Notas iniciais
"Por ser uma mulher pequena a rainha era rápida, ao contrario dos soldados de Calteron que eram grandes e pesados e por isso muito lento. Mesmo assim sua rapidez não a impediu de ser cercada pelos soldados que gritavam todo o tipo de palavrões. A rainha chegou a ficar com medo, mas esse sentimento acabou quando ela percebeu que um grupo de cinco mulheres com suas espadas estavam se aproximando dela e assim sua força retomou e todas juntas continuaram a lutar. Do outro lado da batalha Dylan juntamente com o seu grupo continuavam com suas espadas lutando sem parar."

Em Camelot, Gwen tentava manter-se forte, mas ela estava preocupada sem notícias da batalha. Nos dois dias que os cavaleiros saíram para a batalha ela não dormia ou comia. Estava sempre atenta a qualquer barulho que viesse do portão do castelo.

Gauis – Você precisa descansar. Você não come e não dorme.

Gwen – Não posso. Você não entende. A última vez que eles saíram para uma batalha Gwayne quase morreu; Arthur não voltou e Merlin ficou perdido por meses, além de vários pais e filhos de Camelot que morreram por esse reino.

Gaius – Sei disso Gwen, mas ficar assim não ajuda.

Enquanto os dois conversavam um soldado batedor chegou a sala do trono.

Soldado – Majestade.

Gwen – O que houve?

Soldado – Eles estão vindo. Os soldados de Beroun estão vindo atacar Camelot.

Gwen – Não pode ser. Eles não conseguiram. Se Beroun está aqui isso quer dizer que todos estão mortos.

Gaius se segurou na parede, a ideia de Merlin ter morrido o apavorava profundamente. Gaius amava aquele rapaz como um filho que nunca teve.

Gwen andou de um lado para o outro. Arthur poderia ainda está entre eles já que ele era um fantasma, mas os outros?! Ela não queria aceitar a ideia de que Gwayne, Percival, Merlin e o honrado Leon pudessem estar mortos. Mas Gwen não pode se lamentar, o soldado estava ali ajoelhado na frente dela esperando uma resposta para levar para o capitão da guarda.

A rainha respirou fundo e se virou para o jovem soldado.

Gwen – Vá e avise ao capitão para se preparar. Temos que defender nosso reino a qualquer custo. Mas diga que não saia até a minha ordem.

Após a saída do jovem, Gwen virou-se para Gaius.

Gwen – Gaius não sabemos se eles estão mortos ou não. Mas temos que defender esse reino.

Gaius – O que você vai fazer?

Gwen – Lutar como todos os reis desse reino. E você meu amigo prepare tudo que for necessário para cuidar dois feridos que eu espero que não sejam muitos.

Gaius se posicionou de forma série e determinada e antes de sair fez uma reverência à rainha.

Gwen subiu rápido as escadas e foi para o quarto. Lá com a ajuda de uma ajudante que tinha ficado no lugar de Sefa, ela se arrumou. Gwen resolveu fazer algo que ela acreditava que nunca seria necessário. Ela iria para frente da batalha como todos os reis de Camelot fizeram até ali.

O que ninguém sabia era que Gwen, já algum tempo, vinha tendo aulas de lutas com Gwayne. Ela tinha falado a respeito com Leon, mas esse aconselhou para ela desistir alegando que uma rainha jamais poderia se expor tanto assim. Por isso, ela pediu ajuda a Gwyane e prontamente a ajudou ensinando lhe vários golpes de espada.

Durante esse tempo, Gwen pediu a um ferreiro para que ele construísse uma roupa de batalha do tamanho dela. Ao vesti-la agora ela se lembrou da cara de pouco caso que o ferreiro fez ao ouvir o pedido.

Após se vestir, a rainha desceu e foi se encontrar com sua tropa. Todos ficaram surpresos ao vê-la com roupa de batalha e segurando a espada que foi do rei Uther.

Após ter ajuda para subir no cavalo, Gwen foi para frente do batalhão e ficou emocionada por alguns minutos ao ver que aquele grupo não era formado apenas pelos cavaleiros de Camelot, mas era formado por homens, mulheres e jovens que conseguiam levantar uma espada.

Em seu cavalo branco, um presente dado a ela por Arthur quando eles ainda eram namorados. Posicionou-se em frente a todos e falou:

Gwen – Povo de Camelot, eu sei que muitos de vocês devem estar com o coração partido por nossos bravos cavaleiros não terem voltado. Não sabemos o que aconteceu com eles, o que sabemos é que existe um grupo de inimigos que estão à caminho para atacar e destruir Camelot. Eu como todos vocês desejo do fundo do meu coração que nossos corajosos homens estejam bem, mas não podemos esperar.

Enquanto Gwen falava todos a ouviam emocionados com o poder daquela mulher que alguns anos atrás eram uma serva e agora era uma poderosa rainha que deixava todos ali presentes orgulhosos. E Gwen emocionada continuou a falar:

Gwen — Não podemos permitir que esses homens destruam aquilo que levamos anos para construir. Por isso meu povo, peço-lhes que guardem suas lágrimas e se juntem a mim para defender nosso lar e impedir que a os cavaleiros que Camelot que saíram de nossas casas alguns dias não tenham partidos em vão. Hoje não seremos homens ou mulheres, rainha ou soldado seremos todos filhos de Camelot defendendo nosso lar e honrando nossos bravos que morreram por esse reino. Por Camelot.

Todos gritaram com a rainha e se posicionaram com espada, foice e o que pudesse servir de arma contra o inimigo. Após isso Gwen saiu do castelo e foi, com sua tropa, em direção ao campo aberto. Lá a tropa do inimigo que era antes liderada por Beroun, agora estava sobre o comando de Calteron, o braço direito de Beroun.

Os dois lados se posicionaram nos extremos opostos do campo aberto. Gwen estava tensa nunca tinha ido para um campo de batalha, mas como rainha, como uma Pendragon, ela se sentia na obrigação de estar ali.

O comando principal estava nas mãos de Dylan, um jovem que tinha se tornado cavaleiro por Sir Leon já algum tempo e era muito bom de estratégica. Filho de um nobre, ele era um dos poucos cavaleiros que Leon depositava total confiança depois de Percival e Gwayne e por isso ele tinha se tornado o chefe da guarda da rainha.

Dylan – Minha senhora. Aquele não é Beroun .

Gwen – Não?

Dylan – Não sei quem é, mas sei que não é o Beroun.

Gwen – Não importa quem seja, temos que manda-los de volta seja para onde for. Vamos seguir sua estratégia espero que tenhamos terminado antes do por do sol.

Do outro lado do campo de batalha, Calteron estava pronto para cumprir com a ordem que Beroun não lhe tinha dado, destruir Camelot custa o que custar.

Calteron – Meus caros, os homens que estão do outro lado tem uma rainha que não deve saber nada sobre luta e um grupo pequeno de soldados e alguns camponeses. Isso será a batalha mais fácil que já fizemos. E ao fim da luta dedicaremos nossa vitoria ao nosso senhor Beroun.

Após essas palavras Calteron deu ordens para os homens atacarem fazendo o maior barulho possível. Calteron acreditava que isso assustaria os camponeses deixando apenas os poucos soldados de Camelot no campo de batalha.

O que Calteron não levou em consideração era que aqueles homens e mulheres que estavam do outro lado defendiam sua terra e acima de tudo, muito deles queriam vingança já que acreditavam que os cavaleiros que tinha partido para a batalha dias atrás estavam mortos.

A luta começou. Apesar dos gritos dos homens de Calteron nenhum camponês fugiu da batalha todos estavam firmes esperando o comando de Dylan inclusive a rainha em seu cavalo branco. Assim, Dylan esperou. Ele sabia, dentro do que viu e ouviu dos cavaleiros que homens como Calteron lutavam sem uma estratégia básica. O único objetivo deles era seguir em frente atacando sem deixar nenhum sobrevivente para trás.

O primeiro passo de Dylan era saber quantos homens tinha do outro lado, por isso ele resolveu segurar o seu grupo e esperar até que todos os homens de Calteron estivesse no meio do campo. O segundo passo era usar a estratégia de cerca o inimigo. E com isso atacá-los por todos os lados sem hesitação.

Dylan – Majestade vamos nos dividir. Assim que eu der o sinal quero que você e seu grupo sigam para aquele lado o mais rápido possível e ataque. E eu e os outros iremos por aqui.

Assim foi feito. Ao primeiro sinal de Dylan, Gwen seguiu com o seu grupo à cavalo e Dylan cavalgou com o seu em outra direção em poucos horas Calteron e seus homens estavam cercados. Os homens de Calteron pareciam leões enjaulados e pareceram mais destruidores do que em campo aberto.

Os soldados atacavam dilacerando tudo que estava a sua frente. Gwen atacava todos que podia de cima de seu cavalo até que um soldado a jogou no chão e foi ai que a rainha teve a chance de por em prática o que tinha aprendido. Gwen usava a espada de Uther que mesmo sendo grande e pesada. Com Gwayne, ela aprendeu a lidar com aquele peso ao seu favor e por isso todos que a atacavam eram combatidos de volta com a mesma força.

Por ser uma mulher pequena a rainha era rápida, ao contrario dos soldados de Calteron que eram grandes e pesados e por isso muito lento. Mesmo assim sua rapidez não a impediu de ser cercada pelos soldados que gritavam todo o tipo de palavrões. A rainha chegou a ficar com medo, mas esse sentimento acabou quando ela percebeu que um grupo de cinco mulheres com suas espadas estavam se aproximando dela e assim sua força retomou e todas juntas continuaram a lutar. Do outro lado da batalha Dylan juntamente com o seu grupo continuavam com suas espadas lutando sem parar.

O campo aberto, que em outro momento era apenas uma grande pastagem, agora era um lugar repleto de sangue das duas partes. Homens, mulheres, mercenários, jovens estavam caindo um por um. Por mais que os que estavam de pé fossem heroicos, bravos a rainha percebia que estava perdendo.

Gwen começou a ficar desesperada. Parada no meio da batalha ela estava entrando em pânico quando uma jovem gritou por ela.

Jovem – Majestade.

Gwen – Não vamos conseguir. Não vamos conseguir. Onde está Dylan.

A rainha começou a gritar o nome do comandante da tropa.

Jovem se aproximou da rainha e então firme e direta falou com ela.

Jovem – Majestade, eu sei que a senhora esta com medo como eu também estou, mas estamos aqui no meio de uma batalha onde nossos homens, filhos e irmãos estão morrendo. Por favor, não os deixe agora. Eu acredito em você, acredito na Camelot que o rei Arthur começou a construir e que você está tentando manter. Por favor, erga a sua espada e mostre que a senhora é uma Pendragon e que tudo que disse é realmente possível antes que seja tarde demais.

Gwen ouviu cada palavra dita pela jovem. Ela fechou os olhos e no meio de todos os gritos de desespero e de matança que acontecia em sua volta, ela se lembrou do sorriso do seu filho. E a vontade de vê-lo de novo, de ouvir aquele sorriso outra vez a fez levantar sua espada com todos as força e junto com a jovem, que ela nunca tinha visto antes, lhe mostrou qual era seu papel ali

Gwen seguiu na luta. O que reavivou a força e determinação do povo de Camelot. E essa determinação ficou ainda mais forte quando os todos avistaram ao longe a bandeira do dragão que era o símbolo de Camelot segurada por Percival que era seguido por Gwayne, Leon e todos os cavaleiros que sobreviveram nas montanhas do norte.

A luta voltou a ficar equilibrada. Todos lutavam com honra, no entanto quando Leon avistou Gwen no meio da batalha toda ensanguentada, uma raiva tomou conta dele. Com isso o leal cavaleiro se virou e gritou para que não houvesse prisioneiros. Ou seja, todos os inimigos deveriam ser mortos.

A luta foi até o por do sol com a vitória esmagadora de Camelot. Gwen foi aplaudida por todos os presentes, mas ao invés de receber a gloria sozinha ela passou para o jovem comandante Dylan para quem a rainha fez uma reverência uma honraria muito grande para um cavaleiro.

Após o fim da luta e todos os inimigos mortos, os sobreviventes de Camelot voltavam para o castelo a onde recebiam cuidados médicos de Gaius e seu pequeno grupo de ajudante formado por sua maioria por jovens os quais não tinham condições de segurar uma espada.

Gwen era uma das pessoas atendidas. Ela tinha sido ferida na perna esquerda.

Gaius – Você me surpreende a cada dia Gwen.

Gwen — Não se sinta assim Gaius. Por um momento eu quase perdi. Se não fosse por uma jovem talvez eu não estivesse aqui. Depois me ajude a encontra-la, ela deve estar aqui em algum lugar.

Antes de Gwen terminar descrever como era a jovem que a ajudou, Leon entrou na enfermaria improvisada gritando com a rainha.

Leon – Você é louca?

Gwen ficou assustada, Leon nunca tinha levantado a voz para ela nem mesmo quando eles eram crianças.

Leon – Você deve ter enlouquecido. Esses anos ao lado de Arthur te transformaram em uma mulher imprudente.

Gwen – Leon acalmasse. Eu estou bem.

Leon – Você é a rainha de Camelot. Não tinha que esta no meio de uma batalha. Aquilo não é para uma mulher.

Gwen respirou fundo. Ela, que estava deitada em uma maca se levantou e de uma maneira desajeitada, já que sua perna estava com um corte. Ela se posicionou na frente de Leon.

Gwen – Sou uma mulher e como muitas nesse lugar estavam no campo de batalha defendendo meu lar e o do meu filho. Sei que você está gritando comigo por estar preocupado com a minha segurança, mas devo dizer que você não deve se comportar assim de novo no futuro.

Após isso Gwen andou em direção a saída da enfermaria, mas antes virou –se para trás.

Gwen – Vou para os meus aposentos trocar de roupa e gostaria de ver Percival, Gwayne e o senhor Leon na sala do trono em alguns minutos. Eu quero noticias da batalha que aconteceu nas montanhas do norte.

Gwen voltou e seguiu em frente. Na enfermaria um silêncio incomodo fez Leon ir para seu quarto também.

Nos seus aposentos Gwen, com a ajuda de uma jovem, retirou sua armadura e sentiu certo alivio. Naquele momento ela sentou em uma cadeira e pediu para ficar sozinha. Gwen entrou na banheira que tinha sido preparada para ela e ali ficou encolhida com os olhos fechados.

O silencio do quarto acabava sendo inundada pelos sons dos gritos dos homens e mulheres que morreram na batalha. Gwen estava ali encolhida e não se conteve e longe de olhares ela chorou como nunca antes. Seus pensamentos foram para as várias batalhas que Arthur tinha vivido e como ele conseguia lidar com todos aqueles gritos.

Ela se lembrou da voz da jovem e isso a fez terminar o banho rápido, pois uma rainha não tem tempo para lágrimas, pensou ela.

Assim, uma hora depois todos estavam na sala do trono.

Gwen – Diga-me o que aconteceu.

Leon – Merlin está bem. E de certo modo Arthur também, já que fantasmas não podem ser mortos.

Percival – Conseguimos derrotar os homens de Beroun, mas como vocês viram um grupo passou por nós e sentimos muito por isso.

Gwen – Tudo bem Percival. Mas onde está Merlin? E por que eu não vejo e nem sinto o Arthur?

Gwayne, Percival e Leon se olharam, mas foi Leon que contou.

Leon – Merlin e Arthur estão indo para o Caldeirão de Ariarrhod com Morgana.

Nessa declaração Leon omitiu a informação de que depois de conseguir salvar Morgana, Arthur e Merlin serguiriam para a Caverna de Cristal para tentar trazer o rei de volta.

Gwen – Como assim?

Leon – Eu não sei ao certo, mas pelo que Arthur me disse eles estavam tentando salvar Morgana.

Gwen – E isso é possível?

Gaius – Merlin é realmente um jovem inteligente. Se existe um lugar a onde o mal pode ser tirado de Morgana esse lugar é o Caldeirão de Ariarrhod. Foi lá que ele salvou você, majestade, do ritual das mandrágoras.

Gwayne – Mas depois de tudo que Morgana fez contra nós e o reino? Por que salva-lá?

Gaius – Não podemos esquecer que antes de tudo isso acontecer Morgana é a irmã de Arthur e ... espero que essa informação nunca saia dessa sala.... Morgana também é o grande amor de Merlin. E se ele descobriu um jeito de trazê-la de volta ele vai tentar.

Gwayne – Uau, eu nunca pensei em Morgana e Merlin. E a Sefa? E o casamento?

Gwen – Essas perguntas serão respondidas em outro momento. Agora o que faremos? Ficaremos aqui esperando?

Gaius – Temos muitos feridos para cuidar e muitos mortos para enterrar. Temos bastantes coisas para fazer até termos noticias dos dois ou dos três.

Após isso todos saíram da sala do trono e foram cuidar das coisas que tinham quer ser feita para que o reino voltasse o quanto antes ao seu ritmo antigo.

No caminho da saída Gwen segurou o braço de Leon.

Gwen – Você viu Arthur? Ele estava bem?

Leon – Para um morto ele estava muito bem minha senhora.

Gwen sorriu. Ela se sentia uma tola se preocupando com o marido mesmo sabendo que ele já estava morto.

Aproveitando o momento que estavam a sós, Leon resolveu pedir desculpas.

Leon – Peço desculpas da forma como falei. Eu estava nervoso. Vê-la ferida e suja de sangue me deixou totalmente atordoado.

Gwen segurou nas mãos de Leon.

Leon – Agradeço a preocupação. Eu entendo a sua reação. Na verdade vi Arthur fazer isso algumas vezes e a mesma coisa que eu disse a ele, digo a você. Eu consigo me erguer. Eu tive muito medo no meio da batalha, mas com ajuda de uma jovem que ainda preciso encontrar conseguir seguir em frente. Então não se preocupe comigo.

Leon – Não consigo evitar. E a senhora sabe bem disso.

Gwen ficou ruborizada com aquelas palavras e também pelo fato de Leon ter chegado tão perto de seu rosto para falar aquilo.

Gwen – Eu sinto muito se algum dia eu encorajei alguma coisa. Não foi a minha intenção.

Leon – Eu é que peço desculpas por ter acreditado em algo impossível desde sempre.

Leon respirou fundo e tentou controlar seu desejo intenso de beijar a rainha e para evitar maior constrangimento ele deu um passo para trás. E tentou procurar outro assunto.

Leon – Acho que podemos mandar aviso para Eldor de que Camelot esta segura. Acredito que a senhora esteja com saudades do pequeno Arthur.

Gwen – Sim, foram só alguns dias e já estou com saudades daquele sorriso. Mas não sei se a viajem até Eldor e a volta seria segura. Devem existir ainda soldados de Beroun espalhado pelo reino.

Leon – Não se preocupe minha rainha. Eu mandarei os melhores homens que ainda estão de pé para busca o jovem príncipe e todas as outras crianças.

Após isso Leon fez uma reverência a rainha e saiu para o pátio organizar os homens para ir até Eldor. Gwen ficou no corredor olhando para ele e se lembrou de que alguns anos atrás era ela que viveu um amor impossível, mas que consegui realizar. No entanto, no caso do Sir Leon isso jamais seria possível, pois o coração dela pertencia a um único home Arthur Pendragon.