Meant to Be

47 Chapter Forty-Seven


Notas iniciais
Último!

— MAAAAAAAAMA!

Mal Quinn entrou em casa e dois pequenos corpos se chocaram contra o seu em uma animação que lhe fizera sorrir instantaneamente.

— Meus bebês! – exclamou Fabray, pegando os filhos nos braços.

Exatamente. Filhos. Explicando melhor a situação: haviam se passado 10 anos. Após um noivado extremamente curto, Quinn Fabray e Rachel Berry haviam, finalmente, se casado. Curtiram o casamento por algum tempo, Rachel resolveu se aposentar dos palcos e dedicar-se as produções, Quinn estabeleceu a firma em New York como sede principal da Fabray & Associates, tendo ainda a filial em Londres sob o comando de Annie, até decidirem dar um irmão ou irmã a Beth, que já estava no auge de sua adolescência. Cinco anos após se casarem, nasceram Thomas e Jane Berry-Fabray. Rachel deu a luz a gêmeos que eram uma clara mistura dela e Quinn.

No presente momento, Quinn acabava de voltar de uma viagem que precisara fazer até Londres e era possível dizer que nada a deixava mais feliz do que aquela recepção de seus filhos. De longe vira sua esposa e sua filha mais velha, agora com 23 anos, já na universidade, sorrindo para a cena.

— E de vocês, eu não ganho beijo? – perguntou Quinn, caminhando até a cozinha, onde as duas estavam com os gêmeos pendurados em si.

Beth foi a primeira a se aproximar, dando um beijo no rosto da mãe e ganhando outro em troca.

— Como foram as provas, princesa? – perguntou Quinn.

— Ótimas! Mammy me ajudou a estudar, então não tinha como ser diferente.

Beth estava cursando música em NYADA, seguindo os passos de sua mãe e sua Tia Santana. Falando nisso... Santana e Brittany continuavam casadas e tinham dois filhos. Emily e Hanna também se casaram e tinham um filho, assim como Kurt e Luca.

— E da minha esposa linda, não tem beijo? – brincou Fabray, agora já livre dos filhos que voltaram a brincar. Ao ver as mães se aproximando, Beth também preferiu deixa-las a sós.

— Eu senti sua falta – sussurrou Rachel, antes de tomar os lábios de Quinn em um beijo.

— Eu só fiquei longe dois dias, baby – disse Quinn sorrindo, após separarem-se do beijo.

— Qualquer tempo longe de você me mata por dentro – devolveu a morena, voltando a tomar os beijos da esposa.

Não importava quantos anos passassem, o relacionamento de Quinn e Rachel só melhorava. Quando se beijavam, era como se fosse sempre a primeira vez. A intensidade com a qual se amava ultrapassava toda a compreensão das pessoas ao redor.

Antes que Rachel percebesse, ela já estava sobre o balcão da cozinha, com Quinn entre suas pernas. A falta de fôlego não parecia um problema para as duas, que permaneciam se beijando como se não houvesse amanhã.

— Essas pernas sempre serão minha perdição – disse Quinn, sem fôlego, passeando suas mãos pelas torneadas pernas de Rachel que enlaçavam sua cintura.

— E você sempre será minha perdição...

Quinn subiu suas mãos até chegarem ao sexo coberto da esposa. A calcinha de Rachel estava úmida, mostrando a real intensidade de sua excitação. Fabray acariciou a intimidade da morena, arrancando-lhe um gemido, em seguida afastou o pano, já se preparando para penetra-la...

— MAAAAAAAAAAAMA!

Quinn bufou e encostou sua cabeça no ombro da esposa, que ria.

— Eles sentiram muito sua falta, você vai precisar matar essa saudade antes de matarmos a nossa – disse Rachel.

— Yeah, yeah... Mas não importa. Nós temos muito tempo, não é mesmo?! – perguntou sorrindo.

— Nós temos o infinito...

Notas finais
Lembrando que ainda temos o epílogo, então... Até já!