Notas iniciais
Primeiro capítulo, espero que gostem, como eu havia dito nos avisos, eu aceito sugestões e críticas, e comentários me ajudam a escrever mais rápido, se sinta livre para criticar, dar sugestões, enfim diga o que quiser.
Boa Leitura!
Acordei pensando em como poderia tornar o meu dia menos cotidiano levantei, penteei meus longos cabelos louros, escovei meus dentes e passei lápis em meus lindos olhos verdes. Vesti o meu vestido favorito aquele que é branco e cheio de rendas bem a minha cara. Desci as escadas de minha grande e exagerada casa e como de costume minha mãe estava vestida de branco (Ela é uma cirurgiã plástica.) e estava tomando um cappuccino como sempre. O meu pai? Nunca soube quem é. Minha mãe me diz que ele é um ator mal-sucedido. Mas sinceramente não faço questão nenhuma de conhecê-lo. Ele não é digno do meu amor já que nunca quis me conhecer. Comi meus ovos com bacon como de costume e fui pegar minha mochila para ir para escola, minha mãe já estava retirando o carro da garagem quando corri para atravessar a rua. PUUM! Foi a última coisa que eu ouvi.
– Jane! Minha filha! — Gritava minha mãe desesperada. Quando minha mãe olhou pra mim e percebeu que mesmo eu tendo sido atropelada não havia um arranhão em meu corpo se sentiu aliviada, mas quando percebeu que eu não abria os olhos e não respondia aos seus chamados se desesperou novamente. Então rapidamente chamou uma ambulância e disse seu nome e endereço em menos de 10 minutos a ambulância chegou, me colocaram em uma maca e quando recuperei os sentidos o que ouvi foi:
– Você não sabe a sorte que tem, ela poderia ter tido um traumatismo. — disse a voz de um homem.
– Quando ela será liberada? — Perguntou uma voz feminina que logo reconheci. Minha mãe
– Ela está bem, daqui a uma hora vocês já podem ir.- Respondeu a voz masculina que deveria ser o médico.
Foi quando ouvi passos acelerados e a porta logo se abriu e uma voz feminina falou:
– Cadê a Jane? Como ela está? Meu deus o que vai ser de mim sem a minha BFF? – Uma voz falou que eu logo reconheci. Lilly e provavelmente Katy devia estar lá também.
Lentamente abri os olhos e emiti um som. Todos olharam pra mim. Desde Lilly com sua pele negra brilhando a Katy com seus arregalados olhos azuis, minha linda mãe que tinha os curtos cabelos negros encaracolados bagunçados me olhou e disse:
– Filha, você acordou.
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Quando cheguei em casa, vi muitos rostos, mas não quis falar com nenhum deles. Eles iam entender afinal, eu fui atropelada preciso de repouso. Subi as escadas e entrei no meu quarto. Eu tinha uma sensação estranha crescente de que eu deveria lembrar de algo.
Percebi que eu não cheirava bem e entrei no banheiro, me despi, abri o chuveiro e entrei na água. Normalmente eu tomo banho de banheira, mas com certeza hoje não é um dia normal. Sai do banheiro e ainda nua me coloquei de frente de um grande espelho, o meu espelho. Cada vez mais eu tinha a certeza de que havia algo importante para eu lembrar, mas o que era? Abri meu armário e peguei meu pijama vermelho com rendinhas que mais parecia um vestido da Marilyn Monroe e o vesti, olhei para cama e parecia arrumada para alguém dormir. Esse alguém era eu, fitei a cama por alguns segundos e ela me pareceu confortável. Deitei e fechei os olhos.
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Abri os olhos e lá estava eu na manhã de hoje, estava atravessando quando vi um par de lindos olhos azuis arregalados. E lá estava eu novamente deitada no chão. Minha mãe novamente desesperada e a ambulância chegando. O homem que estava dirigindo saiu do carro quando eu já estava na ambulância. Minha mãe o ignorou completamente e entrou na ambulância e o homem novamente em seu carro. De repente abri os olhos e estava no meu quarto novamente.
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Notas finais
Em breve saberão mais do "problema"
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