Memoria Esquecidas
22 Memoria Esquecidas - Sem Salvação
Depois do da invasão que havia ocorrido em Arcadia, Sapphira estava andando pelos corredores de sua casa.
—...
—Eu preciso para de pensar demais no assunto sobre a divindades...
Sapphira para-se uma parede e começa mover alguns blocos dela, revelando após termina uma sala nova e adentra nela, demostrando ser uma sala grande de treinamento.
Ela logo se dirige a um rack de armas que estava próximo da porta e pega uma espada a colocando em sua cintura, em seguida a encostar de uma arma parecida com uma foice ela começa perceber que suas mãos estava tremendo ao simplesmente tentar pegar tal arma.
-Que patético, você ainda tem medo seu passado mesmo fazendo tantas coisas cruéis garotinha, isso chega ser engraçado até mesmo para mim.
Uma voz ecoa pela cabeça de Sapphira.
Sapphira segura sua mão então que continuava a tremer e se força a pegar a Foice que logo a rejeita a fazendo cair de sua mão
—Viu, viu, no final você está com medo e continua fraca como sempre era, antes de desperta seu lado divino.
A voz continua falando.
—...Calada...
Sapphira fala com um tom que não era usual dela, demonstrava ser receio.
—Se quer tanto me calar então...
O braço de Sapphira começa a se mover até sua espada e logo em seguida a pegando e a levantando até seu peito.
—Não seria mais fácil se matar para acabar com sofrimento seu e das pessoas ao seu redor~~
Sapphira começa a resistir utilizando seu outro braço para impedir de se matar, mas é em vão e seu braço com a espada perfura seu peito e atravessando seu coração.
Única coisa que vem na mente dela é apenas uma palavra “dor” enquanto o sangue escorria pelo seu corpo.
—Isso é bem engraçado ver essa expressão no seu rosto de sofrimento.
A voz fala e começa dar risada.
Sapphira não se movia, não dizia nenhuma palavra e apenas fechava seus olhos.
—Nossa já aceitou sua morte tão fácil? Isso não foi tão engraçado no final.
Sapphira pensava nas coisas que estava ocorrendo no multiverso, ela só pensava em uma coisa nesse momento.
“Tudo era minha culpa...”
—Sim, sim, você está completamente certa isso tudo é sua culpa~~
—Você roubou o direito dessa realidade, de ser como ela deveria~~
—Roubou o direito de Suzuka em ser uma humana normal~~
—E como se não fosse bastante, você colocou em rota de colisão e destruição com uma outra realidade~~
—Isso é simplesmente engraçado~~
A voz continua rindo logo a dizer isso.
Sapphira ouvindo isso apenas se lembra das pessoas da realidade dela, que ela sempre admirou e correu atrás quando criança dizendo aquelas palavras após ela dizer que queria ser um herói como eles.
...
Todos estavam rindo dela no momento que ela disse isso e a pessoa que era admiração dela, disse.
—Você é filha da Deusa da Escuridão, Você nunca vai ser capaz de ser isso, além de que olhe ao seu redor ninguém iria querer uma heroína como você pirralha. Vou ser gentil dessa vez e some da nossa frente filha da deusa da escuridão e volte para onde vocês nunca deviam ter saído.
Aquela criança não conseguia acreditar nas palavras daquelas pessoas que estavam rindo dela e outras que jogavam todo tipo de coisa nela, única coisa que ela lembra era.
“Se eu não posso ser uma heroína...”
A mente daquela criança parecia que tinha se esclarecido.
“Então não seria errado eu matar a todos.... certo?”
Quando aquelas pessoas viraram as costas para ela, enquanto todos riam.
Parece que o mundo tinha congelado na visão da pequena Sapphira.
Logo em seguida, só era possível ouvir alguém gritando, e quando as pessoas notam, uma foice estava em uma das mãos da pequena Sapphira e na outra estavam as cabeças das pessoas que as pessoas chamavam de heróis.
O que vinha em seguida era algo que não podia ser dado um nome de tantas mortes que começaram ocorrer pela mão daquela Criança com uma foice. Até que uma pessoa começa a segurar.
—Filha pare por favor não continue fazendo isso!
Sapphira logo olha para traz e vê que era sua mãe Tenebris a abraçando e ao mesmo tempo a segurava para não ir atrás das pessoas que estavam fugindo aterrorizadas.
Logo Sapphira olha seu redor e percebe que havia montanha de corpos por toda parte do lugar e percebe que a foice em sua mão estava respondendo seu desejo de matar a todos.
Sem tempo de Tenebris dizer algo, a divindade que regia a todos havia chegado e observava a cena do massacre, enquanto os outros que chegavam ali ficavam aterrorizados com a cena.
Essa divindade percebe a foice na mão da criança e começa andar em direção a elas, já fazendo um lança aparecer na mão dele.
—O que você vai fazer com a minha filha!
Tenebris já percebendo as intenções daquela divindade já se coloca na frente de sua filha
—Preciso mesmo dizer? Olhe o que ela fez com todos esses deuses que estão mortos em pilha de corpos.
—Um monstro deve ser exterminado, antes de se torne uma calamidade.
A divindade apenas pronúncia isso e ataca acertando as costas de Tenebris.
—Eu fui tolerante ao seu respeito Tenebris, mas não deixarei o que ela fez passar, então ela deve morrer antes que traga mais morte ao seu redor.
...
Sapphira agora havia lembrado daquele dia.
—É realmente...
Sapphira suspira.
—Eu não sou uma heroína de uma história...
—Sou apenas uma assassina...
Suzuka que estava chegando na casa de Sapphira, não teve nem sequer tempo de reação
O lugar todo ao redor simplesmente fico em branco pelo clarão e tudo estava sendo jogado para longe e destruído.
Suzuka foi jogada para longe, Junto de todos no lugar.
Todos na cidade imediatamente sentiu a mesma coisa.
MEDO!
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