Notas iniciais
Oie minhas lasanhas!! (eu amo lasanha então vou chamar vocês assim) Agradeço a quem comentou, acompanhou e favoritou! Agora vou deixar de enrolar. Boa leitura!

No capítulo anterior...

— Ah meu deus! Quer que eu divida o apartamento com esse... esse...

— Rafael Worthy, gato, sexy e gostoso, prazer.

— Idiota.

— Marrenta.

— Hoje, é um novo dia, de um novo apartamento, que a gente alugou! Nesses novos dias, nossa farinha, feijão e coco, vão apodrecer. Faça tapioca, ou limonada, um suco, pode seeeeeeeeeeeeer. Hoje a comida é sua, a comida é nossa, é de quem quiser, quem vier.

A desgraça cantava igual uma cabrita parindo, aquela música que a globo coloca todo final de ano, mas de uma forma irritante, enjoada, desafinada e sem sentido.

Claro que eu não veria problema nenhum se eu não estivesse com sono, e fossem duas horas da manhã. Mentira, eu veria sim. Ele canta como se estivesse engasgado e algum líquido toxico caísse sobre suas costas.

— CALA A BOCA WORTHY! EU QUERO DORMIR! — Berrei do quarto, para a salamandra ouvir.

— Fica quieta aí anã de jardim, eu estou cantando e a culpa não é minha se você tem costume de dormir cedo! — Berrou de volta.

Bom, faz uma semana que eu sobrevivo com o Worthy, e estão sendo dias maravilhosos! Onde eu tenho paz, ele me alegra, é muito engraçado. Faz parte da minha vida de uma forma impressionante, é a pessoa mais importante para mim e eu agradeço muito a Deus por me dar a oportunidade de ter Rafael Worthy morando comigo. Só que nunca!

Acho que se tivesse um prêmio para mentira mais mentirosa de todo universo paralelo eu ganharia. Nem fodendo que ele vai ser a pessoa mais importante da minha vida!

Essa desgraça não me deixa dormir nem por 1 segundo! Me diz, o que é que custa deixar a TV no volume baixo? E o que é que custa jogar o resto da comida no lixo? E enxugar o banheiro depois do banho? (Não que eu me importe com o banheiro dele, mas fica tão molhado que até fora do quarto tem água).

Sem falar nos meus Pringles!! A única coisa não—saudável que eu como, ele tem que comer também! O cara é podre de rico e alega que Pringles está muito caro! Se eu pudesse trucidar alguém, seria ele, mesmo não sabendo o real sentido da palavra.

Ok, agora voltando a minha vida sem o Worthy...

Na cama da Bia, eu me estropeava para lá e para cá... Rolando na cama dela olhando para tudo sem nada para fazer enquanto a princesa do Nordeste escolhia um maldito sapato para usar com seu vestido branco. Qual a dificuldade? É branco! Branco combina absolutamente com tudo! Amarelo, azul, rosa, vermelho, preto, bege, cinza, verde, TUDO!

— Ah Bia! Já que você não sabe que cor usar, pega a droga da sapatilha branca e usa! Aproveita para inaugurar! Parece que é a primeira vez que você sai com o Rodrigo!

Então, ela me ligou pedindo ajuda, pois não sabia o que fazer já que não tinha roupa nenhuma para usar no encontro com o Rô. E eu como uma pessoa muito experiente em moda (só em um universo paralelo com apenas galinhas saltitantes habitando aquele espaço), vim ajudar minha querida e amada amiga! E em troca ganharei uma velinha para segurar enquanto os dois ficam se pegando na minha frente c: Legal né?

— Não será tão ruim! Chama o Rafinha para ir com você! Encontro duplo! — Ela começou a saltitar igual as galinhas do meu mundo paralelo e eu dei a louca começando a rir, cheguei a rolar no chão igual cachorro sarnento.

— Está brincando certo?! Eu?! Com o Worthy?! E esse apelido ridículo?! — Tive um ataque novamente e quando percebi Bianca e Rodrigo me encaravam com uma expressão assustada. Ok, acho que exagerei.

— Jullia? Está bem? — Rô me perguntou preocupado. Ele achou que eu realmente estava doente.

— Na? Ah sim, estou sim. Sua namorada que falou uma besteira aqui.

— Entendi... Bom, um amigo meu vai com a gente, tem problema? — Perguntou, olhando para a Bia.

— Por mim tudo bem, e você Ju? — Bia me perguntou.

— Eu? Tanto faz, não deve ser tão ruim quanto ter um Worthy morando com você.

— Espera, o Rafa mora com você? Desde quando? Como? — Rodrigo pareceu espantado. E só acho, que ele conhece o Worthy pois o chamou de “Rafa”. Ui, Rafinha.

— Acho que faz mais ou menos duas semanas. Ele comprou o mesmo apartamento e tal...

— Entendi... isso já aconteceu com meu tio. — Como se me importasse.

— Ok, agora chega de enrolação e vamos logo! — Bianca disse, cortando o assunto.

— Sim senhora.

Então eu fui na frente enquanto o Rodrigo e a Bia faziam alguma coisa na cozinha.

De longe pude ver o carro do Rodrigo, mas tinha alguém do lado. Quem é esse ser que está colocando seu corpo desleixado no carro do Rô?

— Oi? — Falei para o ser.

— Oi, sou Erik Frank. Amigo do Rodrigo, já que você saiu daquela casa deve conhecer ele, certo? — Bem direto, não?

— Ah sim, sou Jullia Clarck, prazer. — Cumprimentei-o. Educada? Sempre!

— O prazer é meu Jullia. Mora aí?

— Não, não. É a casa da namorada dele, sou amiga dela.

— Hm... Legal. Eu acho bom não ficar de vela — Nós rimos e ficamos em silencio por um tempo. Ele era bem bonito, cabelo preto, olhos incrivelmente azuis, pele branca e era tão forte quanto o Worthy. Droga o Worthy está em todo lugar!

— Chegamos galerinha! — Rodrigo anunciava sua chegada como se fosse a coisa mais maravilhosa que alguém poderia ver. — Ju, pelo visto já conheceu o Erik. Vamos entrando que temos muita coisa para fazer.

Entramos e eu sentei atrás com o Erik. Ele é legal, mas não é de falar muito. Parece que está escondendo alguma coisa, mas não importa. Enfim, pela janela eu vejo muitas pessoas andando pelo parque (Avah!!) e acabo duvidando das minhas ações. Todas estão com algum familiar, e eu morando sozinha.

A Bia e o Rô conversam animadamente sobre um assunto qual quer e eu fico aqui, pensando. Será que foi a melhor coisa a fazer? Eu vou conseguir enfrentar isso tudo? E as obrigações? Meu futuro, como será? Sou interrompida pelo barulho do freio de mão sendo puxado.

— Chegamos! — Bianca e Rodrigo falam animadamente.

— Um piquenique? — Pergunto.

— Não, uma caça ao tesouro! Vamos procurar todos os doces e balas que os coelhinhos do papai Noel deixaram por aqui! — Bianca fala. Acho que alguém misturou o dia das bruxas com a páscoa e o natal. Ou ela apenas está sendo sarcástica. Vou ficar com a primeira opção.

— Há, há, há engraçadinha.

Eu permaneci calada, alguma coisa me incomodava bastante, resta saber o que é. Ah claro, o fato de que o Erik é um desconhecido para mim. Preciso conhecê-lo melhor. Afinal, só sei o nome dele, certo? Mas por que ele é tão calado na presença da Bia e do Rô? Comigo ele estava tão simpático.

— Vem Ju, me ajuda com a toalha. — Bia perguntava enquanto o Rodrigo puxava Erik para algum canto do parque. Acho que passei tempo demais observando os dois. — Aconteceu alguma coisa?

— O Erik... quem é ele?

— Erik Frank ué!

— Eu sei, mas de onde ele é? Quero saber mais sobre ele. Ele é tão...

— Fechado para o mundo? Quieto demais quando eu estou perto? Olha Ju, eu sou sua melhor amiga mas não me sinto bem falando isso e...

— Voltamos meninas! — Rodrigo falou e Erik apenas deu um sorriso torto.

Depois de colocar a toalha, Rô e Erik jogaram as coisas em cima e nós sentamos. Comemos algumas coisas e conversamos mais. E o Erik até que está mais enturmado. Achei que ele ficaria calado, mas pelo contrário, era o mais animado de todos!

Bia sugeriu um jogo e aceitamos. Ela pegou um dado — onde ela arranjou esse dado? — E disse que cada um escolheria 1 número. Ela ficou com o 1, o Erik com o 2, Rodrigo com o 3 e eu obviamente fiquei com o 4. O 5 e 6 não valiam.

O jogo era o seguinte: Cada participante poderia fazer uma pergunta ao outro e este era obrigado a responder. Ex: O dado caiu 1 e depois 3. Então a Bia faria alguma pergunta ao Rodrigo e ele era obrigado a responder. Caso ele não queira responder em voz alta, pode falar no ouvido dela. Deu para entender.

Então começamos. Rô jogou o dado e apareceu 1 e... 4

— Amiga!!!! O que acha de nos contar como o Rafael beija hein? — Essa menina está louca ou o que?

— Quando eu beber até não aguentar mais, perder todo o sentido, não ter controle dos meus movimentos e ficar cega, eu até posso pensar em tentar me aproximar do Worthy e SE eu acabar beijando aquela lacraia eu te conto como foi. Se eu lembrar, claro.

— Então nunca beijou ele? — Perguntou, desanimada.

— Claro que não! Eu apenas divido um apartamento, não meu corpo!

— O que?! Jullia você mora com o Rafael? Rafael Worthy?! — Erik pergunta como se fosse a pior coisa que pode acontecer.

— Sim, por que?

— Está brincando. Você sabe que ele já foi pra cama, sofá, tapete, banheiro, quadra, cozinha, e todos os lugares transáveis com praticamente todas as garotas/putas da escola né?!

— Tanto faz, não vou ser mais uma na lista dele.

Novamente o dado foi jogado e agora... 2 e 1

— Bianca, quando você pretende largar o Rodrigo?

— Se depender de mim, nunca. Amo muito ele e espero que nada atrapalhe nosso namoro. — Rodrigo deu um sorriso de orelha a orelha e tascou um beijo na namorada. Enquanto Erik apenas balançou a cabeça em afirmação

Espera, agora faz sentido! O Erik deve gostar da Bia! E nem ela nem o Rô sabem. Então ele apenas fica quieto quando o casal está junto ou não! Você é uma gênia Jullia! Depois de toda aquela melação, foi a vez da Bianca jogar o dado.

Bia jogou o dado e apareceu 3. Novamente e.... 4.

— Então Rodriguinho, o que quer saber? — Perguntei com uma voz sínica.

— Querida Jullia, o que você acha do nosso amigo aqui — Apontou para o Erik. Confesso que fiquei a paralisada por um momento, eu ia falar apenas para o Rodrigo, mas ninguém fez isso, então preferi falar qual quer coisa.

— Bom, ele é super legal. Tem um jeito de quem esconde alguma coisa e ao mesmo tempo faz questão de mostrar o que esconde. Como se desse pistas. É um garoto secreto, e não faz questão de esconder isso.

Dei uma olhada no Erik e ele me encarava com um sorriso torto nos lábios. Ah Sr. Frank, você nem imagina o quanto eu quero descobrir quem é você. — Bom, já está tarde. Vamos voltar? Ainda temos um jantar hoje né amor? — Rodrigo fala.

— Sim!!! Erik, você mora a 2 quarteirões daqui. Pode pegar o carro e levar a Ju para casa? O caminho que nós vamos é oposto à casa dela. E seria um trajeto um pouco longo demais.

— Bia mas meu ca... — Tentei falar mas fui interrompida

— POIS É NÉ JU! VAI COM O ERIK! — Ela me lançou um olhar mortal e eu decidi confirmar.

— Vamos Jullia? — Erik pergunta

— Tudo bem. — Disse, levantando.

Então a Bia foi com o Rô e eu fui andando até a casa do Erik, acompanhada pelo mesmo. A casa era bem grande com um gramado lindo na frente. Entramos no carro dele, falei o endereço e logo ele deu partida. Ficamos em um silencio constrangedor até que ele decidiu quebrá-lo.

— Você está louca para saber mais sobre mim, não é?

— O que? — Perguntei, desentendida.

— Erik Frank, 19 anos. Faculdade de letras, moro sozinho, solteiro, e tenho uma queda pela Bianca, como você deve ter percebido.

— Ah sim...

— Agora me fale de você.

— Bom... Jullia Clarck, 18 anos. Faculdade de música, minha ideia era morar sozinha mas teve uns problemas e como você sabe, divido o apartamento com Rafael Worthy, solteira e não pretendo namorar ninguém por enquanto.

— Interessante... Bom, eu te diria por que eu sou daquele jeito quando a Bianca e o Rodrigo estão presentes, mas acredito que a própria Bianca vai te contar tudo. — Ele estacionou em frente ao apartamento e sorriu para mim — Acho que chegamos.

— Sim. Obrigada pela carona Erik.

— Disponha. — Deu um daqueles sorrisos que você só vê em galãs de filmes.

Depois de nos despedir, eu entrei no bloco e apertei o botão do elevador. Quando ele abriu tive uma surpresa. Meu pai olhava para mim com uma cara nada boa e a puta estava atrás dele. Previ uma conversa com muita discussão.

— Então é aqui onde você mora? — Perguntou meu pai.

— Sim, pai.

— Eu achei que fosse morar sozinha Jullia. — Resmungou, provavelmente exigindo uma explicação na qual eu não precisava dar.

— Pai, eu posso explicar. É que...

— Eu sei que você não tem muitas amizades, mas dividir o apartamento com a Katty mostrou eu você não tem condições de comprar um para ficar sozinha. Nesse caso, eu vou depositar um dinheiro na sua conta. E não quero que você passe fome. E vou pagar alguém para limpar esse apartamento todo domingo. Até mais.

— An? — E ele saiu, levando a mocréia que não disse uma palavra com ele.

Apertei no botão onde indicava o 6º andar. Entrei no apartamento 603 e encontrei minha irmã atacando meus Pringles.

— Katty?! Como entrou aqui?! — Perguntei, espantada.

— Oi maninha!! Pode contar esse rolo todo. — Disse, jogando o pote vazio na lixeira.

— Você me salvou! Então, eu comprei o apartamento para morar sozinha, mas teve um problema e agora tenho que dividir com um garoto da minha idade. Rafael Worthy para ser mais detalhada. E é isso. Ele vai dar uma festa amanhã e provavelmente deve estar comprando as coisas. — Falo depois de ler um bilhete na geladeira. — E como você sabia que eu morava aqui?

— Ah eu passei lá em casa e vi um papel na sua cama com o endereço, vim aqui e o carinha da portaria me falou que você está dividindo o apartamento com um carinha aí. Então, como ouvi o papai dizer que vinha te visitar. Eu resolvi atuar. E a porta estava aberta.

— Nossa, valeu!

— Ok, agora vou indo. O Kevin me espera na nossa humilde residência.

— Tudo bem. — Fui em direção a porta, para ela passar.

Quando eu abri a mesma, um retardado com várias sacolas e uma garrafa de Vodka na mão, olhava safadamente para minha irmã. E depois olhou para mim. Ah vontade de triturar esse menino.

— Loirinha! Quem é essa?

— Irmã mais velha da Jullia, Katty Clarck.

— Rafael Worthy, como deve saber. Ah amanhã eu vou dar uma festa, está afim de ir gatinha? — É impressão minha ou ele está dando em cima da Katty?

— Hm... Acho que eu e meu namorado — deu ênfase no “namorado” — gostaríamos de ir — Toma essa Worthy!

— Espero te ver amanhã. Até mais.

— Até. Tchau Ju.

Dei um sorriso, fechei a porta e fui pra cozinha. Fiz miojo pra mim — Eu coloquei eles na prateleira mais baixa — e comi, ignorando os comentários do Worthy. Ele percebeu que eu estava irritada e decidiu provocar.

— Loirinhaaaaaa;

Sem resposta.

— Vizinha favoritaaaaaaaa.

#Ignorado

— Jullia, o que foi? Você está estranha. Eu fiz alguma coisa? — Perguntou, desentendido.

— Fala como se você se importasse. — Me virei para ir pro meu quarto mas ele me segurou pelo pulso, me fazendo olhar para ele. — O que você quer?

— Por que você está assim?

— Eu estou normal.

— Está com raiva. — Observou. — E eu não sei o motivo.

— Não estou! A culpa é minha se você dá em cima de todas?! — Ele gargalhou e apertou minha cintura.

— Está com ciúmes?

— O que? Nada haver! Por que eu teria ciúmes de você Rafael?

— Acabou de me chamar de Rafael, o que prova que você está com raiva e com ciúmes por eu ter dado em cima da sua irmã.

— Idiota.

— Mas fica tranquila marrentinha. Apesar de ser mais nova, seu corpo é melhor que o dela, e você é mais bonita, ok? — Me apertou mais, ficamos centímetros longe um do outro. — E eu não quero ficar com ela. — Chegou mais perto — Eu quero ficar com as garotas que vem para minha festa amanhã.

Chutei seu tornozelo e subi irritada por ele ter falado aquilo. E eu achando que ele iria me beijar. Não que eu queira, mas... isso foi ridículo! “Eu quero ficar com as garotas que vem para minha festa amanhã”. Idiota! Eu realmente esperava outra coisa. Como “Eu quero ficar é com você” ou “Eu quero ficar com a garota que está na minha frente agora”. Mas por essa eu realmente não esperava.

— O que deu você?!

— O que deu em mim? Você é um hipócrita que não mede as consequências de seus atos. Fica com qual quer uma, iludindo todas, não pensa antes de fazer alguma coisa e quer tudo na mão, não tem maturidade o suficiente para viver longe dos pais, e nem pensa em ter, pois só se preocupa em ir para festas ou pegar a primeira que aparece na sua frente, como uma forma de disfarçar seu lado irresponsável e ter a fama de pegador que você tanto valoriza! Acha isso ótimo, não é?! Mas não pense que vai ser assim para sempre! O mundo não é um arco-íris e você não terá essa mordomia sempre! Não pense que eu vou ser mais um brinquedinho para você, pois eu não vou. E se quer saber, antes eu até achei boa a ideia de ter alguém morando comigo. Um amigo, alguém que ia me ajudar a enfrentar tudo! Mas pelo visto, você está longe disso Rafael... eu juro que não queria te tratar assim e dizer isso tudo. Mas apenas quero que você veja o que acontece a sua volta e espero que não continue sendo esse Rafael Worthy.

— Bom... Se você pensa assim, não posso mudar sua opinião, mas antes de me julgar e ter falado tudo isso para mim, devia saber de tudo o que eu passei, tudo que eu vivi. Eu realmente tentei te tratar diferente das outras garotas, mas eu acho que no fundo você é igual a todas elas, não estou te chamando de puta nem nada, longe disso. Você é uma das poucas pessoas que eu trato bem, e se meu jeito de te tratar bem e a minha forma de ser não são bons o suficiente para você, me desculpe Clarck, mas eu não vou mudar por ninguém.

Notas finais
Pra quem Shippa Ju e Rafa, eu pensei em Clarthy (Clar/ck) (Wor/thy). Gostaram? Mais ideias é só falar!! Reviews pfv!!!