Notas iniciais
Bem, aqui estou eu, eu gostaria de agradecer muuuito aos leitores que comentam a história e aos que favoritaram, nem preciso dizer que uma recomendação me deixaria nas nuvens, então esse capítulo foi mega difícil de escrever, eu quero agradecer muito a minha divosa professora de Artes/BFF Karen Margui por me ajudar a ajustar algumas coisas, gostaria de agradecer também imensamente as minhas colegas de classe Gilciane Oliveira e Katlen Mota pela ajuda com a "inspiração." Sem mais para hoje! Boa Leitura!



– Você pirou? — Eu perguntei confusa e Thomas riu.

– Qual é a graça? — Falei com a mão na cintura.

– A graça é que eu sei que me quer tanto quanto eu quero você. — Ele disse se aproximando de mim.

– Eu não esqueci o que fez comigo. — Eu disse cortando o assunto e sai andando em direção à minha casa.

– O quer que faça para entender que eu te amo? Me mate? Fala sério, isso já está ultrapassado desde o tempo dos nossos amiguinhos de Verona. — Thomas falou e eu não pude conter o riso.

– Só que eu não sou puro como o Romeu e você, bem, é uma versão mais Paris Hilton da Julieta! — Thomas continuou gritando, eu me virei e cruzei os braços.

– Você não vai mesmo ir embora né? — Perguntei ainda de braços cruzados.

Então ele veio até mim e sussurrou no meu ouvido:

– Se você jurar que não me ama, eu nunca mais te perturbo.

Eu sorri, isso seria com toda certeza fácil pra mim.

– Eu juro que não te... — Eu comecei a falar porém não consegui terminar a frase.

– Porra! Eu te amo! Que droga! — Eu gritei e Thomas sorriu.

– É você me ama, ainda bem que me ama, então você não vai se queixar se eu... — Ele falou e colou seu corpo ao meu, lentamente colou também seus lábios aos meus e logo eu já estava completamente fora de mim.

– Isso é tão errado. — Eu falei entre beijos e abri a porta de minha casa

– Não é errado ser feliz! — Ele me respondeu me deitando no sofá da sala e pondo-se no meio das minhas pernas.

– Ah Jane! Porquê nos torturou todo esse tempo? — Thomas me questionou e eu apenas o puxei pra mim.

Logo vestíamos apenas roupas íntimas e eu estava no colo de Thomas.

– Se quiser parar, diga agora. — Ele disse afastando uma mecha de cabelo de meu rosto.

– Eu quero ser sua. — Eu falei segura.

Ele apenas sorriu maliciosamente e me deitou novamente no sofá, então estávamos nus e ele entrava em mim lentamente, senti uma pequena dor de início então gritei:

– Para!

– Está machucando? — Ele perguntou

– Tá, mas continua. — Eu respondi e voltei a beijá-lo.

– Eu amo você. — Thomas disse colando sua testa na minha.

– Eu também amo você, muito. — Respondi ofegante.

Thomas saiu de cima de mim, e fez carícias até que eu dormisse repousada em seu peito.

O sol iluminava a sala de minha casa quando abri os olhos.

– Ei! Já está quase na hora de minha mãe chegar! — Eu falei balançando Thomas que ainda dormia, e nu! Que vista pro paraíso.

– Para de ser chata! Diz pra ela que eu imendei o jantar com o café da manhã. — Ele respondeu abrindo os olhos e se levantando.

Não entendi o motivo, mas meus olhos foram logo parar em seu orgão sexual.

– Você pode... Hã... Se vestir? — Eu falei pondo as mãos em meus olhos.

– Porque você não aproveita pra ter uma aula de anatomia? — Ele respondeu malicioso.

– Não seja imbecil! — Eu falei com raiva e ele gargalhou.

Thomas foi tomar banho no meu quarto enquanto eu tomei no de minha mãe, logo eu vestia um vestido fresco e descia as escadas quando me deparei com a cena dele vestindo seu Jeans escuro com sua camiseta branca desabotoada.

"Céus, porquê tão gostoso?"

– Vocês não comem não? Estou tentando preparar um café da manhã, mas está complicado. — Ele falou sorrindo.

– Você quer é que eu fique gorda! Isso sim! — Respondi revoltada.

– Não! Na verdade quero que continue magra, assim fica indefesa e vai ser obrigada a realizar todos os meus caprichos. — Ele respondeu malicioso.

– Quem disse que sou indefesa? — Perguntei puxando seus cabelos molhados.

Em resposta ele puxou os meus e me empressou contra o balcão.

– É a lei da selva, o maior vai sempre dominar o menor. — Ele sussurrou em meu ouvido e saiu de cima de mim.

– Por um momento pensei que estava em 50 tons de cinza.– Falei suspirando e ele gargalhou.

– Então você prefere o estilo violento? — Ele perguntou com deboche.

– Claro! Lembre-me de não esquecer meu chicote da próxima vez. — Eu respondi entrando na brincadeira.

– Ai. — Thomas sussurrou.

Depois de comermos me despedi dele com um beijo, logo depois que ele foi embora eu me deitei em minha cama, mas levantei quando meu telefone tocou.

– Oi Katy! — Respondi.

– Eu e a Lilly estamos indo ai ok? — Katy respondeu do outro lado da linha.

Alguns minutos depois elas chegaram.

– Entrem! — Eu falei e elas entraram, Katy vestindo shorts jeans e uma camiseta do Bob Esponja e Lilly uma saia jeans e uma blusa sem alças também jeans.

– Porque não apareceu na escola? — Katy perguntou.

– Amigas, se preparem para a bomba. — Eu falei e as dois arregalaram os olhos.

– Fala logo, você está me assustando. — Lilly falou mexendo nos cachos castanhos.
– Jane Sparks, não é mais virgem! – Eu falei e as duas me olharam perplexas.
– Como assim? Você e o Brad? – Katy perguntou.
– Não! Claro que não! Eu e o Tom. – Eu respondi.
– Tá bom, agora conte detalhes! – Lilly falou desesperada e eu ri.
– Tudo bem. – Eu disse pensando em como meu dia seria longo.

Notas finais
* Amiguinhos de Verona -> referência a Romeu e Julieta. * Paris Hilton -> Socialite americana. Gostou? Não deixa a história morrer!