Notas iniciais
Olá queridos Leitores! Estamos de volta com mais um capítulo. Este vai ser muito engraçado. Prometemos que vão amar!
Sem mais,
Boa Leitura!

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Autora: Isabelle Soares.

Meu nome é Lauren Collins. Sou uma pessoa completamente comum. E adoro andar na linha. Sempre sou pontual e muito organizada. Tudo isso graças à educação maravilhosa que recebi de uma mãe solteira.

O meu hobbie? Detestar qualquer tipo de homem inclusive o meu pai. Principalmente ele, pois até hoje não consigo perdoa-lo por ter nos deixado tão cedo. Para mim homens em geral são trogloditas que só servem para matar baratas e trocar lâmpadas.

Hoje era mais um dia comum. E para dias assim eu me visto com roupas grandes e cinzas. Para que nenhum homem ouse a olhar para as minhas pernas ou outros lugares.

Eu já estava pronta para ir ao trabalho quando tive o azar de me encontrar com o vizinho do lado. Não que eu tenha problemas com os meus vizinhos é só que esse é do sexo masculino e vive me dando nos nervos. Que ótimo!

– Bom dia Lauren. O dia fica mais bonito quando você está por perto... – Mais que cantada barata!

Como os homens imaginam Lauren:

Lauren descia as escadas com um olhar sexy. Com um passo de tigresa que quer dar o bote, mesmo com aquelas roupas enormes.

Ela veio em direção a Daniel e o analisou de cima para baixo e deu um sorriso faceiro.

- Bom dia Lauren. O dia fica mais bonito quando você está por perto...

Ela o empurrou contra a parede e abriu o primeiro botão de sua roupa.

– Olá gatinho. O dia fica mais maravilhoso quando eu recebo uma cantada dessas...

– Eu posso te saudar com muito mais...

– É mesmo?

Lauren abriu outro botão de sua roupa.

– Sabe, hoje está muito quente. Você sabe de algum lugar onde eu possa me refrescar?

– Eu sei...

Ela ia se aproximando para dar lhe o beijo do ano quando...

Imagens absurdas off.

Lauren deu tapinha em Daniel para trazê-lo para realidade.

–Bom dia para você também. Sabe, naquela banca ali tem uma revista com dicas de boas cantadas. Quem sabe você não aprende algumas.

Sai do prédio torcendo para não encontrar mais dessas no resto do dia.

...

O problema de odiar homens é que quanto mais você foge deles mais eles te perseguem. Eu duvido que outras mulheres fiquem presas no elevador lotado de homens. Como agora.

– Um gostosa! – uns deles falou olhando para mim.

Em resposta a esse insulto, dei um soco na barriga dele.

– Ai!

Graças ao Senhor que o meu andar havia chegado.

E também tinha as vezes que eles faziam apostas...

– Lauren, você ai sozinha tomando o seu café.

– Algum problema?

– Não. É que ás vezes companhia é bom.

– Se companhia fosse bom não se ganhava se comprava.

Saí deixando-o ao lado do seu colega. Que pena que ele perdeu a aposta...

Nem tudo era ruim no lugar onde trabalho. Graças ele fiz amigas de verdade. Como essas que eu estava conversando agora.

– É maravilhoso ser as únicas mulheres desse departamento. Podemos ficar com todos eles. – Ivone falou com animação.

– E vocês perceberam que esses homens de terno a maioria são solteiros. Parece que os negócios infiltram no cérebro deles fazendo-os esquecer dos relacionamentos. – analisou Rose.

– Eles são solteiros por que querem ter varias mulheres. Eles são todos safados. Por isso não gosto deles. – Com esse discurso entro para presidência do clube feminista.

– Está parecendo uma lésbica falando. Oh saí para lá. – reclamou Ivone.

– Não gosto de relacionamento com mulheres também. Para mim é antes só do que mal acompanhada.

Fomos interrompidas pelo toque do telefone em minha mesa.

– Banco Boulevard, Bom dia.

– Sou eu Lauren. Quero que venha aqui na minha sala.

Desliguei o telefone e olhei para as meninas.

– O que será que o chefe quer comigo?

– Xiii!

Fui ate o escritório dele esperando não ser mais uma das propostas indecentes que ele me fazia.

...

– Algum problema com o meu trabalho, chefe? – perguntei um pouco preocupada.

– Não, senhorita Collins, pelo contrário aprecio muito o seu trabalho.

– Então senhor, diga logo qual é o problema.

– O problema Lauren é que me preocupo com você.

– Preocupa?

– Claro que sim. Você é tão sozinha. Então eu gostaria de propor que você saia comigo às vezes, sozinhos...

Como os homens imaginam Lauren:

Lauren girou a cadeira e encarou o chefe com um olhar avassalador que fazia qualquer homem tremer da cabeça aos pés.

– Sozinhos... Que ótimo!

Ela o empurrou contra o sofá e colocou a perna encima da barriga dele.

– Para que lugar pretende me levar?

– Para as estrelas...

– Um, eu não gosto das estrelas. Gosto mais do fogo do inferno.

Ela tirou a perna de cima dele e aproximou-se.

– Fogo também seria bem interessante.

– E no fogo o queimado será você.

Imagens absurdas off.

– Muito obrigada pela sua preocupação, senhor, guarde para quem precisa dela.

Ele foi ate a porta e impedindo a minha saída.

– Você não vai sair sem me dar uma resposta.

– Ok, vai para o inferno!

E antes que eu saísse dei-lhe uma boa tapa na cara. Para que ele aprendesse a me respeitar.

– ei!

– Me demita se for homem.

Abri a porta e encontrei um monte de funcionários ouvindo de trás dela. Ao sair fui agraciada com uma Salva de palmas.

...

Cheguei em casa e estava acalmando as minhas dores com as minhas amigas do trabalho.

– Mas que falta de respeito! Ele é casado! – falei indignado.

– Ele é um sem vergonha pronto para dar o bote seja com quem for. E ainda mais se acha e quem se acha sempre está perdido. – falou Ivone.

– Adorei a lição que deu nele. Ele nunca mais vai dizer nada contra você. – Elogiou Rose.

– Se fosse eu havia pedido demissão. Safadeza comigo não. – Retrucou Ivone.

– Não posso ser demitida, preciso do emprego.

– Você precisa é de um namorado. – Sugeriu Rose.

– O que? Não. – Deus me livre e guarde de homens no meu pé.

– É mesmo, Lauren, não um namorado de verdade. Mas alguém que pudesse fingir que fosse. Só para ninguém te perseguir mais. – Rose a ajudou.

Aquela ideia era ótima. Jamais pensei naquela possibilidade. Será que eu conseguiria namorar se odiar alguém? Algo me diz que sim.

–Boa ideia. Mas onde vou conseguir esse cara?

– Na boate. Quer ir com a gente? – Rose me convidou.

– Vem. Lá é cheio de gatinhos. – Falou Ivone.

– Eu acho que vou para essa boate!

...

Era sexta-feira e a boate estava lotada. Muitas pessoas seguiam o ritmo animado da música, seria o lugar ideal para encontrar o homem perfeito.

– Ok, amiga é o seguinte você vai naquele bar e pede uma bebida. Que vai aparecer um homem em menos que você espera. – Ivone falou confiante.

– Eu vou tentar ser gentil com esses animais.

Fiz o que ela mandou. Quando cheguei lá avistei um cara fortão que parecia ser bem sexy. Será um bom começo.

– É... Uma bebida, por favor. – pedi fazendo uma voz bem sensual.

Ela virou e me olhou. É ele era bonitinho.

– Você vem sempre aqui? – ok a pergunta básica.

– Não, mas aqui é um bom lugar. Penso em vir mais vezes.

– Você está solteira. – Espera! aquilo não foi uma pergunta. Como ele sabia?

– O que disse?

– Que isso garota? Uma mulher linda como você só vem aqui para arranjar um bofe.

Percebi que esse cara não iria servir, pois ele gostava do mesmo sexo que eu.

– Você acha que eu posso arranjar um homem bonito por aqui?

– Claro amiga! Faz o seguinte, você senta naquela mesa ali e conta até três que um gato vai surgir na sua frente.

– Obrigada.

– Boa sorte! Arrasa amiga!

Fui à mesa que ele me indicou e sentei. Contei até três e...

– Boa noite! – Uma voz rouca e sensual soou atrás de mim.

– Oi.

– posso sentar com você?

– Claro, sente-se.

Nossa como ele é alto! Venha Romeu conquiste a sua Julieta.

– Você não vem sempre aqui. – nossa ele percebeu. Ainda bem por que eu detesto responder perguntas idiotas.

– É. eu vim a convite de uma amiga. Ela me fez uma ótima propaganda desse lugar. Geralmente eu ando muito ocupada.

– Eu também. Sou o funcionário que mais trabalha na empresa. Ganhei o título de melhor funcionário dez vezes.

– Nossa! Parabéns... – será que ele também era bom em relacionamentos?

– Na verdade eu não estou preocupado com o rendimento da empresa, mas sim com o meu nome.

Essa foi à gota d’água. Mas que desperdício! Um cara tão lindo, mas tão egocêntrico.

– Sabe, eu estou um pouco atrasada para o meu trabalho. Tenho que ir.

– Não, espera, trabalho a essa hora?

– Sim, eu trabalho na emergência de hospital. Vou assumir o meu posto daqui uma hora. Com licença.

– Tá foi um prazer. Salve muitas pessoas viu.

– Certo. – a única vida que eu vou salvar é a minha saindo daqui.

Saí daquela boate sem me despedir das meninas, eu não queria atrapalhar a noite delas.

Segui em direção a minha casa que não era muito distante dali. Quando percebi que estava sendo seguida. Tentei andar mais rápido, mas o estranho me alcançou, me prendeu contra a parede e começou a me beijar. Eu tentava fugir, mas não conseguia.

Até que alguém o tirou de perto de mim e começou a bater nele. Logo percebi que o meu herói era Daniel o meu vizinho do lado. O homem que eu sempre desprezei e agora ele estava me salvando.

O estranho que tentou me agredir foi embora e Daniel se aproximou de mim.

– Você está bem?

– Sim eu estou. Por que você fez isso por mim, eu sempre te ignorei.

– Eu te adoro Lauren. Eu não deixaria esse cara fazer aquilo com você.

Eu o abracei com força. Bem que eu poderia fazer a proposta para ele. Seria bem merecido.

– Você faria um acordo comigo?

– Que acordo?

– Fingiria namorar comigo apenas para me livrar do assedio? – Eu sei que isso parecia loucura, mas não custava nada tentar.

– Eu aceito. Eu vou te provar que eu sou o cara certo para você e eu vou ser o melhor namorado do mundo!

Ele me abraçou com força. Será que ele realmente conseguiria me provar mesmo isso? Eu teria que entrar nessa aventura para saber.

...

No dia seguinte, fui recebida pelo meu “namorado” que fez questão de me acompanhar até o trabalho e como todo cavalheiro só saiu da porta do banco quando eu entrei.

Fui cercada por comentários de todos os jeitos. E perguntas como:

– Vocês estão namorando?

– É claro que ela está! – Ivone respondeu por mim.

– Desde quando?

– Há um tempo... – falei um pouco incerta.

– Gente, eu sei que vocês estão loucas por uma fofoca, mas a minha amiga só está namorando. O que isso tem demais? – interferiu Rose.

– É pessoal sem mais perguntas idiotas, nós temos mais o que fazer. – Ivone falou expulsando-as.

– Relaxa Lauren, logo você vai poder se separar dele e livrar-se de todos os comentários. – Rose me tranquilizou.

Esse negócio de namorado deu um jeito nos garanhões do banco. Agora eles andavam a milhas de mim. E a contradição disso tudo era que eu não estava detestando Daniel.

Ele era à exceção de todas as regras que eu colocara para os homens. Ele sempre fora carinhoso, romântico e muito compreensivo. Eu realmente estava gostando daquilo tudo. Embora eu ainda tivesse medo de me decepcionar.

– Parabéns! – Daniel desejou-me

– Pelo o que? Não é o meu aniversário.

– Dois meses de namoro. Parabéns!

Daniel ofereceu-me um cupcakes do meu sabor preferido com uma velinha em cima.

– Você leva esse namoro tão a sério...

– E você não?

– E que nem estamos namorando de verdade.

Ele respirou fundo e pegou a minha mão.

– Eu te amo, Lauren. Eu gostaria muito de namorar você sério.

Olhei para o lado e soltei a minha mão.

– Eu não sei... Eu sei como essas coisas terminam. Nós sairemos feridos dessa batalha. Eu não posso e não quero sofrer. As minhas feridas demoram a cicatrizar...

– Nós podemos fazer diferente. Não é obrigado terminarmos de uma forma trágica. E se depender de mim, você será a mulher mais feliz do mundo.

– Olhe para nós, você é muito mais novo que eu. Isso não vai dar certo.

– Isso é besteira. Você não confia em mim?

Abaixei a cabeça para não olhar para ele.

– Vejo que não.

Ele levantou e saiu.

Depois desse dia, eu não o vira mais. Ele estava chateado e era tudo por culpa minha. Eu era o problema para tudo. Talvez eu devesse mesmo ficar sozinha.

No domingo fui comemorar o aniversário da mãe em companhia dela e das minhas irmãs malucas.

– Querida, eu estou sentindo falta daquele garoto que estava sempre com você. Onde ele está?

– Eu não sei.

– O que aconteceu com vocês dois.

– Nós brigamos. Ele queria namorar sério comigo e eu não aceitei.

– Filha me responda algumas perguntas.

– Sim.

– Você gosta da companhia dele?

– Gosto, ele é muito divertido.

– Gosta do jeito dele?

– Ele é tudo que eu não imaginara em um homem.

– Você gosta dele?

– Hum... Sim.

– Então você está sendo boba não ficando com ele. Menina será que eu vou ter que sempre dizer o que você deve fazer?

– Mãe, mas e se não der certo. Olha você e o papai, o quanto sofreu por ele.

– Eu e seu pai é uma outra história e a sua não é obrigado ter o mesmo fim. Nós não combinávamos. Eu estou mais feliz agora e eu tenho certeza que ele também está onde ele estiver. Nenhuma de vocês são culpadas pelo que aconteceu.

–Acha que vai dar certo, então?

– Eu não posso dizer como o futuro será. Todo dia tem algo novo, é verdade,

Uma luz pode brilhar em você. Faça valer a pena.

– tem razão mãe. Eu te amo.

– Eu também, sua cabecinha oca.

Eu a abracei como nunca antes. Ela estava certa, eu não vou deixar essa oportunidade passar.

...

Mais tarde me aprontei e toquei a campainha do apartamento ao lado. Daniel abriu e antes dele falar o respondi com um beijo.

– Parabéns! Hoje é o nosso primeiro dia de namoro. Se você aceitar é claro.

– Claro que aceito, mas não se comemora só um mês depois?

– Não se importa se mudarmos as regras não é?

O empurrei contra o sofá e subi em cima dele. Tirei as roupas devagar em ritmos diferentes.

– Aperte os cintos, baby, te levarei para o espaço.

Eu tirava cada peça de roupa dele e cobria o corpo nu de beijos.

Terminamos essa viagem deitados em uma cama confortável em meio a caricias.

Eu soltava fogos de alegria. Jamais pude imaginar que um dia eu passaria por essa situação. Fui mesmo uma boba. Se um dia eu odiei homens, eu nem lembro mais.

Pois eu aprendi que não se deve julgar pelos erros dos outros. Que a vida tem duas faces uma te faz sorrir e outra te faz chorar. Devemos saber viver com elas. O importante é viver o presente como se o futuro não viesse.

...

Alguns meses depois...

Eu estava em um shop Center com Daniel e minha mãe escolhendo as últimas coisas que faltavam para o enxoval do meu bebê. Isso mesmo que vocês leram. MEU BEBÊ, eu estava grávida de nove meses. O sexo ainda era desconhecido, pois Daniel e eu resolvemos saber apenas quando nascesse. Eu estava muito ansiosa.

– Acho que isto basta. Essa criança vai ser a mais mimada do planeta! – mamãe falou exageradamente.

– E a mais amada, não é amor?

Não consegui responder. Senti uma dor imensa de baixo da barriga e logo depois um liquido quente desceu por debaixo das minhas pernas. Iria nascer.

– Meu deus, vai nascer! – gritei desesperada.

– Ahhhhhhh! – Daniel gritou sem ação.

– Calma, vai dar tudo certo. – minha mãe tentou nos tranquilizar.

Formos correndo para o hospital mais próximo. Eu não sei quem gritava mais se era eu ou Daniel.

Ele era tão companheiro que compartilhou a dor comigo na sala de parto. Eu fazia força e puxava os cabelos dele, puxava os seus dedos fazendo-o gritar que nem eu. Ai, como eu amo o meu namorado!

Um som estridente soou pela sala. O nosso pequeno ou pequena nascia. Choramos de emoção.

– É um menino. Lindo e forte. – O médico nos informou.

– É um menino, meu amor! – Daniel falou enquanto me beijava.

Segurei o meu pequeno no colo e beijei a testinha suja dele. A minha vida parecia um oposição. Alguns meses atrás eu nem pesava em ter homens compartilhando o mesmo espaço que eu e agora eu tinha dois. Como o tempo me pregara uma peça. Eu o agradecia por isso. Eu acabei de oficializar a minha viagem sem rebouços para a felicidade.


“Um brinde a nós mulheres, portadoras da sedução que nenhum imbecil sabe dar valor! Um brinde também aos namorados que nos conquistaram, aos trouxas que nos perderam e aos sortudos que ainda vão nos conhecer.

Convencidas? Não, audaciosas; Ganhadoras? Não, guerreiras; Bonitinhas? Não, perfeitas; Importantes? Não, por que nós somos muito mais que isso, somos únicas!”

Semana que vem:

Rachel é modelo e têm tudo o que sempre quis fama, poder, luxo. Ela acredita que ninguém algum dia chegará a ser como ela. Mia é simples e sonhadora, sonha em um dia seguir a carreira de modelo. Prestes a seguir com a abertura do desfile, Raquel encontra sua verdadeira copia Mia. As duas são fisicamente idênticas, mas têm personalidades diferentes. Rachel é obrigada a dividir o palco com Mia e guardar o segredo de todos. Sua vida vira de cabeça para baixo. O que Rachel vai fazer para recuperar tudo que tinha, quando têm alguém idêntica a ela? Descubra lendo Rachel- A copiada.



Notas finais
Olá novamente queridos!
Agradeço de coração a Miih, Ana e Isabela pelos comentários que nos enviaram. Aproveitem e façam o mesmo. Eu sei que as vezes é um pouco chato comentar, mas isso será um presente para todos nós que escrevemos essas histórias. Precisamos da opinião de vocês.
Quem ler este capítulo responda nos comentários o que achou e qual história, até agora, lhe agradou mais. Tudo bem?
sem mais,
Até logo!