Notas iniciais
Hey people! Capítulo 19 demorou mas chegou :) Vou confessar que estou super insegura com esse capítulo. Nunca escrevi nada do tipo e enfim, quero que vocês sejam sinceros nos comentários e nos digam se querem mais cenas assim ou não. Outra coisa, pessoal de TLW, vocês são criativas hahaha A semelhança que eu citei era o nome da boate, mas o que vocês falaram faz sentido também, eu acho... Hahaha Chega de falar. E sério, deixem suas lindas opiniões, porque estou muito tensa com esse capítulo. Beijo grande, HeyBones.

Emma chega em casa e bate a porta. Sobe as escadas correndo e quando chega na porta do quarto, ouve a porta da frente bater de novo.

— Emma! Dá para você para de fugir de mim? Eu posso explicar. — Regina sobe as escadas correndo e encontra Emma dentro do quarto, virada para a janela. Os punhos cerrados e os ombros tensionados indicavam que a raiva ainda não havia passado. Ela para na porta do quarto ao ouvir a voz baixa e grave de Emma.

— Quem é aquela mulher, Regina? — Emma se vira e o que Regina vê lhe assusta no início. Mas ela sabia, ela confiava, que Emma jamais a machucaria. Sabia que aquela raiva toda na verdade era o ciúme misturado ao álcool, e iria usar disso ao seu favor naquela noite. Masoquismo? Talvez. Mas ela via ali a chance de uma noite intensamente louca de sexo selvagem.

— Ela se chama Ariel Fish, amor. É uma grande amiga do tempo da faculdade. — Responde em falsa inocência, começando a despir-se das jóias em frente à penteadeira. Ela via Emma lhe encarando pelo espelho.

— Amiga? Tem certeza? Vocês pareciam bem íntimas. — Emma não se move um centímetro se quer. Ao passo que Regina andava pelo quarto, “desarrumando-se”.

— Bom, talvez nós sejamos íntimas. — Ela responde dando de ombros, como se aquilo não fosse importante, o que irrita ainda mais Emma.

— Como é? — Emma anda até Regina, que já estava descalça e sem as jóias.

— Ah Emma, nós ficávamos, transávamos… Essas coisas. — Ela rola os olhos e vira-se de costa para a loira. — Abre para mim? — Perguntou docemente. Ela referia-se ao zíper do macacão, o qual Emma pôs uma mão de cada lado e puxou, estragando-o, rasgando-o. A peça caiu no chão por inteira, revelando o corpo pecaminoso da morena, agora coberto apenas por uma pequena calcinha branca de renda. Regina estava pouco ligando para o macacão arruinado, ela queria mesmo era ver a reação da sua loira, então virou-se, com um sorriso safado.

Emma estava estática, olhando para a bunda levemente bronzeada da namorada em contraste com aquela minúscula calcinha branca. Quando Regina se virou, a visão só melhorou.

— Transavam? — A loira perguntou ainda olhando para a “calcinha” de Regina. Ela sabia que a namorada tinha um passado, assim como ela também tinha. Mas ficar imaginando esse passado, vê-la falando dele tão descaradamente assim, a irritava ainda mais. Emma não era uma pessoa muito ciumenta. No momento culpava esses sentimentos todos à bebida. A morena riu maliciosamente. Seu plano estava dando certo.

— Sim. Transávamos loucamente, quase todos os dias. — Ela viu que Emma não se mexia, apenas encarava seu sexo, então resolveu provocar. — Vai ficar só olhando ou vai comer de uma vez?

Emma finalmente a encarou. Um sorriso sádico brotou em seus lábios e um olhar de luxúria misturado com raiva completava sua expressão. Ela puxou Regina pelo pulso, colando seus corpos. Sua mão livre entrou na pequena calcinha, e seu dedo médio passou a massagear o clitóris da morena, que já estava entumecido e molhado pela lubrificação natural. Gemendo roucamente, Regina fechou os olhos.

— Eu vou comer, mas de uma forma que você nunca mais vai esquecer. E não conseguirá andar amanhã, de tanto que irei foder essa sua buceta gostosa. — Sussurrou, fazendo Regina soltar outro gemido, mais alto e prolongado que o primeiro.

A loira se afastou e entrou no banheiro, batendo a porta. Regina ficou parada, confusa. “Essa loira enlouqueceu de vez.” Regina ouve o barulho de algo se chocando contra a porta do banheiro. — Emma? Está tudo bem ai? — Ao chegar perto do banheiro Emma abre a porta e Regina fica boquiaberta. Emma estava nua, vestindo apenas um strap on com um dildo de uns 20 cm acoplando nele, um sorriso safado brincava em seus lábios.

— Fica de quatro, ali. — Emma apontou para a penteadeira e Regina, ainda atônita, encaminhou-se para lá. Emma a seguiu e assim que a morena apoiou as duas mãos na madeira, apoiou-se em suas costas, a ereção do dildo ficando entre as nádegas de Regina.

Ela puxou os cabelos da morena, que gemeu com o ato. Elas nunca tinham feito algo do gênero, mas aquilo estava excitante demais. Raiva, medo, ciúmes, tesão, luxúria, desejo, e uma pitada de amor. Todos esses sentimentos, e outros, misturavam-se e deixavam o ambiente cada vez mais pecaminoso e sexual.

— Eu vou te comer onde eu quiser e como eu quiser. E você só vai gozar quando eu deixar, ok? — Regina apenas concordou com a cabeça. — No final da noite, Ariel Fish vai ser considerada apenas uma amiguinha com quem você trocou uns beijos, pois o que vocês tiveram, não poderá ser chamado de sexo.

Regina soltou uma gargalhada alta e rouca, virou o rosto para Emma, falando lentamente.

— Eu duvido.

Pronto. Aquilo foi a gota d’água. A pequena calcinha de renda fora rasgada em um único puxão, o dildo penetrava fundo a vagina totalmente molhada de Regina, que arfou e gemeu, arqueando o corpo.

As estocadas eram fortes e profundas, a penteadeira sacudia com a força aplicada, as jóias caiam ao chão.

— Em... Mais! — suspirou Regina. Emma urrou e aumentou a velocidade. Seus dedos apertavam fortemente a cintura da morena, marcando-a, puxando-a para si com precisão. O barulho da pélvis da loira chocando fortemente conta as nádegas da morena aumentava a excitação. Quando Regina começou a ter espasmos, Emma parou.

— Não... — choramingou a morena. Emma agarrou seus cabelos, puxando a cabeça da morena para trás.

— Você só vai gozar quando eu deixar, lembra? — Ela deitou-se sobre Regina e lhe beijou. O dildo roçava na bunda da morena, lhe excitando mais. Emma parou o beijo. — E eu sei o que fazer com essa sua bunda gostosa. — Ela roçou o dildo entre as nádegas da namorada, parando na entrada do ânus. Regina gemeu. — Posso?

— O que você está esperando? — Regina sorriu maliciosamente. Emma retribuiu o sorriso e se esticou para pegar o lubrificante na gaveta da penteadeira. — Deixa que eu faço isso, Miss Swan.

Regina virou-se, pegou o lubrificante das mãos da loira e despejou na mão direita. Ela fazia movimentos de vai e vem sobre o dildo, enquanto beijava Emma e a mão esquerda estimulava o clitóris da loira. Ela foi descendo os lábios e passou a sugar o seio esquerdo da loira, que estava extasiada de prazer, sem nunca para os movimentos das mãos. Quando estava quase perdendo o controle da situação, Emma a afasta. Vira-a bruscamente e a inclina, derrama um pouco de lubrificante no ânus da morena e começa a espalhar o gel. Lentamente, ela introduz o joguete, ao passo que Regina arqueia o corpo e geme lentamente, de dor e de prazer. Quando soca tudo, Emma o retira por completo e entra de novo, dessa vez mais rápido. Ela vai aumentando a velocidade gradativamente, enquanto massageia o clitóris da morena, que geme mais a cada nova estocada.

— Isso é tudo... o que você tem, Tenente? — pergunta Regina entre as estocadas. Emma se enfurece novamente e aumenta a força, enquanto enfia dois dedos na vagina da morena. Regina grita.

— Aposto que ninguém nunca fodeu seu cu e sua boceta ao mesmo tempo, não é? — Emma morde-lhe a nuca e desce, lambendo as vértebras de Regina. O gosto salgado da pele morena suada inebria a loira.

— Não... — Ofega Regina.

— E você tá gostando? — Sussurra Emma, mordendo o ombro da morena em uma estocada mais funda, segurando firme a cintura dela com uma mão.

— Sim... OH MY GOD EMM... — Regina começa a rebolar e tremer, o orgasmo se aproximando novamente.

— Isso gostosa, — Emma sussurra contra o ouvido de Regina — rebola no meu pau... Lambuza ele todinho.

Regina não aguenta mais e goza. O orgasmo é intenso, o corpo da rainha treme, lágrimas saem de seus olhos e sua mente entra em uma viagem louca. Emma continua a estoca-la, mesmo com os dedos escorregando muito mais por conta do gozo de Regina, e sua mão totalmente molhada pelo fluído que não para de jorrar.

— Emma... Eu não aguento... Para. — Pede Regina num fio de voz. Emma prontamente obedece. Retira lentamente os dedos e o dildo de dentro de Regina, que geme baixinho. Ela retira a cinta e vira a morena, trazendo-a consigo para a cama e deitando-se sob ela. Beijaram-se.

— Te machuquei? — pergunta acariciando a face suada da morena e pondo uma mexa dos cabelos negros, grudados a testa molhada, atrás da orelha de sua dona.

— Não, foi o melhor sexo da minha vida. — Regina lhe sorri.

— Melhor do que com a... Aquela mulher? — o ciúme retorna a face da loira, Regina gargalha. — Do que você ta rindo? — pergunta visivelmente braba.

— Amor, você ficou tão cega de ciúmes que esqueceu que foi e será a única mulher com quem tive algo.

Emma abre a boca várias vezes, mas não diz nada. Suas bochechas ficam coradas e Regina volta a rir da namorada.

— Ah amor, e você ainda ficava alimentando meu ciúme e minha imaginação alcoolizada! — ela emburrece.

— E você acha que eu iria perder uma noite de sexo selvagem com a minha Tenente gostosa? — Ela dá um selinho na loira e lhe sorri maliciosamente. Emma inverte a posição delas na cama, ficando por cima.

— Se você queria sexo selvagem era só ter pedido, Mills. — ela beija a boca de Regina e começa a rebolar sobre a morena. Regina a interrompe.

— Eu quero sexo selvagem Em, mas dessa vez eu vou te comer. — ela sussurra no ouvido da loira.

Notas finais
Quem estiver em lugar público, POKER FACE! Cara de boba, mas surtando por dentro uhauhaah O que acharam?! Isso me define muito quando li a primeira vez auhauha Disse pra HeyBones que era os 50 Tons de Maçã Com Canela uahauhauh Mas digam... isso ficou bom pra vocês?! HeyBones está tão preocupada, que passou pra mim :O uahauha Porém, esse continua sendo meu querido e amado 19 muahahaha xoxo, Cath