Menti

1 Capítulo 1 Minha surpresa confusa(capitulo único)


Notas iniciais
bem, essa é minha primeira fanfic por isso tenha paciência vou melhorar.
talvez seja mais evidente e corriqueiro vocês apreciarem meus poemas.
esperem que gostem.

Ao passear de bicicleta no bairro da minha antiga residência reparo as mudanças ali. Pelo desenvolvimento de urbanização o lugar virou uma favela.

Quando chego à minha antiga casa que era: dois andares, de cor verde e vermelha. Percebo mudanças evidentes nela. Antes era toda de madeira, conveniente sobre palafitas de madeira que a sustentava sobre o igarapé. Antes suas aguas eram barrentas, entretanto me deparava com ela sendo verde, não cristalino, mas consistente, como se ali musgo da lama fosse “diluída” tornando-a viscosa, porém fluida como sendo de corrente.

Logo que parei minha bicicleta dentro da casa, que estava com a parte de baixo ampla como se ali em construção estava a ser feito um comercio. Olhei para o fundo os meus tios estavam a minha espera, entretanto com os meus pensamentos perante lembranças e observações distraia-me. Visto posto duas figurinhas, crianças em bicicletas de acordo com seus tamanhos. O mais velho aparentava ter oito anos enquanto o outro uns seis. O estanho era que estavam portando armas, mas não de fogo, nem convencionais, mais sim feitas por um papel enrolado, como uma embalagem de papelão.

Assim, pararam então me disseram:

-moça, você não me ouviu chamar não? Isso é um assalto!- o mais velho me abordou. Indignada pela situação, perguntei-lhes o porquê e se a mãe deles sabia. Eles ficaram acuados, dizendo ser fome. Desse modo eu parecia, como sempre, histérica. Pedi que chamasse sua mãe. Ela morava ao lado da casa que pertencia agora ao meu tio, este por parte de mãe, e a casa que antes morei pertencia ao meu avô por parte de pai.

Quando me deparei com a figura, não expressei nenhum espanto, como se fosse natural, não era uma mulher e sim uma gata de minha altura sobre duas pernas, ao contrario das crianças ela era bem cuidada e bonita para sua espécie; com pelos magníficos brancos e apresentava uma mancha preta por todo seu dorso desde a cabeça até o rabo. O estranho era que essa macha era contornada por uma singela coloração verde parecia uma... alienígena.

Por assim disser repeti tudo o que disse aos meninos, ela não deu tanta importância esnobou completamente. Em uma forma de me acuar ela me rodeava como se eu fosse uma pressa, ela estava com fome? Eu não ia perguntas, pois eu seria a presa.

Então, acompanhei o movimento, como uma dança tribal, assim sendo fiquei no lugar que ela estava no canto da sala. O mais surpreendente estava por vir, ela sofreu uma metamorfose e se transformou em uma cobra: grande, negra. Desenhou uma circunferência que depois magicamente virou um círculo verde. Ela falava “pula querida” quando dei por mim estava subindo entre as paredes do canto da sala, ela se movimentava rodopiando.

Sendo assim, meu tio a pegou pelo pescoço e na fenda da porta para o elevado que madeira, como se fosse uma continuação da antiga casa que não houvera visto, ele a jogou. Só que a voz dela ecoava na minha cabeça. Para com nada comecei a bater nas figas de madeira que dava para ser vista pala fenda de lá começaram a cair peixinhos, mas em formas de girino de sapo. Eles eram pretos e a parte do centro era de um vermelho sangue.

A voz da cobra me conscientiza falando “queridinha, mais! Porque isso não vai ser bom para você”. Estava abaixada, levantei sucessivamente meu tio estava atrás de mim, eu descrevi o “peixe” e como negação ele me disse que esse peixe não causava nada.

Nesse mesmo dia a parte da frente da construção, antes aberta sem nada em uma parede estava fechada com apenas uma porta estreita, sem janelas e fiação elétrica, mas a porta dos estava aberta, na verdade não tinha porta apenas p buraco que iluminava bem o lugar. Ao fundo perto da porta na horizontal via um sofá de dois lugares preto, tinha uma calça minha jogada no chão. Quando fui em direção dela todo o chão ficou preto com reluzente verde com a textura de escama de cobra, aquela cobra.

Fui ao encontro e peguei a calça lá dentro avançando e saindo de uma das pernas quando minha mãe chagava perto, assim sem sucesso da abordagem ela estava passando pela outra que estava perto da minha perna. Ela avançou eu percebi apenas onde sua cabeça estava, sem medo, sem reação eu estava lá, normal. Meu tio veio e o indiquei onde e ele a pegou no bote. Levou-a pelo pescoço olhei nos seus olhos ódio e dor.

Não sei o que aconteceu com ela, não sei dos meninos, não sei nem se eram meninos; não vi minha tia, só no momento que logo cheguei. Fiquei confusa, pois logo acordei já que fora do meu sonho eu tinha que estudar porque o pior era a vida real com a insegurança. As cobras são as pessoas com suas mediocridades, com seus medos, com suas manias, com suas maldades. As vitimas do sistema é aquele que fora injustiçado. Fazer a diferença é uma meta a ser buscada.

Notas finais
não sei como classifica-la ainda estou me adequando a isso, espero que gostem.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!