Notas iniciais
Oi, quem esta me acompanhando, obrigado. Espero que curtam esse capitulo.

Acampamento meio-sangue:

Havia pouco tempo que os semideuses partiram, Quíron estava na Casa Grande com Sr. D jogando cartas, uma menina de cabelos ruivos e crespos, com sardas,olhos verdes , jeans riscados de caneta e com pequenos buracos e com camiseta do acampamento larga.

— Quíron, — ela olhou para o Sr D e deu um aceno de cabeça que retribuiu – Sr D.

— Olá Srt. Dare – cumprimento Quíron enquanto Sr D fazia uma cara de desdém.

— Fiquei sabendo que a nova campista, filha de Zeus, viu o Percy no mar e encontrou a espada dele – continuou – É verdade?

— Sim – respondeu.

Rachel ficou pálida e com uma voz estridente, seu olhar parecia distante, uma fumaça verde saiu de sua boca, era o espírito de delfos. Ela começou a recitar uma profecia.

“Uma filha do Olimpo nascerá

E junto com o filho do mar

A terra salvará

O semideus mais poderoso

Nas mãos do amor perecerá.”

Ela completou a profecia feita há décadas atrás. Ela voltou ao seu estado normal como nada estivesse acontecido. Quíron ficou paralisado. Sr D ficou boquiaberto, nunca havia visto Rachel incorporando o espírito de delfos antes.

— Que semideus é esse? – Quíron perguntou — É Percy ou Renata?

— O que foi que eu disse? – Rachel perguntou.

— O futuro dos nossos campistas e talvez da humanidade – Sr D falou como não fosse importante a humanidade, parecia ele sabia daquela profecia.

— Preciso mandar uma mensagem de Iris para Annabeth — Quíron disse imediatamente.

— É melhor esperar um pouco – Rachel disse – eles não saíram há pouco tempo?

Quíron não esperou para ouvir Rachel completar a frase, saiu da sala a galope.

— Não sei o porquê esse centauro se preocupa com essa campista – Sr D fazia uma cara de desdém enquanto falava, — essa Rogéria Gumenes vai morrer de qualquer jeito. Não adianta tentar mudar isso.

Rachel não conhecia o censo de “humor” do Sr D, ela ficou aterrorizada com a ideia de uma menina que salvara a humanidade morreria de qualquer jeito.

— Como pode ser tão frio? – Rachel olhava incrédula para o deus.

— Quando se é um deus, você passa a ser frio.

— O.K eu vou para minha caverna – juntou suas coisas e deixou Dionísio só.

No caminho para a caverna que ficava depois do riacho que cortava o acampamento, ela encontrou Grover, o melhor amigo de Percy, ele como sempre parecia preocupado, como a vez que o conselho dos anciões de casco fedido quisera tirar sua licença de buscador.

— Oi Grover – Rachel o cumprimentou com entusiasmo por ver um amigo. Ele estava com a aparência mais velha, não conseguia mais esconder os chifres no chapéu rastafári. Ele estava conversando com Juníper perto do punho de Zeus, ela teve que cutucar ele. – Oi Grover, tudo bem?

— Oi Rachel, — respondeu – eu não tinha te visto.

— É eu percebi, — ela ironizou – Oi Juniper. – juniper acenou de volta – Como o Percy está? Não adianta tentar esconder algo de mim, eu sei que vocês dois tem um elo de empatia.

— Eu acho que Percy está se lembrado do acampamento – ele disse desapontado, ele não queria contar. – Ontem à noite, eu fiz uma ligação com ele. Perguntei se ele estava bem e se lembrava de nós.

— E qual foi a reação dele? – Rachel estava se animando.

— Eu não demorei muito na ligação, mas ele me respondeu. Ele disse que se lembrava de mim, de você, Annabeth e do acampamento, e que como ele chegou ali estava voltando como flashbacks na mente dele.

— Isso é ótimo – Rachel estava pulando de alegria. – precisamos contar Quíron.

— Eu não sei se devemos contar a ele – Grover não tinha certeza.

— Grover, vem comigo até minha caverna, eu preciso te contar uma coisa. – eu o levei até a gruta e contei sobre a profecia. – Por isso que devemos contar o que Percy disse a você.

Consegui convencer Grover a contar, não é fácil convencer um bode com medo. Assim que Grover convenceu em contar nós saímos à procura dele pelo acampamento. Demoramos a encontrá-lo, ele estava no chalé de convocando uma reunião com os chalés.

— Quíron, — Rachel chamou sua atenção – Grover consegui fazer uma ligação com Percy pelo elo de empatia que eles possuem.

Quíron os fitou com uma expressão de “Como eu não pensei nisso antes?”.

— O que foi que ele disse? – ele perguntou preocupado.

Grover explicou-lhe toda a estória.

— Então ele está recuperando a memória?- Ele perguntou e imediatamente se virou para o grupo de campista que estavam atrás de nós. – Escutem, precisamos que um grupo de três pessoas saia para ajudar Annabeth e Renata.

Uma menina de cabelos castanhos deu um passo à frente.

— Eu vou. – Era Clarisse La Rue, uma menina do chalé de Ares. – Eu tenho uma divida com Percy. Todos em volta olhavam impressionados. Ela e Percy eram arquiinimigos e de uma hora para a outra ela resolve defende-lo dizendo que ela tinha uma divida com ele? Isso era estanho. Que divida era essa?

Outro campista do chalé de Atena deu um passo á frente, ele era alto com olhos castanhos e com a pele branca, ele lembrava muito Annabeth.

— Eu também quero ir – ele disse – Annabeth é minha irmã e eu quero poder ajuda-lá. — Todos somos irmãos dela – protestou um do chalé de Atena .

— Isso não importa agora – interferiu Quíron – John, como você se ofereceu, vai com Clarisse.

— Quíron, eu também vou – Grover disse. – Percy é meu amigo e eu devo ajudá-lo.

— Vocês três venham comigo – Quíron convocou. Eles foram até a casa grande. – Vão arrumar suas coisas, eu vou mandar uma Mensagem de Iris para Annabeth, avisando que estou enviando vocês. Quando chegar onde eles estão, fiquem de longe. Renata não pode saber que vocês estão seguindo elas.

Rapidamente, os três semideuses estavam prontos. Eles estavam apreensivos com a ideia de um semideus, que provavelmente seria Renata, morrer, Quíron também estava, ele teve que esperar um tempo para ter certeza que Annabeth receberia a Mensagem de Iris.

Já era noite quando Annabeth recebeu a mensagem. Uma claridade perto do riacho onde estavam acampados chamou sua atenção, ela estava acordada pensando no Percy. Ela foi ver o que era aquilo, ela olhou em volta para se certificar que todos estavam dormindo, levantou-se do seu saco de dormir, e caminhou com muito cuidado para não acordar ninguém.

— Quíron? — ela perguntou surpresa — Algum problema?

— Sim, — ele explicou a historia da profecia .

— Agora alem de tudo eu vou ter que bancar a babá dessa garota? – Annabeth não ficou contente em ter que cuidar de Renata.

— Ela é nossa esperança – impôs Quíron – você deve fazer isso.

— Saiba que eu não vou me responsabilizar se ela morrer.

— Faça um esforço, — pediu – por Percy.

— Eu vou ajudar, — ela disse com desprezo- se ela morrer a culpa não é minha.

— Annabeth, Grover fez uma ligação de empatia com Percy noite passada – Quíron disse isso e os olhos de Annabeth se encheram d’água. – Grover falou que Percy esta se lembrando, do acampamento, de você, da Rachel, dele.

— Percy disse isso mesmo? – ela disse com voz de choro. – Ele disse que se lembra de mim?

— Sim, — Quíron confirmou – você vai ajudar Renata?

— Vou — confirmou ela, — por Percy.

— Cuide bem dela – Quíron pediu, — não deixe que essa profecia se realize.

— Sim, — confirmou Annabeth – eu cuidarei dela.

Annabeth demorou um tempo para se recompor, assim que se recompôs, voltou pro seu saco de dormir e logo estava roncando.

Notas finais
Obrigado por lerem. Espero que tenham gostado. Como podem perceber, as coisas para Renata não estão fáceis, e ela e vocês vão ter uma surpresa MUUIITO grande. Comentem e mais uma vez, obrigado por lerem.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.