Me Enamoré De Ti?

4 Luz Càmara y Acción


Notas iniciais
Gente... to arrependida de novo então tentei compensar com 3.000 palavras mas na vdd só deu 2.6oo... ´serio... se vcs não quiserem comentar eu entendo, sou uma péssima escritora e to mt mal comigo mesma... voltando ao meu estado normal Esse caps é tipo... TEM VÁRIOOOOOOOOS FATOOOOOOOOOOS super importantes e não é um caps parado, e na ultima frase do caps quero ver se vcs conseguem adivinhar muahahahahahahaha bom então... nem vou mendigar coments pq acho q não mereço mas se vc acha q ficou legal e quiser comentar, fique a vontade :D não te impedirei de nada haha enfim... Leggere e divertirsi :) :(

– A Violetta não! Por favor! Ela não! Eu imploro!

Eu e Marco nos entreolhamos e pude farejar seu medo e visualizar seu temor mesmo com cortinas fechadas. Ele se levantou e ficou de joelho sobre mim, admito que aquilo acendeu um fogo em mim, porém tínhamos que nos concentrar naquele grito que eriçou os pelos e atiçou nossos nervos.

– Marco –Só ouvia minha voz fraca.

Pude notar seu pulmão encher e esvaziar de ar rapidamente. Ele me puxou pela cintura, mais forte e mais forte e só parou quando seus lábios estão em meu ouvido.

– Sinto muito.

E foi a única frase que falou antes de vestir sua blusa de volta e sair do quarto à fora. Fiquei parecendo uma idiota não entendo sua atitude, olhava de um lado para o outro e franzia a testa, balançando a cabeça e fui pega de surpresa quando mais um grito atacou meu aparelho auditivo. Mas dessa vez não se falava nada.

Eu só escutava expressões de choro, desespero, angústia, gritos que podiam assustar qualquer vizinhança. Então, foi desse pensamento que me veio a conclusão. Bati com a mão na testa e estalei com os dedos.

– Claro!

Marco foi ver de quem era o grito por isso ele saiu às pressas. Já que eu estou sozinha na casa dele, peguei meu hobby e desci. Encontrei Marco na porta da casa da Vilu juntamente com León.

– Fran é melhor você ficar em casa de acordo com León, Germán está fora de si.

– É verdade Francesca! Quando fui expulso da casa agora pouco, a última cena que eu vi foi Violetta estirada na escada e o pior de tudo é que eu não posso ajudar, pois ele ameaça Vilu e Maria.

Fiquei espantada, arrepiada, horrorizada, amedrontada com o que saiu da boca de León, não conseguia acreditar que essa é a realidade, podemos imaginar isso com qualquer outro terrestre, porém nunca com alguém próximo.

E os outros vizinhos, não escutam? São surdos? Isso podia ser detectado a aproximadamente um quarteirão daqui.

– E os restos da vizinhança não escutam?

– Fran isso é um bairro meio distanciado da massa do povo, somos os únicos vizinhos, somos os únicos perto de Vilu, o restante está viajando ou moram longe – Explicou Marco.

– Como? Isso pode ser ouvido a um quarteirão daqui! – Eu falava fazendo gestos, inconformada.

– O grito foi alto para você que estava dormindo a um muro de distância!

– Dormindo? Mas a gente não tava dormindo! – Vi o olhar de Marco revirando para León, e percebi que ele estava duvidoso, arrumei uma desculpa rápida – Estávamos assistindo TV.

Fiquei apreensiva porque não sei mentir tão bem e vi que León ia contestar meu argumento, mas para minha sorte (ou não) ouvimos o colocar da chave na porta da casa da Violetta e corremos para nos esconder no muro da casa de Marco. Avistamos com o canto dos olhos Germán saindo a passos largos e fortes, pegando seu carro e saindo. Logo tivemos a mesma ideia de ter a oportunidade da porta está aberta e decidir entrar.

Entrei com todo o meu medo possuindo meu corpo, estava mais medrosa do que na vez que fui no show da Monga, com meus amigos. E sim, eu estava certa. Eu entrei e meu sangue gelou, me congelei por milésimos, me deu um mal súbito que cheguei a cambalear para trás.

Maria

Caída

Sangrando.

Fomos até ela em passos cautelosos. Ela não se mexia, porém estava respirando, chegamos mais perto, mais perto e cada vez mais perto. Maria acorda e pega León pelo colarinho da camisa.

– Deixem Violetta com alguém confiável, por favor, deixem ela em segurança, eu só peço isso meu Deus! Deixe. A Vilu. Em. Proteção – Ela olhava para nós e eu olhava para ela. Atentamente em suas palavras – Vilu está no quarto, vão lá e me deixem aqui.

Não queríamos desobedecer uma quase morta então subimos.

Pov’s León

Jurei que não ia sentir medo, mas naquela casa, não existe juramentos. Em uma subida apressada ao seu quarto, chegamos ao destino. “E eu nunca vi você assim”.

Violetta. Encolhida. Em um canto. Chorando. Minhas pernas nem reagiram com meu cérebro, elas já estavam me levando até ela. Me abaixei até ficar em seu nível, Eu a chamava mil vezes, ela ainda continuava com a cabeça escondida. Eu a chamei então por “pequena” e ela demonstrou uma resposta. Um rosto com arranhões e um olho levemente roxo. Suas mãos lentamente foram ao encontro do meu rosto.

– Ei pequena! – Ela prosseguiu olhando meu rosto com suas mãos. Nunca me havia tocado daquele jeito, com aquele toque, com aquela doçura, com aquela delicadeza. Ela sentia minha face em seu poder. Trouxe minha testa juntamente a dela.

– León, me escute.

– Sim eu escuto.

Ela inspirou 3 vezes com uma breve pausa.

– Prefiro ser uma covarde viva, do que uma corajosa morta. Porque as vezes a covardia é uma forma de sobreviver.

– Você estará segura comigo. Tenha certeza disso. – E a beijei levemente.

Levei-a no colo até Angie, a única pessoa confiável em que eu poderia imaginar aquela altura da noite, e já estava bem tarde, mas eu não me importo, eu realmente não me importo. Marco e Fran foram para casa dele. Então eu estava sozinho na rua a noite carregando uma desmaiada. Perigo. Entretanto cheguei na Angie rápido e em segurança. Os fatos foram curtos, o principal é que ela aceitou Violetta morar junto com ela. Vilu permanecia em seu estado de inconsciência, a deixei no sofá e me fui.

Pov’s Violetta

Acordo meio desnorteada em uma casa desconhecida. “Me chamo Violetta Castillo e tenho 20 anos”. Ainda tenho minhas memórias. Vejo meus 10 dedos da mão. Não sofri nenhum acidente. Olho para cima e vejo pares de olhos verdes. Tudo parece rodar.

– León! – O agarrei pelo pescoço.

– Violetta de onde tu tirou tanta força?!!!

Ri. Porque nem eu sei.

– Como você pode estar tão alegre amor se sofreu tanto?

– Sim eu sofri muito, mas com você – Travo – Eu sinto – Travo novamente – Amor – Um certo desconforto.

– Minha grande batalhadora – León me beija na testa.

– De quem é essa casa?

– Angie deixou você morar aqui.

– E eu a tratava mal, que péssima que eu sou – Balancei a minha cabeça inconformada.

León estava me beijando de repente assim, em um estalo. Sua língua nunca confrontou tanto a minha. Ele me levantou e colocou – me de pernas abertas em volta de sua cintura e ele me puxava cada vez mais para si. León me fez puxar ar de sei lá da onde.

– O que foi isso León?

– Feliz aniversário de 4 meses de namoro?

Ri, mas o puxei para mais um beijo.

– Boa notícia! – Exclamou.

– O que? – Parecia uma criança curiosa.

– Estou morando aqui do lado junto com Pablo!

– Sério?

– Aham!

– Ai que bom amor! Assim você arranja alguém de confiança para ficar. Mas e minha mãe?

Sinto León tenso e engolir com dificuldade. Eu comecei a chorar fraco, não quero ambicionar nenhuma porcentagem de chances da minha mãe estar machucada, lesionada.

– Ei! Eu não falei nada! – Ele começou a falar – Quando entramos lá, Maria disse que era pra te socorrer e deixar com alguém confiável e foi o que fizemos.

Meus braços com rapidez, rodearam o pescoço de Lion e escondi meu rosto no mesmo. Porém tenho uma vida para seguir, não posso lamentar o passado. Tudo o que planejo fazer é tentar mudar um futuro possível e incerto.

– Cadê Angie? – Estranhei sua ausência.

– Foi para o Studio.

– Ai meu Deus León, o Studio! Eu sou professora lá! Eu to atrasada, vamos León, temos que correr!

Peguei minha bolsa que (ainda bem) León trouxe comigo, calcei as sapatilhas, peguei na mão do meu namorado e o arrastei para fora.

– Oh! Oh! Oh! Você quer ir aonde assim? Toda lesionada?

– Onde você está vendo que eu estou machucada?

– Aqui – Passou seu polegar pela minha pálpebra – Aqui – Passou a mão em meu pescoço – Bem aqui – Levantou minha blusa e tocou em meu machucado na barriga – E aqui – Ele levantou minha saia até chegar a um ponto de indecência que eu acabo de bater nele com minha bolsa.

– Que safadeza é essa? Estou muito bem, não tem nenhum machucado onde você pretendia chegar! E nem pense em chegar lá, porque eu não sou uma Francesca da vida – Mas. Que. Droga. De. Boca.

– No que a Fran se envolve nisso?

– Nada! Nada! Vamos para o Studio senão o Gregório nos mata! – Não deixei ele retrucar nem uma onomatopeia qualquer, peguei seu braço e fomos.

Pov’s León

Parece que minha vida nem é mais a mesma. Ano passado era um playboy e agora sou o melhor namorado do mundo que só pensa em uma garota que foge do próprio pai.

Porém essa noite foi uma das mais loucas absurdas e inimagináveis. E eu ainda estou tentando entender porque a Vilu mencionou a Fran naquele assunto.

Marco!

Marco sabe de todas as respostas quando o assunto é Reys. Ele não deixa escapar nenhum detalhe.

– Oi Marco!

– E aí León! A Violetta tá bem?

– Sim não sei como, mas ela veio dar aula como se nada tivesse acontecido. Ela é muito forte.

– Admiro muito ela – Ele é meu amigo, mas uma gotinha de ciúmes saiu de mim – Nesse quesito – Lancei um olhar de “bom mesmo” – E onde ela tá morando?

– Na Angie, como sempre, Angie simpática e deixou ela ficar lá! Essa noite já dormiu lá e... ah! Antes que eu me esqueça... Sem querer ser muito direto, mas a Francesca é, digamos, atirada? – Minhas bochechas devem estar mais avermelhadas do que um pimentão.

– E como é! Hoje a noite, Francesca Reys – Ele começa a sussurrar e se aproxima de mim – Quase me levou pra cama.

Eu arregalei os olhos e fiquei totalmente pavoroso, Violetta nunca, jamais imaginaria fazer isso comigo.

– Uou! – Foi a última palavra que eu falei antes de Gregório entrar gritando.

– Vamos vamos seus molengas e... 1,2,3,4,5,6,7 e 8!!!

Pov’s Ludmila

– Violetta! Violetta! Espera, precisamos conversar! – Por pouco quase perdi Vilu de vista.

– O que foi Ludmila?

–Vamos para minha casa, é algo sério – Falava muito baixo com o tumulto de pessoas que tinha agora no Studio.

– Está me preocupando! – Ela me fitava sem cessar e segurava meu pulso até a dor penetrar meu osso.

– Violetta, acalme-se, não é nada grave e sim sério! – Arrastei ela para uma sala vazia.

– O que foi agora sua louca! – Já falava em seu tom normal fechando a maçaneta da porta.

– Tomás!

Essa palavra, esse nome, essas letras, essas sílabas, esse sonar que atiçava nossos neurônios e trazerem lembranças ruins, um passamos que nunca queremos voltar à tona, porém foi por ele que nos conhecemos. Esse desgraçado que somente deixou ruínas em nossas vidas, quero falar com Violetta, pois é necessário.

– Nessas férias não escutei, não falei, nem pensei nada sobre esse sujeito e nem o vi, não quero tocar nesse assunto logo agora, então se é isso que você tem que falar, tenho mil coisas mais importantes para fazer – Estava se retirando, mas eu a segurei com apenas 5 palavras, 5 palavras que fazer mudar um ser, 5 palavras milagrosas em nosso caso.

– Tomás foi embora para Espanha.

Seus passos pararam, sua respiração para, Violetta para, eu paro, o Studio para, o mundo para, qualquer ser que possa respirar para.

Por apenas 1 milésimo.

Vejo Vilu exclamando alegria, sorrindo felicidade e chorando de alívio. Ela corre até mim e me abraça como se fossemos amigas desde a pré-escola. Parecia que Violetta tinha morrido, ressuscitado e começado uma nova vida. Ela corre até mim, me abraça e me fala.

– Obrigada amiga, obrigada!

São as únicas palavras omitidas por ela antes de sair praticamente em pulos da sala e se debater com alguém, alguém conhecidamente por todos pelo seu topete e conhecidamente por mim por ser meu namorado.

– Oi amor, o que estava falando com a Vilu pra ela sair daquele jeito? – Me destes um selinho no meio da fala.

– Sobre o ex namorado dela que também foi meu ex que se foi para Espanha – Eu logo percebi que eu ter dito a palavra “ex” não foi uma boa genialidade minha.

– Mas você sabe que você é o único que importa para mim, pois foi o único que cuidou de mim e é o único na minha vida.

– Eu te amo Ludmila.

– E eu te amo muito mais Federico.

Finalizamos com um longo, aprofundado (e meloso) beijo.

Pov’s Violetta

A espontaneidade cobria meu corpo por completo, não tinha como escapar, não tinha como fugir do que eu sentia, já tentei uma vez isso e acabei falhando, então deixei transparecer minha euforia.

Sai do Studio às pressas e avistei León em nosso local de encontro (embaixo de uma árvore um pouco afastado da entrada do Studio) onde ele sempre me espera para irmos. Ele me viu e me lançou um sorriso, e logo já ia se levantando.

E eu? Eu nem tinha 20 anos, eu tinha uma mentalidade de 12 anos. Sai em disparada na direção de León, ele viu minha correria e abriu os braços a minha espera. Pulei em seu colo e coloquei as pernas em roda de sua cintura.

– Mas que felicidade é essa Castillo? – Olhei diretamente em seus olhos e finalmente falei.

– Tomás! – Eu ria – Tomás! – Mal conseguia acreditar que poderia falar aquela frase me fatos reais – Tomás foi embora León! Tomás foi embora!!! – O abracei e senti o demorar para captar meu anúncio.

Peguei seu rosto e o coloquei nas palmas da minha mão, em forma de um acolhimento.

– León me escuta! – Ele me fitou com mais clareza – Tomás foi embora de nossas vidas!

Agora sim notei ele entender a notícia, pois isso estava claro quando seus lábios estavam nos meus. León me beijava em um sentido de agradecimento, bom não sei ao certo qual era seu motivo, mas sei que ele queria se aprofundar mais, porém o ar se fez necessário.

– Que tal tocarmos algo? – Agora já me desvencilhei de seus braços.

– Não trouxe o violão hoje.

– Ah... ok.

– Mas podemos ficar aqui, passando um tempo juntos – Ele tantava me beijar novamente, mas o recusei.

– Já tenho que ir para – Abri aspas com os dedos – Casa.

– Quer que eu te leve?

– Não, é perto daqui, eu vou sozinha.

– Bom do mesmo modo, eu moro com o Pablo então ainda hoje a gente se fala.

Um beijinho de tchau (N/A Rushers entenderão)

Sai andando até a casa da Angie. Chegando lá, a mesma se encontrava com papeladas de professores.

– Olá Angie!

– Olá Vilu! – El já se levantava par ame dar um abraço – Bom, estou sem tempo para cerimônias então, resumindo: León me explicou sua história, logo deixei você morar aqui, porque eu estava sozinha e não queria te deixar em perigo. Seu quarto é o último do corredor, pode ficar à vontade que agora essa casa também é sua! – Por mais que ela não escondesse seu entusiasmo, ela falou com calma e pausado.

– Obrigada Angie, e desculpa por ter te tratado daquele jeito!

– Que isso Vilu, agora vai lá arrumar seu novo quarto!

Cheguei em meu novo quarto, em minha nova casa, minha nova família e minha nova vida. Mal sabia por onde começar para arrumar meu quarto, portanto somente me joguei em uma poltrona no canto perto da janela, tentei refletir meu dia, o dia mais louco que alguém poderia ter, um dos piores, um dos melhores, um dos foras de série. Me senti atordoada, revivi de novo novamente mais uma vez, tudo parecia estar rodando rodando e rodando mas nunca parar em um lugar certo, em um ponto fixo, minha vida nunca teve um ponto fixo.

Porém nesse dia, teve um acontecimento que poderá mudar minhas escolhas futuras.

Notas finais
e aí???????? sabe q acontecimento é esse? então comenteee!! bom.. amanha vou viajar e volto quinta ou seja, durante a viagem vou fazer um caps GIGANORMEEEEEEEE bom... FELIZ NATAL E FELIZ ANO NOVO PARA TODOS!!! gente... só estou querendo dizer, essa fic vai ter um término no caps de 10 a 15, não quero prolongar, e já to com ideias pra prox fic muahahahahahahah enfim... Baci e Abbracci da Anninha :D
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.