Meu Bem, Meu Mal.
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Espero que gostem
Boa Leitura :)
Capítulo 4
Damon começou a se vestir, catou as roupas espalhadas e as jogou para Ashanti.
– Dá o fora daqui! — disse ele rudemente.
– Usa, abusa e depois descarta — disse ela arqueando a sobrancelha esquerda.
– Você não é mais útil. Não tem mais poderes. Fora!
– Você é um filha da puta! — gritou Ashanti.
– E você é uma vadia! Que abandonou a própria filha e o marido. Você não é melhor do que eu — respondeu ele
– Maldita hora que você apareceu em minha vida, Damon — ela disse com raiva.
Se vestiu e saiu pisando alto.
Logo depois Damon saiu para se alimentar.
[Lindsay]
Fiquei até tarde na casa da Emma. Com certeza minha casa estaria um pandemônio. Meu irmão, Brandon, foi dormir na casa de um amiguinho.
Quando me aproximei de minha casa vi umas pessoas paradas em frente a ela. Eram três homens, altos e fortes.
– Olá, princesa! — um deles disse e pela tatuagem de uma cobra no antebraço. Sabia que era um dos capangas de Milo.
– O que o senhor quer? — perguntei com minha voz trêmula.
– Queremos, o dinheiro que seu papai nos deve — respondeu o outro cara.
– Eu não estou com o dinheiro. Mas posso arrumar. Se você me der um prazo, eu prometo que vou te pagar — disse a ele desesperada.
– Só que o prazo venceu ja tem uns 2 meses. E seu papai, não nos pagou — falou o cara da tatuagem e se aproximou de mim.
– Mas nós podemos renegociar — disse ele e me olhou de cima abaixo.
– Eu vou arrumar o dinheiro pra você — disse a ele.
– Só que além do dinheiro. Quero um algo a mais! — disse ele com um olhar malicioso.
– O que você quer? — perguntei e dei um passo para trás.
– Foder sua linda boquinha — respondeu ele — Segurem ela!
Tentei correr, mais um deles me puxou pelo cabelo. Os dois me seguram pelos braços e me ajoelharam em frente daquela cara nojento.Ele desabotoou a calça, tirou seu negocio da cueca e se aproximou de mim.
– Não, não! Socorro, socorro! — comecei a gritar e virei o rosto.
Aquele homem seboso estava rindo.
[Damon]
Ouvi gritos e fui ver o que era. Três homens maltratando uma moça.
Isso não tem nada a ver com você — pensei.
Ja estava dando meia volta. Quando ouvi o barulho de um tapa.
– Deixa ela em paz! — gritei e eles olharam em minha direção.
Olhei a cena e entendi o barulho do tapa. O cara com a calça abaixada estava limpando o rosto. Provavelmente a menina cuspiu em sua face.
– Esse assunto não é da sua conta. Cai fora, se não quiser se machucar — disse o homem com a tatuagem de uma cobra no antebraço. Ele abotoou seus jeans e veio até mim.
–Não ouviu o que eu disse? — me perguntou.
Antes que ele pudesse sacar a arma, arranquei seu coraçao com minhas mãos. Os outros dois caras largaram a menina e vieram até mim. Quando viram o que aconteceu , saíram correndo. Quando ia atras deles, ouvi a menina resmungar.
– Você esta bem? — perguntei a ela.
Segurei seu rosto em minhas mãos. Era a menina da sorveteria.
– Minha cabeça esta doendo — respondeu ela.
Examinei sua cabeça com as pontas de meus dedos.
– Aí! — gemeu de dor.
Senti um sobressalto perto de sua nuca e estava úmido.
Sangue — pensei.
Mas muito pouco, não era nada grave. Nada que uma compressa gelada, não resolva. Ela me olhou e seu olhar... Me manteve preso a ele.
– Damon — ela disse.
Ela lembrou de mim. Porque isso me alegrou?
– É, sou eu — respondi e desviei meu olhar do dela. Não tinha tempo para romance.
– Onde você mora? — perguntei — Ela apontou para a casa da frente — Consegue levantar?
– Sim — ela levantou mas suas pernas fraquejaram. A segurei antes de cair.
– Vem, eu te ajudo — passei seu braço em volta de meu pescoço e a peguei no colo.
Em frente a porta ela desceu.
– Obrigada — ela disse com dificuldade. Ela iria desabar a qualquer momento e eu não estava afim de bancar a babá.
– Já vou indo. Boa noite! — disse a ela e me virei.
– Não quer entrar? — ela perguntou.
Uma voz no fundo de minha mente disse: Não. Mas meu predador interior disse: Sim.
[Lindsay]
– Eu só podia estar maluca — pensei.
Acabei de convidar um estranho para entrar em minha casa. Mas agora não dava para voltar atras. Ele me encarou, aquela imensidão azul, seus olhos me traziam paz e angústia ao mesmo tempo.
– Não sei, se é uma boa ideia. Esta tarde, seus pais não vão gostar — respondeu ele.
– Pelo silêncio, eles não estão em casa -respondi a ele.
Ai meu Deus! Realmente estou louca. E se ele for um psicopata? O que esta acontecendo comigo? — me perguntei.
– Só vou ficar um pouquinho — ele disse e eu assenti.
[Damon]
Quando ela disse que estava sozinha. O meu predador interior rosnou ferozmente. Uma presa extremamente facil. Era isso isso que ela era. Eu pude por alguns segundos sentir pena por ela ser tão estúpida. Eu estava faminto.
Notas finais
Aguardo por mais revs e quem sabe por uma recomendação ( o que me deixaria muito happy) uahsuahsu
XOXO
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