Pov. Nat

Hoje começa os preparativos para as comidas da festa de Marechal, eu não podia fazer nada na academia, já que estou de licença maternidade, resolvi ir pra lá ajudar a todos, o DUCA me ofereceu o carro, é mais segurança pra mim e eu sem poder dizer na aceitei, cheguei lá e estava uma confusão na barraca de doces, ninguém sabia dar o ponto certo das coisas, pois Sol era a doceira da pequena vila até então, me ofereci pra fazer isso, sou especialista nisso.
Dona Bete: O minha filha, você ajuda mesmo ?
Nat: Claro é só me dizer onde ficam as coisas.
Nessa hora chegou pra me encher o saco a Jade e aquele povinho que anda com ela.
Jade: Essa eu quero ver, você fazendo doces ?
Nat: Se esta debochando, faz no meu lugar.
Jade: Eu nasci pra brilhar, não pra fazer doces.
Nat: E eu nasci para fazer de tudo, sem me queixar.
Eu sai andando e a deixei sozinha ali com aquela cara de merda de sempre, a simpática Dona Bete foi me ajudando a arrumar as coisas, me entregou os ingredientes e fui preparando tudo como me pediram, os doces renderam mais que o esperado e ela me agradeceu muito, Rute também ficou surpresa com a quantidade de doces.
Nat: Esse tanto é bom que vende mais barato e sai em mais quantidades.
Rute: Isso é verdade.
Levamos as coisas para a pequena banquinha, organizamos os doces como o combinado, Jade e Bianca ficavam olhando como umas caras estranhas, como se não quisessem acreditar que eu ajudei mais do que elas naquele lugar, mais tudo que falavam elas se recusavam a fazer, assim não dá. Chegou o fim de tarde e fui pra casa, o Duca me esperaria lá para irmos a festa juntos, assim fizemos, porém ele ainda não estava pronto, disse que tomaria banho aqui, até sei o por que e foi por isso mesmo, ele tomou junto comigo, nós arrumamos e partimos para a festa que tinha atrações especiais, não sabemos ainda quem iria.
Duca: Fiquei sabendo que fez os doces.
Nat: Fiz mesmo e elas adoraram.
Duca: Que bom, assim se distraiu.
Nat: É foi bom, fingir não ver o olhar de inveja de alguns.
Ele entendeu de quem eu estava falando e quando parou no semáforo me deu um abraço apenas, depois continuamos o percurso quietos, a Karina foi com o Gael e a Dina Dalva também, chegamos em Marechal e já estavam todos por lá, o DJ já estava à tona.
Duca: Sol, quem é a atração de hoje ?
Sol: Pietros.
Duca: Sério ?
Nando: Muito sério meu caro.
Nat: Legal, adoro.
Fabi: Eu também gosto.
Ficamos ali num canto conversando entre nós, o Duca me sento entre suas pernas no banco, a Karina chegou e dividiu o local, a Mari apareceu com o bebê.
Nat: Nossa, já teve alta ?
Mari: Sim, eles me liberaram, o bebê está bem e eu também, eles preferiram não nos deixar lá, lugar de pessoas boas é em casa, não no hospital.
Duca: Verdade.
Karina: É, deixa eu ver ?
Mari: Claro.
Karina pegou o bebê no colo com todo cuidado, nem parecia ela.
Duca: Ele gostou de você, K.
Karina: Reparei.
O Gael chegou com a Dona Dalva.
Gael: De quem é ?
Nat: Da Mari.
Dona Dalva: Nossa, ele gostou da Karina.
Nat: Sim.
Ela ficou mais alguns minutos, até passar pra mim, as meninas a chamaram.
Nat: Ai que fofo.
Mari: Imagina quando for o seu ?
Gael: Nem fala isso, que eu vou me sentir velho.
Duca: Por que mestre ?
Gael: Vou me sentir vovô.
Nós rimos dele.
Alan: Ih Nat, ta fazendo treinamento ?
Nat: Alan cala a boca.
Alan: Não eu só to perguntando, sei lá né.
Duca: Alan você não está falando nada que preste.
Nat: Ele nunca falou nada que preste.
Alan: Eeei.
Gael: Eles mentiram ?
Alan: Não.
Nat: Quer pegar Alan ?
Ele ficou olhando, olhando.
Mari: Pode pegar.
Ele pegou o bebê do meu colo e saiu andando.
Mari: Perdi meu filho.
Duca: Que nada, ele adora a dar com bebês.
Fomos interrompidos pelo discreto do Nando, que subiu para anunciar a Galera da Ribalta.