Meu Doce Pecado
1 o acidente
Notas iniciais
1.*O acidente
Samantha estava dormindo meio agitada demais está noite, se mexia muito e estava suando também. Analisar ela já estava virando rotina, digamos que a vida dela era uma rotina: acorda nove horas da manhã e fica estudando até ás 10 horas depois fica treinando balé até às 11 horas depois vai para a escola, e volta 7 da noite, e três vezes por semana ela tem balé das 21h00min da noite até às 01h00min da madrugada...
Já eram 11 horas da manhã, ela já devia estar acordada, pois hoje ela tem prova no balé... Ela continuava suando muito seus longos cabelos castanhos estavam molhados de suor. Ela estava embrulhada até a cintura com um fino lençol de algodão com estampas de borboletas, ontem ela resolveu que não iria usar seu mosqueteiro, pois podia rasga-lo se acordasse atrasada. Ela fez bem, pois já está Atrasada.
— vai ficar velando a menina é ericluz? – perguntou-me claruz que era o protetor da Laura, irmã da Samantha.
— mais é esse o nosso trabalho proteger elas. — responde. – que era o que você devia estar fazendo.
— me poupe Laura está tomando café e se ela tivesse em perigo a tatuagem brilharia e não está brilhando. Você que é muito paranoico. – respondeu ele. Claruz era muito alto confiante já que sua ultima protegida morreu aos noventa anos. Ele podia ser alto confiante... Eu não, Samantha é minha primeira protegida. Apesar de já ter cuidado de centenas de humanos claruz ainda era bem jovem parecia um garoto humano de uns dezenove anos era um pouco mais baixo que eu e tinha cabelos loiros e olhos azuis. Era um típico anjo que os humanos inventavam mais não usava saia.
— é por que você Já cuidou de vários humanos, eu não a samy é só a primeira.
— é por um lado você tem razão, mais também não precisa ficar velando ela. – ele disse então se virou e saiu atravessando a parede, eu também podia atravessar paredes, pois já estou nas aulas avançadas agora só tenho que cuidar de mais dez humanos e irei conseguir o mérito de lê a mente deles. “trim, trim, trim”... Tocou a celular da Samantha que estava bem do lado dela em cima da cadeira que segura o ventilador. Então seus olhos marrons se abriram assustados, nesse momento Laura entrou no quarto e pegou a celular. Samantha estava meio desorientada passava a mão pelos olhos e na testa, até que Ela levantou e começou a olhar ao redor procurando algo.
— era papai! – respondeu Laura à pergunta muda da samy, e lhe estendeu a celular.
— já falei para não mexer nas minhas coisas. – respondeu Samantha carrancuda pegando o celular e jogando na cama.
— eu sei, mas tu estavas dormindo e eu reconheci o numero... – respondeu Laura, eu não sei por que a Samantha não se acostuma com a Laura pegando seu celular ela faz isso desde que a samy o ganhou.
— tá, tá já entendi. O que ele queria? – perguntou samy, ela não gostava muito do pai dela já que ele bebe. Isso é bom já que ela não gosta de álcool não me dará muito trabalho futuramente.
- Ele disse que já tá vindo buscar a gente. – disse Laura, aparentemente irritada por que já era doze horas e a Samantha ainda estava sentada na cama se espreguiçando, e ela tinha que fazer uma prova na escola dela.
-pra que? — perguntou a samy confusa, não era possível que ela já tenha esquecido, passou quase a noite toda fazendo passos de balé para o teste de primeira bailarina.
-tu esqueceste que hoje tu tens balé? — perguntou Laura.
— ah é mesmo! – respondeu Samantha confusa. Por que será que ela estava tão confusa está manhã?
- vai ficar marocando a conversa delas é ericluz? — Perguntou claruz que estava bem atrás da Laura. Eu suspirei.
- não, eu não vou. – responde, e saí do quarto. Samantha havia acabado de entrar no banheiro e gritado “ninguém entra aqui”. Ela sempre dizia isso, mais mesmo que não dissesse eu não entraria eu sempre respeitei a intimidade dela. Então me sentei no chão da cozinha e fechei os olhos estava cansado de não fazer nada, e já fazia um bom tempo que eu não ia visitar a minha mãe e o meu pai.
— está dormindo ericluz? – perguntou estela a anja protetora do irmão da samy, eu abri os olhos ela estava ajoelhada na minha frente, estela estava se saindo uma ótima anja da guarda. Antes ela era anja enfermeira mais assim do nada resolveu estudar para ser anja da guarda, e estava se saindo muito bem cuidando do Alex.
— é claro que não, nós não dormimos lembra? – eu disse revirando os olhos e me levantado. Ela riu.
- o que foi já vai velar a menina? – perguntou ela sorrindo.
- não, vou protegê-la. – responde, e fui procurar a samy. Ela já estava toda arrumada, com um colam preto, uma saia jeans branca com meia calça rosa, ela estava com o cabelo amarrado em um coque mal feito e uma sapatilha de plástico rosa. E correu para fora onde seu pai esperava. Laura e Drake já estavam no carro, na parte de trás Drake seu primo de três anos estava sentado no colo de Laura, samy sentou na frente.
- estela pega a minha camiseta aqui, por favor! — pedi enquanto tirava a minha camiseta branca e voei. Eu não vi se Estela havia pegado a minha camisa. Acompanhar o carro era muito fácil. Apesar de que o Fernando (que é o pai da samy). Devia a está a uns 70 quilômetros por hora. Claruz estava do lado do carro onde Laura devia estar sentada. Um pouco longe da gente estava celeste a anja do pai da samy ela estava longe por causa das energias negativas que pairava em torno dele. Uma onda de energia me atingiu me fazendo ficar enjoado.
— o que foi isso? – perguntei.
— energia de pensamentos ruins da sua protegida, está havendo uma discussão dentro do carro. – respondeu-me claruz.
- ai! — Eu gritei. Então o carro em vez de virar e fazer a curva ele foi direto e caiu em um barranco capotou três vezes e parou. Eu só vi a samy sendo arremessada eu corri e abracei-a e saímos rolando pelo barranco. Até que chegamos à areia da praia, e ela desmaiou. Samantha estava com cortes pelo corpo todo e estava sangrando muito sua saia branca estava vermelha e seu colam rasgado, ela tinha um corte na cabeça, mais felizmente era leve.
- ericluz? Você está bem? – perguntou claruz. Então eu percebi que estava curvado diante dela e uma coisa molhada escorria pelos meus olhos, fazendo minha visão embasar.
- eu acho que não, ela vai morrer? – perguntei, minha voz falhava.
- não sei. Calma ericluz a morte é só uma passagem para a vida eterna e você sabe disso, não sabe? – respondeu-me ele, é claro que eu sabia mais alguma coisa dentro de mim ficou muito, ferida talvez o orgulho Por ter deixado minha protegida morrer somente com 16 anos.
— eu sei. – responde, minha voz estava sem vida.
- não é normal um anjo da guarda chorar por que sua protegida morreu. – disse claruz severamente. – você deve ser forte e guia-la para a enfermaria, ela é só a primeira ainda tem muitas pela frente.
- ele está certo ericluz, você ainda é jovem ainda vai ter que cuidar de muitos outros humanos, você fez o que pode para ela ficar viva se não deu certo é por que era a hora dela e isso ninguém muda. – disse-me celeste.
- eu sei mais está doendo muito aqui! – eu disse com a mão no meu coração. Celeste e claruz se olharam com espanto.
- ericluz. Precisamos ver o que aconteceu com os nossos protegidos você vai ficar bem sozinho? – perguntou celeste.
- vou sim celeste podem ir. – eu ainda estava debruçado sobre a samy, ela estava pálida por que havia perdido muito sangue, seu coração batia bem lentamente a qualquer instante iria parar... Ainda jorrava lagrimas pelos meus olhos elas iam escorregando pelo meu rosto, a brisa de verão soprou fazendo meus cabelos voarem e uma de minha lagrimas voou para o rosto da samy, que a cada segundo q passava estava mais perto da morte e eu teria que guia-la para um lugar onde ela não precisaria mais de mim e isso de algum modo me atormentava, vê-la ali inconsciente estava me matando e de repente surgiu um profundo desejo de tocar em sua mão pelo menos uma vez eu me materializei para poder sentir sua pele macia... Assim que peguei sua mão uma força atingiu-me como se fosse uma onda elétrica eu comecei a me sentir mais forte como se uma força estivesse surgindo de dentro de mim... Nesse momento a minha tatuagem começou a oscilar e a latejar rapidamente então eu peguei a mão da samy e coloquei junto ao meu coração que batia freneticamente e toda força que eu estava sentindo foi passando para o seu corpo como uma corrente elétrica, seu coração batia mais rápido que as asas de um beija-flor. pude sentir que a gente se tornava um só. Mais eu estava ficando mais fraco toda minha força estava indo para ela mais eu só iria parar até que ela estivesse bem novamente... Então assim que eu senti que ela estava viva novamente eu fui desmoronando até que eu apaguei.
Assim que abri os meus olhos eu olhei tudo branco e azul, havia vários leitos e cortinas rapidamente reconheci eu estava na enfermaria celestial... Mas por quê?
— ericluz? Ericluz meu filho graças a DEUS você acordou como você está se sentindo? – perguntou minha mãe que estava bem ou meu lado.
– eu estou bem o que aconteceu? – perguntei ainda estava meio desorientado.
- você desmaiou por falta de forças!
- falta de forças por quê? – perguntei, minha cabeça girava eu não conseguia me lembrar de nada...
- meu filho você não lembra de nada?
- não! O que aconteceu?
- a Samantha sua protegida sofreu um acidente. – disse mamãe. Então tudo de repente tudo voltou a minha cabeça como uma explosão. O acidente, samy as lagrimas a força o desejo tudo...
- Samantha! – gritei levantando-me. – onde ela está e com quem? Ela morreu?
- calma ericluz! A Samantha está viva em um hospital da terra ela está se recuperando, e o claruz está cuidando dela. – respondeu-me mamãe, então eu relaxei se ela estava com o claruz tudo bem.
-você pode me explicar o que aconteceu ericluz? – perguntou-me.
- eu não sei bem, mãe mais eu só lembro que quando eu peguei a mão da Samantha eu senti uma força muito forte e de repente toda minha força foi para ela. – respondi.
- esperai! Você pegou na mão dela ericluz? Isso é contra as leis! – respondeu mamãe sua face estava e uma carranca de preocupação.
- calma mãe! Foi rapidinho, é que eu senti um desejo de toca-la... Mais eu Prometo que isso não se repetirá. – respondi.
- assim eu espero. Vem vamos para casa você precisa banhar trocar de roupa para poder voltar para a terra. – disse-me mamãe. – você pode voar?
- posso sim mãe eu já estou bem melhor . Quanto tempo eu fique inconsciente? – perguntei.
- 20 dias. – respondeu ela.
- nossa é muito tempo! A Samantha ainda está no hospital? – perguntei.
- está sim o claruz disse que ela teve que fazer várias cirurgias.
- cirurgias por quê?
- por que ela quebrou algumas costelas, a perna, um braço, rachou o joelho e teve varias lesões pelo corpo.
- nossa mais ela já está bem? – perguntei, estava me sentindo um idiota por estar inconsciente quando a Samantha mais precisava.
- está sim. Aquela menina é bem forte... Se bem que você contribuiu.
- pelo visto não muito. – resmunguei. – mais vamos indo a hora aqui passa voando!
Assim que chegue a casa Luan estava sentado no sofá, com Claire a psicóloga da cidade. Resolvi não incomodar, dei só um bom dia e fui para o meu quarto. Peguei uma camisa de mangas longas azul e uma calça branca, coloquei em cima da cama e fui banhar, tirei todas aquelas roupas rasgada e joguei no lixo. Enchi a banheira e mergulhei. O rosto da Samantha não saia da minha mente, seu rosto oval branco, seus lábios vermelhos, seus olhos castanhos e penetrantes, seu nariz fino, seus cabelos castanhos claros volumosos ondulando em volta de seu rosto perfeito... Eu nunca havia pensado nela assim mais quando toquei sua mão senti uma coisa que eu nunca havia sentido...
- ericluz! Cuida meu filho o claruz disse que a Samantha já vai ter alta. – gritou mamãe, então eu pulei da banheira e fui me vestir, estava ansioso para vê-la novamente.
Voei o mais rápido que eu pude até chegar à casa de Sam, assim que cheguei vi que estela estava na porta.
- oi estela! – falei
- Oi Ericluz, finalmente você acordou estava preocupada! – Estela falou me abraçando.
- é faz muito tempo mesmo, mas agora já estou bem. – falei rindo. – e a Sam cadê? Ela já voltou?
- já ela chegou a pouco tempo do hospital e já saiu foi à praia com a iara. – disse estela suspirando.
- a que praia? O Claruz está junto? – perguntei.
- não o Claruz está aí dentro, e eu não sei a que praia ela foi. Eu vou vê como Alex está tchau!- estela disse e saiu, ela estava estranha. Entrei na casa a procura de Claruz que estava sentado no sofá.
-olha quem tá aqui o belo adormecido Ericluz. – Claruz disse rindo e me abraçando.
- Oi Claruz. – falei retribuindo o abraço. – então cadê as meninas?
- vish mal chegou e já vai perseguir a coitada da Samantha? – Claruz disse rindo.
- Sem brincadeiras Claruz cadê a Sam e porque você a deixou sair sozinha? – falei severamente.
- as meninas só foram se divertir e se caso elas tivessem em perigo a minha tatuagem brilharia e não está brilhando. – ele falou virando os olhos e se sentando novamente no sofá.
- Se a LAURA estivesse em perigo sua tatuagem brilharia, mas se a Sam tiver ela não brilha. – gritei. Nesse momento as meninas entraram na casa. Laura entrou primeira vestia apenas um short curto e uma blusa azul caída no ombro, logo atrás dela estava Sam rindo de alguma coisa que Laura falava, ela estava linda seus cabelos estavam presos em um rabo de cavalo, ela usava uma calça jeans e uma camiseta branca com um coração prata desenhada.
- viu não têm nada com que se preocuparem elas estão muito bem. – disse Claruz calmamente. E eu relaxei.
Os dias passaram rápido finalmente chegou o dia em que samy e a família iriam viajar para a casa da tia dela infelizmente o pai delas estava preso e elas perderam a casa então o único jeito foi ir morar com a tia delas Elie em magic city.
continua
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