Notas iniciais
1º esse capítulo é dividido em duas partes
2º entrei só pra por a fic pra voces ;_; ilovur

Cheguei em casa e entrei logo no meu quarto, e assim que deitei na minha cama fui logo agarrando a minha boneca, que tem o nome de Chuck. Fechei os olhos e sem querer imaginei a cena do Bou me beijando, assustado com os meu pensamentos, acabei abrindo os olhos e dei um impulso para frente e disse comigo mesmo:

— Eu não posso estar pensando nisso, eu não sou GAY!

— Ah, é sim! – uma voz que eu não conhecia falou.

- Quem falou isso? — perguntei assustado

- Eu!

- “Eu”? “Eu” quem? — Procurava o falante ser.

- A criatura que tu ta agarrando, idiota! Não me esfola, sua besta. — o estranho gritava.

-Aaaaaaaaaah.- joguei o boneco para bem longe de mim. – Você fala? — perguntei com os olhos esbugalhados e o corpo trêmulo.

- Sim. — o boneco se levantou e saiu andando.

- Você também anda? — perguntei me encolhendo na cama

- Ando! — então ele tirou uma faca de um boneco que vinha em minha direção.

- Meu deus! O que você vai fazer comigo? – encolhi-me na cama e me escondi debaixo dos lençóis. — SOCOOOOOOOORRO MAMÃAAAAAAAAE!

- AAAAAAH. — gritei e finalmente acordei de vez.

2 parte

- O quê? O quê? Eu ouvi gritos, com quem você estava? — minha mãe perguntou aparecendo na porta do meu quarto de repente.- Filho meu pode ser gay, mas transar só em motel!

- Mamãe... – falei ofegante.

- Vamos lá, criatura! Com quem você estava? – ela perguntou emburrada.

- Mamãe, eu tive um pesadelo.

- HUMMM, é? – falou curiosa

- É.

- E com quem?

- Com a Chuck!

- O que tem ela?

- Ela falava, andava, tinha uma faquinha e queria me matar. — disse quase chorando.

- Deuses, filho. Você anda sonhado com boneca? Como eu nunca percebi que você era assim? — perguntou fazendo uma cara de curiosa.

- Assim como? – fiz uma cara de interessado.

- Alegrinho. – ela respondeu sem muito ânimo.

- alegrinho como? Perguntei sem entender nada.

- Dá para parar de fazer perguntas de como é o como da coisa? – ela disse já irritada.

- AAAAH, ta bom.- falei já sem muita curiosidade.

- vou levar a chuck, tchau. – minha mãe falou enquanto segurava a boneca e saia do meu quarto.

Acontece que, quando mamãe colocou a boneca no seu ombro, ela abriu os olhos, olhou para mim e deu um sorriso enorme, aqueles sorrisos que vão da uma ponta da orelha a outra, e jogou a faquinha na minha testa.