Notas iniciais
OIE voltei!!!
Boa leitura.

- Está demorando muito. — reclamou Edmundo.

- Não está demorando, nós é que chegamos cedo. — expliquei.

- Lá vem! — comemorou Lucia apontando para o trem que se aproximava.

- Até que fim! — Disse Ed.

A porta do trem parou bem a nossa frente na plataforma. Ela abriu e muitas pessoas saíram atrapalhando a visão. Tive que ficar na ponta dos pés para conseguir ver.

- Ali está ele! — Lucia apontou para a porta.

Foi aí que eu vi o rapaz loiro dos olhos azuis, ele estava mais alto...

Lucia sinalizou para ele foi quando ele nos viu. Abriu um sorriso. Lucia correu em sua direção pendurando-se no seu pescoço, ele por sua vez girou-a. Ele e ela, meio tontos, vieram até nós.

- Su, quanto tempo! — queria girar-me também.

- É faz tempo sim, agora pode me pôr no chão.

- Nossa, que recepção. — devolveu-me à plataforma, sorriu para mim e eu não resisti, sorri de volta e abracei-o.

- Senti saudades.

- Eu também.

- E aí, Ed?

- Fala, Pedro. — os dois se abraçaram dando tapinhas nas costas um do outro.

- Vamos? — chamou Lucia animada.

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- Quer ajuda com a bagagem? — perguntou Edmundo.

- Não precisa. — Pedro deitou sua mala no sofá e jogou-se no mesmo ao lado dela. Pendurei o casaco no cabide ao lado do de Lucia, sentei no sofá em frente ao que Pedro estava e tirei os sapatos deixando minha bolsa ao meu lado. — Eu trouxe presentes. — Anunciou pondo a mala no colo. Lucia sentou-se curiosa ao lado dele. Edmundo permaneceu de pé. Pedro abriu o zíper e do meio das poucas roupas que trouxe tirou um embrulho de papel pardo que parecia guardar uma esfera pequena. — Lu. — entregou-o a ela. — Ed. — deu a ele um embrulho do mesmo papel, só que em forma cilíndrica. — Su. — Estiquei-me para pegar meu presente de suas mãos.

- Pedro, que lindo! — sorriu Lucia. Ela chacoalhava um globo de neve, ao parar a neve caia sobre a antiga mansão do professor Kirke, uma replica perfeita, a frente da casa uma charrete puxada por um cavalo branco guiado por uma senhora, e, atrás, haviam quatro crianças com malas. Encantava qualquer um.

- Puxa, eu ainda não tinha desse modelo, obrigado. — Disse Edmundo manuseando seu presente.

- Outra lanterna, Ed? — questionei.

- Estou colecionando. — explicou ele.

- E o seu, Susana? — Cobrou Lu.

Desembrulhei o presente e meu coração saltou. Hipnotizada tomei o instrumento em mãos mostrando aos outros. Admirei o belo leão esculpido na ponta e a leve forma de meia-lua.

- Pedro... — foi o que consegui dizer.

- Uma replica perfeita, não é?

- Linda... É idêntica a trompa verdadeira... Obrigada...

- Eu vou guardar esta junto das outras. — Ed subiu as escadas.

- Está com fome? — Perguntou Lucia a Pedro.

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No dia seguinte tomávamos café todos juntos, Pedro lia a carta do banco.

- Su, tem certeza que não quer que papai saiba? — perguntou.

- Não é que eu não queira, é que não adianta.

- Bom, quando antes resolvermos isso melhor. Vou hoje mesmo falar com esse tal sr. Wonderwood. — Falava já se levantando. — Ah, antes que eu me esqueça. — voltou. — Professor e Dona Marta mandaram lembranças. — saiu.

Notas finais
Espero que tenham gostado.

Rewies? Recomendações? Tijoladas?

Todos são bem vindos!

Beijokas!!