Notas iniciais
Beem galerinha aqui to eu mais uma vez (Gente que lê o Talking não me mate, eu vou postar depois >< ) Sei que to postando rapido, mas tô nem aí, posto no ritmo da minha criatividade. Espero que gostem :D

Cap. 2 POV. Mellody Trevor

Acordo de manhã nua em minha cama, enrolada em um mar de colchas e lençóis. Assento-me na cama assustada, mas me lembro o que aconteceu e fico sorrindo igual uma anta. Passo os dedos no meu lábio que estão inchados. Suspiro revivendo os momentos da noite anterior. O ruim foi quando eu e o Todd estávamos deitados, e ele disse que tinha que ir embora. “Seu irmão pode ter um sono de pedra e ter chegado agora mesmo, mas tenho certeza que não gostaria de me ver aqui.” Eu insisti por durante mais de meia hora para que ele ficasse, mas no fim das contas ele acabou indo. Deu-me um beijo e disse que já tinha gravado o número do celular dele no meu. E se foi. Mal sabia eu que ele realmente tinha ido mesmo. Talvez para sempre.

Levanto-me e vou para o banheiro, onde ligo a banheira em uma temperatura natural e entro. Meus pensamentos eram um misto de confusão. Estava rolando uma batalha dentro da minha cabeça. Uma parte dela me chamava de estúpida por ter feito sexo com um cara que eu mal conhecia, apesar de ele ser cunhado do meu irmão. A outra parte só faltava explodir de felicidade. Tinha sido perfeito.

Depois de passar todo o banho travando uma batalha mental contra mim mesma, saio do banho e me arrumo. Na verdade coloco uma blusa vermelha, um short Jeans e um chinelo. E, depois disso, desço saltitando a escada.

–Ok, que bicho te mordeu? – Luke me olha torto assim que me assento na bancada tentando descobrir a fonte de tanta energia mal contida.

–Nenhum. Qual é, agora nem posso ficar mais feliz?

–Pode, mas você tá parecendo a ponto de morrer de tanta felicidade. – Ele fala colocando waffles e calda, granola, iogurte, pão, requeijão e afins em cima da bancada. – Mas enfim, ficou sabendo da novidade?

–Que novidade? – Pergunto com a boca cheia de Waffles. Sim, pra vocês pode ser falta de educação, mas pra mim é normal com somente meu irmão por perto.

–O Todd, irmão da Lindsey... Ele foi pro Iraque. Ele é das forças especiais. Ontem era o último dia dele aqui.

–Mas oi? Me diz que você tá brincando. – Digo surpresa.

–Até que eu queria, mas é verdade. Mas qual o motivo de sua surpresa?

–Aahn, nada... Só sei lá, isso não parece a cara dele.

–Claro... Mas bem, fazer o que. É isso.

E foi assim que eu consegui um cara lindo, fui pra cama com ele e no outro dia o perdi. Ooh vida boa.

~>Quatro anos depois<~

Bem, aqui estou eu novamente. Depois de tudo que aconteceu há 3 anos atrás, eu dei um jeito de fazer com que meu irmão me mandasse para um internato em Lincoln, Nebraska. Eu tive a sorte de conseguir uma bolsa na faculdade de lá mesmo, devido as minhas altas notas e grande número de atividades extracurriculares.

Mas, nessas férias, eu acabei precisando voltar para Long Beach, Califórnia. Meu irmão estava seriamente doente. A anta havia se cortado acidentalmente, mas achou que não era nada de mais e que não precisava cuidar. No fim das contas, o corte infeccionou e baixou a imunidade dele, o que colaborou para que ele pegasse um vírus bastante perigoso.

–Mell, você veio. – Luke sorri ao me ver parada na porta observando-o deitado na cama do hospital.

–Você tá horrível.

–Obrigado pelo elogio.

–Disponha. –Rio e me aproximo da cama — me diz qual o seu problema Luke. Você podia ter evitado isso tudo.

–Mas assim não iria ter minha irmã aqui comigo. – Ele percebe que estou séria. – Desculpa mana. Eu sei que você não é a maior fã daqui.

–Não tem problema. Mas e então, me diga o que aconteceu nesses últimos quatro anos.

–Eu continuei com Lindsey desde que você foi embora. Estamos morando em uma casa na beira da praia. Mas não se preocupe, não vendi a nossa antiga casa. Sei que você me esganaria se eu fizesse isso. – Dou uma risada, pois sei que é a verdade. Era a única coisa que havia sobrado que nos ligasse fisicamente aos nossos pais. – Eu comecei a trabalhar naquele restaurante em que nós fomos daquela vez.

Ele não especifica a quem se refere quando diz “nós”, mas não é necessário. Esse nós quer dizer “Eu, ele, Lindsey e Todd”. Todd... Não, não vou começar a pensar nele novamente. Não queria ficar recobrando o passado, mesmo que fosse pouco.

–Hhm, Mell? – Luke me chama depois de algum tempo que ficamos em silêncio. – Você devia ir comer alguma coisa. E quando eu digo “ir” estou me referindo a algum lugar que venda comida fora do hospital.

Abro a boca para discordar, mas acabo fechando-a. Se eu dissesse alguma coisa, certamente começaríamos a brigar. Dei um beijo no topo da cabeça dele e saí do quarto. Fui andando calmamente pelos corredores e, quando chego à entrada principal e saio, dou uma olhada na rua.

Não havia nenhuma loja interessante de comida aberta. A menos pior aberta era a Starbucks do outro lado da rua. Então, fui até ela. Ao chegar fui ao balcão e pedi a caixa um copo de cappuccino com chantilly.

Depois de pagar o cappuccino chantilly e pegá-lo, me viro para sair. Mas um homem relativamente alto com um sorriso perfeito entra na minha frente.

–Mellody Trevor? É você? – “E falando na assombração...”.

Notas finais
E aí? Já sabem quem é a tal "assombração"? Digam-me o que estão achando dos acontecimentos? Sei que ainda tá meio ruim, mas juro que vai melhorar. E sinto muito por ter sido menor que o anterior. E eu juro que o 3 vai ser melhor. Até o próximoo. Kisses, Mellody Trevor :*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.