Meine Liebhaber
25 Capítulo 25
Notas iniciais
naum as culpo o nyah com esse trololo todo... Enfim
espero que gostem ^^
Nia ainda não havia voltado nem dado mais noticias. Eu estava junto ao Bill, na verdade estava sendo consolado por ele, sinto muito por ela ter perdido o bebê, não importa o pai. Andrew estava no chão ainda chorando, ele parecia ser um cara legal, eu entendi por que ele sempre segurava Mel quando eu estava junto. Ele a amava, e ainda ama. Ele não queria perder ela. E o pior de tudo isso, é que eu sei que ela ama mais ele.
P.D.V. Tom Off
Meu mundo havia caído e somente Nia saberia como lidar com isso. Ela me segurou e me consolou quando eu precisei. Sempre o fez. Ela é minha melhor amiga, e ela sim eu considero como gêmea. Ela me entendia, me ajudava, consolava e impedia minhas loucuras.
Ela era incrivel, eu a amo demais. Não sei o que faria sem ela.
-Amiga vou ter que ir, Bill ta me ligando... — Nicole saiu do meu lado e limpou suas lágrimas e depois as minhas, sorriu sem humor — Tem alguém querendo te ver, espero que não briguem.
-Ok, o minino de esforço possivel. — Ela me deu um beijo na cabeça e saiu.
Me deixou sozinha por alguns minutos, quando a porta se abriu me deparei com olhos amendoados e inchados, me olhando. Depois um sorriso torto se abriu pra mim, refletindo luz do objeto metalico em seu lábio.
-Oi — Ele disse rouco e quase inaudivel — Como você está se sentindo?
-Bem, quer dizer... Eu acho que sim, me disseram que amanhã eu já vou poder sair... — Eu disse o olhando, ele estava de cabeça baixa, a levantou e veio se sentar do meu lado na maca.
-Por que não hoje? — Ele fazia circulos no joelho com o dedo.
-Por que eu tenho que ficar de observação de noite... Tom?
-Fala — ele me olhou nos olhos, os olhos dele estam bem claros.
-Eu estou me sentindo vazia sabe? Como se algo me faltasse. — Eu ainda não lido bem com a perda.
-Imagino que seja dificil pra você... Quer ver o Biersack? — ele ergueu a sombrancelha.
-Não agora. Quero falar com você, ver você, seu sorriso... — Ok eu estou oficialmente vermelha.
-Eu também quero ficar aqui com você. — Ele olhou pra frente sorrindo — Passa Simpsons aqui?
-Não, só se você entender em havaiano. — Demos risada.
-Eu precisava te ver... Pra, bom... — Ele se ajeitou na cama e pôs as mãos na minha nuca — Pra isso!
Ele me puxou para um beijo, quente, mas romantico, de um jeito proprio. Aquela merda de aparelho apitava que nem louco, parecia que eu tava tento um ataque cardiaco! nos rimos em meio ao beijo pela mudança de batimentos que o beijo me causara.
Nos separamos e olhamos um nos olhos do outro, sorrimos e ficamos sem saber o que fazer.
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