Maçã Podre

8 Capítulo 8: Despair.


Notas iniciais
Amores desculpem o mega atraso, a empresa na qual trabalho estava mudando de lugar e no meio da correria não me sobrou tempo para nada, mas o bom é que agora voltei a ter uma hora de almoço(nos ultimos meses estava tendo apenas meia hora), sabem o que isso significa? A FIC SERÁ ATUALIZADA COM MAIS FREQUENCIA. YAY *o*.
Agora que tenho mais tempo será estilo Casas Bahia, dedicação total u.u
Sim, provavelmente voltarei com os dois capítulos por semana ♥
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Quanto ao capítulo, ele é curto, não fui muito com a cara dele e o final é meio desesperador, mas calma, vou atualizar a fic ainda hoje (só que bem de noitinha) e vocês saberão o que vai rolar.
E amanhã posto o capítulo com a entrevista, e ele vai conter umas informações aleatórias sobre fatos da fic XD.
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E EU ESCREVI UMA ONE INCEST ENTRE SEAN E ALICE. Calma, calma. Alice ainda pertence ao Lay e... Bem, tem o Jeff no caminho e q, mas ela e Sean são apenas irmãos e continuarão sendo. Só que depois que mostrei esse cap. pro meu ex ele fez drama e meio que me obrigou a escrever a one, ou ele não pararia de me mandar emoticons de choro e.e. E
E eu fiz. É meio perva e... Bem perva q. Eu não postei ela, só enviei pra ele, mas se alguém de vocês quiser ler eu posto. Ela não faz parte das história da fic e será postada separada, kays?
~le pervacobain saindo de cena~

Alice's POV

No final de contas ontem não resisti e terminei interrompendo Bill e Layne. Infelizmente graças á minha burrice não consegui descobrir se Layne aceitaria ou não a seringa. Mas é melhor assim.

Agora estou segurando uma edição do jornal com a matéria sobre Sally, que foi entregue em minha porta, cortesia de Ben.

–Querido veja isso. –Digo, me sentando no colo de Layne, que me dá um selinho. Estamos nos entendendo bem novamente, e isso é perfeito.

–Uhh Sally vai amar isso.

–Falando em amar... –Sorrio para Layne. –Eu estava pensando, tenho um tempinho até a hora de me encontrar com Mike. O que acha de aproveitarmos?

–Perfeito. –Layne retribui meu sorriso com um ainda mais malicioso e sai me carregando para o quarto. –Sabe, se fazer as pazes é assim, a gente deveria se desentender mais vezes.


Três horas depois me encontro com Mike na lanchonete que costumávamos frequentar antes da fama dele. Michael está com boné e óculos escuros para não ser reconhecido, o que não ajuda muito, já que ele está dando autógrafos para duas moças.


Assim que elas saem Mike se aproxima e me abraça com força. Sinto falta da época em que passávamos mais tempo juntos.

–E então, o que aconteceu para que vossa majestade tenha requerido minha presença?

–Haha, engraçadinha. –Ele sorri e fica com o rosto meio avermelhado e então suspira. –Hey lembra que eu disse que ia te chamar para ser a madrinha de meu casamento quando eu conseguisse uma garota bonita e fofa?

–Lembro. Você disse que seria só para eu ver o que perdi. –Faço um bico. -Mas e então, já vai casar? Pelo que notei você nem consegue falar com Linn sem gaguejar, como vão casar?

–Bem...

–Sabe, ela não vai te esperar pelo resto da vida, Michael. Jefferson está por perto e solteiro, é bonitão, estiloso e eles tem lance rolando.

–Você não está ajudando. –Mike me dá um tapinha na nuca. –Aposto que só está me apressando por estar com medo de que Linn possa tentar roubar ele ou Layne de você...

–Gracinha. Sério, eu nunca vi você e ela conversando direito.

–Não nos falamos muito pessoalmente, mas por internet e telefone nos entendemos muito bem.

–Vocês são tão bobos. Mas tudo bem. –Dou alguns tapinhas na cabeça de Mike. –Titia Alice vai ajudar as crianças a se entenderem, só me dê um tempinho para pensar em como farei isso.

Passamos algum tempo conversando como nos velhos tempos. Falamos sobre um monte de bobagens e por algum tmepo é como se o tempo não tivesse passado,

–Hey Mike. Você tem visto o Jer?

–Ele anda meio sumido, o celular vive desligado...

–Será que ainda é aquele lance com a avó.

–Acho que não. Ele tem parecido estar mais animado.

Antes que eu possa responder meu telefone toca. Sean.

–Maninho?

–Alice. Estou tliste. Muito tliste. –Meu irmão diz com a voz meio embargada. Ele parece estar bêbado.

–Triste por quê? Sean sua voz tá meio estranha.

–Sua amiga é uma vaca.

–Qual delas?

–Glória, né. –Ele diz como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. –Ela está me traindo.

–Hmm você deve estar enganado. Glória é doida por você.

–Me mandaram uma foto. –Ouço um baque e então meu irmão se cala.

–Sean? SEAN.

–To aqui, to aqui. Eu caí. –Ele diz gargalhando.

–Sean você está bêbado. Vá já para meu apartamento e fique me esperando. Quando eu chegar, resolvemos isso.

–Não quero. –Ele diz, com voz de criança birrenta.

–Maninho isso não é um pedido. Mova seu traseiro gordo até lá agora.

–Meu traseiro não é gordo. É gostosinho, seu namorado mesmo já disse isso.

–SEAN.

–Está bem mamãe. To indo pra lá.

–Mike eu sinto muito, mas-

–Eu te levo até lá.


Subimos no carro de Mike e logo chegamos ao apartamento que divido com Layne, logo que abro a porta vejo meu irmão e Lay jogando cartas.


–Oh, finalmente mamãe chegou. –Sean diz com um sorriso assim que abro a porta.

–Você tá inteiro. –Digo depois de um suspiro.

–Claro que estou. Digo... Acho que estou.

–Sean. –Me sento ao lado de meu irmão e dou um beijo em sua testa, logo o puxando para um abraço. –O que houve entre você e Glória?

–Ganhei um lindo par de chifres. –Sean diz, indicando a cabeça, e então me dá uma leve cabeçada. –Sentiu eles?

–Você ao menos tentou falar com ela pra resolver as coisas?

–Não tem mais nada pra resolver, aqui ó. –Meu irmão tira seu celular do bolso e me entrega (aliás, é um milagre ele não ter perdido esse celular, bêbado do jeito que está...). –Tá por aí, caça.

Vou mexendo na pasta de foto, várias fotos dos meninos aprontando aparecem, logo acompanhadas por fotos de nós dois juntos e algumas do nosso grupo inteiro. Bate uma saudade de quanto tínhamos mais tmepo pra passarmos juntos... E então ela aparece. Uma foto de Glória... Beijando um garoto. Não parece ter sido um beijo forçado.

–Sean eu sinto muito.

Antes que eu possa terminar a frase Sean me abraça chorando como um bebê. Meu irmão nunca teve vergonha de chorar. Eu o abraço apertado.

–Eu a amava! Amo ela, Lice. Por que ela faria isso comigo? Dói. –Ele diz em um sussurro enquanto afunda o rosto no meu pescoço.

–Porque ela é uma idiota. Glória que se foda, você é melhor que isso.

–Cara... Você devia se deitar um pouco. –Diz Mike, se aproximando preocupado.

–Não. Vamos festejar minha solteirice. –Sean diz, se levantando rapidamente com um sorriso fingido no rosto.

E então ele cai. Como se seu corpo fosse um pedaço de papel e não pesasse nada. E antes que eu possa fazer alguma coisa bate sua cabeça na mesinha de centro. Logo que ele atinge o chão sangue começa a manchar o tapete. Seu sangue.

Notas finais
Não me matem.
Gente se tem algo que não curto é autor cobrando review o tempo todo, e não vou fazer isso, mas vocês são minha inspiração, e sem os reviews de vocês fico perdida. Sério, eu gosto de saber como se sentem, quando estão tristes pro algo ou com raiva de algum personagem, ou quando simplesmente dizem que estão gostando da fic. Então por favor, não me abandonem ;_;
Agora tenho que ir, mas criticas, sugestões, ameaças pelo bem do Sean?
O próximo capítulo sai á noite.