Meu Glee Brasileiro
10 Ivete x Cláudia - Parte 1
Notas iniciais
Rafaela entrou na sala empolgada com a ideia que tivera com Giovana, tinha uma caixa com os nomes de todos os alunos do coral, que fizera na pressa. Os únicos nomes que não estavam ali eram das duas que ela queria como líderes de ambos os grupos. Os alunos, que, como sempre, estavam todos ali, perceberam a animação da professora.
—Meus queridos, tenho a ideia perfeita para a aula dessa semana. Vai ser uma competição entre dois grupos, valendo uma janta no Restaurante Hudson. — Ela sorriu para a turma que se animou.
—Que show professora. E como vai ser isso? — Era Annabelle, sorrindo, prevendo a futura competição.
—Então, vamos montar dois grupos, que eu quero duas das líderes liderando. Meio redundante isso. — Ela acrescentou a última frase em um sussurro. — Enfim, o tema será Carnaval: Ivete Sangalo x Cláudia Leite. Vou chamar as duas que quero como líderes e vocês virão para sortear os nomes dos colegas que irão no seu grupo, beleza? — Todos concordaram. — Beleza, Juliana e Annabelle, podem vir aqui para frente, por favor?
Elas sorriram e se dirigiram para a frente da sala e todos sentiram um pouco da tensão. Ia dar uma competição e tanto. Até porque elas não se davam tão bem assim. Com certeza Rafaela as escolhera com esse intuito.
—Primeiro vocês irão tirar impar ou par. Quem ganhar começa sorteando. A outra escolhe se quer a Ivete ou a Cláudia, ok? E mais uma coisa, garotos. Vocês não terão apenas que cantar, mas dançar também. Tudo bem? — Perguntou para o grupo.
—Dançar? Sério? — Era Daniel, já pensando na perdição que ele era dançando.
—Sim, dançar. Podem começar, garotas. — Rafaela se dirigiu a Anna e Juliana, que já estavam ali, uma de cada lado.
—Ímpar. — Disse Annabelle, sorrindo.
—Par. — Juliana. E, no final, deu ímpar, dando a iniciativa a Anna para começar a sortear. — Bom, já que posso escolher qual eu quero, eu quero a Ivete, professora. — Disse Juliana e Rafaela concordou, pegando a caixa e dando para Annabelle sortear o primeiro integrante de seu grupo.
—Nathalie. — Disse e a garota de cabelos verdes se levantou, indo em direção a Annabelle. Juliana sorteou seu primeiro.
—Daniel. — O garoto levantou com uma cara de mártir e Juliana riu. — Pode deixar, vamos te ajudar com a dança. — Ela prometeu.
E assim seguiram-se os sorteios. No final, o grupo de Annabelle era formado por ela, Nathalie, Victoria, Otávio, Leonardo, Nicole, Felipe, Maria Luiza, Rafael e Yago. Já o Juliana era formado por ela, Daniel, Mariana, Bryan, João Flávio, Roberto, Liana, Darby, Beatrice e Raphael. Com os grupos formados, e definidos qual das cantoras cada um deles cantaria, Rafaela sorriu.
—Bom pessoal, vou dar esse tempo para vocês pensarem e começarem os treinos. Vocês preferem um apresentar amanhã e outro depois de amanhã, ou os dois no mesmo dia?
—Acho que pode ser os dois no mesmo dia. — Respondeu Anna e Juliana concordou. Sim, em alguma coisa elas concordaram.
—Tudo bem, vocês podem treinar amanhã também. Quarta, último dia dessa semana, as duas se apresentam e eu e a professora Giovana, que disse que me ajudaria, julgamos o melhor grupo, ok? E hoje, pode ficar o grupo da Juliana aqui na sala e o grupo da Annabelle no auditório e amanhã vocês trocam, ok?
Todos concordaram, e cada grupo se reuniu no local indicado para poderem treinar.
———x————
*Na sala do coral. Grupo da Ivete Sangalo*
Juliana puxou uma cadeira para a frente da sala e o resto do grupo se espalhou por toda ela, focando Juliana.
—Bom, pessoal, acho que todos aqui querem ganhar, não? Ainda mais por que é a Cleópatra liderando o outro grupo, e vou fazer o máximo para nos fazer ganhar. Então, primeiro eu quero saber quem aqui sabe dançar muito bem, e Bryan e Mariana nem adianta se esconderem. — ela disse e os dois, que eram liderem como ela, se dirigiram ali na frente, além de Darby e João Flávio, que foram mais timidamente. — Bom, metade do nosso grupo dança bem, acho que vocês podem me ajudar. Vocês preferem escolher a música já? Ou treinamos primeiro?
—Acho que podemos treinar um pouco, não acha, pra saber o nível de cada um? — Sugeriu Mariana.
—Ou podíamos escolher a música e resolver a coreografia para já ensaiarmos, não temos tanto tempo quanto parece para treinar. — Rebateu Bryan.
—Acho que o Bryan pode estar certo, assim já treinamos com uma ideia certa. — Concordou João.
—Até eu tenho que concordar. — Tornou Mariana.
—Tudo bem. Sugestões? Por que eu tenho algumas. — Ela sorriu e começaram a discutir as músicas.
———x———
*Enquanto isso, no auditório. Grupo da Cláudia Leite*
Annabelle tomou a frente no auditório, mas ninguém prestou muita atenção. O que a irritou.
—Pessoal. Prestem atenção aqui por favor. Ou não estão querendo ganhar?
Todos olharam para ela, devido ao grito da garota.
—Ui. Ela quer atenção gente, prestem atenção nela pessoal. — Nathalie sorriu cínica.
—Não sei se te agradeço ou se te mando calar a boca, Nathalie. — Anna disse, ironicamente, depois de respirar fundo.
—Pode agradecer, eu deixo. Mas se quiser mandar calar a boca não vou ficar chateada.
—Tá. Então, estava pensando já aqui. Eu já tenho a música e quero saber quem dança bem além de mim, da Nicole e da Victoria. — Disse e Nathalie, Rafael e Maria Luiza ergueram as mãos. — Tudo bem, Rafael poderia por favor me ajudar com a coreografia?
—Claro, mas acho que as outras também podem ajudar, não?
—Elas darão auxílio para os outros. Muitas pessoas aqui na frente mais atrapalharia que ajudaria.
Todos concordaram, e, dita a música, passaram a treinar.
———x————
*De volta a sala do coral*
—Ai, Daniel, presta atenção. — Reclamou Roberto, que quase teve o nariz acertado pelo braço do colega.
—Desculpa, não foi minha intenção. Mas acabei de dizer que não danço bem. — O outro se defendeu.
—E eu que tenho que pagar o pato? Você não é o único que não sabe dançar. — Continuou Roberto, fungando.
—Tá, tá, tá, acalmem-se os dois. Não vamos ganhar nada desse jeito. — Intercedeu Juliana. — Bom, já sabemos que você não sabe dançar Dan. Prometi que vamos trabalhar nisso não? Olha, eu acho que podemos ficar até um pouco mais tarde na escola para treinarmos, o que acham? Para pelo menos dar um auxílio a mais par a quem não sabe, como o Dan ou a Tris, que já disseram que não sabem muito. Eu fico se vocês quiserem?
—Acho que seria uma boa. — Daniel concordou. — Concordou Daniel. É um tempo a mais que eu teria para treinar.
—Eu não consigo. Tenho curso depois da aula. — Disse Tris, tristonha.
—Tudo bem Tris, amanhã eu te ajudo no tempo vago que temos. — João Flávio disse e Tris sorriu para o amigo. Ele seria uma ótima ajuda, já que ele dançava super bem.
—Quem quiser ficar, pode ficar, ok? — Ela disse e todos concordaram. — Vamos voltar a ensaiar? Quem já pegou esse passo?
E voltaram para o ensaio.
——x——
*No auditório*
—Vamos pessoal, esse passo não é difícil. — Disse Annabelle, ao perceber a dificuldade de alguns.
—Você fala isso porque sabe dançar né? — Retrucou Yago.
—Olha, todo mundo já pegou. Só vocês dois que não. — Ela disse.
—Eu só peguei por que a Malu me ajudou. Você está indo muito rápido. — Felipe entrou na discussão.
—Tudo bem, eu vou mais devagar, mas prestem atenção. — Ela concordou em ir mais devagar. Ela queria mesmo ganhar.
—Pessoal. — Era a professora. — Está tudo muito lindo, mas o tempo de aula acabou. Se quiserem parar e irem descansar está na hora. Mas nada os impede de continuar, ok? Uma parte do outro grupo vai ficar.
—Tudo bem professora, vamos nos resolver aqui. — Respondeu Anna, sorrindo para ela.
—Precisam de alguma coisa? — A ruiva perguntou.
—Não. — A líder do grupo respondeu e a professora concordou se despedindo. — E então pessoal? Quem quer ficar, quem quer ir? — Ela questionou, olhando o grupo atentamente.
—Eu não posso ficar. — Disse Nathalie. — Mas não se preocupe, já peguei a essência da coreografia. — Ela piscou. E se retirou.
—Desculpa, também não posso ficar. — Era Malu. E Felipe logo concordou com ela. Ela continuou. — Já tenho compromisso depois das aulas.
Depois de se despedirem, saíram juntos, Malu e Felipe, conversando sobre qualquer coisa. No final, sobraram Anna, Rafael, Leonardo, Otávio e Victoria. Yago e Nicole também não puderam continuar porque tinham reunião com o jornal.
—Beleza, vamos lá, voltando para o passo onde paramos. — E voltaram ao treino.
——x——
*Na sala de aula*
Depois da aula ter terminado acabaram ficando na sala Juliana, Mariana, Daniel, Raphael, Lianna e Roberto. Nenhum outro pôde ficar, devido a compromissos.
—Gente, sabe o que eu estava pensando agora. Quem vai cantar? — Perguntou Juliana.
—Achei que fosse você mesma a que cantaria. — Disse Lianna. — Eu não tenho nada contra.
—Acho que seria uma boa você mesma. Você nós sabemos que sabe dançar e cantar. — Disse Mariana, e logo acrescentou. — Pelo menos nós que somos líderes de torcida.
—Tô com eles. — Disse Roberto. E Raphael e Daniel concordaram.
—Tudo bem. E a formação na hora da apresentação? — Ela perguntou.
—Acho que como está, tá ótimo. — Disse Daniel. — Pelo menos no fundo dá para disfarçar se eu errar alguns passos. — Riu.
—Eu já acho que eu podia ir para a frente. — Disse Roberto. — Não quero ser atingido. — Sorriu na direção de Daniel, que revirou os olhos.
—Besta. — Riu.
—Olha só, já estão amiguinhos de novo. — Brincou Raphael.
—Outro besta. — Disse Daniel, brincando.
—Pessoal, temos que treinar, vamos dar bastante auxilio ao Dan, ok? —Juliana lhes chamou a atenção.
—Tudo bem. — Concordaram e prosseguiram com o treino.
——x——
*Fora da escola. Felipe e Malu*
—Você dança muito bem, parabéns. — Ele sorriu para ela, que deu uma coradinha.
—Obrigada. Faço aula de dança desde os 3 anos de idade. — Disse sem graça.
—Está explicado.
—Mas você também não manda tão mal assim.
—É. Eu até me arrisco um pouco.
—Você está bem? — Ela perguntou, de repente.
—Estou, porque?
—Não sei. Às vezes você me parece meio distante.
—Ah, bom. É que me lembro da minha irmã. Eu sinto falta dela. Queria que ela estivesse aqui. Mas estou bem sim, na medida do possível.
—Entendi. Sua irmã, ela....
—Morreu. Câncer, diagnosticado aos 11 anos. A levou aos 13. — Fungou.
—Meu Deus, perdão. Eu sinto muito, não deveria ter tocado nesse assunto. — Se desculpou, segurando sua mão num impulso, mas logo a soltando, com medo do que ele poderia pensar.
—Tudo bem, você não tinha como saber. Não falo muito sobre isso com ninguém. — Ele sorriu com os olhos marejados e a bochecha levemente corada.
—Mesmo assim, meus sentimentos. Deve ser muito triste perder alguém de quem se é próximo. Mas saiba que estarei aqui, se precisar de apoio.
—Obrigado, Malu. Posso te chamar assim?
—Claro. — Ela sorri.
—Mas, e você? Tem alguma irmã, ou irmão? — Perguntou, tentando mudar de assunto, esquecer sua irmã. Não queria demonstrar fraqueza.
—Tenho uma irmã mais velha. Mas somos muito diferentes. Em todos os sentidos. Nunca fomos um exemplo de irmãs unidas.
—Entendi. Porque?
—Ah, por tudo. E acho que meus pais preferem ela. Sei lá, parece que nada do que eu faço é bom, mas tudo bem.
—Ah, mas tenho certeza que não. Você é uma garota tão especial, não vejo porque eles não gostariam de você.
—Não é que eles não gostem, mas, sei lá, eu sinto que eles têm uma preferência por ela.
—Bom, eu não conheço seus pais nem sua irmã, mas, na minha humilde opinião, você com certeza é uma garota que qualquer deveria gostar.
—Obrigada. Bom, vou ficando por aqui. Quer entrar? — Ela parou em frente a sua casa, que não era nada simples, meio encabulada. Felipe olhou embasbacado,
—Essa é sua casa? — Ela apenas concordou com a cabeça. — Ela é linda.
—Obrigada. — Respondeu sem graça.
—Mas vou ter que recusar o convite. — Ele disse. — Também tenho compromisso. Até amanhã Malu.
—Até amanhã.
E sorriu o olhando partir.
——x——
*Despois do treino. Juliana e Daniel*
—Hey, Juh, está indo para a sua casa? — Ele perguntou, correndo atrás da garota que já saia da escola.
—Sim, porque? — Parou para esperar o jogador.
—Porque minha mãe acabou de me mandar uma mensagem para ir na casa da minha tia, que mora perto da sua casa. Queria saber se podia ir com você.
—Claro. É até melhor ir acompanhada mesmo. Até porque ainda estou meio com medo do Douglas, se ele me pegar sozinha. Normalmente volto com Bryan, mas hoje ele não está aqui, então.
—Imagino que deva mesmo estar com medo. Ele foi bem idiota. Mas ainda bem que o Rafa chegou na hora, né? — Ele perguntou.
—Graças a Deus. E a Nick, a Tori e ao Bryan. — Ela riu.
—Saiba que estou aqui se precisar, tudo bem?
—Obrigada Dan. E aí? O que pretende fazer no Carnaval?
—Beber, pegar as gatas, entre outras coisas, que são indecentes de se dizer perto de uma dama. — Ele sorriu e ela riu alto.
—Não pode dizer perto de uma, mas pode fazer com outras? Você não vai tomar jeito não, Daniel?
—Tomar jeito? Pode tomar com energético?
—Palhaço. Você nem idade tem para essas coisas.
—Tenho meus meios. Como se você fosse santa, não é, Juliana?
—Melhor que você eu sou. — Ela sorriu para ele. — Sério, quando você arranjar uma namora, vai nevar no Rio de Janeiro.
—Seje menas, Juliana. Não é para tanto. Mas acho que vai demorar, hein.
—Deixa a professora Rafaela te ouvir falando uma coisa dessas. — Ela riu. — Eu acho que você devia arranjar uma namorada.
—Ah, eu não tenho idade para essas coisas.
—Você não tem idade para namorar, mas tem idade para beber? Me poupe, Dan. Mas, fala para mim, tem alguma garota no clube do coral que te chamou a atenção?
—Olha, vou te dizer que aquela Tris me chamou bem a atenção.
—Daniel, sossega o facho então, que a Tris não é dessas que tu pega não. Não vai magoar a menina.
—Está parecendo a minha mãe, Juliana, eu hein. Mas pode sossegar, minha florzinha no jardim, se, algum dia, a Tris aceitar alguém como eu, eu vou tratá-la como uma flor, ok? Não esse ser que não sabe ser fiel que vocês acham que eu sou não.
—Nunca disse que você não sabe ser fiel.
—Mas parece que acha isso.
—Tudo bem, Dani. Eu confio na sua palavra, mas só se me prometer nunca mais me chamar de sua florzinha no jardim.
—Eu prometo, minha florzinha no jardim. — Ele disse e ela riu, lhe dando um tapa no braço. — E você já me parece muito bem.
—Ah, estou seguindo né? Só não posso ficar chorando por toda a eternidade por isso. Não quero parecer fraca, não para ele.
—Tá certo. Mas, Juh, é verdade o que andam falando na escola, sobre você e o Rafa?
—Sério, Dani? É claro que não. Não acredito que até você acreditou nessa.
—Não é que eu tenha acreditado. Só queria confirmar. Mas você não está receosa que o Douglas possa ouvir e, sei lá, querer tirar satisfação?
—Ter medo eu tenho, mas não sei o que eu poderia fazer, a não ser conversar com ele, mas não sei se seria uma boa ideia.
—É, eu também não sei. Talvez, se algum de nós dissermos....
—Ele vai achar que querem livrar a cara do Rafa, eu que eu que pedi, não sei. Acho que isso vai irritá-lo mais ainda.
—Você quem sabe, Juh, mas, se quiser, estamos aí para isso.
—Obrigada, Dani.
—Mas, e você, Juliana? Vai esperar um pouco para se lançar em outro relacionamento, ou já vai partir para outra?
—Ah, não sei Dan, estou meio abalada com tudo isso com o Douglas. Não sei se tenho psicológico ainda para isso. Tem que ser uma pessoa muito boa para isso.
—Ah sim, compreendo. Porque sei de uma pessoa que parece muito legal que está a fim de você no clube do coral. E não sou eu. — Logo se defendeu.
—Tá bom. E quem é? — Perguntou interessada.
—Não posso falar. Prometi para a pessoa que não falaria.
—Ah sim, tá bom, vou fingir que acredito.
—É sério. Mas eu prometi mesmo. Bom Juh, amanhã nos vemos, né? — Ele perguntou.
—Sim, sr. Daniel. E trate de ensaiar os passos. E ainda vou descobrir se essa história é verdade.
—Claro que é verdade. Se não for vou de Ranger Rosa para a escola. — Ele prometeu.
—Só você mesmo, Daniel. Só quero ver se vai cumprir a promessa se não for verdade.
—E desde quando eu não cumpro uma promessa? — Ela ia dizer algo, mas o celular dele tocou nessa hora. — Bom, Juh, vou ter que ir, é minha mãe ligando. — Ele disse, lhe dando um beijo na bochecha e seguiu seu caminho, e Juliana sorriu e entrou na sua casa. Assim que fechou a porta da sala, seu celular vibrou, indicando uma nova mensagem no Whatsapp. Abriu o aplicativo para ler.
Annabelle: E ai povinho da sala do Coral? Beleza? Resolvi ser boazinha e estou convidando a todos para uma festa na minha casa, durante esse Carnaval, já que meus pais estarão fora. De quarta até o domingo de manhã. Não é muito show isso? Espero todos lá. Beijinhos.
Juliana estranhou o convite de Anna, já que elas não se davam bem, mas ia pensar sobre o convite. Até porque o convite de Anna era fichinha perto da outra mensagem.
Douglas: Juh, desculpa pelo que eu fiz, eu fui um idiota, eu sei. E estou muito arrependido pelo que eu fiz. Por favor, bebê, podemos conversar?
Juliana leu a mensagem mais uma vez para ter certeza que estava lendo certo. E caiu sentada no sofá, atônita. Não acreditava que Douglas poderia ser capaz disso. Ela estava pálida, sem saber o que fazer. Deveria dar um basta? Ou aceitar ao convite. Olhando para o celular, ela voltou para a mensagem de Douglas. Respirou fundo e respondeu.
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