Maybe Ure My Love!!
5 Capítulo 5
Notas iniciais
2º entrei só pra por a fic pra voces ;_; ilovur
Cheguei em casa e entrei logo no meu quarto, e assim que deitei na minha cama fui logo agarrando a minha boneca, que tem o nome de Chuck. Fechei os olhos e sem querer imaginei a cena do Bou me beijando, assustado com os meu pensamentos, acabei abrindo os olhos e dei um impulso para frente e disse comigo mesmo:
— Eu não posso estar pensando nisso, eu não sou GAY!
— Ah, é sim! – uma voz que eu não conhecia falou.
- Quem falou isso? — perguntei assustado
- Eu!
- “Eu”? “Eu” quem? — Procurava o falante ser.
- A criatura que tu ta agarrando, idiota! Não me esfola, sua besta. — o estranho gritava.
-Aaaaaaaaaah.- joguei o boneco para bem longe de mim. – Você fala? — perguntei com os olhos esbugalhados e o corpo trêmulo.
- Sim. — o boneco se levantou e saiu andando.
- Você também anda? — perguntei me encolhendo na cama
- Ando! — então ele tirou uma faca de um boneco que vinha em minha direção.
- Meu deus! O que você vai fazer comigo? – encolhi-me na cama e me escondi debaixo dos lençóis. — SOCOOOOOOOORRO MAMÃAAAAAAAAE!
- AAAAAAH. — gritei e finalmente acordei de vez.
2 parte
- O quê? O quê? Eu ouvi gritos, com quem você estava? — minha mãe perguntou aparecendo na porta do meu quarto de repente.- Filho meu pode ser gay, mas transar só em motel!
- Mamãe... – falei ofegante.
- Vamos lá, criatura! Com quem você estava? – ela perguntou emburrada.
- Mamãe, eu tive um pesadelo.
- HUMMM, é? – falou curiosa
- É.
- E com quem?
- Com a Chuck!
- O que tem ela?
- Ela falava, andava, tinha uma faquinha e queria me matar. — disse quase chorando.
- Deuses, filho. Você anda sonhado com boneca? Como eu nunca percebi que você era assim? — perguntou fazendo uma cara de curiosa.
- Assim como? – fiz uma cara de interessado.
- Alegrinho. – ela respondeu sem muito ânimo.
- alegrinho como? Perguntei sem entender nada.
- Dá para parar de fazer perguntas de como é o como da coisa? – ela disse já irritada.
- AAAAH, ta bom.- falei já sem muita curiosidade.
- vou levar a chuck, tchau. – minha mãe falou enquanto segurava a boneca e saia do meu quarto.
Acontece que, quando mamãe colocou a boneca no seu ombro, ela abriu os olhos, olhou para mim e deu um sorriso enorme, aqueles sorrisos que vão da uma ponta da orelha a outra, e jogou a faquinha na minha testa.
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