Mario e a... Sombra?

1 Ep. 1 - Quando a Luz falhou...


Notas iniciais
Eai glr, ces tão bão? Vindo do RJ diretamente para os seus celulares trago uma história feita com uma parceria com meu mano chatgpt q eu tenho q dar no mínimo 50% do crédito (pq a gnt n fkou mais de 2 hrs conversando pra vim agm e dizer q ele fez sozinho neah?). Esse é o primeiro ep. Eu n pretendo dar um espaço de mais de uma semana entre um ep e outro, ent se preparem q essa história está IN-CRÍ-VEL! Aproveite :)
O dia começou estranho.

Mario não sabia explicar, mas o Reino Cogumelo parecia… apagado. Como se alguém tivesse abaixado a luz do mundo sem pedir permissão.

Peach notou primeiro.

— Mario… você está sentindo isso também?

O vento estava fraco demais. As cores, um pouco pálidas demais.

E o silêncio… era o tipo de silêncio que deixava a gente desconfortável, como se algo estivesse observando.

Mario respirou fundo.

— Eu tô, sim. E isso não é normal.

Ele olhou para os lados — nada de Toads, nada de passos, nada de risadas.

Era como se o reino tivesse prendido a respiração.

— E o Luigi? — Mario murmurou, quase para ele mesmo. — Irmão… onde você se meteu justo hoje?

Antes que Peach respondesse, um estrondo ecoou entre as árvores.

Os dois se viraram imediatamente.

E de todas as criaturas possíveis para aparecer… Bowser saiu da floresta.

Mas não da forma que eles esperavam.

Ele não rugiu.

Não abriu um sorriso provocador.

Não atacou.

Bowser apareceu ofegante, tenso, quase… ansioso.

Mario puxou Peach para trás.

— Você?! O que está fazendo aqui? Veio tentar alguma coisa?

— Cala a boca, Mario — Bowser rosnou, mas a voz não tinha nada de ameaçadora.

Era só… cansada.

— Aconteceu no meu reino também.

Peach tocou o braço de Mario, pedindo calma.

— No Reino Koopa… também escureceu?

Bowser deu um passo à frente, e pela primeira vez em muito tempo, parecia sincero:

— Não foi só escurecer. Foi… algo olhando pra mim. E eu senti isso de novo aqui.

Ele apontou para o chão, como se tentasse explicar algo impossível.

— Não é coisa de fantasma. É mais antigo. E o Kamek… — Bowser apertou a mandíbula. — Ele disse que não sabe o que é. Que nunca viu nada parecido.

A palavra “nunca” na boca do Kamek não era pequena.

Se nem ele sabia, era ruim. Muito ruim.

Mario e Peach trocaram um olhar silencioso.

Um reino escurecendo era uma coisa. Dois? Ao mesmo tempo?

Isso nunca aconteceu na história.

Bowser continuou, mais baixo:

— Eu vim ver se era só comigo… mas acho que a resposta tá aí.

Peach respirou fundo.

— Então vamos juntos. Não adianta correr de algo que a gente nem entende.

Mario olhou para Bowser, desconfiado.

Mas era verdade: por mais absurdo que fosse, Bowser não parecia estar ali para brigar.

— …Tudo bem — Mario disse, finalmente. — Mas se você tentar qualquer coisa—

— Eu não vim brigar. Só quero respostas.

Eles seguiram por uma trilha coberta de névoa fina.

Cada passo deixava o som mais distante, como se o mundo estivesse devorando as próprias vozes.

No fim da trilha, viram algo que fez os três pararem ao mesmo tempo.

Uma sombra.

Gigante.

Imóvel.

Parada no meio do campo como uma estátua feita de fumaça e escuridão.

Mario engoliu seco.

Peach sentiu um arrepio subir pela nuca.

Bowser cerrou os punhos.

A criatura não tinha rosto definido, nem forma concreta.

Era como um borrão provocado por algo vivo — grande, pesado, mas silencioso.

E, no meio daquela massa escura… dois pontos muito fracos brilhavam, quase imperceptíveis:

Um verde distante.

Quase apagado.

Quase familiar.

Mario deu um passo sem perceber que estava andando.

— …Não pode ser…

Umbra — embora ainda nenhum deles soubesse esse nome — inclinou apenas a cabeça, como se reconhecesse algo no trio.

E naquela noite, pela primeira vez, o Reino dos Cogumelos ficou com medo da escuridão...

(Continua...)

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.