Meio-sangue .

3 Capítulo 3 – Meu cabelo pega fogo.


— Chegamos. — Disse Mielo.
Finalmente havíamos chegado na colina.Eu estava perto de um pinheiro , e em minha frente eu via um enorme ...
— Quem é essa? — Disse um garoto com apenas uns dois metros que estava na frente de um bando de garotos com ... armaduras .
— Ela é Riemi... — Começou Mielo.
— Sua namorada? – Disse alguém atrás do garoto enorme.
— Quem disse isso?Quer morrer idiota?- Disse , procurando o engraçadinho.
— Minha amiga.-Terminou Mielo , me segurando.
— Ela é uma... – Perguntou o poste na minha frente.
— Provavelmente.
— Podemos estrar ou vamos dormir aqui? – Perguntou Jack.
— Entrem logo.
Depois desse pequeno momento estranho eles abriram caminho e caminhamos até uma casa branca .

— Então quer dizer que deuses são reais?
— Sim . – Respondeu Mielo.
Então eu não consegui segurar um ataque de risos.
— Você pode fazer o favor de parar de rir?
Nós sentamos na beira de um lago para conversar.Minha cabeça estava a mil .Todas a respostas e mesmo assim eu estava confusa.
Depois de muito rir eu consegui parar.
— Ok.Isso é loucura.
— Não é não.
— É sim.Isso não pode ser real.
Ficamos conversando até que uma espécie de trombeta de concha soou ao longe.
— Vamos . Hora de comer.
— Essa é melhor coisa que ouvi hoje.Onde tenho que ir para comer?
— Vamos , eu te levo.
Mielo me levou até um pátio que tinha uma fogueira . Várias mesas lotadadas de adolecentes com camisetas laranjas .
— Bem vinda ao refeitório.
— Gostei daqui.Onde eu me sento?
Eu jantei numa mesa com poucas pessoas , mas eu estava com muita fome e então não prestei muita atenção. Mielo me explicou que eu poderia pedir oquê quizesse e eu gostei disso.Antes de comer eu joguei comida na fogueira como todos os outros . Murmurei “Para meu pai , seja quem for.”Isso pareceu estranho mas não era nada comparado ao resto do dia.
Comi três super-lanches-com-muito-bacon e tomei Cola-Cola.Foi um ótimo jantar. Depois , quando começou a cantoria envolta da fogueira Mielo veio falar comigo.
— Então? – Perguntou , sentando ao meu lado.
— Não estou muito convencida, mas esse lugar é legal.- Então um graveto pegando fogo voou por cima de nossas cabeças.- Agora , explique mais sobre essa história de cháles.
— Seu pai ou mãe deus define o seu chalé.
— E qual é o meu chalé?
— Não sei.Mas ... – Mielo fez uma pausa , como se aquilo fosse difícil dizer. – Pode demorar.
— Não faz diferença.
— Como assim?
— Isso tudo é loucura.Não tem nada que comprove isso.
— Você quer uma prova ?
— Claro.
— Riemi ... Seu cabelo está pegando fogo.
— Hãm?
Mielo me entregou um espelho comum .Fiquei em pé e então vi o reflexo do topo da minha cabeça.Uma figura feita de luz girava , era uma cabeça de javali vermelha.
— Salve Riemi , filha de Ares! – Gritou Mielo , então um grupo de adolecentes violentos parou de brigar por um breve momento para vibrar. Depois de alguns minutos a cantoria voltou e eu praticamente fui jogada para perto do grupo de Ares.
— Bem vinda , garotinha . – Disse uma garota não muito mais velha que eu.
— Garotinha? – Antes dela responder todos começaram a revantar e eu segui até o chalé de Ares .
Era um chalé vermelho com a pintura mal feita com uma cabeça de javali como a que estava brilhando a alguns minutos acima de minha cabeça.Era como estar em casa.
A garota que tinha me dado boas vindas se chamava Clarisse , e era algo como a líder do chalé.Ela ne mostrou a minha beliche , que ficava no fundo , perto da que provavelmente era a dela , pois tinha uma placa escrito “Se você chegar perto perde os dentes” . Tirei minha mochila que ainda estava nas minhas costas e coloquei algumas coisas onde eu dormiria.
Ficamos jogando baralho e conversando até que foi a trombeta avisou que era hora de dormir.Quando eu deitei fiquei encarando o teto , tentando entender oquê havia acontecido naquele dia .
— Ei , garota nova .- Murmurou Clarisse , que estava nos pés do meu beliche.- Amanhã veremos se você serve para alguma coisa.
Não entendi direito , mas concordei e tentei dormir.Depois de algum tempo eu adormeci.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.