Meia-lua

1 Primeira vez. / A saída.


Levemente sensual e semi nua, aquela garota com seus certos 17 anos rebolava sobre o mesmo peniano do homem no qual gemia de prazer. Cujo homem estaria pelado, ainda tirava as roupas da garota, pois, faz pouco tempo que começou o ato sexual. Foram meia-hora até o homem perder o tesão. Algo de estranho estaria acontecendo com o mesmo. Reclamava sem poder se mover normalmente, a garota se assustou, algo teria dado errado na sua primeira vez?

— Brad, o que está acontecendo...?! — Gritou a garota, assim que viu a palidez tomar conta da face do seu companheiro.

Seguido de um barulho irritante vindo o fundo da garganta no homem, uma gotícula de sangue escorreu pelo seus olhos. Aos poucos, ouvia-se os ossos do homem serem esmagados e estraçalhados dentro daquele corpo que já podia ser considerado como uma carcaça.

— Brad! — Ainda sentada no membro peniano murcho do seu companheiro Brad, a garota balançava-o descontroladamente. — Deus...! — Ela já perdeu seu contato com Deus faz um bom tempo.

A garota se afastou da carcaça, ainda semi-nua. Sua calcinha folgada era suspendida por sua mão direita enquanto a esquerda tampava a região bucal.

— Brad... — sussurrou para si mesmo, incrédula.

* Cinco meses depois *

(...)

Com seus fones de ouvidos brancos, ouvia um "Gods and monsters" no volume máximo. Chovia. A garota por nome de Amanda estaria em um ônibus rumo ao aeroporto. Sua cabeça estava encostada no vidro da janela fechada daquele veículo. Eram 19:23 da noite, não muito tarde comparado com o horário em que Amanda dormia. Sim, dormia.

Era uma entrada pouco movimentada, um atalho pego pelo motorista até o aeroporto central de NY. Cada 5km eram passos até a escuridão do túnel. Ia tudo muito bem até uma freada forçada e uma derrapada que chocou o ônibus com a estrutura do túnel. Um som insuportável seguido por um cheiro de queimado conquistou o veículo. Aos poucos, os passageiros desciam. Amanda se encontrou confusa, teria ganhado um corte raso na testa de graça. Desapercebida, escanteou sua mala com suas roupas e pertences importantes no porta-bagagem.

O ônibus explodiu três minutos antes de Amanda tentar sair do veículo.

(...)

Notas finais
Nada a declarar por enquanto, usarei as notas do autor para revelar informações ou explicar algumas coisas que vocês tenham dúvidas.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.