Notas iniciais
Agradecemos infinitas vezes a todos que estão lendo. E principalmente para as queridonas que comentaram; Vocês nos animam e nos inspiram e nos ajudam a fazer MCC acontecer. Este capítulo é pra vocês! E nos aguardem porque o 32 é sobre ~como disse a HeyBones~ "a volta dos que não foram" muahahahahaha xoxo, Cath

— Eu sei que você está nervosa, mas para com isso — ralhou Emma com Regina quando a morena abriu e fechou seu espelho de mão pela décima vez. Quando não estava brincando com o espelho, ela estava dobrando e desdobrando a bainha da blusa de seda, na cor vinho, que vestia. Por cima usava um blazer azul royal e uma calça de linho preta, deixando-a, como sempre, com um visual impecável e elegante.

— Então tente você me distrair… antes que eu tenha um colapso nervoso! — suplicou Regina levantando o olhar para a mulher igualmente bem vestida ao seu lado.

— Eu adoraria, amor. Tenho várias histórias que te fariam esquecer que daqui alguns minutos — constatou ela olhando para o relógio — você estará esfregando na cara desses esnobes o lugar incrível que você construiu e a mulher maravilhosa de negócios que você é.

— Por que sinto que tem um ‘mas’ vindo?!

— Porque tem. — confessou a loira vasculhando o lugar com os olhos — Desculpa. Não posso ficar aqui pra te animar, tenho que ir atrás do Henry. Ele sumiu... de novo.

— Ele estava maravilhado com aquele aquário da recepção. — constatou Regina observando atentamente o amplo corredor que formava o térreo da revista Equus. Havia um enorme balcão no centro do largo cômodo, debaixo de uma placa em que se lia ‘recepção’. Do dois lados havia poltronas e pequenos sofás para espera e várias portas que davam em escritórios de diversas sessões. Nenhum dos três esperava encontrar aquele moderno prédio, com quatro andares e janelas espelhadas, com uma arquitetura completamente vistosa.

Ao lado esquerdo do balcão de informações, havia um enorme aquário com uma variedade de peixes pequenos e coloridos, que imediatamente chamou a atenção do menino quando chegaram.

— É! Lá está ele. — bufou Emma que sentava com Regina em um dos sofás que ficava há um pouco mais de cinco metros da entrada. — Logo te encontramos. Arrase! — ela beijou a palma da mão da morena, evitando, assim, borrar a maquiagem dela com um beijo no rosto, e saiu com passos largos atrás de Henry.

Regina ficou ouvindo o barulho do salto das botas que Emma usava ressoarem no piso do prédio e suspirou tranquilamente. Por um momento, ela ficou observando os dois e esqueceu o porquê de estar ali.

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— O que você está aprontando?! — perguntou a loira quando alcançou Henry.

— Eu quero um peixinho, mãe — disparou o menino sem se virar para vê-la. Emma engoliu em seco e, em seguida, ajoelhou-se ao lado dele para observar o aquário.

— Bem... você sabe que cuidar de um peixinho requere uma atenção muito grande, não sabe?

— Eu tenho uma atenção gigantesca!

— Realmente você tem — murmurou ela sem esperança de que o assunto fosse logo esquecido e se colocando de pé novamente, prendendo a atenção do menino — Então, quando chegarmos em Chicago, me lembre de irmos buscar um.

— Promete?

— Sim. Mas você terá que cuidar muito bem dele. Promete?

— Prometo!!

Henry a abraçou pela cintura e, após alguns segundos, levantou a cabeça procurando por Regina.

— Onde está a mamãe?

Emma o imitou e procurou a morena com o olhar.

— Ela já deve ter sido chamada.

— Hmmm… o que diremos pra ela sobre os peixinhos?

“Essa é uma ótima pergunta”, pensou Emma.

— Peixinhos? — perguntou ela enquanto estreitava seus olhos para o garoto à sua frente. — Não abuse, Henry Mills!

O garoto riu, com um sorriso radiante, e lhe deu as costas, voltando a admirar os peixes. Emma, após ver os olhinhos dele brilhando de satisfação, teve certeza que faria o que quer que fosse por ele, mesmo fingindo o contrário.

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Regina torceu a boca pela décima vez. Ou isso é o que ela achava, pois já havia perdido as contas de quantas vezes fez aquele gesto tentando evitar uma resposta grosseira.

A entrevista já se estendia para mais de quarenta minutos e a sala em que estava a deixava desconfortável e irritada, tamanho era a frivolidade ali.

Na entrada, havia sofás de couro dispostos um de frente para o outro, ambos em frente a porta, com uma mesinha de ferro entre eles. O tapete cinza completava o visual, deixando o ambiente impassível, embora elegante.

Um pouco atrás da saleta, ficava o escritório, composto por uma mesa grafite grande, uma cadeira giratória de couro preta e duas estantes, sendo uma com duas portas. As paredes estavam cobertas por capas de edições anteriores, quadros e uma janela coberta por persianas, que estavam abertas, deixando a iluminação ainda mais forte.

Robert Gold, o entrevistador, que Regina julgou estar na casa dos 40 anos, parecia tão impessoal quanto seu escritório. Seu traje social, uma camisa branca simples, calça e sapatos pretos, seu penteado moderno e suas feições quase aristocráticas faziam com que ele se encaixasse perfeitamente ali.

A morena não gostou dele, nem como ele estava conduzindo e menos ainda dos comentários à suas respostas. Tudo pare ele, sobre o Clube, era comum, enquanto para ela era fantástico. E sim, era trabalhoso, mas ela adorava o lugar. Talvez anteriormente houvesse ressentimentos por não ter participado de competições hípicas, mas, agora, ela ficava feliz, pois fazia o lugar crescer para aqueles que tinham o mesmo sonho que ela teve.

Ela teve a impressão que Gold não entendia isso. Por trás daquele sorrisinho irritante, que ele insistia em manter no rosto toda vez que ela falava dos seus esforços para melhorar o lugar e o que era oferecido, Regina achou que havia uma pessoa cética e esnobe.

— Só mais uma pergunta, srta. Mills — pediu ele com seu gravador de mão.

— Pois não?

— Sobre sua vida pessoal, como uma mulher que comanda uma hípica, aliás uma em grande ascensão, consegue ter tempo para um garotinho de sete anos?

— Seis. — corrigiu ela automaticamente antes de pensar cuidadosamente nas palavras que escolheria. Pois era de conhecimento público que alguns jornalistas têm que alterarem o que é dito em nome da manchete e das vendas que ela fará.

— É corrido de fato, mas sempre consigo estar com meu filho tempo suficiente para que eu o veja e o ajude a crescer. Claro que também conto com ajuda nessa tarefa, principalmente dos meus pais.

— Compreendo. É do meu conhecimento que você e o pai do menino não se relacionam muito bem.

Os olhos escuros chisparam perante à menção de Robin.

— Nosso relacionamento é cordial, como o de qualquer outro casal em uma situação semelhante a nossa. Priorizamos nosso filho, mas seguimos caminhos separados.

— E há alguém seguindo esse caminho com você?

— Sim. — respondeu simplesmente ignorando o tom malicioso.

— Há planos com essa pessoa?

Regina deixou que seus nervos, outrora tão bem controlados, tomassem conta da situação.

— Desculpe, Sr. Gold, mas acho que minha vida pessoal não diz respeito aos leitores, ou ao senhor.

Robert sorriu, aparentando uma calma e uma compreensão das circunstâncias que a mulher sentada à sua frente parecia desconhecer.

— Espero não tê-la ofendido, srta. Mills. Minha intenção é somente tentar criar um vínculo entre você, a revista e quem a lê.

— Considero perguntas inoportunas. Se você quiser que eu responda qualquer coisa sobre o Clube de Hipismo Mills, estarei mais do que disposta a fazê-lo. Qualquer outro assunto, porém, será declinado. Espero que você entenda.

Antes que o Sr.Gold pudesse responder, uma batida na porta os interrompeu. Após um “entre”, uma cabeça loira surgiu no vão da porta.

— Com licença, não queria interromper, mas — começou seca para o homem que a encarava sentado no sofá de frente a porta, interrompendo-se quando Regina virou-se para ela.

— Regina — chamou, ignorando a presença de Gold e concentrando-se na morena. O tom dela, vago e cansado, preocupou Regina, mas ela se conteve com as inúmeras perguntas que sugiram simultaneamente em sua cabeça.

— Henry e eu vamos te encontrar no hotel, tudo bem? Ele já está entendiado de ficar aqui comigo.

O olhar delas se encontraram e pareciam ter uma conversa tão bem articulada como a que Regina estava tendo com Gold.

“O que houve?” perguntou os olhos escuros atentos.

“Nada do que você está pensando.”

“O que é então?”

“Esquece. Não vamos discutir aqui.” disparou os olhos verdes teimosos.

— Terminamos? — perguntou bruscamente Regina, desviando o olhar e colocando-se de pé.

Aquela pergunta rude e seu modo descortês desencorajaram a insistência que Gold preparava. Ele podia perceber a determinação de Regina e como ela pareceu mais imponente com Emma ali. “Oh, sim. Com certeza temos algo grande aqui”, pensou ele olhando de uma para outra. Suspirando e acenando com a cabeça, ele despediu-se polidamente das duas, já com uma ideia surgindo para o artigo que devia fazer.

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O caminho todo foi feito em silêncio, com exceções dos cochichos que vez ou outra Henry trocava com Emma para saber quando discutiriam “aquele” assunto com Regina. Ela lhe dava respostas evasivas, pois precisava resolver outra questão primeiro.

Chegando ao hotel, Henry foi para a sala de jogos e, após dar uma gorjeta relativamente boa para uma das monitoras, elas subiram para o quarto.

— Por que não contou sobre mim? — disparou Emma assim que as portas do elevador se fecharam. A frase soou cheia de ressentimento até para si mesma.

Regina inspirou profundamente antes de encará-la.

— O que você ouviu?

— O que você disse.

— E por que você acha que eu deveria contar para aquele presunçoso sobre a gente?

— Porque vamos nos casar e todos deveriam saber!

Regina a encarou cuidadosamente. Havia mais do que elas estavam dizendo para ser discutido ali.

— O problema é esse? Que ainda não anunciamos que estamos comprometidas?

— Em parte. — confessou Emma baixinho enquanto saia do elevador e parava em frente a porta do quarto com a chave na mão.

— O que é Emma?!

— Você está com vergonha de mim? Da gente?

O rosto de Regina ficou lívido de surpresa. E depois... raiva.

— O quê!? Não acredito que você está perguntando isso.

— Por quê? Parece óbvio para mim. Não podemos anunciar que estamos juntas porque você tem medo de ter reprimendas. Adivinha? Você não é a única que teme ser rechaçada aqui.

— Não pude dizer a ele, Emma, não porque não queira ou porque eu tenha medo, mas porque eu acho que meus pais e meus amigos que leem a revista deveriam ficar sabendo disso por mim e não por Gold. Você olhou bem pra ele? Nosso relacionamento seria um prato cheio e a Equus viraria uma revista de fofoca!

— Que se dane ele! Estou cansada de ter que esconder quem eu sou e o que eu quero. E que se dane, Robin também! Já percebeu que estamos morrendo de medo e ansiedade nas últimas semanas e nunca dizemos o motivo em voz alta? Nunca dizemos o nome dele, e ele tem estado nos assombrando todos os dias…

Regina mordeu a parte interior da boca.

— Você sabia onde estava se metendo.

— Achei que estávamos juntas nessa.

— E estamos, Emma…. Chega de drama, ok?

— Se você acha que se sentir excluída é fazer drama, então pode ter certeza que você terá um enorme!

— O que você quer de mim? Não vou me desculpar por não querer contar sobre minha vida privada para um curioso e nem por estar adiando a notícia do nosso noivado por causa do Robin. Pronto! Não era isso que você queria? Que eu dissesse o nome dele? Eu sei do que ele é capaz, Emma. Nosso casamento é um assunto inflamável… E eu não quero que nem eu e nem você, e muito menos Henry ou o resto da nossa família, acabe se queimando por causa dele. Não aprendemos a lição uma vez?

Regina estava parada com Emma em frente a porta do quarto. A tensão entre elas era quase palpável.

— Achei que essa semana aqui seria boa para nós duas, mas está sendo um fracasso. E estou cansada de ter que me justificar com você.

— Então, cale a boca! — gritou Emma em resposta.

— Me obrigue! — rebateu Regina com raiva, abrindo a boca para falar mais alguma coisa, mas sendo interrompida pelos lábios exigentes de Emma. Não foi um beijo suave ou apaixonado, mas o oposto.

Regina a empurrou, seus olhos faiscavam, assim como os de Emma.

— Droga, Emma! — vociferou Regina furiosa lhe dando as costas e descendo pelas escadas para o andar de baixo.

A loira abriu a porta do quarto praguejando de todas as formas que sabia, louca de raiva com ela mesma e com Regina. Fechando a porta com um estrondo tão forte, que a fez bater e abrir-se de novo, Emma abaixou a cabeça nas mãos e sufocou um grito de exasperação.

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Regina abriu a porta do quarto devagarinho. Já era tarde, passava da meia-noite. Ela passara a tarde inteira andando pela cidade, pensando no que Emma dissera. Sobre tudo. Sua vontade foi voltar ao prédio da Equus e falar com Gold; contar a história delas.

Mas ela não podia e não queria. Aquilo era entre elas. E ela se recusava a transformar Emma em “sua mulher” ou ela “na mulher” de Emma. Elas eram uma da outra, sim, mas ela não poderia deixar que uma matéria as reduzisse. Ela não deixaria ninguém diminui-las, ou o que elas tinham, com meras palavras apenas por dinheiro. Elas não eram como o resto e não poderiam permitir ser. Não poderiam ficar ressentidas com qualquer coisa e perderem as promessas que fizeram e ainda fariam. Havia muito para elas para que abandonassem por tão pouco.

No escuro, ela retirou os sapatos e a roupa, pegando a camiseta que havia deixado pendurada atrás da porta do banheiro. Henry dormia de barriga para cima, completamente exausto pelo dia. Emma o deixou brincar até tarde na sala de jogos e na piscina. Eles jantaram no hotel e depois ficaram jogando bola, até que o sono fosse inevitável.

Quando o menino perguntou sobre Regina, Emma disse que ela precisou voltar para refazer a entrevista e que ficaria até tarde lá. “No entanto, garoto, a verdade é que sua mãe sumiu, não atende o celular e está me deixando morta de preocupação” quis confessar Emma, mordendo a língua para que tal coisa não fosse dita.

— Onde você estava? — sussurrou Emma quando sentiu o peso de Regina no colchão. Ela estava de costas para a morena e não queria olhar pra ela.

— Andando por aí. Pensando.

— Pensando? Até agora?

— Bem… É. Eu não queria voltar, te encarar e admitir que eu estava errada, não completamente, claro. Mas eu queria dormir e achei que seria um preço razoável para pagar.

— Preço razoável? Você fugiu da nossa conversa! — indignou-se Emma brava, o mais baixo que pode, embora sua vontade fosse gritar o mais alto possível.

— Eu fugi de você, não da conversa.

— De mim?

— Num minuto você está discutindo comigo e no outro está me beijando. É claro que eu fugi de você!

— Eu não estava te beijando, idiota! Estava te punindo!

— E o que você acha que eu estava fazendo demorando esse tempo todo? Idiota.

Emma sorriu involuntariamente e agradeceu silenciosamente a escuridão do quarto por não deixar que Regina visse.

— Sabe, você vai ter que descobrir outro jeito de me punir futuramente, porque esse seu método não é muito eficaz.

— O seu foi… — reconheceu Emma com o peito apertado.

— Desculpe. Mas eu realmente precisava pensar.

Elas ficaram em silêncio, ambas encarando o teto, até que Regina se virou na cama e Emma a imitou.

— Quase fui falar com Gold sobre a gente — confessou a morena tentando enxergar as feições da loira no escuro. Seus olhos já haviam se acostumado com a falta de luz, mas ainda era impossível discernir as linhas de Emma e o que ela poderia estar pensando. — Mas decidi que ninguém iria te reconhecer por causa de mim e vice-versa. Nós estamos nessa juntas, Emma. Contudo, não quero que as pessoas esqueçam que temos nossa vida individual. Não quero que a gente esqueça. Compreende? Somos mais do que isso.

— Eu sei.

— Sobre Robin, realmente precisamos esperar, Em. Não só por nós ou pela situação toda, mas por Henry. Agora, esperar pra casar é uma coisa, pra fazer uma festa de noivado e sair contando as novidades é outra. E essa nós podemos resolver logo. O que acha?

Emma usou seu braço direito para puxá-la para mais perto.

— Obrigada. E desculpe por ter surtado. Me rejeitaram por muito tempo e isso ainda pesa em mim de vez em quando. Sei que você não faria isso, mas é mais forte que eu. Às vezes eu tenho muito medo de te perder, sabe? Estou tentando ser firme, eu juro.

— Oh, Em. Me desculpe também. Temos que falar como nos sentimos e quando quisermos. Só não grite mais comigo. E nem me beije no meio de uma discussão.

— Por quê?

— Por que não gritar ou beijar?

— Beijar. Gritarei com você quando eu quiser, sua mandona.

Regina engasgou com uma risadinha ao ouvir aquilo e resolveu fingir não ter ouvido, assim evitaria outra discussão ou ser complacente com Emma.

— Ora, porque senão não estaremos mais brigando em questão de segundos.

— Você se acha demais, srta. Mills.

— Não me provoque, Swan.

— Nem todas as nossas discussões acabarão na cama, você sabe disso, certo?

— Uma garota pode ter esperanças, não pode?

— Engraçadinha.

Durante um momento, só se houvia a respiração delas e a de Henry no quarto.

— Em? Você nunca será rejeitada enquanto eu estiver por perto. — murmurou a morena beijando-a no rosto e descansando sua cabeça no ombro dela.

— Promete?

— Prometo.

Emma começou a rir baixinho.

— Qual é a graça?

— Momento déjà vu.

— O quê?

— Henry e eu dissemos o mesmo hoje cedo.

— O que você prometeu pra ele dessa vez, Emma?

— Peixes.

— De verdade?

— Aham.

— Vocês dois vão me matar — exagerou Regina se apoiando com uma mão para olhar por cima de Emma para Henry, que continuava adormecido, e depois se deixando cair na cama.

— Fiquei preocupada com você — cochichou acariciando o braço de Regina que estava em cima de sua barriga

— Desculpa, Em. Desculpa.

— Tudo bem. Não somos perfeitas, amor. E vamos aprender com os nossos erros. Mais cedo ou mais tarde. É disso que se trata um casamento, não é?

— Você está obcecada com casamentos, Emma! — brincou Regina.

— Estou obcecada em ter você pra mim, isso sim.

— Você já me tem!

— Então eu não preciso de mais nada.

Regina sorriu bobamente e beijou Emma até cair no sono, dormindo agarrada a ela.

Notas finais
Oi gente! Nos desculpem pela demora para postar e para a demora por responder. É culpa minha :/ ~e minha!~ Mas acredito que todos os comentários foram respondidos. Caso alguém não tenha sido, dá um gritooo! Bom, como a Cath disse teremos "A volta dos que não foram" no capítulo que vem, então, preparem seus corações... A história vai voltar a esquentar, em vários sentidos... Beijo grande, HeyBones.