MariBen- Príncipe e a Cinderela
1 Capítulo 1
Mari narrando:
Me chamo Marizete, mas todos me chama de Mari, sou uma garota humilde de 23 anos trabalho na feira que tem aqui na comunidade de Paraisópolis, terminei o colégial já, com o meu problema fisico ficou difícil arranjar trabalho e por isso estou ajudando minha mãe na feira, acordo as cinco da manhã para isso, ela é mãe solteira o meu pai morreu, e ela criou nos três sozinhos, o meu irmão já e casado mora lá em cima da casa na laje com a mulher que era rica mas deixou a riqueza por ele, o seu pai quando eles casaram a deserdou e nunca mas quiseram saber dela, mas ela não ligou e preferiu ficar com ele assim mesmo do que ser rica, eu admiro muito e adoro a Laís, ela enfrentou tudo por amor isso que é um amor de verdade, eu queria viver isso um dia um amor assim, eles são muito apaixonados e fofos juntos ela tem 17 e ele 20, ele faz faculdade e ela está terminando o colégial e trabalham, e agente está juntando uma graninha para minha mãe abrir uma cantina de comida italiana como ela sempre sonhou agente venho de lá quando criança, mas somos consideradas brasileiras porque estamos aqui a anos, minha mãe que é de lá assim fala ainda a lingua de lá agente fala brasileiro mesmo e moramos aqui em São Paulo desde que chegamos no maior estado do Brasil, ela é uma mulher muito batalhadora cozinha muito bem, e agente é feirante para sobreviver, e tem outra irmã a Natasha que é a mas nova tem 17, eu sou a mas velha, ela estuda está na sala da minha cunhada mas não é estudiosa como ela, quer se da bem sem fazer esforço mas eu adoro ela assim mesmo sendo preguiçosa.
— Ai mas um dia de luta.(disse a mãe pegando as caixas de fruta da feira)
— É mamãe.(eu disse)
— Não vejo a hora de conseguir juntar o dinheirinho para comprar minha cantina, e agente poder largar a feira.(disse minha mãe Giovanna)
— É com muito trabalho estamos quase lá.(disse Mari pegando outro caixote)
É eram assim todos os dias acordar as cinco da manhã e abrir a barraca na feira que vendia frutas e também agente faz pasteis e cana de acuçar, era um sucesso os pasteis, nos rende uma boa graninha, que é para o sustento da família e o que sobrava para guardar na poupança para abrir a cantina, meu irmão Chay não precisou da nossa mãe para pagar a faculdade ele mesmo ganhou bolsa e estuda lá a três anos no próximo ano se forma como comércio exterior muito chique o meu maninho vai ser um grande empresário, sabe falar inglês e espanhol, é um orgulho para a família vai ter bacharelado e tudo, e minha cunhada também e estudiosa no terceiro ano do ensino médio estuda num colégio público aqui perto, ele trabalha numa empresa de estagiário e ela numa loja, a nossa mãe a considera como filha também e eu como irmã mas nova.
~~Narração off~~
As sete Giovanna sai da feira e vai para casa novamente que fica perto para vê se Natasha está indo para o colégio, e ela ainda estava e dormindo.
— Acorda filha.(disse Giovanna chacoalhando a mesma)
— Ai não enche mãe só mas cinco minutinhos.(disse Natasha se revirando na cama)
— Que cinco minutos Natasha já são sete horas, hora que a senhorita deveria está no colégio por sinal.(disse Giovanna tirando os lençois da mesma)
— Ai deixa eu faltar só hoje.(pede ela com os olhos fechados com sono ainda, passou a noite de ontem no baile funk)
— Acorda Natasha você vai acabar repetindo, você não trabalha e não estuda minha filha o que quer da vida?(pergunta a mãe preocupada)
— Quero ficar rica.(disse ela)
— Como se você não se esforça.
— Ai mãe o que quer dizer com isso, acha que vou ficar rica estudando?(pergunta debochada)
— Rica eu não sei mas ser bem de vida.
— Ah isso não acontece mãe, no máximo vou trabalhar em um lugarzinho e ganhar um salário mínimo não quero ser assim como você uma feirante.
— Pois estude, eu virei feirante porque não estudei.
— Ai o que adianta estudar morando nessa favela nunca vou ter nada.
— Porque não se esforça terminando o colégial arranjando um emprego e cursando faculdade e assim você pode sair daqui.
— Eu tenho dois jeitos para sair daqui um ser modelo e o outro casar com um homem rico.
— É trabalhar e estudar você não quer saber não é?
— Modelo é um trabalho.
— Eu sei mas até você alcançar o sucesso modelando precisa trabalhar, porque para ser modelo é muito difícil e ganha pouco no começo, está disposta a enfrentar tudo isso.
— Eu sou linda, alta e magra.
— É como milhares de garotas.
— Mas eu tenho brilho e sucesso nasci para o estrelato.
— Mas por enquanto levante e vá para o colégio, porque suas notas estão péssimas a cada ano quase tudo vermelho, e suas faltas estão muitas está quase repetindo o ano, já fui chamada no colégio e tudo.
— Ta mãe já to indo.
— A Lais já deve está lá, você deveria seguir o exemplo dessa menina, ela sim é esforçada vai todo o dia a aula e depois dela vai para o trabalho.
— Porque é burra deveria está lá na mansão do seu pai politico e deixou isso tudo por causa do meu irmão para se enfiar numa laje na favela.
— Isso tudo foi por amor.
— Amor não isso se chama burrice, e amor não enche barriga.(disse ela se levantando ainda sentada na cama)
— Que pensamento mas antigo.
— Eu nunca que vou me casar com um pobre favelado, vou me casar com um homem rico.(disse ela ambiciosa)
— É se não for apaixonada por ele? e sim pelo pobre?
— Ai eu vou ficar com os dois um pelo dinheiro e outro pelo amor ele pode ser o amante.(disse se levantando e se espreguiçando)
— Que coisa que se diga minha filha, se é para casar é só com um.
— Hoje em dia é assim querida mamãe.(disse ela bocejando e indo para o banheiro)
— Isso é para mulheres safadas.
— Safadas nada espertas, burra foi você depois que papai morreu não se casou novamente com um ricão lá na Itália e foi vim para esse fim de mundo de São Paulo na favela logo, se fosse na zona sul no murumbi tudo bem, mas eu gostaria de ter sido criada na Itália em Roma ou em Milão.(disse ela sonhadora)
— Se arruma e vá para escola que eu vou voltar para a feira.(disse a mãe se levantando da cama e saindo)
Assim que ela saiu ela que estava no banheiro volta correndo para cama e dorme.
Marizete:

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