Notas iniciais
Desculpem-me pela demora DD o resto da fic ta num papel e estou com preguiça de digitar, e como o cap 11 é muito grande dividi ele em 11 e 12 n-n espero que gostem

- Morango? De onde vem esse cheiro de morango? – Era Bou que também havia sentindo o cheiro.

— Você também sentiu? – Perguntei.

— Sim. – Ele afirma com a cabeça. Vamos descer e ver o que é. – Disse me levantando.

— Hai! – Bou afirmou e veio me seguindo.

Ao chegarmos embaixo me deparo com o inacreditável...

— Mamãe? – Perguntei incrédulo. – O que diabos ela faz aqui?

— Eu e Kanon depois que saímos de seu quarto ficamos com fome... Teruki começou a explicar. Fizemos algumas coisas que nos deixou com mais fome ainda... – Ate ser interrompido.

— Foi comemos... – Continuou Kanon.

— Chiclete! – Termino Teruki com um sorriso amarelo e gozado..

— Ahhhh, chiclete *-*/! Aonde tem chiclete Kanon? *-*/? – Perguntou Bou super feliz e curioso.

— Venha ao meu quarto que eu te mostro!!


— MIIIKU FILHÃO! – Exclamou mamãe. – Teru-chan me contou que você estava la no quarto com o bouzãoãoão. – E então eu já tenho chances de virar vovó? – Disse ela com uma colher de madeira na mão.

— Não mamãe... – Respondi sem muito ânimo.

— Mais nós podemos ter um mikuzinho, né Miku? *-* — Bou colocou seus braços por trás e em cima dos meus ombros.

Tirei seus braços de meus ombros. – Você pode engravidar Bou? – Aquilo me assustou realmente me assustou e se a gente não tivesse feito à primeira vez e ele não tivesse engravidado eu ia virar um pai de 17 anos sem emprego e sem dinheiro para o sustendo de uma família? Deus...!

- Claro que não seu bobo. A gente adota um né? Dããã! — E ele deu um tapinha de leve na minha testa.

— Vamos comer então? – Quero comemorar essa data. — Disse mamãe levantando os braços.

— O que se vai comemorar hoje mamãe? – Perguntei já sabendo que viria besteira.

— Bom, o dia que você se desvirginou e que eu vou virar vovó. E por eu ter conhecido todos os seus amigos e por eu virar vovó porque como não tem vovô eu comemoro pelos dois.

— Quem disse que eu me desvirginei? ¬¬’

— Caham! – Kanonnnn volta aqui, não me deixa aqui sozinho . Se você for para o quarto me chame meu amor. – Gritou Teruki.

— KANOOOOOOOON >_> bem que se ele tivesse feito algo seria muito bom mais. Miku ò.ó! Ele não fez nada comigo e eu ainda sou... virgem .-.. – Disse me corando.

— Que cheiro é esse de comida queimando? – Kanon descia as escadas com um lençol ao redor de sua cintura e um chicote, Teruki vinha atrás dele com uma cueca azul (?) e todo descabelado.

— OMG! O jantar! – Mamãe saiu correndo em direção a cozinha.

— Miku... – Bou chamou minha atenção. – Vamos pro quarto?

— Mais Bou... – Baixei a cabeça de tão corado que fiquei só em tocar no assunto.

— Não se preocupe. – Também é minha primeira vez. – Vamos nos divertir okey? – Ele sorriu ao dizer, e isso me aliviou bastante.

— Esta bem. – Sorri em seguida.

– Mamãe, irei para o quarto com o Bou, esta tudo bem por ai? – Gritei ao vê-la lutando com um polvo para matá-lo... acho que não tinha escutado.

— Pode deixar. Eu vou dar uma de samurai aqui e vou vencer esse polvo ò_ó9. – Disse ela levantando a faca e apunhalando o povo.

Capitulo 11 — parte
2

Subimos e ao passarmos pelo quarto de Kanon ouvimos gritos misturados com gemidos de Teruki... – AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAI, AI NÃO KANON. AI NÃÃÃÕ!!!! – AIII O TACO DE BEISEBALL NÃO. – NÃO, NÃO A RAQUETE NÃO!!! VAI MARCAR.

Fomos para o quarto vizinho e Bou agarrou minha blusa. — As paredes estão se mexendo. — Miku! — ele disse meio assustado.

— Calma, senta aqui. Coloquei-lhe na cama, mais a tremedeira me fez cair em cima de Bou deixando nossos rostos bem próximos.

Bou apenas riu. E eu sorri de seu belo sorriso. Então começamos um beijo inteso. Depois de um bom tempo de beijo percebi que ele já estava sem blusa e minha calça desabotoada.

— VAMOS MIKU ME FAÇA MULHER !!

— Mas você é um homem!!! – Exclamei.

— Mas você tem o poder não tem? Então me faça mulher!

— Mamãe me ensinou que somente mulheres tinham poderes e eu não sou uma mulher por isso não posso realizá-los. – me decepcionei já que não podia fazer o que Bou tanto queria.

Ele ficou vermelho. – Ai é. – Então, me faça homem. o. —

Porque não pediu antes? Após fazermos muito iaca iaca, suka suka, baca baca. Bou caiu para um lado da cama e eu para o outro.

— Ah, cansei! – Ele disse procurando ar pelos cantos do quarto que tinham um cheiro estranho de morango misturado com outra coisa.


— Não sabia que você era tudo isso Bouzão.

Ele riu. – Bom que tal nos arrumar-mos e irmos para a escola agora? Já são 6 horas.

— Nossa, já? Surpreendi-me. – Realmente ficamos muito tempo aqui em? — ri meio envergonhado. – Será que Teru-chan e Kanon já se foram?

— Que tal descer-mos para ver? – Ele disse calçando uma chinela qualquer.

— OK!

Passamos pelo quarto e vimos que a porta já estava aberta, e que dentro do quarto tinha tacos de beiseball, raquetes, água, morangos, chocolate, champanhe, vinho, palhetas e cobertura de...

— Hummm! Chocolate. — Bou tinha provado daquilo.

— Eca Bou! Você nem sabe aonde isso foi parar.

— Claro que sei foi no...

— NÃO! Não precisa responder pelo amor de deus. e__e Descemos as escadas e vimos Teru-chan e Kanon comendo alguma coisa.

— Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai. – Bou gritou tão fino que me fez serrar os dentes.

— Hai, Bou-chan, como foi a noite de ontem? – Perguntou Kanon.

— Muito boa. — Ele sorriu pervertidamente pra mim. – E a sua?

— Treinamos posições novas né Teru-chan?

— Ééeéeh~ Teruki babava em cima da mesa, tinha o rosto todo vermelho e com vários arranhados e chupões ao redor de seu rosto e de seu pescoço.

— Minha nossa, você corto o rosto dele e costurou novamente? Ele ta com uma cara de que tiraram o cérebro.

— Não apenas brincamos de médico. – Kanon colocou sua ultima colher de leite com cereais na boca e levantou-se. — Já vamos à escola. Tchau.

Ele saiu levando Teruki pela cadeira de rodas.

— Tcháááuu~. – Teruki disse com um sorriso que saia baba. —

Imagina... se eu não chega-se logo talvez fosse você naquela cadeira. – Disse Bou gozando da minha cara.


Ri. Terminamos o tal café e fomos andando para a escola.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.