Menino Rude, Garota Mimada.
22 Porra! Eu te amo!
Notas iniciais


– Você pirou? — Eu perguntei confusa e Thomas riu.
– Qual é a graça? — Falei com a mão na cintura.
– A graça é que eu sei que me quer tanto quanto eu quero você. — Ele disse se aproximando de mim.
– Eu não esqueci o que fez comigo. — Eu disse cortando o assunto e sai andando em direção à minha casa.
– O quer que faça para entender que eu te amo? Me mate? Fala sério, isso já está ultrapassado desde o tempo dos nossos amiguinhos de Verona. — Thomas falou e eu não pude conter o riso.
– Só que eu não sou puro como o Romeu e você, bem, é uma versão mais Paris Hilton da Julieta! — Thomas continuou gritando, eu me virei e cruzei os braços.
– Você não vai mesmo ir embora né? — Perguntei ainda de braços cruzados.
Então ele veio até mim e sussurrou no meu ouvido:
– Se você jurar que não me ama, eu nunca mais te perturbo.
Eu sorri, isso seria com toda certeza fácil pra mim.
– Eu juro que não te... — Eu comecei a falar porém não consegui terminar a frase.
– Porra! Eu te amo! Que droga! — Eu gritei e Thomas sorriu.
– É você me ama, ainda bem que me ama, então você não vai se queixar se eu... — Ele falou e colou seu corpo ao meu, lentamente colou também seus lábios aos meus e logo eu já estava completamente fora de mim.
– Isso é tão errado. — Eu falei entre beijos e abri a porta de minha casa
– Não é errado ser feliz! — Ele me respondeu me deitando no sofá da sala e pondo-se no meio das minhas pernas.
– Ah Jane! Porquê nos torturou todo esse tempo? — Thomas me questionou e eu apenas o puxei pra mim.
Logo vestíamos apenas roupas íntimas e eu estava no colo de Thomas.
– Se quiser parar, diga agora. — Ele disse afastando uma mecha de cabelo de meu rosto.
– Eu quero ser sua. — Eu falei segura.
Ele apenas sorriu maliciosamente e me deitou novamente no sofá, então estávamos nus e ele entrava em mim lentamente, senti uma pequena dor de início então gritei:
– Para!
– Está machucando? — Ele perguntou
– Tá, mas continua. — Eu respondi e voltei a beijá-lo.
– Eu amo você. — Thomas disse colando sua testa na minha.
– Eu também amo você, muito. — Respondi ofegante.
Thomas saiu de cima de mim, e fez carícias até que eu dormisse repousada em seu peito.
O sol iluminava a sala de minha casa quando abri os olhos.
– Ei! Já está quase na hora de minha mãe chegar! — Eu falei balançando Thomas que ainda dormia, e nu! Que vista pro paraíso.
– Para de ser chata! Diz pra ela que eu imendei o jantar com o café da manhã. — Ele respondeu abrindo os olhos e se levantando.
Não entendi o motivo, mas meus olhos foram logo parar em seu orgão sexual.
– Você pode... Hã... Se vestir? — Eu falei pondo as mãos em meus olhos.
– Porque você não aproveita pra ter uma aula de anatomia? — Ele respondeu malicioso.
– Não seja imbecil! — Eu falei com raiva e ele gargalhou.
Thomas foi tomar banho no meu quarto enquanto eu tomei no de minha mãe, logo eu vestia um vestido fresco e descia as escadas quando me deparei com a cena dele vestindo seu Jeans escuro com sua camiseta branca desabotoada.
"Céus, porquê tão gostoso?"
– Vocês não comem não? Estou tentando preparar um café da manhã, mas está complicado. — Ele falou sorrindo.
– Você quer é que eu fique gorda! Isso sim! — Respondi revoltada.
– Não! Na verdade quero que continue magra, assim fica indefesa e vai ser obrigada a realizar todos os meus caprichos. — Ele respondeu malicioso.
– Quem disse que sou indefesa? — Perguntei puxando seus cabelos molhados.
Em resposta ele puxou os meus e me empressou contra o balcão.
– É a lei da selva, o maior vai sempre dominar o menor. — Ele sussurrou em meu ouvido e saiu de cima de mim.
– Por um momento pensei que estava em 50 tons de cinza.– Falei suspirando e ele gargalhou.
– Então você prefere o estilo violento? — Ele perguntou com deboche.
– Claro! Lembre-me de não esquecer meu chicote da próxima vez. — Eu respondi entrando na brincadeira.
– Ai. — Thomas sussurrou.
Depois de comermos me despedi dele com um beijo, logo depois que ele foi embora eu me deitei em minha cama, mas levantei quando meu telefone tocou.
– Oi Katy! — Respondi.
– Eu e a Lilly estamos indo ai ok? — Katy respondeu do outro lado da linha.
Alguns minutos depois elas chegaram.
– Entrem! — Eu falei e elas entraram, Katy vestindo shorts jeans e uma camiseta do Bob Esponja e Lilly uma saia jeans e uma blusa sem alças também jeans.
– Porque não apareceu na escola? — Katy perguntou.
– Amigas, se preparem para a bomba. — Eu falei e as dois arregalaram os olhos.
– Fala logo, você está me assustando. — Lilly falou mexendo nos cachos castanhos.
– Jane Sparks, não é mais virgem! – Eu falei e as duas me olharam perplexas.
– Como assim? Você e o Brad? – Katy perguntou.
– Não! Claro que não! Eu e o Tom. – Eu respondi.
– Tá bom, agora conte detalhes! – Lilly falou desesperada e eu ri.
– Tudo bem. – Eu disse pensando em como meu dia seria longo.
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