Mental
4 Deadpool.
Notas iniciais
N. Fury:
Eu confesso que quando Zoe gritou, eu já sabia que algo ruim estava para acontecer. A explosão teria nos matado se não fosse por ela. Então aquela figura de roupa preta e vermelha entra por um buraco dizendo:
– Bom dia pessoal! Estou procurando uma garotinha de 13 anos com cabelos brancos e potencial pra matar muita gente. Sabe onde ela está?
– Na sua frente. — diz minha filha com toda a coragem e determinação (se não fosse adotada, eu diria que puxou o pai!).
– Parece que não é mais uma garotinha.
– Pessoas cressem. Sabe como é, não?
Aquele psicopata deu uma risada e disse: — Zoe, não é? Eu devo admitir que você faz jus ao nome!
– Não vi graça. Veio aqui só pra isso?
– Você sabe pra que eu vim aqui.
Peguei Cléo pelo braço e a levei para trás da mesa. Zoe o arremessa na parede e ele tenta atirar, mas ela parou as balas no ar. Sendo assim, fez as balas voltarem contra ele, mas ele se regenerou dos tiros. Então, ele decide usar suas espadas e faz dois cortes nela: um no peito e outro na barriga. Isso a fez soltá-lo, mas, para meu alívio, ela também se regenerou. Ele a atacou com as espadas, mas não importava o que ele fizesse, ela não morria.
No meio da confusão, olhei para Cléo e disse: — Vou nos tirar daqui.
Eu a abracei e tentei sair sem ser visto, mas Deadpool nos viu e atirou no peito de Cléo. Por dentro, eu entrei em pânico, mas não demostrei o mesmo por fora. Tentei a manter acordada, mas não pude. Foi quando Zoe olhou para nós dois preocupada. Dando a chance do mercenário acertar a cabeça dela com força. Wilson era muito forte e Zoe acabou desmaiando. Antes de sair, ele deixou bem claro:
– Isso ainda não acabou. Quando ela acordar, me liguem!
E saiu, simplesmente pulando da janela como um louco! Então, pedi ajuda, já que minha filha mais velha estava desmaiada e a mais nova foi baleada. Foi horrível ver aquilo. Uma enorme agonia. Parecia que eu estava em um pesadelo, mas era real. Cléo foi salva e Zoe ficaria bem de qualquer formam, mas precisei tomar medidas drásticas. Pelo bem de Zoe...
N: Prof. Xavier.
Era só mais um dia normal na minha escola. Eu observava meus alunos e lia os pensamentos de cada um. Grande parte parecia feliz. Foi quando uma de minhas alunas, Paôla Fllin, uma vidente, bateu na porta. Pedi que ela entrasse:
– Professor, você sabe que Jean é a única classe 5. — ela já entra falando.
– Diga o que foi, Paôla. — pedi
– Há outra. Você nunca a encontrou, ela tem escudos muito fortes, entrar na mente dela é complicado. Você irá conhece-la hoje.
– Muito obrigada por avisar. — eu disse um tanto chocado, lendo a lembrança da visão que ela teve.
– Você acha que ela...
– Sim. Pelo que você viu, existem razões para se achar isso.
Ela se despediu e saiu. Mas eu sabia que ela iria voltar. Ela voltou e disse: — Vou com você.
Sorri e disse: — Só estou esperando ele ligar.
Ela ficou meio irritada, mas isso era normal. Paôla pensou irritada “Pior é que o professor sabe que eu me sinto uma inútil sempre que ele faz isso.”. Não rir foi complicado. O telefone tocou logo depois: era Nick Fury.
– Preciso que venha até aqui.
– Tudo bem. Já estou sabendo.
Então, fomos eu, Tempestade e Profetiza (como chamamos Paôla as vezes). Nós três chegamos lá umas 04h25min, e fomos recebidos pelo próprio diretor Fury. Ele nos levou à uma sala e eu entrei sozinho. Lá, havia uma mulher jovem de olhos castanhos e cabelos curtos e brancos. Então, me aproximei dela, senti que ela tentou ler minha mente e não conseguiu.
– Eu sei quem você é, Charles Xavier. — ela afirma.
– Então se apresente!
– Zoe Michell. — ela me interrompe.
– Zoe, você sabe para que vim aqui.
– Sei. Não. Minha resposta é não.
– Escute, minha cara...
– Não vou para a sua escola. Meu lugar é aqui. Não quero deixar minha irmã e... — de furiosa, seu rosto começa a mostrar em seu rosto o medo. — Onde ela está?!
– Quem?
– Cléo! Minha irmã! Onde ela está?! Ela...
– Tudo bem. Seu pai me contou que ela foi baleada, mas já está bem.
– Não vou para a sua escola. — ela volta se enfurecer.
– Posso entrar em sua mente?
– Nunca!
– Pro seu bem! — tento insistir.
– Já disse que não! — ela empurra minha cadeira para trás.
– Zoe! Eu não vou insistir, mas acho que você não é tão jovem assim.
– Eu realmente não tenho 27.
– Nem 45.
Eu a assustei. — Como você sabe?
– Uma aluna conversou com você... daqui há alguns dias.
– Uma vidente entre vocês? Também sou.
– Interessante. Acho que você passou por muita coisa. Posso ver?
Enfim ela abaixa os escudos. E o que vi foi impressionante e assustador. Ela passou por muitas coisas. Depois disso, eu olho nos olhos dela, que chorava, e pergunto:
– Quem mais sabe da verdade, Zandaia?
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