Meu Anjo

1 Meu presente


Notas iniciais
*Primeira fanfic postada no site* *estreando*
Hey!
Essa é uma fanfic dedicada a ela! Uma pessoa tão legal que também me tirou no amigo secreto!
É ela mesmo minha gente!
Giulliana Cristina!
Muuuuuito obrigada pela a fic, e meus perdoes pela a demora.
Torcendo para que goste!
Me desculpe também pelo o fato de não ter hentai. não sei escrever T-T
Milhões de beijos de Mel!
Me desculpe se houver algum erro, pois fiz tudo pelo o celular rsrsr
Boa leitura ♥

Ó doce Hina.

Um sonho eu tinha

E nesse quase natal

Foi realizado daquele jeito

Perfeito.

Seu mel em seus beiços.

Eu provei.

E ali eu realizei,

Toda a minha vida!

Ó doce Hina.

Meu anjo.

(Mel C. Magalhães)

24 de dezembro.

É noite de natal. E eu estou aqui. Com ela, na casa dela. Combinamos isso. Fiquei tão feliz com todos concordando, inclusive a mesma, sobre passarmos a véspera de natal aqui, junto com todos da turma, para finalizamos o ano escolar: nossa "festa" de formatura do nono ano está acontecendo nessa mansão, onde ela vive. Quem me dera, simples menino, que não brilha, não é o mais inteligente, muito menos o mais rico; quem me dera, se eu estivesse em seus pensamentos. Eu, simples vagabundo galanteador, com todas caindo ao meu canto, pudesse ter o privilégio de uma palavra formulada por ela, dirigida a mim.

"Oie" escutei um ruído, baixo e fofo.

Foi aí que eu percebi que a dona dos meus pensamentos contínuos, estava à minha frente, vestida de anjinha. Algumas pessoas foram de fantasia. Vi alguns gnomos, duendes, vários papais noeis algumas mamães noelas e só a minha Hina de anjo. Caiu como uma pena, aquela fantasia nela. Ó céus, mesmo com catorze anos ela já podia exibir, de um jeito meigo e cativante aqueles lindos pares de sei... Olhos! Claros olhos, como o entardecer num dia caloroso, onde as nuvens apresentariam o roxeado da cor de seus olhos.

Hum... Eu preciso responder alguma coisa... O que? "Olá"? Não. Vai ficar sutil de mais. Quero algo mais conquistador. "Oi"? Naaaão, simples de mais. Talvez... Um: "quer ser meu anjo para sempre?" o que eu estou pensando! Ela só disse "oi" para ser gentil.

"Oiii, planeta terra chamando" ela diz agora com um sorriso debochado, abanando uma das mãos próxima ao meu rosto. Suas costas se inclinam, colocando sua outra mão no joelho. Com aquele pequeno decote do vestido branco, que tinha a textura aveludada e ao mesmo tempo era brilhante como diamantes, deixava os seus seios um pouco amostra. Mas, o que seria legal mesmo é a visão contrária a minha. A visão "atrás" já que o vestido não era um dos mais longos.

-Ham, oi — respondo como se estivesse acordado de um transe, de repente.

-Fique a vontade. Quer alguma coisa para beber?

-Não. Digo sim, por favor.

-Temos ponche, refrigerante, água gelada, e suco.

-Quem em plana que de véspera de natal, serve ponche? — Pergunta Sasuke rindo e saindo misteriosamente de trás de Hinata e colocando a sua mão suja em cima de seu ombro. Ela se endireita e diz com um pouco e envergonhada, continua:

-Eu achei que seria legal...

-Eu achei legal. — falo me levantado e soltando um sorriso espontâneo em direção a Hina.

Eu, com aquelas roupas (camiseta xadrez verde, e calça jeans preta) parecida um lenhador ao lado daquele quase literalmente anjo. A sua fantasia era completada, com as asas feitas somente de penas coladas umas nas outras. Seu cabelo angelical contrastava sobre todo o tecido branco que cobria boa parte do seu corpo. E com certeza aqueles olhos nunca vistos em lugar algum, dava o toque final no meu anjo: Olhos grandes, celestiais, feitos especialmente para ela, num tom lilás nunca visto antes, em lugar algum.

A situação estava meio tensa. Fui em direção à mesa, em busca do ponche. Hinata para a minha felicidade me acompanhou.

-Eu que fiz — ela diz com um tom de realização.

-Deve estar maravilhoso. Quando olho para trás vejo Sasuke parado no mesmo lugar que o deixamos, perto das poltronas, sem saber o que tinha acontecido, não consigo não pensar em “Naruto 1 x 0 Sasuke"

-Acho que eu também vou encher o meu copo — ela fala como se não quisesse nada. Se eu não fosse tão experiente no assunto "mulheres" acharia que ela só tinha falado por falar, mas com a minha experiência, (espetacular, considerando minha idade) ela só falou isso para me testar, e ver se eu era digno de um cavaleiro.

-Servida? — apontei para o ponche, num estilo Don Juan.

-Claro — e um sorriso satisfeito desabrochou em seu rosto. “Naruto 2 x 0 Sasuke.

E infelizmente, de novo o “cara de camiseta azul polo e jeans claro” também conhecido como Sasuke aparece.

-Doeu? — ele se aproxima de mais de Hinata, fazendo ela se afastar consideravelmente, e aperta-la na mesa enquanto tenta colocar a mão na cintura dela cintura.

-Doeu o que? — ela pergunta se afastando mais, e assim se aproximando de mim. O que fez fazer a cara do Sasuke engraçada, de tão rabugenta que ficou. Logo ele se recompõe e volta a falar:

-Quando você caiu do céu — Ele termina se aproximando só o rosto desta vez.

-Não, não ela responde com a cara fechada. — só é incomodante quando você se próxima assim de mim.

Sasuke sempre foi afim de Hinata. Afim da Ten Ten. Afim da Ino, afim da Sakura, enfim da escola inteira. Porém a única que ele ainda não conseguiu conquistar foi a Hina. Eu e ele costumávamos serem amigos, mas quando as brincadeiras ficavam piores em relação à Hinata eu sempre ficava furioso com ele. Ele sabia de minha antiga e platônica paixão que eu sentia pela aquela bonequinha, mais conhecida como Hinata, e mesmo assim ele sempre deu em cima dela. No começo ele me respeitava bastante, mas conforme ele foi crescendo, ele deixou de lado nossa amizade e sua fama de galinha foi ao auge.

Então, a partir do dia que ele tentou agarrar a Hina nós paramos de falar um com o outro. E com o tempo, ele com a sua meta de "pegar" todas da classe, e eu com a minha de beijar a Hinata, se tornamos assim inimigos. Contemple o fato de que ele já conseguiu ficar com todas, em pleno nono ano, e eu aqui, sem ter beijado ninguém, em pleno nono ano, esperando a minha Hinata para tirar esse fardo de mim.

Os pais da Hinata tinham ido viajar, e claro, sempre confiaram na Hinata, sua filha única, e santa. Consequentemente, eles pensaram que os amigos seguiriam o exemplo da filha, que pena, eles estavam enganados. Por todo o grande lugar que eu olhava, bebericando meu ponche, tinha adolescentes da minha escola, conversando e rindo. Alguns felizes outros mais tristonhos. Eu estava com certeza na parte dos felizes. A Hinata ao meu lado, fazia o que eu fazia. Bebericava o seu ponche atenta nas conversas alheias. Aquela proximidade me deixava nervoso, enquanto Sasuke estava de altos papos com a Ino eu estava aqui, "sozinho" com a Hinata. E não estava aproveitando esse tempo como deveria. Dou um jeito de começar uma conversa fiada.

-Então... Seus pais viajaram para onde?

- Eles foram visitar a minha vó, como sempre fazemos perto do natal.

-Hum... Entendo. Deve ser legal ter uma avó.

-É sim.

E a conversa acabou do mesmo jeito que começou: de repente.

Hinata, pela a minha tristeza sai de perto de mim e vai ao centro da sala cercada de sofás de alta qualidade e então começa a dizer:

- Chegou a hora tão esperada. Vamos dançar?

Sem ao menos esperar um milésimo de segundo se quer, fui ao seu encontro e a convidei para dançar. À tempo, pois o Sasuke já ia se aproximando. Ele então convida a sua parceira mais persistente. Acho que ela o ama. Do jeito que a Ino olha para o corpo de Sasuke, não é apenas de uma ficante, e sim de possessão. Ela o queria somente para ela, e não dividir para ninguém. Tal feito difícil de ser realizado, sempre lhe desejo boa sorte nessa conquista, pois assim então ele deixará sua cisma em cima de minha futura namorada. Mas ela sempre nega, dizendo que foi apenas caso de alguns dias.

“Naruto 3 x -1 Sasuke.” O sorriso só é alimentado quando me deparou com meu anjo no minha frente. Olhava para baixo e encontra lá toda a minha vida, todo o meu amor, meu mundo, preso num corpo. A música lenta começa e eu péssimo em dança tento dar o meu melhor. "Dois para lá, dois para cá simples assim!” repetia para mim mesmo. A sensação de suas mãos estarem se encontrando na minha nuca por um momento fez todo o meu corpo estremecer e meu coração pulsar mais rápido

Minhas mãos grandes encontradas na sua cintura, sem que ela se sinta incomodada e uma satisfação imensa. Ainda me pergunto como com 14 anos ela já poderia ter seios e bunda enormes? Sentia sempre aquela inveja vinda das outras meninas em relação a isso da Hinata, inclusive quando se tratava de Sakura. Nunca foram amigas, mas a coisa piorou quando os hormônios se afloraram na Hinata e esqueceram-se dela. Ela que sempre foi apaixonada por Sasuke, não suportava o fato de ele correr atrás de um beijo da Hina. Não suportava o fato, de que a Hinata era mais popular no assunto dos meninos do que ela, “a incrível Sakura!” Hinata se sentia mal com isso. Ela dizia sempre para pararem, pois não tinha controle do seu corpo. Mas a inveja nunca se acabava.

Olhava ao redor e avistava os cais esperados do ano dançando coladinhos: Neji e Ten Ten; Sasuke e Ino; Shikamaru e Temari; Sakura e Rock Lee; entre outro. Estava feliz por Ino e pela a felicidade expressada pelo o seu imenso sorriso que era presente no seu rosto ela também estava feliz! Ela, vestida de mamãe noela, estava linda, e não merecia alguém como Sasuke!

Seu perfume doce me alucinava, fazia-me pensar em tantas coisas, umas até inapropriadas para minha idade. Aquele aroma doce, penetrava em minhas narinas e ia até a minha alma, me alertando que aquilo não era um sonho, e sim um que estava se tornando real. Peguei uma macha do seu cabelo, e com um gesto de compaixão coloquei-o atrás de sua orelha, e surgiu em sua face aquele sorriso que eu estava esperando. O seu requebrado, conforme a música ia acabando, foi se esgotando até desaparecer e sua cintura ficar parada. A música acaba, nossos olhares se encontram a vermelhidão em seu rosto ainda está presente e do nada ela pula em mim à procura de um abraço. Sem muita reação, depois de alguns instantes, retribuo o abraço. Sinto o seu coração vibrar, o cheiro do seu shampoo é notável, e minhas narinas estão um pouco irritadas com as plumas e penas de sua asa. O abraço se desfaz e percebo todos nos olhando, com alguns comentários abafados de como formávamos um belo casal. O rubor nos nossos rostos é notado a todos o que só faz alimentar a saliência das fofocas. Rapidamente saímos dali e caminhamos em direção opostas. Todos voltam aos seus afazeres e o assunto "NaruHina" e dispensado. Enquanto sirvo um copo de refrigerante à Ten Ten, Ino chega por trás e pede para eu colocar um pouco para ela também:

-Vocês formam um belo casal.

-Quem? — pergunto de maneira assustada.

-Preciso mesmo falar quem? Ela é louca por você.

-Ela quem? — pergunto ainda desentendido.

-A Hinata, seu idiota! — fala ela nervosa.

-Você acha mesmo...? Digo, somos apenas amigos, nada mais que isso.

-Só se for para você. Todo o “mundo feminino” já sacou que ela é doidinha por você. E você tem o maior clima por ela. Mas meninos são sempre lentos... Por que você acha que ela te abraçou?

-Talvez porque nós somos amigos?

-Hahahaha – Ino solta uma gargalhada sarcástica — vai nessa! A Hina pode até querer só amizade, mas tem que ser colorida.

E ela sai, assim, por trás de mim, sem ao pior deixar responder.

"Amizade colorida" será? Hum... Não sou muito em confiar nas mulheres, mas porque Ino mentiria para mim? Ela gosta do Sasuke, e não de mim? Acho que ela está certa, porque diabos, Hinata pularia em cima de mim sem ter segundas intenções? Devo procura-la para tirar essa história a limpo! É hoje que irei saber de tudo! Viro o meu copo garganta a baixo e vou a rumo à sua procura.

Encontro-a sonolenta. Debaixo de uma cerejeira plantada em seu pequeno jardim de entrada. A neve caia, e parecia que frio ela sentia. Estava deitada na neve, fazendo um anjo com o corpo. Juntei-me ao dueto.

- Não está com frio, Hina?

Com uma voz rouca ela responde:

-Estou. Mas isso não importa.

-Para mim sim.

Levanto e tiro a minha camiseta xadrez de manga longa e começo a cobrir ela, mesmo sem pedir.

Quando ela se levanta parcialmente e fica sentada, percebo que suas asas não estão mais presentes.

- O que aconteceu com as suas asas? Resolveu tirar?

-Despedaçou.

-Como?

-Quando eu caí.

-Caiu da onde? Você se machucou? Está tudo bem? — meu tom nervoso e preocupado na voz não deixa de ser notável.

-Me machuquei, mas estou bem melhor. -ela fala normalmente.

Sento ao lado dela para continuar a conversa

-Não é de hoje que eu venho caindo. — ela continua — vivo caindo e tentando-me reerguer.

- não estou entendendo — me envergonho por esse fato.

- não consigo mais voltar atrás. Ele não deixa mais...

-Ele quem?! — estava começando a achar que Hinata tinha enlouquecido.

- Meu pecado foi ter se apaixonado por um humano. Fui punida do céu e estou vivendo na terra. Meus pensamentos e sentimentos inadequados, com esse simples humano, me fizessem cair na perdição. Mas eu não me arrependo por isso. Acabo agora toda a minha ligação divina. Estou entregue ao mundo dos humanos. Agora eu, não sou mais um anjo do Senhor. E se quiser, unicamente sua.

Ela termina sua metáfora e olha para mim de um jeito tentador. Eu estou totalmente sem palavras, embruscado. No meu peito aquilo que é conhecido como coração parece uma máquina de lavar roupa numa velocidade altamente potente. O vento faz o seu cabelo voar, e o frio foi responsável por deixar suas bochechas coradas. O seu olhar, fixamente direcionado a mim, faz eu me tornar uma simples coisa inútil e fútil. Nos seus olhos tinham desejo. Ela deixa os darem uma escapada e se direcionam para a minha boca. Minha reação de espanto ainda está presenta na minha cara. Não precisaria de muito estudo para saber que ela estava se e referindo a mim quando falou desse tal mísero humano.

-Quantos presentes você já ganhou? – ela pergunta inusitadamente.

-Até agora nenhum. – respondo sem sentido algum.

As únicas coisas que eu me lembro daquele perfeito dia, a partir daquele momento foi eu ter soltado pelas as brechas das minhas emoções naquele instante foi:

-Doce Hina. Meu anjo...

E a partir daí não são descritíveis meus sentimentos naquele momento. Apenas o pequeno frio — que foi substituído instantaneamente pelo o calor dos beiços — que eu senti quando minha cabeça foi empurrada para a grama novamente, pela a sua com o impacto de nossas bocas, se encontrando pela a primeira vez, porem ao mesmo tempo matando a saudades uma da outra.

Notas finais
Hey!
Gostaram?
Comentem!
Obrigada por ter chegado até aqui!
Mil beijos de Mel.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!