Maçã Podre

1 Capítulo 1: A New Begin.


Notas iniciais
Yoooooo anjinhos lindos do meu core. Primeiro capítulo da continuação de ONDMA fic rolando aqui.
Ele se passa quase um ano após a cena no restaurante e serve mais para deixar vocês por dentro do que está rolando por "culpa" da fama dos meninos, e no final tem aquele suspense malvadinho pq não resisti XD.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
E tem uma ceninha mais quente perto do fim, ela foi feita com a ajuda da Mari, essa linda .Decidi que vou implorar pela ajuda dela sempre que tiver uma ceninha um pouco mais quente, pois sou péssima com essas coisas lol.

Alice’s POV

-Ah maninha, marcar reuniões as 7 da madrugada é pecado, sabia? –Sean diz frustrado enquanto se apoia na mesa e boceja.

Encaro meu irmão. Já faz quase um ano que a AiC estourou e os meninos agora são mundialmente famosos. No momento estamos em uma sala de reuniões com os outros meninos da banda, Tony e alguns figurões. E parece que Sean não entende que o assunto é sério.

-Sabe o que é uma péssima ideia? –Interrogo enquanto pego uma revista que possui uma matéria de capa sobre a AiC e que está sob a mesa e folheio-a até achar o que procuro. –Aqui. “Sean, o baterista da banda bêbado e vestido de palhaço.” — Mostro a foto dele vestido de palhaço, apontando para a palavra "bêbado" na descrição. –Sean eu sei que você é um palhaço, mas isso já é ridículo.

-Foi ideia dele. –Sean diz, indicando Mike.

-Michael...

-Ah Alice, foi só uma aposta, eu não sabia que ele seria tão idiota de realmente fazer isso e-

Falando em ser idiota, Mike meu querido... Você sabe que tem um bando de garotas assanhadas de diferentes idades querendo dormir com você, né?

-E isso lhe incomoda? –Mike interroga com um sorrisinho malicioso.

-Sim. Porque é pra mim que elas vêm pedir seu número de telefone. Mas isso não é o pior. Lembra o que você disse na sua parte da entrevista, aqui ó. –Digo mostrando um canto específico da entrevista de Mike. –Que... “Ah sim, a nossa agente costumava ser minha namorada e não posso dizer que a esqueci por completo, mas ela está namorando com esse panaca que a roubou de mim...” Lembra?

-Layne aquilo foi uma brincadeirinha viu. –Mike diz enquanto Sean gargalha dizendo algo sobre “descrição perfeita”. Deus... Estou lidando com crianças. –Mas é, lembro sim Alicinha.

-Ótimo. Poderia nunca mais declarar algo do tipo? Não é nem por ter chamado o Layne de babaca, fique á vontade quanto a isso. O problema é que agora suas fangirls ficam me perguntando se você é bom de cama. Então será que você pode começar a fechar os botões de suas camisas durante os shows e ficar com o bico caladinho durante entrevistas? Assim talvez aquelas malucas me deixem em paz.

-E o que você responde? –Mike interroga meio sorridente.

-Que não faço questão de decorar seu número de telefone.

-Ah Alice, eu não estava falando sobre isso... O que você responde quando fazem a outra pergunta?

-MICHAEL! –Sinto meu rosto corar e juro que quero quebrar a mesa usando a cabeça do Mike. –Temos várias pessoas presentes na sala e elas não precisam e nem querem saber desse tipo de coisas.

-Ok, ok. Calma e respira fundo. –Mike se afunda um pouco na cadeira. –Além do mais, você não pode falar de mim, seu namorado vive sem camisa e tem um monte de fangirls loucas. As mais loucas. Isso sem falar que até hoje não me lembro de ele ter comentado com a imprensa que tem namorada...

-Ah é, eu ia chegar lá, afinal de contas pior do que pedirem o número do meu ex é pedirem o do atual. E teve um grupo de louquinhas que queriam que eu as ajudasse a entrar no seu quarto de hotel durante a turnê Layne.

Todos olham para Layne, esperando ele dizer algo.

-Não olhem pra mim, eu queria deixar isso bem claro desde aquela primeira revista na qual aparecemos, aquela em que você estava conosco na capa Alice. Mas ele... –Lay diz, indicando Tony. –Ele me proibiu de contar.

Os olhos vão para Tony, que se mexe desconfortável em sua cadeira. Até os figurões estão curiosos. Ô povo pra adorar intriga e fofoca.

-Bem é que a banda estava... Está começando sua carreira, e rapazes solteiros chamam mais atenção.

-Atenção demais!

-Olha Alice... Espere apenas mais uns dois meses, que é o tempo que falta para o primeiro CD dos meninos completar um ano e então Layne poderá afirmar o que quiser.

-Se alguma perua atacar meu namorado eu juro que te espeto com uma chave de fenda e tomo seu sangue com um canudinho.

-Só um pouquinho mais de paciência, meu amor. –Tony diz dando aquele maldito sorriso charmoso dele. Cretino.

-Ok. Agora quanto á vocês. –Digo me virando para o lado dos meninos. –Tomem cuidado com o que fazem, pois qualquer idiotice que fizerem pode ser primeira capa em revistas. E é bom se comportarem durante a entrevista que teremos daqui à uma hora. E sim, isso quer dizer nada de insinuar que você se prostituiu para conseguir CDs de bandas que gosta Sean. E Lay, meu amor, querido... Não ouse fingir que está se masturbando usando um cone de papel.

-A cara do repórter na hora em que entendeu porque o Layne estava pondo o cone entre as pernas e fazendo movimentos foi muito engraçada. –Mike diz rindo.

-É as fãs dele amaram aquilo, excelente material para a mente insana delas. –Digo cruzando os braços. –Mas enfim, Jerry...

-Eu juro que tenho me comportado. –Jerry diz dando um sorrisinho.

-Na matéria eles disseram que você estava depressivo. E a Julie me ligou para perguntar sobre a dita depressão, e ah, até a Linn me ligou pra perguntar se você ainda estava sofrendo muito pela morte de sua avó.

-A vó do Jer morreu? –Sean interroga confuso.

-Sim, duas semanas atrás, de acordo com a revista. Porque eu não fiquei sabendo disso Jer?

-Não me pareceu tão importante assim.

-É um dos meus melhores amigos estar depressivo é tão desimportante. Jer eu poderia ter cancelado alguns shows e você teria tempo para melhorar. Linn me falou que você está péssimo, Julie me falou o mesmo. Você contou pra Julie e não pra mim.

-Alice eu não queria deixar você preocupada.

-Bem, você falhou miseravelmente nisso. –Digo arremessando a revista na mesa e caminhando em direção á porta. –Fim de reunião. Estejam no lugar onde acontecerá a entrevista na hora certa ou juro que mato vocês.

_________________________________________________

Estou esperando os meninos junto com a repórter que irá entrevistá-los hoje. Eu odeio essa mulher, ela é uma oferecida que fica jogando indiretinhas para o Lay durante toda bendita entrevista que faz com ele. Eu realmente gostaria que eles chegassem logo para acabar com isso o mais rápido possível.

-Hmm você cuida de vários assuntos para os meninos, né? –Ela me interroga. Sério mesmo que ela tem que querer puxar assunto?

-Sim, sou a babá deles. –Digo séria.

-E você sabe quais deles estão solteiros ou não? O Layne, por exemplo...

-A entrevista não é comigo. E anão tenho o mínimo direito de comentar sobre a vida pessoal deles.

-Oh, mas não é para a revista. –Ela dá uma piscadinha. –É interesse pessoal. Quero saber quem é a vadia para saber quais são minhas chances. Cheguei a ouvir boatos sobre ser a Linn Elmer da banda Social Parasite, mas ela garantiu que eles só são amigos.

-Vadia? –Interrogo encarando-a. Alice se controle. Pergunto-me quanto de força precisaria para empalar ela com a perna da cadeira na qual estou sentada.

Mas antes que eu possa testar o quanto de força preciso os meninos chegam.

-Maninha, fico feliz que não tenha cometido nenhum homicídio. –Sean me dá um beijinho na bochecha e se senta a meu lado, enquanto Layne se senta do outro e Jerry e Mike nas pontas.

-Olá meninos. –A perua diz sorrindo.

-Sally, como vai? Ainda tentando arrumar um marido rico e famoso? –Sean pergunta com uma carinha inocente. Já falei que amo meu irmão?

-Oh bem... –Ela fica vermelha e se enrola toda para pegar o gravador, começando então a entrevista sem fazer nenhum outro comentário.

Sally pergunta a respeito das letras das músicas, quem as compõe, sobre a reação dos meninos ao descobrirem que o CD deles estava entre os mais vendidos da Billboard. Finalmente ele decidiu fazer perguntas do tipo, já que nas entrevistas anteriores só fez perguntas pessoais.

Mas isso dura pouco e logo ela põe a mão no joelho de Layne, perguntando a ele como vai seu coração. Ela sempre pergunta isso. Vaca!

-Vai bem, batendo. –Lay diz, respondendo o que sempre responde, mas então ele sorri e pega em minha mão. O que diabos ele tá fazendo?

-Uh... É... –Sally olha para nossas mãos e meneia a cabeça. –E você planeja ocupa-lo com alguma sortuda? –Ela sorri e dá aquelas piscadinhas idiotas que fazem os cílios postiços dela parecerem dois espanadores. Talvez se eu for rápida o suficiente consiga matar ela e fugir do país...

-Eu nunca disse que estava desocupado. –Layne diz sorrindo enquanto beija minha mão.

-Você e a agente? –Sally interroga cética. A cara dela está tão engraçada agora. Ahh que lindo isso.

-Sim. –Layne diz dando de ombros. –E o nome dela é Alice.

-Uh... Oh, e vocês estão ficando?

-Namorando. Á mais de um ano.

-E porque você nunca comentou isso?

-Não gosto de falar sobre minha vida pessoal, só estou falando agora porque queria avisar para as fãs tomarem cuidado ao pedir coisas pra ela, Alice é uma maníaca ciumenta e mortal.

-Cretino. –Digo dando um tapinha no braço dele e ambos rindo.

-Além do mais. –Layne segura meu queixo e me dá um selinho. –Eu queria aproveitar a entrevista para pedir para ela morar comigo, pois sei que assim fica mais difícil de ela me dar um fora. –Ele alisa meu rosto e sorri. Depois que os meninos começaram a fazer sucesso Lay decidiu se mudar, para não atrapalhar muito a mãe dele. Seu apartamento é bem perto de sua antiga casa e... Pera, ele me chamou pra morar com ele?

-E pra que diabos você quer arrastar minha irmãzinha pura e inocente para seu apartamento, pretende corrompe-la é? –Sean interroga fazendo uma careta.

-Sean eu posso garantir que sua irmã não é tão inocente assim. –Layne diz dando um sorrisinho malicioso. Eles esqueceram que isso está sendo gravado? –Mas e então, Alice?

-É Alice, o que você diz? Sally interroga com um sorriso no rosto, mas posso vê-la enfiando as unhas na própria mão. Há vadia, lide com isso.

-Bem... Sim.!

Sean e Mike ficam protestando enquanto Jerry nos dá os parabéns e a perua me encara.

Depois disso a entrevista ocorre bem rápido, Sally parece estar com pressa para ir para casa fazer uma boneca voodoo com minha aparência.

Assim que ela se afasta todos começam a gargalhar.

-A cara dela foi hilária. –Sean diz quase caindo de sua cadeira. –Cara que fora.

-Tony vai te dar uma bronca por contar sobre nosso namoro Lay.

-Eu avisei a ele que ia contar. –Layne diz dando de ombros.

-E tem mais. –Sean diz me abraçando. –Nós todos prometemos que vamos tentar no comportar mais.

-Eu até vou tentar parar de ser tão sexy. 0Mike diz enquanto joga seu cabelo para trás.

-Menos Mike. –Jerry sorri e me dá um beijo no rosto. –E nada de segredos. –ele me abraça se desculpando e depois de alguns segundos sinto suas lágrimas rolarem por meu ombro.

-A gente vai cuidar de você. –Digo beijando sua testa e então o abraço, e logo os meninos se juntam ao abraço.

-Ok, chega melosidade demais pra mim. –Sean diz dando uma piscadinha e então dá um tapinha na nuca do Jer. –Agora, o que acham de sairmos para curtir o resto do dia e a noite?

-A gente pode se juntar a vocês mais tarde? –Layne interroga enquanto pega em minha mão. -Temos umas coisas a resolver.

Depois de muita choradeira de Sean somos liberados e vamos direto para o apê de Layne.

-E então, me comportei bem como você queria? –Layne interroga enquanto se joga em seu sofá.

-Hmm eu adorei ver a cara de raiva disfarçada da vadia. –Me jogo a seu lado sorrindo. –Melhor que isso só mesmo a cara de humilhada que faz todas as vezes que você dá foras nela.

-Mas a filha da mãe é persistente hein. Ela não tem amor próprio? –Lay interroga ligando a TV.

-Ela é uma vadia oferecida.

-E você está com ciúmes. –Ele diz me dando um selinho.

-E você vai ficar solteiro jajá se não calar essa boquinha linda. –Sorrio para ele e dou um tapa em sua testa enquanto me levanto. -Ainda tem pipoca de micro-ondas, né?

-Tem sim.

-Ótimo. Vou lá fazer pra nós e enquanto isso se comporte. –Digo me levantando e caminhando até a cozinha.

Pego um saquinho de pipocas e coloco no micro-ondas, ligando-o e encarando o forno meio entediada, mas logo sinto Lay me abraçar por trás.

-E se eu não quiser me comportar? –Ele sussurra em meu ouvido enquanto sua mão desliza por baixo de minha camisa, alisando minha barriga.

-Seu pervertido. –Digo sorrindo.

Logo Layne me vira de frente para ele e começa a me beijar, me fazendo ir para trás até esbarrar na mesa.

-E você gosta. -Um sorrisinho malicioso toma seu rosto e ele começa a beijar meu pescoço, mordendo-o e dando pequenos chupões às vezes. Juro que se ficar alguma marca eu o ma... Nah, se o matar eu irei perder isso tudo.

Tento falar alguma coisa, mas sua mão quente invadindo minha saia me distrai e só saem algumas palavras sem sentido, e isso o faz rir baixinho, uma risadinha rouca e sensual.

Seus dedos alisam minha feminilidade por cima de minha roupa intima e tento me controlar para não gemer, mas não vou agonizar sozinha. Abro o botão e o zíper de sua calça e começo a fazer o mesmo por cima de sua boxer, ele solta um gemido baixinho enquanto faz uma carinha pra lá de sensual.

-Gemeu primeiro. –Sussurro em seu ouvido e dou uma risadinha em seguida.

-Bem... –Sua mão livre abaixa um pouco sua calça e então fica por cima da minha, aumentando a pressão da mesma sob seu membro enquanto ele continua a me alisar. – Pra compensar isso posso tentar fazer você gemer bem alto.

-Mesmo?

-Uhum. Por um acaso já inauguramos a mesa? –Lay interroga enquanto me põe em cima da mesma e levanta minha camiseta e sutiã, logo sinto sua respiração sob um de meus mamilos, mas antes que ele possa fazer alguma coisa seu celular começa a tocar.

-Nossos celulares nos odeiam. –Digo depois de soltar um suspiro carregado de frustração.

-Vamos queimá-los. –ele diz sorrindo enquanto encara o visor. –Estranho, não conheço esse número.

-Bem, melhor atender. Já estragaram tudo mesmo. –Digo enquanto me recomponho.

-Alo? –Layne me encara meio confuso, pelo visto não conhece o dono da voz. –Sim, ele mesmo, com quem falo? –Alguns segundos de silencio ele volta a encarar e posso notar que ele está meio irritado. –Essa é uma péssima brincadeira cara, quem diabos é você?

-Tá tudo bem? –Sussurro e ele sorri, tentando fingir que está tudo bem, mesmo sendo óbvio que não.

-Olha se isso for brincadeira... Ok, quando? Agora? –Layne encara o relógio na parede meio pensativo. –Tudo bem.

-Quem era? Interrogo assimque vejo-o desligar o telefone.

-É meio complicado de explicar. –Lay diz enquanto beija minha testa. –Mas tenho que resolver algo urgente, será que você pode encontrar os meninos sem mim?

-Uh... Claro.

-Ótimo. Dorme aqui? Amanhã começamos a trazer suas coisas.

-Claro. –Sorrio e lhe dou um selinho. Lay parece meio confuso e irritado, mas tem esse brilhinho no olhar dele que quase me parece... Felicidade?

E então ele sai. Ok, que raio de ligação foi aquela?
Notas finais
A capa da fic só uparei no próximo capítulo, só pra vocês não terem chance de adivinhar o que está por vir, pois ela pode dar uma entregada ~le malvada~.
Criticas, erros, ameaças de morte ou sugestões? Não tenham medo de dar sugestões caso queiram *3*.