Após entrar em uma sala de uma biblioteca pública localizada na última rua da cidade após aquele café das oito da manhã. Imaginei se não haveria possibilidade de fazerem mais uma biblioteca perto de minha casa.

— Bom dia! – a bibliotecário exclamou.

— Bom dia! – e apenas sorri.

Entrei para o segundo andar onde havia escadas em espiral para dar acesso. É claro que você podia optar pelo elevador (projetos que elaboraram para dar passagem aos deficientes principalmente).

Cheguei às prateleiras numerosas, e por fim encontrei o que estava procurando. Romance fantasia. Não sei o que minha bisavó tinha em mente, mas eu precisava mesmo saber. Metade de toda a sua estória não foi processada de forma clara e com entendimento fácil. A imaginação dela era muito estranha.

E o fato que eu tinha que comprovar era se o que ela me contara, era mesmo verdade. E só depois de onze anos é que trouxe essa aventura toda para desvendar todo esse mistério que me circulava. E isso só aconteceu quando encontrei nos meios daqueles livros velhos que ela tinha guardado uma tão esperada carta.

Fiquei pensativa no que a carta trouxera, e mais ainda quando me perguntei quem era “H”? Era o que estava assinado logo em baixo do papel pardo e velho pelo tempo. Não havia outras respostas, ela não estava mais lá para me explicar e nem me contar o final da estória do grande sótão misterioso. E quando se é uma pessoa que busca querer saber de tudo, você busca até no inimaginável.

E o que mais me intrigou foi o que ela escreverá no verso:

“Agora eu sei quem eu sou. Mas ainda não descobri verdadeiramente à pessoa que tu és e a pessoa que eu fui um dia.”

Com amor

Para

Eu precisava saber quem era “H”. E o que ela quis me passar com todos aqueles poemas contados em inúmeras vezes.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.