Notas iniciais
Ai meu deus, desculpem a demora!
Eu estava meio sem ideia.
Mas espero que gostem!
Boa leitura! ^^

Todas as garotas estavam usando um kimono e os garotos estavam com roupas normais.

Tinha varias bancas espalhadas por todo lugar. Bancas de comida, de jogos, de tirar fotos. Talvez até não tenha sido uma má idéia vir aqui. Bom, pelo menos tirando o fato de que a nanica tinha vindo junto, estaria tudo melhor ainda... Mas isso eu supero.

“Chappyyyy!” Gritou Rukia, apontando para um bichinho que pelúcia, feio, feio, mas muito feio. “Eu quero!” Disse correndo em direção a banca e se separando de todo o grupo.

“Hey, Ichigo! Vai com a Rukia na banca, que nós vamos andar por ai. Se não tiver ninguém com ela, vai saber se ela vai conseguir nos achar?!” Disse Tatsuki.

“Por que eu? Que droga!” Coloquei as mãos no bolso e fui caminhando em direção a banca que a nanica havia ido.

“Senhor, quanto custa para eu poder jogar?” Perguntou ela segurando a carteira.

“R$2,00.” Disse ele, e ela botou o dinheiro na caixinha que estava a sua frente. “É só você acertar três bexigas com no máximo cinco tiros. Se você conseguir, pode escolher o prêmio que quiser.” Falou ele apontando para os prêmios.

“Certo! Eu consigo!” Disse animada dando um pulo.

Ela pegou a espingarda e começou a mirar nas bexigas. Depois de meia hora mirando, ela atirou. E adivinha... Ela errou. Dei uma risadinha, escondendo a minha boca com a mão. Ela percebeu a minha reação e me encarou como se ela fosse me matar.

O segundo tiro... Ela errou. O terceiro, errou. Simplificando, ela errou todos os cinco tiros. Depois de largar a espingarda na mesa novamente, ela se virou rapidamente na minha direção e disse:

“Vocês está feliz por eu ter errado os cinco tiros e não ter conseguido o prêmio, não é?” Olhei para ela confuso. Acho que ela ficou louca de vez porque não ganhou aquele bichinho.

“Por que você acha isso?” Perguntei.

“Por que você não gosta de mim. Nunca gostou. Mesmo eu não sabendo o que eu fiz de errado, esta escrito na sua testa que você me odeia” Disse ela emburrada.

Mas hoje eu cheguei a conclusão que ela até pode ser um pouco esperta. Por que saber de tudo isso sem eu ter falado para ela, até que ela conseguiu deduzir bem direitinho. Mas mesmo assim, eu não quero ser o vilão de toda essa história.

“Espere aqui que eu já volto, ok?!” Falei olhando para Rukia.

Voltei até a mesma banca, botei dois reais em cima da mesa e peguei a espingarda. Mirei no primeiro, no segundo e no terceiro. Acertei os três com apenas três tiros.

“Qual prêmio você vai querer rapaz?” Perguntou o senhor da banca.

“Aquele bichinho feio que esta do lado do leão.” Falei apontando para o tal de Chappy.

Ele me entregou e eu voltei até o lugar aonde tinha falado para Rukia ficar. Só que ela não estava mais lá. Eu devia ter adivinhado. Devia ter colocou algumas na nela e prende-la em uma arvore, mas não, eu aqui pensando em ser bonzinho, e agora eu vou ter que procurá-la.

Procurei-a por todos os lugares, e não conseguia encontrá-la. Já estava ficando preocupado. A onde ela poderia ter ido?

Eu já estava cansado de tanto procurá-la. Avistei um bando perto de uma arvore e fui me sentar nele, pois já tinha corrido tanto, que já não agüentava mais ficar de pé.

Sentei-me apoiando meus cotovelos no joelho, e abaixei minha cabeça. Fiquei tentando pensar a onde eu ainda não teria a procurado.

“Droga! Eu não devia ter pegado esse bicho feio, ela só me deu problemas até agora.” Disse olhando para o Chappy.

Encostei as costas no bando e virei a cabeça para trás. Estava cansado, e algumas gotas de suor se sobressaíam no meu rosto. Ouvi alguns passos leves e devagar se aproximando de mim, só que na hora não me importei, até perceber quem era.

“Você que um pouco de algodão doce?” Perguntou a nanica apontando uma bola de algodão doce na minha direção.

“Sua... Idiota! Sabe o quanto você me fez correr por ai, para depois você me oferecer um algodão doce? Eu falei para você me esperar não falei? Por que você não me esperou? Graças a isso eu fiquei preocupado.” Gritei.

“Eu estava com fome, e também fiquei com preguiça de esperar você.” Falou ela calmamente.

“Como é que é? Preguiça? Eu mereço.” Bufei.

“O que foi? Eu... Fiz algo de errado?” Perguntou ela confusa. Olhei para ela, e pensei “Como pode haver uma pessoa tão... tão... lenta assim? Não é possível uma coisa dessas.”

Joguei o Chappy nos braços dela. Ela o olhou com brilho nos olhos, como se ganhar aquilo fosse a melhor coisa do mundo.

“Obrigado!” Falou ela olhando para mim.

“Obrigado nada, da próxima vez que eu tiver que passar por todo esse trabalho por sua causa eu boto eu mato esse troço, ok?!” Falei irritado.

“Ok!” Disse ela em um tom de alegria.

“Vamos procuras os outros.” Coloquei as mãos no bolso e comecei a caminhar. Ela me seguiu segurando aquele bichinho, e com uma expressão de extrema felicidade.

Notas finais
^.^
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.