Notas iniciais
Eae pessoas que ocupam essa enorme esfera chamada Terra?!
Bom, aí está um rápido capítulo de Meu conto de fadas Inversos.
Espero que gostem!

Mal acordei e senti a forte dor de cabeça que me consumia por dentro

Isso acontece, geralmente, quando choro por muito tempo.

Mas esse foi um dos primeiro motivo de meu mal humor.

O segundo é que havia olheira em baixo dos meus olhos.

E a razão é por mim não ter descansado o bastante.

E quarto motivo, hoje é segunda- feira.

Isso mesmo, SEGUNDA FEIRA!

De acordo com o gráfico o índice de pessoas que não gostam desse dia, ou seja, o começo da semana, é muito.

Quando digo muito, quero dizer : BEM NUMEROSOS!

E eu, infelizmente faço parte desse grupo de pessoas.

E o último motivo é que estou naqueles dias.

Agora me pergunto mentalmente::

Será que tem como piorar?

............................................................................

Cheguei na escola e caminhei direto para o meu armário.

Não tinha paciência nenhuma para suportar as constantes duvidas amorosas de Caroline,Lição de moral de Elena e Exibicionismo e Convencimento de Damon.

Sim! Car, estava tendo duvidas de com quem ficar. Tyler ou Matt.

Caroline namorava Tyler, mas tinha saudades de seu primeiro amor, Matt.

Elena, andava preocupada com a segurança e bem-estar de todos, com isso, dava meio que “instruções” de como sobreviver ou não se meter em perigo.

Como se ela mesmo conseguisse, o que não é bem o caso.

E , Damon, o vampiro do Paraguai. Bom, sabemos bem como ele é.

Exibicionista como sempre, isso não é novidade para ninguém.

Se tivesse que dar um troféu de mais convencido para alguém, esse alguém seria ele.

Com toda certeza.

Não há duvida alguma.

...........................................................................

O sinal havia acabado de tocar.

Indicando que a aula de História tinha chegado ao fim.

Alaric, estava arrumando o material na sua pasta.

Os alunos saiam apressadamente da sala de aula.

............................................................................

Já com meu almoço na mão, procurava á vista uma mesa vazia.

Mas como suspeitava o refeitório se encontrava cheio.

O que não é sempre assim.

A maioria dos alunos da Robert E. Lee, nessa hora estão espalhados por toda escola.

Uns sentavam no jardim, conversando ou namorando.

Outros sentavam na mesa somente desfrutando de suas comidas e seu tempo livre.

................................................................................

Achei não muito longe uma mesa com um garoto sentado nela.

Estava me preparando para pedir licença, quando prestei atenção nele.

E não demorou para mim perceber que era Karl.

Sim, o vendedor da locadora.

Bonn: Karl?

Ele se virou e realmente estava certa.

Karl: Bonnie. Tudo bem?

Bonn: Tudo e você?

Karl: Também.

Bonn: Não sabia que você estudava. Quer dizer pensava que já havia terminado o ensino. E contudo menos que estudava na Robert E. Lee?

O que era totalmente verdade.

Karl: Tecnicamente era para mim já ter terminado, mas por problemas familiares não pude terminar. E também não sabia que também estudava aqui?

Bonn: Sempre estudei. Engraçado que nunca nos encontramos né?

Karl: É. Essa escola é muito grande mesmo.

E almoçamos entre conversas. Aproveitamos para nos conhecer mais.

...............................................................................

Já era de noite quando voltei para casa.

Direto da escola havia ido para a livraria comprar uns livros.

O que era para ser uma “passadinha rápida”, foi praticamente á tarde toda.

Perdi a noção do tempo em meio de tantos livros.

Estava quase entrando na minha casa, quando senti um puxão.

Bonn: Hey!

O puxão aconteceu tão de repente e rápido que não tive tempo de ver quem era.

XXX: Nos ignorou á manhã toda e ficou de papinho com um estranho. Que feio, Bonnie. Nunca disseram que não se deve conversar com estranhos.

Bonn: Para começo de conversa, Salvatore, não ignorei ninguém. Simplesmente não quis me sentar com vocês, hoje. Estranho pode ser para você, mas para mim não é. E se fiquei de “papinho” ou não, não é da sua conta.

Damon: Você tem razão, isso não é da minha conta. Mas isso é.

Enquanto sentia o seu forte braço em minha cintura e a sua língua numa envolvente dança junto da minha.

E por incrível que pareça, dessa vez, não sentia culpa nenhuma. Quer dizer, não me permitia sentir...

Não no momento.

........................................................................................

Notas finais
Bom?? Ruim??
Espero que gostem!
Kiss, kiss