Matrimony
29 Capítulo 29
Notas iniciais
Capítulo 29
Ponto de vista Isabella
Certo que Edward ainda não tinha se acostumado com a ideia de Sophie namorar, ele fica limitando o tempo deles dois achando que os ofende, mas ele mal sabe que Sophie não é dessas de ficar pegada no namorado o dia inteiro. Já fazem dois meses que eles estão namorando e agora estou indo ter uma conversa sobre...
- Ah mãe qual é! – disse Sophie quando eu falei o assunto da conversa.
- Vocês já estão namorando há dois meses...
- E a senhora acha que vou...
- Não acho nada, só estou dizendo que pode acontecer e se acontecer quero que você tenha cuidado.
- Ok mãe, mas, por favor, não fale mais disso. – ela disse vermelha como eu.
- Ok.
(...)
- Está perto do natal belinha e como sempre nós vamos fazer uma ceia, este ano com mais alguns namorados presentes, temos mais presentes para comprar.
- Alice você tem visto seu marido esses dias?
- Sim, por quê?
- Acho que vocês precisam de filhos para se ocuparem. – eu disse e voltei minha atenção para meus papeis.
- Estamos providenciando isso belinha. – ela cantarolou e saiu da minha sala.
Passei o resto do dia ocupada entre reuniões e papeis.
Ponto de vista Sophie
- Você e o Seth já chegaram a... – perguntou Elizabeth bem envergonhada.
- Não, por quê? O Ethan está querendo te forçar?
- Não, ele é quem para quando eu me empolgo demais.
- Eu e Seth nunca estivemos sozinhos o bastante para isso acontecer. – eu disse e ela sorriu.
- Porque você não vai lá a casa dele?
- Sei lá, ele quase nunca me chama pra entrar.
- Eu sei por quê.
- Por quê?
- Por que os pais dele não têm a situação financeira que seus pais têm. – ela disse me olhando por cima dos óculos.
- Não acho...
- É sim, você acha que eu não te chamo para ir à minha casa por quê?
- Não me importo com essas coisas...
- Pois passa uma imagem muito diferente para mim e Seth, você e o Ethan sempre falam em comprar coisas caras como se sei lá, como se fosse comum.
- É normal pra mim.
- Sim, mas pra gente que não tem tanta grana não é. – ela disse se levantando. – Eu tenho que ir a gente se ver mais tarde.
- Ok. – eu disse e desci com ela e acompanhei a porta.
Voltei, peguei minha chave e decidi ir à casa do Seth não era na periferia nem nada, mas era meio longe, ok... Não era tão longe era caminho da minha casa cheguei logo. Toquei a campainha e Leah a irmã dele se surpreendeu em me ver.
- Oi... O Seth está?
- Está lá em cima... Entra vai lá é o ultimo quarto. – ela disse e voltou para o computador, eu subi cheguei lá a porta estava aberta e ele jogava vídeo game com dois meninos que eu não conheço. – Seth? – eu disse na porta ele me olhou surpreso.
- Oi... – ele disse depois comemorou porque ganhou no jogo. – Esses são Embry e Jared meus primos. – ele disse pros carinhas que me olhavam.
- Você não disse que namorava uma Cullen. – eles disseram surpresos, ouvimos alguém chamar por eles e eles quase correram. – Foi um prazer conhecer você. – eles disseram e saíram gritando um “já vô mãe”
- Eles são sempre assim? – eu perguntei rindo.
- Quase sempre. Mas aconteceu alguma coisa?
- Não. Eu tive uma conversa com a Elizabeth e ela disse que você nunca me chamou para vir aqui porque meus pais tem grana e os seus nem tanto. – eu disse sincera.
- Só achei que você não fosse gostar sabe, temos apenas conforto e não luxo. – ele disse me fazendo olhar o seu quarto.
- Nunca me importei com essas coisas, talvez por que sempre tive então... – eu dei de ombros.
- Sei, mas eu ia aparecer na sua casa hoje... – ele disse rodeando minha cintura e me puxando para ele tomando meus lábios sem me deixar responder. O beijo que era doce se tonou urgente, quando dei por mim eu estava sendo prensada na porta, que antes estava entreaberta suguei o lábio inferior de Seth e ele gemeu rouco, ele desceu sua mão até minha bunda e apertou à mesma me fazendo arfar, ele roçou sua ereção entre minhas pernas o que fez ele quase se jogar para trás, caindo sentado em sua cama e pegar o travesseiro e pondo em cima das suas pernas.
- Desculpe... – eu sussurrei.
- Eu que peço desculpas...
- Acho que era disso que Elizabeth falava, ela disse que ela é a primeira a perder o controle... – eu disse recuperando minha respiração. – Olha os seus braços... – eu disse olhando para os mesmos que estavam arranhados.
- Isso é o de menos. – ele disse ainda com o travesseiro nas pernas.
- O que sua mãe vai falar quando vir isso? – eu disse com vergonha.
- Ela não vai ver, estamos no inverno... – ele disse piscando pra mim.
- Eu vou descer, acho que você precisa de um banho... – eu disse e sai ao descer encontrei Sue.
- Oh querida, eu não sabia que você estava aqui...
- É estou. – eu disse e ela me abraçou.
- Janta com a gente? – ela perguntou receosa?
- Sim... Vou avisar a minha mãe. – eu disse ligando o celular e liguei para ela.
Ouvi meu pai praguejar, mas ela disse que estava tudo bem e me lembrou de convidá-los para o natal, sai fui até o carro e peguei o convite.
- Olha Sue, minha avó insistiu. – eu disse lhe dando o convite.
- Mas...
- Sinceramente acho melhor você irem de bom grado, não queiram uma Alice Insistente Cullen para ficar enchendo o saco de vocês, mas de todo modo ela vai vir com roupas e sei lá mais o que... – eu disse olhando para a comida na mesa.
- E se nós não quisermos ir? – disse Harry.
- Conhece aquele ditado: se Maomé não vai à montanha, a montanha vem a Maomé? – eu perguntei me sentando a mesa. – Pois bem se vocês não forem até a mansão do patriarca, o patriarca e sua enorme família vêm até vocês.
- Menina não exagere...
- Ela não está para o avô dela eu sou o futuro marido dela... – Seth disse e eu engasguei com a comida. – Que é? Se caso eu pedisse para casar com você não casaria?
- Não. – eu disse e todos me olharam de olhos arregalados.
- Como é?
- Não me casaria com você se caso você me pedisse, a menos que eu já tivesse com um emprego bom. – eu disse e ele saiu da mesa bufando.
- Não vai atrás dele? – disse Sue abismada.
- Não.
- Ele ficou chateado. – Sue falou abismada.
- Com uma coisa que no momento não interessa a ele nem a mim. – eu disse comendo ela pensou um pouco e depois concordou comigo.
Depois que terminei subi para o quarto do Seth qual estava olhando pela janela.
- Não acredito que você ficou chateado com uma coisa hipotética. – eu disse fechando a porta.
- Não gosto desse seu jeito “não sou romântica”.
- Não é que eu não seja eu sou... Ok, posso não demonstrar, mas gosto de romantismo só não gosto de melação, não posso dizer que amo você com tão pouco tempo. – eu disse e ele não me olhou.
- Pensei que meus sentimentos fossem correspondidos. – ele disse olhando para o céu através da janela.
- E são, só não acho que a gente se ame, acho nós estamos nos gostando, estamos apaixonados... Paixão e amor são coisas muito diferentes, na nossa idade principalmente.
- Se você diz... – ele deu de ombros, eu o abracei por trás e beijei suas costas ele não se mexeu.
- Ok, eu tentei não vou ficar bajulando você, quando você quiser falar comigo me ligue. – eu disse e me virei para ir embora, mas ele segurou minha mão e me puxou para ele com certa força, que me choquei contra seu peito.
- Fiquei confuso, hormônios adolescentes, me perdoe... – ele disse sem me dar chance de respondê-lo, ele tomou meus lábios com vontade. Caímos em sua cama, ele quase que por cima de mim me beijava e eu não ficava atrás. Ele ficou em cima de mim eu podia sentir sua ereção roçar em mim, me fazendo arfar. – Acho melhor pararmos, não vamos gostar das consequências... – ele disse saindo de cima de mim.
- Acho melhor não ficarmos sozinhos... – eu sussurrei.
- Não é pra tanto, a gente vai se controlar não gosto quando seu pai fica nos observando é inconveniente em quase três meses de namoro eu nunca tinha sentido como sua bunda é durinha. – ele disse olhando para a mesma já que eu tinha me levantado para ir embora.
- Seth! – eu disse mortificada.
- É sério, o que você faz?
- Eu ando de skate, luto com minha mãe e Ethan, faço academia e mais um monte de esportes minha mãe prática muitos.
- Por isso aquele corpo, seu pai deve fazer a festa. – ele disse meio pensativo eu joguei algo um pouco pesado nele que riu eu sai ainda rindo da cara que ele fez, ele me seguiu.
- Tchau... – eu disse e o beijei rapidamente.
- Tchau... Até amanhã. – ele disse na janela do meu carro ele beijou minha bochecha e eu sorri depois dei a partida e fui pra casa.
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