Meu Caipira Favorito

37 Baile á fantasias


Notas iniciais
I'M BACK, BITCHESSSSSSSS!
E mais foda do que vocês imaginam -.- sqn
desculpa a demora mas não me culpem, culpem smallville e as fanfics de the hunger games por terem me viciado demais nelas. E também á na fanfic que eu estou escrevendo hehehe #secret
mas ta ai, um capitulo recém saído de forno.
enjoy it.

Tell me that you love me.

And it'll be alright

Are you thinking of me?

Just come to me tonight

Era a quinta vez que aquela droga de celular tocava e eu já estava farta, tanto que já estava enjoando do meu toque sendo que era a minha musica favorita. Peguei ele e atendi.

– Espero que a pessoa que esteja me ligando tenha um bom motivo para me acordar! – Falei mau-humorada.

– É HOJEEEEEEE! – Gritou a pessoa do outro lado da linha.

– PORRA REBEKAH, TU NÃO TEM AMOR A VIDA MESMO NÉ? VAI GRITAR NO OUVIDO DO MATT VADIA! – Berrei também.

– Porque tanta raiva no coração, Gilbert? – Rebekah zoou

– Porque é a quinta vez que você está me ligando sua loira oxigenada e eu estou com sono.

– Loira oxigenada não, posso ser qualquer coisa menos isso

– Ah claro...

– Ok, chega eu sou loira natural sim e outra levanta logo essa bunda gorda da cama e vai tomar café porque eu e a Bonnie estamos indo para ai, beijinhos – E desligou na minha cara.

– Vadia... – Praguejei e sai da cama.

Lana estava deitadinha no chão brincando com uma bolinha que provavelmente deve ser dos outros cachorros da casa, peguei ela no colo e ela deu um latidinho.

– Bom dia minha bolinha de pelos. – Falei rindo ao ver ela balançando o rabinho. – Está com fome? Claro que está. Vem, vou te servir. – Disse saindo do quarto.

Descemos a escada e fui em direção á cozinha onde estava todo mundo almoçando.

– É assim agora? Todo mundo esquece da presença da pobre Elena aqui? – Falei dramatizando.

– Não podemos fazer nada se tu tranca aquele quarto e não acorda com as nossas batidas. – Minha mãe falou rolando os olhos. — Além do mais quem te acordou? Normalmente você só acorda as duas horas.

– Rebekah e seus telefonemas incessantes. – Falei bufando – Tens que controlar sua namorada Matt, essa obcessão por mim já está saindo do controle. – Ele apenas me deu o dedo.

– Matthew, onde está o respeito que a minha irmã te deu? – Dona Miranda censurou.

– No mesmo lugar onde... – Ela o olhou com um olhar mortal e ele calou a boca.

– Elena, da onde você tirou esse filhote? – Papai perguntou olhando para Lana

– Ela estava arranhando a porta ontem na hora da tempestade e eu, como tenho um grande coração, a trouxe para dentro e a acolhi. – Falei acariciando-a – Posso ficar com ela? Por favorzinho inho inho? – Pedi manhosa e meus pais se entreolharam.

– Ela não tem nenhuma identificação? Coleira, sei lá? – Damon abriu a boca pela primeira vez.

– Não e ela estava toda mal cuidada. Ontem eu lhe dei um banho morno e dei comida a ela, ela comia tão rápido que parecia que o prato ia desaparecer.

– Bom... Se ela estava desse jeito eu acho que ela foi abandonada porque ela não é de raça vira-lata.

– Então... –Continuei ansiosa

Eles olharam para Matt e ele deu de ombros.

– Tudo bem filha, pode ficar com ela. – Mamãe disse sorrindo.

– Yeahhhhh! Ouviu Lana? Você vai poder ficar! – Falei com ela sorrindo.

– Lana? – Damon levantou a sobrancelha

– De Lana Del Rey, por mais que ache as musicas dela meio chatinha eu gosto desse nome. – Falei sorrindo.

– Mas antes Elena... – Papai me chamou – Temos que levar ela no veterinário. Não sabemos a quanto tempo ela está na rua e se ela tiver uma doença? Não podemos arriscar os outros bichos da fazenda.

– É você tem razão pai – Falei pensativa – Ok, então vocês levam ela no veterinário hoje de tarde tá?

– Tudo bem.

– Vou por um pouco de comida pra ela, já volto.

Fui até os armários de comida pra cachorro e vi que tinha de filhote ainda bem. Peguei uma vasilha qualquer e pus a comida nela, peguei outra vasilha e enchi de água. Fechei o armário e deixei o almoço de Lana no chão para que ela pudesse comer a pobrezinha atacou o prato com tudo, dei uma risadinha e fui almoçar.

– Lave as mãos primeiro! – Mamãe mandou.

Rolei os olhos e lavei as mãos na pia da cozinha mesmo.

Me servi e sentei na mesa sozinha já que todo mundo já tinha almoçado. Comi em silêncio enquanto jogava fruit ninja no celular e quando eu estava terminando ouço um grito.

– FÃS, EU CHEGUEI! – Revirei os olhos ao escutar o que Rebekah tinha falado.

– Fãs invisíveis só se for. – Bonnie disse e eu gargalhei.

– Concordo contigo BonBon – Pisquei rindo do apelido que eu tinha acabado de inventar.

– Que merda de apelido é esse? — Ela perguntou indignada.

– Bom, primeiramente por causa do seu nome e também por causa da sua cor, o apelido combina direitinho – Zoei.

– Eu amei – Rebekah falou as gargalhadas – BonBon. – E começou a rir de novo.

– Cala a boca Rebekah, depois diz que é minha amiga. – Bonnie estava com um bico maior do que o mundo – E você também Gilbert, não presta pra nada.

– Outch, essa doeu – Pus a mão no coração – Ok, nunca mais me peça dicas de moda... –

– Af, chega dessa briga idiota, já perdeu a graça. – Rebekah interviu – Vamos lá pra cima?

– Ok – Nós duas falamos juntas.

– Espera! – Assobiei e logo Lana apareceu latindo.

– QUE COISINHA MAIS FOFA! – Gritou Rebekah pegando Lana no colo – Ela é sua?

– Sim, ela estava arranhando a porta ontem de noite e meus pais deixaram eu ficar com ela.

– Que gracinha. – Bonnie falou acariciando ela que mantinha a linguinha pra fora e o rabinho balançando – Que nome você deu a ela?

– Lana.

– Gostei – Bekah piscou.

– Tá, vamos logo lá pra cima – Falei impaciente

– Podemos levar ela? – Bonnie perguntou tentando tirar Lana dos braços de Rebekah que não queria solta-la de jeito nenhum.

– Podem – Rolei os olhos subindo para o meu quarto

Elas subiram junto comigo enquanto brigavam sobre quem ia pegar Lana no colo, entrei no meu quarto me atirando na minha cama em seguida, as meninas entraram ainda brigando mas dessa vez era Bonnie que estava com Lana no colo. Já irritada gritei:

– CALEM A BOCA! – Berrei e elas me olharam assustadas – Deixem a pobrezinha no chão, olhem a cara dela de assustada, deve estar chamando vocês de loucas por dentro.

– Vai se foder. – Elas falaram juntas e voltaram a brigar.

Rolei os olhos ao ver tamanha criancice por parte das minhas amigas e liguei a televisão, fiquei revirando os canais até achar um filme que eu amava muito chamado Viagem 2: A ilha misteriosa. Felizmente estava bem no inicio então eu deixei naquele canal mesmo.

Enquanto eu mais babava na beleza do Josh Hutcherson do que via o filme as meninas pararam de brigar depois da Lana dar um latido raivoso como se já estivesse farta daquela briga e veio se deitar do meu lado. Dei a língua ao ver que ela preferia a mim do que elas e elas rolaram os olhos. Bonnie se atirou ao meu lado para ver o filme enquanto Rebekah ia até meus raros box de séries.

– Legal... – Ela falou mais pra si mesma do que para nós – Porque eu nunca tinha visto essa coleção antes?

– Meu pai construiu essa prateleira faz pouco tempo e também você nunca perguntou. – Falei dando de ombros.

– Isso deve ter custado uma fortuna...

– Nem sei quanto custou a metade.

– Vamos ver... Friends, The big bang theory, Smallville, Lost… Porra, você tem Supernatural – Ela falou chocada

– Pelo o que o meu pai me disse Supernatural foi o segundo mais caro, o primeiro foi Smallville – Disse rindo.

– Cara, é o meu sonho ter esse box.

– Af Rebekah, cala a boca. Tu já tem um carro idêntico ao deles, o que tu quer mais?

– O box! – Bufei e voltei o meu olhar para a televisão. – Mas enfim, você me empresta? – Eu olhei novamente para ela que estava com os olhos brilhando.

– Nem morta!

– Porque???? – Ela fez beiço

– Meus box são como meus filhos eu nunca empresto pra ninguém. Tens sorte de eu estar deixando você tocar.

– Elena, por favor...

– Não! –Neguei convicta.

– Sua sangue frio – Ela falou com beiço e eu gargalhei.

– Ai Rebekah, um dia tu vem pra dormir e fazemos maratona de Supernatural ok?

– Tá! – Ela falou feliz e veio saltitando até a cama.

Ficamos vendo o filme em meio á provocações, risadas e mordidas por parte de Lana até umas quatro horas. Decidimos descer e encher o saco dos meninos.

Eles estavam, como sempre, rindo e bebendo cerveja na área de trás da fazenda. Rindo de besteiras e falando piadas idiotas, típicos de bêbados.

– Não me digam que já se afundaram na cerveja? – Falei altamente para que todos me escutassem.

– Problema? – Matt perguntou.

– Claro que sim, hoje é a nossa noite. Não quero ver vocês caindo de bêbados por causa dessa porra. – Falou Rebekah

– Relaxa, nem estamos exagerando – Damon falou me abraçando por trás.

– Estou vendo né Salvatore e esse fedor de cerveja vem da onde? – Perguntei olhando para trás com as mãos na cintura.

– Chamou pelo sobrenome, tas ferrado. – Tyler comentou rindo

– Chega de álcool pra você! – Falei pegando a latinha da mão dele o jogando longe.

– E pra você também! – Falou Rebekah fazendo a mesma coisa que eu.

– Ei! – Eles falaram indignados.

Lancei meu olhar mortal para o meu namorado que se encolheu atrás de mim.

– Tudo bem querida, parei por hoje. – Falou ele todo cagado.

– E é exatamente por isso que eu não tenho namorada! – Tyler falou gargalhando e tomando mais um gole de cerveja. – Peguei uma latinha que estava no meu lado e joguei nele que pegou direto no rosto. – Outch, vai se foder Gilbert!

– Boa mira amiga! – Pisquei para ela me virando para Damon que ria da situação.

– Você está muito fedido, sério. – Falei com uma careta.

– Essa é a essência natural do homem, meu amor.

– Mas eu não gosto dessa essência então vá tomar um banho agora.

– Elena... – Ele gemeu contrariado e fez bico que involuntariamente eu mordi.

– Para de manha e vai logo.

– Vou fazer uma coisa melhor! – Ele sorriu maléfico e me pegou no colo.

– ME SOLTA IMBECIL! – Gritei me debatendo mas parecia não surtia efeito nele.

– Você não queria que eu tomasse um banho? Ok, eu tomo... Mas você vai tomar comigo. – Ele soltou uma risada maléfica no fim da frase e eu entendi muito bem o que ele quis dizer.

– Você não vai fazer o que eu estou pensando!

– Ah, vou sim...

E ele correu comigo até a piscina pulando nela enquanto eu estava no seu colo. O choque da minha pele quente com a água gelada foi de matar, por um momento me senti em Titanic quando o navio naufraga e eles congelam no mar. Logo eu recupero os sentidos do meu corpo e nado até a superfície. A primeira coisa que eu ouvi foram as gargalhadas dos imbecis que eu chamo de amigos.

– DAMON SALVATORE, VOCÊ É UM HOMEM MORTO! – Berrei assim que eu o vi saindo da piscina.

– Pra ser um homem morto você tem que me pegar. – Falou ele sorrindo e saiu correndo.

– Você tem sete anos ou que? – Perguntei indignada. Da onde um homem com vinte e cinco anos nas costas sairia correndo depois de afundar a namorada na piscina? Só o imbecil do meu namorado mesmo. E ainda por cima me deu língua! Agora que aquele palhaço vai se ver comigo.

Sai da piscina sem ajuda dos imprestáveis dos meus amigos e fui atrás do outro imprestável que estava entrando dentro de casa. Fui atrás dele entre tombos e tropeços até que consegui pega-lo antes dele subir as escadas. Joguei-o no sofá batendo nele com toda a raiva que eu estava enquanto ele se defendia e ria da minha raiva.

Ele, infelizmente, conseguiu me domar pegando meus pulsos fazendo com que eu não tenha como me mexer.

– Sabia que você fica linda assim esquentadinha? – Ele zoou me fazendo ficar com mais raiva ainda.

– Você é um imbecil! – Rosnei.

– Mas você gosta desse imbecil – Ele me olhou malicioso.

– Cala a boca!

– Vem calar.

– Pergunto novamente: Você tem sete anos? – Arqueei as sobrancelha.

– Sabia que você fica linda quando arqueia as sobrancelhas?

– Sabia que você é um idiota? – Deu um sorrisinho irônico

– Você me lembra disso a todo momento, como esquecer? – Ele revirou os olhos e eu sorri.

Fiz menção de sair de cima dele porém Damon me conteve me fazendo sentar novamente em seu colo.

– Quem disse que você pode sair?

– Eu!

– Você tem que pedir permissão primeiro.

– Vai sonhando... – Ele sorriu – Falando sério agora Dam, eu to ficando com frio. Quero trocar essa roupa molhada.

– Deixa que eu esquento gata. – Ele piscou e eu revirei os olhos.

– Péssima cantada querido, péssima cantada. – Lhe dei um selinho antes de sair definitivamente do seu colo.

– Estava tão bom... – Reclamou ele.

Ele se levantou também dizendo que ia me acompanhar até o quarto. Chegamos lá em cima e nos viramos um para o outro.

– Eu já desço...

– Eu também! – Ele confirmou.

Me virei para entrar no meu quarto mas ele me pegou pelo pulso me impedindo de entrar no quarto, quando fui perguntar o que foi ele simplesmente me beijou.

Era incrível como seus beijos continuavam os mesmos. Saborosos, viciantes e calorosos. E apaixonados, não podia me esquecer disso, era por esse motivo que eu nunca me cansava de seus beijos, eles eram únicos assim como ele.

– Achou que ia fugi de mim sem me dar isso, não é? – Ele falou encostando nossas testas.

– Pode apostar que não. – Falei acariciando seu rosto. – Agora vai tomar um banho quente e se trocar antes que fique resfriado.

– O mesmo pra você. – Ele falou abrindo seus olhos junto comigo. – Até mais tarde – Ele sorriu

– Até. – Puxei-o pela blusa para lhe dar outro beijo. Larguei ele e entrei no quarto deixando um Damon com um sorriso bobo no rosto.

Quando entrei no quarto fui correndo para o banheiro antes que eu congelasse de frio.

~*~

– É PRA HOJE OU PRA AMANHA MULHERADA? QUERO CHEGAR LÁ ANTES DE ACABARAM COM O PONCHE!

– CALA A BOCA MATT, PUTA QUE PARIU!

Pois é, cá estamos nós, nos arrumando as pressas já que os nossos acompanhantes não sabiam esperar.

Eu estava acabando de retocar a maquiagem enquanto Rebekah arrumava a liga da sua meia calça que ficava desencaixando toda a hora e Bonnie terminava de arrumar seu cabelo.

Nossas fantasias estavam perfeitas e tinha caído perfeitamente em nós. Eu estava fantasiada de mágica, logo que vi aquela fantasia eu me apaixonei, fiquei meio dividida entre ela ou a do Willy Wonka mas essa realmente tinha me encantado. Ela realçava meus seios e minha bunda me deixando terrivelmente sexy.

Rebekah foi de uma coisa mais típica, de super-heroína, mas eu tinha que admitir a fantasia era perfeita. Ela continha um decote enorme que destacava bastante seus seios e a cinta de liga foi a parte que eu mais gostei. Matt ia ficar louco de raiva e desejo quando visse.

Bonnie, ao contrário de nós, estava mais coberta. Estava com um vestido vermelho que tinha umas fitas douradas por ele e o cabelo estava impecável. Ela era uma princesa dos tempos antigos, eu acho. Mas não me importava. Estávamos lindas, deslumbrantes, sexys e prontas para o abate.

Terminei de passar o meu batom vermelho em meus lábios quando ouvi mais um grito impaciente de Matt.

– EU ESTOU A PONTO DE SUBIR AI EM CIMA E TRAZER VOCÊS PELOS CABELOS SE DEMORAREM MAIS UM SEGUNDO!

– OK MATTHEW, JÁ VAMOS DESCER! – Bufou Rebekah – Vamos antes que o meu namorado tenha um ataque cardíaco. – Concordamos rindo.

Pegamos nossas bolsas e, para a alegria de Matt, saímos do quarto.

Quando aparecemos na escada o queixo dos nossos acompanhantes foram ao chão. Olhei para cada um sorrindo. Matt estava vestido de Superman, coincidência ou ironia? Acho que ironia já que o olhar de surpresos deles foi fácil de reparar.

Jeremy estava vestido de marinheiro, ele estava lindo tinha que admitir. Seu olhar de deslumbre ao ver Bonnie que fez dar uma risadinha e o meu olhar foi até o ultimo homem da sala.

Damon estava impecável com aquela fantasia de Zorro e a fantasia dava destaque nos seus lindos olhos azuis que me secavam descaradamente. Olhei para baixo sem graça.

– Acho que está faltando um pouco de pano nisso que você chama de fantasia Gilbert. – Damon veio até mim com uma cara de ciumento.

– E eu acho que tem muito pano nessa sua fantasia. – Falei com um sorriso malicioso.

– Engraçadinha. – Ele sorriu me dando um selinho.

– COMO MEUS BEBES ESTÃO BEM VESTIDOS, MEU DEUS! – Minha mãe entrou na sala com um olhar de orgulho para nós.

Ah não...

– Obrigada sra. Gilbert – Falaram eles.

– Estão tão lindos que merecem uma foto.

– Não mãe, foto não, pelo amor de Deus.

– Vamos, só uma Elena, eu preciso de uma recordação.

– Ok – Rolei os olhos

O que era pra ser uma foto virou várias. Por esse motivo que eu não deixo a minha mãe tirar foto quando eu vou sair.

– Tá mãe, chega. Isso ta parecendo mais um seção de fotos. – Rolei os olhos.

–Ok, podem ir. – Ela falou contrariada e eu agradeci a Deus.

Rebekah desligou o alarme de seu carro e abriu a porta pra nós.

– Se apertem ai, Matt você senta no meu lado.

Nos apertamos como a Rebekah pediu mais acabou que ficou apertado demais, então me sentei no colo de Damon para dar mais espaço para os outros e o cretino soltou o maior sorriso de malandro.

O caminho para a festa foi tranquilo, com muitas brincadeiras e zoações fazendo o carro tremer mais do que o esperado.

Quando chegamos na frente do colégio já dava para escutar She Wolf tocando a todo vapor, sendo que a festa era lá no fundo do colégio. Entramos animados na festa e já dava para ver que tinha gente já bêbada e se comendo ali na entrada, umas pessoas acenavam para nós e a gente retribuía, é claro.

Quando entramos no salão aquilo lá estava fervendo. A musica estava tão alta que para conversar com alguém tinha que falar ao pé do ouvido para escutar, as pessoas caindo de bêbadas e casais indo pro banheiro para fazer... Bom, deixa pra lá.

– Meu Deus, isso aqui tá demais. – Falei animada

– Nem parece uma festa de colégio. – Matt falou.

– Porque na minha época não tinha festas assim? – Damon falou com um bico.

– Porque você é da idade da pedra meu amor, na sua época aposto que não podia nem usar short no colégio. – Eu gargalhei

– Assim você me faz sentir um idoso. – Ia falar uma coisa mais fui interrompida por ele – Não se atreva...

– Tô quieta – Levantei as mãos.

– Sinceramente, tem como ela ficar mais vulgar? – Bonnie falou e nós olhamos para onde ela olhava.

Lá estava ela, se esfregando nos homens com uma fantasia de Diabinha que a única coisa que tapava era os mamilos dos seios e as partes de baixo. E o pior, a pessoa que dançava atrás dela era Zac. Senti ânsia ao ver aquela cena nojenta e olhei para o outro lado.

– Me diz, como fomos namoras essas merdas? – Perguntei para Damon.

– Nem eu sei. – Ele me olhou com uma careta

– Ah gente, vamos esquecer dela e ir para a pista? – Jeremy perguntou e todos nós confirmamos.

Nos grudamos em nossos namorados e começamos a dançar sensualmente ao som de Sexy Back. Justin Timberlake é foda, sem mais.

Eu dançava de costas para Damon que aproveitou e pôs as mãos na minha cintura comandando os meus movimentos. Eu estava adorando aquilo então eu pus as minhas mãos por cima das suas e encostei minha cabeça em seu ombro sorrindo.

Logo a musica muda de ritmo para uma mais lenta. Assim que ouvi os primeiros acordes da musica eu arregalei os olhos sem acreditar. Era a minha preferida.

Olhei para Damon que nem me deixou falar e me botou em posição. Ele me puxou pela cintura fazendo eu ficar com o meu nariz encostado no dele.

Ele sorriu para mim e começou a dançar lentamente me conduzindo de uma maneira que ninguém tinha me conduzido antes. Seus olhos azuis me hipnotizavam me fazendo ficar toda derretida em seus braços enquanto ele não se decidia se olhava para os meus olhos ou para minha boca.

Don't you cry tonight

I still love you baby

Don't you cry tonight

Don't you cry all tonight

There's a heaven above you baby

And don't you cry all tonight

Ele cantou essa parte olhando para mim. Sua voz cantando essa musica foi como musica para os meus ouvidos, passei minha mão pelo seu rosto que era quase escondido por conta da máscara e a levantei tendo uma visão privilegiada dos seus olhos cor de oceano. Meu coração batia a mil por hora e minhas pernas estavam bambas, meu Deus olha o que esse homem está fazendo comigo.

Ele me abraçou fazendo que eu apoiasse minha cabeça em seu ombro e de repente sua voz roupa ecoa no meu ouvido.

– Te amo muito. – Estremeci com a sua respiração quente batendo no meu pescoço.

– Sentimento mútuo. – Respondi no seu ouvido e ele deu uma risadinha.

Ficamos naquele clima gostoso até a musica acabar me fazendo desgrudar um pouco dele e lhe dei um selinho.

– Só isso? – Ele perguntou e, sem me deixar responder, me beijou profundamente.

~*~

Depois de aproveitarmos e dançarmos bastante fiquei com sede e avisei ao grupo que ia ali pegar uma bebida e já voltava.

– Uma vodca com gelo, por favor. – Pedi ao barman que assentiu e foi buscar.

– Aproveitando bastante docinho? – Aquela voz nojenta ecoou no meu ouvido e eu reprimi o gemido de nojo.

– Sai daqui Zac!

– E aquela minha dança ein? Não achou que eu ia esquecer não é? – Falou rindo.

– Só nos seus sonhos que eu ia querer dançar com você, queridinho. – Ironizei rolando os olhos.

– Sua vodca. – O barman falou e eu só assenti.

Eu procurei meu grupo que eu já tinha perdido de vista e resolvi procura-los. Tomei toda minha vodca em só um gole e me levantei. De repente eu senti uma tontura e achei que era efeito do álcool e me segurei na mesa.

– Elena, você está bem? – Zac perguntou

– Estou ótima... Eu acho.

Novamente senti essa tontura e de repente tudo se escureceu.

Notas finais
NÃO ME MATEM EU SOU MT JOVEM PRA MORRER SJKAJHDIAKSJAHJDKASJA
Aqui está as fantasias das meninas, deu not found na história D: http://www.polyvore.com/fantasia_das_meninas/set?id=89392337
Infelizmente a MCF está chegando ao fim :( choremmmmm!
Mas enfim, até a próxima, bye bye.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.