Notas iniciais
Olá pessoas, como estão? andamos um pouco sumidas, heis o motivo: http://fanfiction.com.br/historia/601212/Porto_Seguro/ ... nossa nova fic, baseada na vida da Ava. Sintam-se a vontade para ler e comentar, porque eu insisti demais e por muito tempo para ela postar está história. bjo, Carol.

Melody Pov

— eu te amava! — Ele permanecia caído no chão com as mãos no rosto, chorando. Eu não pude evitar a vontade de ir consola-lo, mas eu tinha guardado um magoa muito profunda dentro de mim, já estava na hora de colocar para fora. Lagrimas escorriam pelo meu próprio rosto — se você tivesse apenas me dado chance de conversar com você, ou prestado atenção na forma como eu reagi Luke, nada disso teria sido necessário. Eu era sua, eu sempre fui.

— não. — ele resmungou baixo e desacreditado, seu tom mais quebrado do que eu já tinha visto.

— por anos Luke, ANOS, eu te quis, mas eu sempre pensei que você não estivesse interessado. — eu estava andando de um lado para o outro agora, incapaz de manter parada— Eu nunca tive um namorado no colégio, porque eu simplesmente não conseguia me interessar por ninguém além de você. Mas anos se passaram com isso e você nunca, jamais, deu a entender que sentia algo além de amizade por mim. Não até aquela noite — ele me olhou agora, algo feroz atravessando seu rosto, antes que eu pudesse piscar, ele estava na minha frente, segurando meu rosto. Seu toque ainda tinha o mesmo efeito arrepiante na minha pele.

— você pode me acusar de tudo Melody, mas não disso. Você é provavelmente a única pessoa que não sabe, porra, o quão louco eu sou por você bebê.

Esse apelido é minha ruína...

— eu deveria saber Luke? Sabe quantas vezes eu assisti de espectador você sair com uma menina que não era eu? Eu as odiava.

— baby— ele balançou a cabeça, mas um pequeno sorriso apareceu em seus lábios. Maldito! — você tinha ciúmes de mim?

Ótimo, ele não tem o direito de rir numa hora dessas... eu tentei empurra-lo de perto de mim, mas ele é claramente bem mais forte que eu...

— Mel — ele me apertou mais contra ele— eu saia com aquelas meninas, porque eu era um homem torturado. Eu queria você. Muito. Mas era errado bebê, eu não podia te tocar ainda... Chegou a um ponto em que meu corpo doía por você. Eu precisava me manter de dar o que ele precisava, então eu procurei, por muito tempo, alguém que me deixasse como você fazia. Mas sabe o que bebê? Eu podia procurar em todo o maldito mundo, mas só você me faz louco. Em todos os sentidos.

Droga, se ele não tem um tal jeito com as palavras...

Ele olhava fundo dentro dos meus olhos, e eu dentro dos dele. Eu não sei se eu sou idiota, mas o que eu via no seu olhar feroz me fez vertiginosa de emoção. Na verdade, suas palavras, seu toque... tudo estava me enviando num ponto de colapso. Eu cedi aos meus próprios desejos, por que eu nunca seria capaz de resistir a ele. Passei a mão por seu cabelo loiro macio, por seu rosto com uma leve barba por fazer, que não costumava estar ali, mas eu gostei. Ele fechou os olhos firmemente.

— Mel— disse baixinho em um tom reverente, carregado de desejo. Abriu seus lindos olhos verdes, para encontrar os meus novamente— eu ainda te amo.

Foi sussurrado, mas para mim era como se ele tivesse gritado. Eu olhei para ele, seu rosto tão sincero e torturado. Eu não sabia como ia ser daqui em diante, ainda tínhamos muito para esclarecer, mas, neste momento, meu coração dizia que, mesmo se eu fosse me machucar, valeria a pena de estar em seus braços, nem que seja só por mais uma vez.

— eu também te amo — sussurrei de volta. Todo o corpo dele estremeceu. Ele me apertou mais contra ele.

— porra, diga isso de novo bebê— suplicou. Eu ainda tinha minhas mãos em seu cabelo, e as dele na minha cintura, mas ele apertou seu domínio sobre mim agora.

— Eu te amo Luke— repeti, mais forte dessa vez. É tão bom poder dizer isso em voz alta, eu guardei para mim por muito tempo agora. Nunca tive a oportunidade de dizer a ele.

— eu também te amo porra! — dessa vez ele gritou, ou rugiu, não sei.. mas foi como se saísse de sua alma. Ele me puxou, até que não tivesse mais espaço separando nossos corpos, seus braços envoltos em mim, todo o seu corpo pressionado contra o meu, e então me beijou. Desesperadamente.

Notas finais
nos contem o que acharam do capítulo! se puderem, deem uma olhadinha na nova fic e deixem suas opiniões! beijão, Ava e Carol.