto, e isso estava lhe dando nos nervos. Mas respirou fundo. Quanto antes eles resolvessem a música e cantassem, mais rápido eles se veriam livres um do outro. Discutir só adiaria o processo.

–Ok. Já que está com tanta pressa assim, creio que já tenha pensado em uma música, certo? — Ele perguntou, levemente provocativo.

–Sabe, eu tenho mais o que fazer do que ficar pensando em músicas. Diferente de certas pessoas, que ficam uma hora moscando na escola esperando dar a hora do clube do Coral. – Raphael devolveu, no mesmo tom provocativo.

–O que você tem contra mim, hein, Raphael? Nunca te fiz nada. – João já estava se irritando.

–Acho que não sou obrigado a gostar de todo mundo. E nem a ser educado com todos. – O outro disse, sério. Mas que garoto inconveniente. Não, João nunca lhe tinha feito nada. Nada a não ser tirar a atenção de Roberto dele, puxando para si. Não que ele tenha culpa, e Raphael sabia disso. E não. Raphael não odiava o menino, só estava com ciúmes dele, por conseguir tão facilmente algo que ele tanto lutara para conseguir. Antes que João respondesse, ele continuou. – Vamos logo com isso vamos. Assim, nos veremos livres um do outro mais rapidamente. Fala uma banda ou cantor.

–Por que eu deveria fazer o que você diz? – João cruzou os braços, encarando o outro. Raphael suspirou. Estava vendo que ia ser difícil.

–Você quer se ver livre dessa tarefa rapidamente? Se quiser, diga o nome de uma banda ou cantor. – Disse o jogador, fazendo o possível para manter a paciência.

–Legião Urbana. – Jonny respondeu, a contragosto.

–Beleza. Então cantaremos uma do Legião. E acho que já sei qual.

–-x—

Sala do Coral

Todos já haviam chego quando Rafaela adentrou o recinto. Ela sorria. Colocou sua papelada na sua mesa e foi para a frente da sala.

–Boa tarde pessoal. Antes de tudo, quero informar a vocês o nome para o grupo ganhador. E ele é.... – Rafaela fez um drama antes de continuar. – As Vozes. – Os alunos aplaudiram e Annabelle sorriu, afinal, fora ela quem sugeriu o nome. – Bom, acho que é só isso. Então, pensaram nas músicas que irão cantar? – Eles fizeram que sim com a cabeça. – Então, que dupla se oferece para vir a frente?

No início, todos permaneceram em silêncio, mas logo uma dupla se pronunciou.

–Nós vamos professora. – Disse Lia, enquanto se levantava. Tris seguiu a amiga, apesar da vergonha.

–Fiquem à vontade garotas. Podem começar. – A professora sorriu para elas e as duas se posicionaram em dois bancos em frente a sala, depois de terem falado a música para a banda. Elas cantariam Na Sua Estante, da Pitty

Liana: Te vejo errando e isso não é pecado,
Exceto quando faz outra pessoa sangrar,
Te vejo sonhando e isso dá medo,
Perdido num mundo que não dá pra entrar
Beatrice: Você está saindo da minha vida
E parece que vai demorar
Liana:Se não souber voltar, ao menos mande notícias
Você acha que eu sou louca
Mas tudo vai se encaixar

Beatrice: Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia

Ambas: E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

Beatrice: E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

*Nessa hora Beatrice, que olhava seus colegas atentamente, encontra o olhar de Daniel. Esse dá um sorriso de canto para a garota, que morde os lábios, enquanto Lia começa a cantar e passa a prestar atenção em suas próprias mãos. Só torcia para não estar tão vermelha quanto achava que estava*


Liana: Você tá sempre indo e vindo, tudo bem
Dessa vez eu já vesti minha armadura
E mesmo que nada funcione
Eu estarei de pé, de queixo erguido
Beatrice: Depois você me vê vermelha e acha graça
Mas eu não ficaria bem na sua estante

Liana: Tô aproveitando cada segundo
Antes que isso aqui vire uma tragédia
E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu

Ambas: E não adianta nem me procurar
Em outros timbres, outros risos
Eu estava aqui o tempo todo
Só você não viu
Só por hoje não quero mais te ver, só por hoje não vou tomar minha dose de você
Cansei de chorar feridas que não se fecham, não se curam
E essa abstinência uma hora vai passa

Assim que as meninas terminaram, todos as aplaudiram. Elas foram muito bem.

–Meus parabéns garotas. Vocês foram muito bem. É disso que eu estou falando. – Rafaela disse, animada, e as duas agradeceram a professora, voltando para os seus lugares. – Bom pessoal, quem será o próximo?

Assim que a professora perguntou, Daniel e Darby se levantaram. Só que, diferente das outras duas, eles se mantiveram de pé. Darby anunciou a música para a banda e voltou a atenção para a sala. O toque da música começou a tocar. Independência, do Capital Inicial.

Daniel: Toda essa curiosidade que você tem pelo que eu faço
Eu não gosto de me explicar, eu não gosto de me explicar
Toda essa intensidade, buscamos identidade
Mas não sabemos explicar, mas não sabemos explicar
Se paro e me pergunto: será que existe alguma razão
Pra viver assim se não estamos de verdade juntos

Ambos: Procuramos independência
Acreditamos na distância entre nós
Procuramos independência
Acreditamos na distância entre nós

Darby: Toda essa meia verdade a qual temos nos conformado
Só conseguimos nos afastar. Mas aprendemos a aceitar
Tantas coisas pela metade, como essa imensa vontade
Que não sabemos explicar, que não sabemos saciar
Se paro e me pergunto: será que existe alguma razão
Pra viver assim se não estamos de verdade juntos

Ambos: Procuramos independência
Acreditamos na distância entre nós
Procuramos independência
Acreditamos na distância entre nós
Procuramos independência
Acreditamos na distância entre nós
Procuramos independência
Acreditamos na distância entre nós
Na-na narau, na-na narau uhu, aha, yeah
Na-na narau, na-na narau

Os dois também foram muito aplaudidos. A música era ótima e os dois foram muito bem. Sem conseguir conter a curiosidade, Darby olhou para Juliana, que sorria e aplaudia, e deu um sorrisinho fraco. Daniel também olhou para Beatrice, mesmo que sem querer e percebeu que ela batia palmas mais timidamente. Ele sorriu antes de voltar a atenção para a professora, que agora falava com eles.

–Parabéns garotos. Vocês foram muito bem. Ótima escolha de música.

–Obrigada professora. – Agradeceu Darby e Daniel a imitou.

–Tudo bem garotos. – O dois voltaram para seus lugares. – Quem é o próximo? – A professora perguntou para os alunos, sorrindo, só que, dessa vez, demorou um pouco mais, mas logo Raphael e João Flávio se levantaram. Queriam se livrar logo da companhia um do outro.

A música que eles cantariam seria Tempo Perdido, do Legião Urbana. Os dois posicionados, a banda começou a tocar a música.

Raphael: Todos os dias quando acordo
Não tenho mais o tempo que passou
Mas tenho muito tempo
Temos todo o tempo do mundo

João Flávio: Todos os dias antes de dormir
Lembro e esqueço como foi o dia
Sempre em frente
Não temos tempo a perder

Ambos: Nosso suor sagrado
É bem mais belo que esse sangue amargo
E tão sério, e selvagem
Selvagem, selvagem

João Flávio: Veja o sol dessa manhã tão cinza
A tempestade que chega é da cor dos teus olhos
Castanhos

Raphael: Então me abraça forte
E me diz mais uma vez que já estamos
Distantes de tudo
Ambos: Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo

Raphael: Não tenho medo do escuro
Mas deixe as luzes acesas agora
João Flávio: O que foi escondido é o que se escondeu
E o que foi prometido, ninguém prometeu
Nem foi tempo perdido

Ambos: Somos tão jovens

Tão jovens, tão jovens

Todos aplaudiram eles. Apesar de toda a briga e a rivalidade, eles foram bem juntos. Mas esperavam não ter que repetir a dose. A professora se levantou aplaudindo eles.

–Parabéns garotos. Vocês foram maravilhosamente bem. Legião Urbana, como gosto dessa banda. Pena que o Renato.... Mas enfim. Meus parabéns meninos, ótima música.

–Obrigada professora. É. Até que ele foi bem. – João disse, olhando para Raphael e foi repreendido pela professora. Mas Phael nem deu bola. Notou, durante a apresentação, que Roberto prestava mais atenção em João que nele. E isso o deixou chateado e irritado ao mesmo tempo, e ele só queria que a aula acabasse. Sentou-se o mais longe possível dos dois e ficou quieto enquanto ouvia a professora falando sobre brigas e que ela não queria isso no grupo.

Quando o sinal tocou, indicando o fim do tempo no clube, nenhuma outra dupla tinha cantado e Raphael só queria ir embora o mais rápido possível e sem falar com ninguém, mas, claro, alguém tinha que ir falar com ele. E era a última pessoa que ele queria falar no momento.

–Raphael. – Roberto o chamou e ele apertou os passos. Será que ele não podia, uma vez na vida, querer ficar sozinho? Mas apertar os passos não adiantou muito, já que, rapidamente, Beto o alcançou, depois de uma corridinha. – Calma. O que aconteceu com você cara? Primeiro me olha com uma cara estranha e senta o mais longe de mim possível, agora vai embora sem falar com ninguém. Está acontecendo algo com você?

–Não Roberto, não é nada disso, só estou com dor de cabeça. — Ele deu de ombros, para demonstrar indiferença. Bom, pelo menos ele demonstrou se importar com ele. E que Roberto tinha percebido a cara que ele tinha feito.

–Tem certeza? Pode falar, cara. Eu sou seu amigo. – Ele colocou a mão no ombro. – Alguém lhe fez algo? Pode falar, por que, se fizeram, vão se ver comigo.

–Não precisa Roberto. Estou falando a verdade.

–Beleza cara. Mas saiba que sou seu amigo, e, quando você finalmente resolver me contar o que, realmente, está acontecendo, estarei aqui para te ouvir ok? – Ele disse e foi embora. E Raphael ficou parado, olhando o outro ir embora.

–-x—

No outro dia.... Entrada da escola

Juliana chegava na escola, acompanhada por Nicole e Vitoria, e elas conversavam sobre música, quando Douglas aparece na frente delas e agarra o braço da namorada rudemente puxando-a para longe das amigas e para perto de si.

–Acho que precisamos conversar, mocinha. – Ele disse no ouvido da morena, que fechou a cara.

–Douglas, você está me machucando. – Ela reclamou. Mas o garoto, ao invés de afrouxar o aperto, apertou ainda mais. – Ai.

–Douglas, solta ela. Está machucando ela, você não vê? – Nicole gritou com o garoto, que a olhou feio, mas ela não ligou, continuou. – Que tipo de namorado é você, hein?

–Vocês duas não se metam. – Ele ameaçou Nicole e Vitoria antes de sair dali, puxando Juliana com ele, ainda apertando o braço dela.

Quando eles chegaram a um lugar mais afastado, fora da escola, Douglas a soltou, a empurrando para frente, e quase que a garota caiu. Juliana colocou a mão no lugar machucado e começou a massageá-lo, virando-se para o namorado, que estava prestes a se tornar ex, que a encarava irado.

–Você está louco Douglas? O que está acontecendo? – Ela gritou com ele, irritada. Quem ele pensa que é para a tratar assim?

–O que está acontecendo? Você ainda pergunta? Você realmente entrou para aquele clubezinho de merda né? Quando o Roberto disse, eu, sinceramente, não acreditei. Mas vejo que é verdade né? – Ele disse, com raiva, e Juliana soube que era sobre o clube do Coral que ele dizia. – E ainda tem a pachorra de me dedicar aquela música. O que você quer com isso, hein, Juliana?

–Bom, quanto ao clube, eu entrei sim, pois amo cantar, agora, quanto a música, bom, a letra diz, querido. Só siga em frente. – Ela o encarou com raiva, já aturara demais disso. Ainda se perguntava o que vira nele.

–Está querendo terminar comigo? É isso? – Ele gritou com ela, o rosto vermelho de raiva e se aproximou da garota, erguendo a mão acima da cabeça. – Responda vadia.

–Sim, eu quero terminar com você Douglas. – Sabia que não deveria querer terminar com ele em um lugar tão vazio, mas ela sabia que aquela mão baixaria em seu rosto qualquer que fosse a resposta dela, então resolveu seguir em frente, não poderia suportar mais um minuto perto dele.

–Ah, mas você não vai. – E, quando ele ia baixar a mão no rosto dela, alguém a segura, puxando-a para baixo, e torcendo o pulso do garoto.

–Ei, grandalhão, por que você não briga com alguém do seu tamanho, hein? – Juliana olhou para quem estava ali, e notou que era Rafael, seguido por Otávio. Mais atrás, Nicole, Vitoria e Bryan se localizavam. Foi salva pelo gongo. Ou por seus amigos, tanto faz.

–Ah, seria uma honra, Rafael. – Ele disse, e sorriu ironicamente, já desferindo um golpe em direção ao rosto de Rafael, que desviou, logo desferindo o contragolpe, acertando o queixo do oponente. Douglas ficou desnorteado, e Rafael aproveitou para chutar a barriga do mesmo, mandando-o longe, direto no chão.

Juliana, nesse meio tempo, correra para perto dos amigos, e Nicole lhe segurou uma das mãos, e Vitoria a outra, elas olharam em direção a briga, Rafael tinha se aproximado de Douglas e lhe chutou a virilha. O outro rugiu de dor.

–E se você encostar mais um dedo na Juliana ou em qualquer outra garota e eu ficar sabendo, a surra pior, beleza? – Rafael ameaçou o outro e depois saiu de perto do outro, o deixando ali resmungando de dor.

–Você está bem, Juh? – Perguntou Nicole, enquanto eles seguiam em direção a escola. Estavam atrasados, mas quem nunca chega atrasado na escola?

–Mas claro que não né, Nicole? – Disse Bryan, revirando os olhos.

–Estou melhor agora. – Juliana respondeu, sorrindo para eles. – Obrigada para todos vocês, por me ajudarem, me defenderem.

–Não foi nada Juh. Você não merece aquele cafajeste. Faríamos tudo de novo. – Disse Otávio, que se mantivera quieto, até o momento.

–Isso. Você não sabe a quanto tempo eu queria fazer isso com aquele idiota. – Disse Rafael, e deu um soco no ar.

–É, só que agora sim o time está ferrado. O goleiro reserva é horrível. – Otávio fez uma careta.

–Tudo tem seus prós e contras. – Disse Rafael, e, nisso, eles chegaram na escola. Eles se calaram e entraram. É claro que ouviram um sermão da diretora sobre pontualidade. Mas nenhum deles se importou muito. Afinal, tudo poderia ter sido pior.

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Yago e Leonardo

Leonardo entrou na sala que ele e Yago tinham combinado para conversarem sobre a dupla que eles teriam que fazer para o clube do coral. A primeira tarefa do clube. Ele podia até dizer que estava um pouco ansioso. As aulas tinham acabado naquele dia e eles estavam esperando as aulas nos seus respectivos clubes começarem. Assim que adentrou a sala, notou que Yago já tinha chego, o que deixou o loiro meio sem jeito.

–Oi. – Leonardo cumprimentou. E depois continuou. — Demorei muito? É que o treinador nos chamou...

–Não, não. – Yago já fez questão de cortar o outro. – Eu que cheguei mais cedo. Não tinha nada para fazer no jornal mesmo.

–Ah, então tudo bem. – Leonardo se sentou na mesa em frente a que Yago estava e se virou para o companheiro de tarefa. – Já pensou em que músicas poderemos cantar?

–Olha, eu tenho algumas sugestões sim. – Começou Yago. – Eu estava pensando em Um Minuto do D’Black, ou Só Pro Meu Prazer...

–Leoni? – Leonardo perguntou.

–Sim. – Yago afirmou, meio confuso. – Do Leoni, por quê?

–Nada, só para confirmar.

–Ok. Mas, e você? Teve alguma ideia? – Yago disse e apoiou a mão no rosto e o cotovelo na mesa, em um gesto que Leonardo estranhou, mas nada disse.

–Não. Não pensei em nada. – Ele disse e mordeu os lábios. O outro lhe olhava estranhamente e o loiro estava ficando assustado.

–Entendi. Se você não gostou dessas sugestões, eu tenho outras.

–Não, que é isso, eu gostei. Mas, só por curiosidade, quais são as outras?

–Bom. – Começou Yago e eles continuaram a conversa, até escolherem a música desejada por eles.

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Na sala da Rafaela

Rafaela lia e corrigia umas redações, quando a porta da sua sala é aberta de supetão. Era Hellen, a treinadora das líderes.

–Rafaela, o que você está fazendo com minha filha? Aliás, o que você está fazendo com os alunos? – Ela estava irritada. A mulher arregalou os olhos. Sabia que Hellen não era flor que se cheire, mas ainda assim.

–Não sei do que está falando Hellen. – Ela disse, demonstrando indiferença.

–Não se faça de tola, Rafaela, você sabe do que estou falando. É daquele seu clubezinho de quinta categoria. Desde que entrou nele, a Juliana não me obedece mais. E é tudo culpa sua. – Hellen apontou o dedo na direção do rosto da ruiva.

–Bom, a filha é sua, quem tem que dar educação é você. Aliás, se ela não te obedece, você não é uma boa mãe. – Rafaela respondeu, ainda calmamente, não iria se rebaixar ao nível da outra.

–Como ousa duvidar da minha capacidade de ser mãe? Duvido que você vai ser uma mãe melhor que eu. Quer dizer, isso se você ao menos for mãe. Por que eu duvido que algum homem, em sã consciência, ficaria com você. Alguém tão sem graça assim.

–Bom, um ficou com você. – Rafaela provocou e Hellen ferveu de raiva.

–Que seja Rafaela. A partir de hoje é guerra. E eu vou acabar com esse seu clubezinho medíocre. – E saiu da sala bufando e batendo a porta atrás de si, deixando na mesma uma ruiva com uma cara chateada e abalada.

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Mariana e Felipe

Mariana estava na biblioteca, lendo um pouco, esperando Felipe, para eles conversarem. Não demorou muito para o garoto chegar, ele sentou ao lado dela, e ela deixou o livro de lado, aliás, ele era mais uma distração.

–Oi. Tudo bem? – Ele perguntou.

–Sim, e com você?

–Tudo bem também. – Ele respondeu e logo perguntou. – E então? Já pensou na música?

–Bom, estive pensando em algumas, tipo... – quando ela ia falar, alguém lhe cortou. Esse alguém era Yago, que se sentou em frente a eles, sem ao menos ser convidado. Tinha acabado de resolver a música com Leonardo e de ouvir uma história saída do forno e precisava falar dela com alguém. E Mariana e Felipe eram os primeiros que ele viu.

–Gente, vocês não vão acreditar no que eu ouvi, de primeira mão. Parece que teve briga entre dois dos jogadores. O Rafael e o Douglas. – Yago sussurrou para eles.

–Acho que é normal alguém querer bater no Douglas. O Rafael só concretizou o sonho de muitos. – Mariana revirou os olhos.

–Mas escutem, o motivo da briga foi uma garota. A Juliana para ser mais exato.

–Calma aí. O Rafael está gostando da Juliana? Isso é impossível. Aí sim vão acontecer altas tretas. – Disse Mariana, impressionada.

–Bom, se ele gosta ou não, não sei dizer, mas parece que, pelo que me foi dito, se Rafael não tivesse chegado a tempo, o Douglas teria batido na Juliana.

–Mas que filho... – Mariana se segurou. Não queria soltar um palavrão dentro da biblioteca. Mas que foi difícil segurar, foi. Uma das coisas que ela odiava é a violência contra as mulheres. Então ela estava revoltada com Douglas por isso. – Como ele pode fazer isso?

–Não sei. Só sei que ele é um verdadeiro canalha. E tudo isso por que ela entrou para o clube do Coral e queria terminar com ele. – Terminou Yago. – Bom, não vou mais roubar o tempo de vocês, tenho alguns trabalhos a fazer. Beijos.

E, com a mesma rapidez que chegou, ele saiu, deixando uma Mariana raivosa e um Felipe pensativo para trás.

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Na sala do Coral

Mais uma vez a sala estava completa quando Rafaela chegou, mas dessa vez ela não estava tão animada quanto antes. Mas esperava que as apresentações de hoje a animassem novamente. Só uma boa música poderia levantá-la.

–Boa tarde pessoal. – Disse ela, tentando parecer o mais animada possível, mas claro que os alunos perceberam. Todos retribuíram o bom dia, e, logo depois, Nicole prosseguiu sozinha.

–A senhora está bem, professora? – Ela estava preocupada.

–Estou ótima garotos. Não se preocupem, é só uma dor de cabeça. – De nome Hellen, pensou ela, mas não comentou. – Mas já tomei remédio. Não se preocupem. Bom, garotos, vamos começar? Quem vem primeiro?

A professora sorriu e olhou em direção aos alunos. Depois de um minuto de silêncio, sem ninguém se pronunciar, Yago e Leonardo resolvem tomar a frente. Eles dizem a música para a banda e se posicionam. A música era Quase Sem Querer, na versão da Maria Gadú.

Leonardo: Tenho andado distraído,
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso.
Só que agora é diferente:
To tão tranquilo
E tão contente.
Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém.

Yago: Me fiz em mil pedaços
Pra você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia.
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo
É sempre a pior mentira.

Leonardo: Mas não sou mais
Tão criança a ponto de saber tudo.
Yago: Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você.

Ambos: Tão correto e tão bonito
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos.
Sei que às vezes uso
Palavras repetidas
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?

Yago: Me disseram que você
estava chorando
E foi então que percebi
Como lhe quero tanto.

Ambos: Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você

Todos na sala aplaudiram os dois. Por mais improvável que pudesse ser, eles tinham sido ótimos. Os dois agradeceram e sorriram para os colegas.

–Parabéns garotos. Vocês foram muito bem. – Ela sorriu para eles. Eles agradeceram e se sentaram. – Próximos?

Rafaela perguntou, e logo Felipe e Mariana se pronunciaram. Eles cantariam Depois, da Paula Fernandes com Victor e Leo. A música começou a tocar e logo a bela voz de Mariana soava no recinto.

“Depois de tudo que já viu
Das coisas que experimentou
Depois de tudo que sentiu
E das pessoas que amou

Depois de tantas vezes ver
O sol nascer e anoitecer
De ter achado que queria
E ver que só se enganaria

Depois de tantos anos poucos
Depois de poucas muitas madrugadas
Depois de andar o mundo todo
E se perder na própria estrada”

Todos aplaudiram. Eles foram a dupla mais fofa de todas até o momento, e foram muito bem. Aliás, todos estavam indo bem. Novamente, a professora os parabenizou e eles foram para seus lugares. A professora ia chamar a próxima dupla, quando batem na porta e o diretor entra por ela.

–Olá Sr. Farias, o que deseja? – Disse a professora.

–Eu gostaria de falar com um de seus alunos, senão se importa. – Ele respondeu. – Rafael. Poderia me seguir?

Rafael afirmou e seguiu o diretor para fora da sala. Rafaela olhou eles saindo receosa.

–O que será que aconteceu? – Ela perguntou, preocupada. As pessoas que sabiam o que aconteceu, se entreolharam.

–Será que ele vai se dar mal? – Perguntou Nicole, baixinho, para Juliana.

–Acho que não. Foi fora da escola. – A outra respondeu.

–Olha, a última coisa que ele pode fazer é ser suspenso. – Disse Nathalie. Não vou apresentar minha dupla sozinha.

–Acho que ele não vai não. – Otávio disse, para acalmar a outra.

–O que aconteceu gente? – Rafaela perguntou, e Nicole, Otavio e Juliana explicaram tudo para a professora. E eles passaram o resto do tempo ouvindo outro sermão sobre brigas. E sobre a violência contra as mulheres.

Notas finais
E ai? Gostaram? Mereço comentários? Compensei a espera de vocês? Tipo, teve tretas, teve shipps (o pontapé inicial para alguns deles, mas enfim, ó eu falando muito), enfim, teve duplas, teve tudo, ou quase tudo, ou nada.... Ah, enfim. Espero que tenham gostado do capítulo e que eu tenha conseguido compensar a demora (#carinhavergonhosaon). Mas tudo bem. Agora umas coisinhas que eu gostaria de estar falando com vocês: 1- Criei um grupo no Face da Fic e vou mandar o link ~> https://www.facebook.com/groups/1614100735531917/ . Vocês só tem que entrar no Face, depois no grupo e mandar o pedido para entrar nele ok, e eu te aceito ^^. Se quiserem chamar os amigos também, quanto mais pessoas lendo a fic, melhor. Até porque, mais para frente, vou reabrir as vagas para alguns (Talvez abra para escolas que estejam competindo com eles, mas não é certeza. O que acham? Mas, para a segunda temporada, com certeza terão novas vagas abertas). E estou pensando seriamente em criar o grupo do Whatts também. 2- Ah, e eu gostaria de saber um detalhezinho sobre os personagens de vocês. Outros. Mas é uma interativa e tem um motivo para isso (aquelas autoras bem chatas né?). Enfim, eu gostaria de saber se seu personagem dança bem ou dança mal, para uma próxima tarefa deles, que pode ou não estar próxima. (Mariana, calada. Ah, e não, não é a Mariana da fic, é a autora que se chama Mariana também. Enfim). 3- Temos uma nova co-autora o/. E ela é a diva da LilyLuna, dona da Annabelle. Dêem as boas-vindas para elas crianças ^^. #taparei² É, acho que por esse são só esses tópicos. Pessoal, mandem sugestões, criticas construtivas, duvidas, qualquer coisa ok? Podem me mandar MP's também que eu não mordo. Só demoro um pouco para responder.... (Ah, e para a dona da Malu, eu já concertei o Maria Fernanda que eu tinha colocado ok? E para aquele que me disse sobre as vírgulas, assim que tiver um tempo, vou dar uma revisada nos capítulos ok? Desculpa não ter respondido ainda, eu não me chateei, só não tive o bendito tempo). Enfim, espero vocês nos comentários e no grupo. Até mais. E um obrigada a todos que comentaram no capítulo anterior e nos outros. Vocês são divosos, são gatosos e eu amo vocês. Agora sim eu vou. Kisses de nutela ;*