Epílogo:
Dois anos depois...
— Agente já viajamos curtimos bastante to com vontade de ter um filho seu.(disse Mari)
— Eu também quero um filho com você.
— Já to sonhando com ele correndo pela casa é ser igualzinho o pai loirinho dos olhos azuis.
— Ou igual a mãe linda uma bonequinha.
— Qualquer um para mim está bem uma princesinha ou um príncipe.
— Então vamos providenciar um filho agora mesmo.(disse ele já começando a tirar a roupa dela)
— Gostei da ídeia.(disse ela sorrindo safada tirando a roupa dele e o beijando)
Três anos depois...
Mari passou dois anos com o casamento com Ben e decidiu engravidar aos 25 anos de idade, e teve um menino que ela colocou o nome de Maurício o nome do seu pai, e Ben concordou, esse filho agora já estava com 3, e ela com 28 e Ben tinha a mesma idade do que ela, como mulher rica agora tinha uma empresa que seu pai deixou e abriu a cantina da sua mãe virou uma mulher de negócios e tinha ajuda do marido que era arquiteto é moravam na Itália a sua terra de nascimento e que sua mãe queria tanto morar, viajaram pelo mundo por um ano e voltarão e estava toda família reunida agora menos Natasha que nunca foi vê-los.
Nos fundos da casa dos Rigone de Marinho em um domingo depois do almoço:
— É família reunida.(disse Chay)
— Com a minha família nunca foi assim eles só vivem viajando e não são muito de se reunirem, é a minha relação com o meu tio não é uma das melhores.(disse Ben)
— Você é como um filho para mim.(Giovanna)
— Assim eu vou ficar com ciúmes mãe.(Chay)
— Não fique o meu coração cabe todos.(Giovanna)
— É cabe mas um neto?(pergunta Chay passando a mão na barriga da esposa que ainda nem aparecia)
— Não me diga que está grávida Laís?(pergunta a mãe sorrindo)
— Eu estou de um mês.(disse Laís)
— Que bençoa já estava na hora vocês estão juntos a tanto tempo.(disse a mãe)
— Juntos e felizes.(disse Laís dando um selinho no marido)
— Igual agente.(disse Mari beijando Ben)
— Quando o amor de verdade supera tudo.(disse Mari)
— A nossa história foi um pouco parecida.(disse Laís)
— Quem faz falta aqui é a Natasha queria que um dia ela voltasse e ficasse com agente, que pelo o menos vinhesse visita-la, nem sei quase nada dela.(disse a mãe)
— Um dia ela voltará quando precisar da gente mãe.(disse Chay)
— Também apesar de tudo não tenho mas raiva e sinto saudades dela, se ela vinhesse a receberia de braços abertos.(disse Mari)
— É eu não vou atrás ela que venha já sabe onde agente mora.(disse a mãe)
— Ela é muito orgulhosa para isso.(disse Chay)
A campainha toca e Mari vai atender e fica surpresa ao vê quem era, e sente uma felicidade.
— Natasha.(disse Mari sorrindo a olhando, ela estava bonita ainda com cabelos vermelhos mas agora com franja e grande até a cintura não usava mas roupas de periguete e sim de patricinha estilosa)
— Oi Mari.(sorrir Natasha )
— Quanto tempo irmã.
— Digo o mesmo está mas linda do que a anos atrás.
— Estávamos falando de você agorinha.
— Que bom que se lembram de mim.
— Nunca vamos esquecer de você.
— Eu também não esqueci de vocês.
— Não é o que parece nunca mas venho nos vê fazem anos que agente não se vê.
— Eu fui uma idiota.
— Foi mesmo.
— É agora quero correr atrás do tempo perdido.
— O tempo perdido infelizmente não volta mas.
— Mas eu quero mudar daqui para frente.
— Que bom que decidiu mudar sempre há tempo.
— É eu deveria ter mudada a anos mas to aqui agora.
— Por onde andava?
— Viajando sozinha.
— Entre.(disse Mari dando passagem para ela entrar)
— Queria pedir desculpas por tudo o que fiz e pedir perdão sei que faz tanto tempo.(disse ela arrependida)
— Nunca é tarde é claro que te perdoô.(disse Mari sincera)
— Posso te abraçar irmã?(pergunta)
— Claro.(disse ela sorrindo emocionada a abraçando e lágrimas escapam das duas)
— Cadê o meu sobrinho?(pergunta após o abraço enxugando as lágrimas)
— Olha ele ai.(disse ela apontando o menino que corria)
— Tá tão grande é lindo é a cara do pai.(disse Natasha o olhando e sorrindo)
— Coloquei o nome do pai nele.
— Filha.(disse a mãe)
— Mãe me perdoa.(pede indo abraça-la)
— Coração de mãe sempre perdoa.(disse a abraçando)
— Eu fui muito burra em fazer tudo com a Mari por dinheiro, esses anos senti tanto a falta da minha família.(disse sincera)
— Mas agora pode ficar aqui se quiser.(disse a mãe)
— Posso?
— Mas é claro.
— Então eu queria mesmo ficar lá fora não é como aqui.
— Não tem namorado?(pergunta Mari)
— Não arranjei ninguém que me ame como o Ben te ama, só pego homens por uma noite, tomara que um dia ache queria viver um amor como o de vocês.(Nat)
— Você vai achar.(disse Mari)
— Eu falava que a Mari iria ficar para a titia mas quem ficou sou eu.
— Ainda tá nova e linda como é titia só tem vinte e um anos não exagera.
— Mas sozinha.
— Nunca estará sozinha até ter agente.(Mari)
— Vocês são a melhor família que eu poderia ter.
— É somos mas você pisou muito na bola.(Chay)
— Me desculpa não sei como eu fiz tudo isso com a Mari que sempre foi um anjo comigo por dinheiro, hoje com dinheiro eu não sou feliz ainda como eu pensei que seria.(Nat)
— Dinheiro ajuda muito mas não trás felicidade.(Laís)
— Só o amor trás, tanto o amor entre um homem é uma mulher quanto ou da família.(Ben)
— Agora eu entendi o sentido dessa trás que amor não é felicidade.(Nat)
— O importante que entendeu é agora está mudada.(Chay)
— Que lindo casal vocês formam eu vejo foto de vocês o menino é lindo.(disse Nat)
— Essa é quem?(pergunta o pequeno a olhando curioso)
— Sua tia Natasha.(Mari)
— Aquela da foto que vocês mostram?(pergunta ele se lembrando)
— Ela mesmo.(Ben)
— Porque ela nunca venho?(pergunta o menino)
— Ela ta aqui agora estava viajando.(Mari)
— É mas agora vou ficar aqui ao seu lado pequeno.(disse Nat o pegando no colo)
— Você é linda titia.(disse ele sorrindo)
— Lindo é você.(disse ela o abraçando)
— Agora tenho duas tias.(disse o pequeno olhando Laís e Nat)
— Não vai me trocar por ela em eu cheguei antes.(disse Laís em tom de brincadeira)
— Ciumenta.(disse Nat)
— Não precisa brigar tem Mau Mau para todas.(disse Maurício)
— Sabe da Patrícia?(pergunta Nat para eles)
— Ela ta internada ainda nunca ficou boa da mente coitada tenho pena dela(Ben)
— É ela teve um destino digna de vilã como ela é.(Nat)
— Agora que estão todos aqui vamos tirar uma foto em família.(disse a mãe)
— Vou pegar a camêra.
Chay pega e eles se posicionam se abraçando para a foto de família e ele deixa a camêra para disparar sozinha e corre para tirar ao lado deles e a camêra dispara batendo a foto, ele vai olha-la e ficou boa.
— Tá perfeita.(disse Laís olhando a foto que ele tinha acabado de tirar da camêra que imprimia as fotos)
— Vai para o álbum de família.(disse a mãe)
— É a família está completa só falta o papai.(disse Nat)
— Ele está lá do céu vendo tudo.(disse a mãe olhando para o céu)
— Incrível que depois de cinco anos ainda nos amamos igual a anos atrás.(disse Ben olhando Mari)
— É mesmo o nosso amor é para sempre.(disse Mari o beijando)
— Um final feliz para vocês príncipe e a cinderela.(disse Nat)

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