Meros Detalhes

1 Capítulo 1 - Meros detalhes.


Notas iniciais
1º Um texto bobo? Vai depender da opinião de vocês que eu adoraria ver nos reviews >.<
2º Logo no começo eu falo o nome de uma banda da qual eu gosto muito mas para deixar bem claro, não estou fazendo nenhum tipo de propaganda e se vocês quiserem podem trocar o nome desta banda e colocar o nome de uma música ou seja lá o que for que vocês preferirem.
3º ME AVISEM! Se houver algum erro desde excesso de pontuação, pleonasmo etc... Costumo cometer muito esses erros.
4º Tenham uma ótima leitura e espero que gostem :}

Gostaria tanto de deitar-me na grama ao som de Red Hot Chili Peppers apenas para relaxar, esquecendo-me de todos os inconvenientes que carrego sob as costas para quando fechar minhas pálpebras sentir a música penetrar minha pele, minha corrente sanguínea, meus órgãos, ossos, emoções, sentimentos e por fim minha alma. Oferecendo a minha pobre alma alguma forma de refúgio para prevalecer à calma e a paz.

Ao abrir minhas pálpebras lentamente gostaria de ver os galhos das árvores proporcionando sombra, seguido de refrescância para o meu pequeno e frágil corpo.

Deitada aqui, observo os galhos remoídos pelos insetos balançando-se alegremente na mesma freqüência do vento... Algo tão espontâneo e natural juntando-se como um uníssono, fazendo-o com que ao olhar de forma superficial se pareça ensaiado, quando na realidade é do instinto de ambos se sincronizarem. O vento é a música e os galhos das árvores as dançarinas, os dois juntos em uma perfeita união.

Observo atentamente a dança tentando acompanhar com meus sentimentos a forma tranqüilizante de conforto que elas tentam proporcionar e que de pouco em pouco conseguem.

Como um detalhe tão pequeno consegue transmitir tal sensação? Creio que deixando a ambição habitada dentro de nós em segundo lugar, provaria ao ser humano que ele não precisa de muito para se satisfazer.

Como ninguém consegue sentir o que as coisas à nossa volta sempre tentam transmitir? Por que julgar tudo pela aparência?

Os passarinhos agora despertados estão se apressando para juntar-se com a linda melodia da natureza. Ao unir-se com elas então, formam uma orquestra, cantando e tocando com as cores do vento alegremente, livres de problemas, rotinas, ambições, falsidades ou qualquer instinto abominável do ser humano, pois diferente deles a natureza é pura.

Por que o ser humano tem uma mente tão miseravelmente primitiva?

O sol atravessa os galhos das árvores cobrindo o meu corpo com seus raios sensíveis oferecendo a força, calibrando minha alma com sua energia infinita para apenas preparar-me para poder enfrentar a raça humana mais uma vez.

Ao pensar em coisas puras noto que em cada há uma interferência do ser humano, aproveitando-se como um parasita inútil até dizimar de uma vez por todas as poucas purezas do mundo.

Acordo de mais um sonho pensativo que meus devaneios trazem. Olho pela janela de meu apertado e imundo quarto e tudo que vejo através dos vidros embaçados pela névoa são os monstros dominando todo o planeta.

Quem me dera ter a chance de deitar sob a grama e sentir aquele cheiro... Adocicado da mesma.

Pego meu casaco e vou porta a fora para juntar-me aos demônios ambulantes imaginando inconscientemente quando toda essa tortura chamada vida irá acabar.

Notas finais
Obrigada pela paciência de chegar até aqui (ou não x.x). Espero mesmo por reviews hein u.û
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!