Marchas da Morte.

11 Assassinato nº1.


Notas iniciais
Gente eu tentei fazer o meu melhor, eu adorei esse capitulo, até que ficou show de bola, segui a dica do meu namorado e escrevi o que eu imaginei, então está ai, boa leitura e desculpem pelos erros. =))

Logo eu achei o lugar, era muito digamos na cidade ia ser uma tarefa nada fácil, mais se eu não fosse taõ boa eles não teriam me chamado. Bom a casa era do tipo grande e tipo um jardim enorme, não tinha cachorros muito menos câmeras de segurança então não seria tão difícil. Portas de vidro, janelas fáceis de abrir acho que tudo iria correr muito bem.

Logo pulei a cerca que era baixinha, o meu medo é que não era tão tarde, pessoas ainda podiam círcular por aqui, mais eu tenho fé e tudo vai dar certo. Bom irônico uma assassina ter fé, mais apesar de tudo sou religiosa e foda-se o resto, porque resto é resto.

Quando eu vi já estava dentro da casa, o que me pediram foi uma morte lenta e dolorosa, porque a história era o seguinte. Marcel Rodrigues um importante advogado brasileiro e agora americano era casado e viu Samuel Lawrence nos pegas com a sua mulher, mais isso foi a alguns anos atrás e agora o mesmo cara volto e está tentando tomar a empressa que o Marcel abriiu a pouco tempo, mais que está rendendo pacas, resumindo o cara pego a mulher dele e agora quer a empresa.

Então eu fui mandada com a missão de matar o Samuel e a ex-mulher do Marcel, por isso me pediram com muita dor e sangue, e é o que eu vou fazer.

Era cedo mais o casal top já estava dormindo, não iria ser uma coisa muito difícil mais também não muito fácil. Com a arma na cabeça do Samuel eu disse a mulher.

–Fica quietinha e na sua porque se não morre ele e você.- Eu disse como se eles não fossem morrer de qualquer jeito.

Ela não conseguia nem se mexer, eu como sempre tinha cordas reservas na minha mochila, peguei elas e amarrei ele na cabeceira da cama, e ela também. Aos poucos fui fazendo pequenos cortes no braço direito dela, logo passei para o braço esquerdo, e assim fui seguindo para as coxas, voltei para o pescoço dando muita agonia para ele e para ela.

Quando ela já estava totalmente cortada , mais ainda viva e sentindo muita dor, eu começei a conversar com ele sabia que ele não iria dizer mais uma palavra, mais é legal fazer isso e agoniar os outros.

–Bom você deve lembrar com quem sua esposa era casada antes né? Pois é o feitiço virou contra o feiticeiro, interessante que além dela ser uma vadia de primeira você foi capaz de se casar com ela, seria muito lindo se você agora tomasse um pé no cú né?

Eu estava calma, isso estava sendo muito divertido pessoa que não são fiéis não merecem ficar vivas, não merecem um amor de verdade, tenho certeza que eu não sou a única que penso assim.

Começei a passar a faca de leve no pescoço dele, que nem uma psicopata e eu olhava ele bem no fundo dos seus olhos, o medo tomava conta do seu corpo e da sua alma. Isso era lindo de se ver, aos poucos e com muita calma passei a faca com força em seu braço.

–Sabe, você não tem noção de como é perder um verdadeiro amor, mais vai ter noção de como é perder uma mão.- Eu disse e nisso peguei e passei a faca com muita força na mão dele.

Logo a mão caiu sobre a cama, a mulher dele se debatia como se isso fosse me impedir de fazer algo.

As cobertas estavam cobertas de sangue, minhas luvas e minha faca pingavam aquele doce sangue, bem que dizem que a vingança é doce principalmente quando nos vingamos pelos outros.

–Eu disse que iria doer, doer mais do que perder um amor uma dor de meses que você vai ter dor minutos.- Ele tentava berrar mais eu tinha amordaçado-o.

Olhei para a mulher, ela quase estava desmaiando mas eu não iria deixar isso acontecer eu quero ver ela se torcendo de dor, sofrendo que nem o Marcel sofreu com a sua perda.

–Nem pense em desmaiar queridinha.- Eu disse levantando a cabeça dela.- Ele só perdeu a mão você vai perder muita carne.

Peguei a minha faca e fui cortando sua carne até ver o osso, suas tentativas de berrar, suas debatidas me satisfaziam, e eu tinha mais desejo de cortar ela.

Primeiro foi o braço direito, depois a coxa esquerda, e assim o sangue pingava no chão, e as lágrimas corriam dos seus olhos e deslizavam por sua face.

Logo tirei uma faca minha que era que nem se tivessem anzóis por toda ela, enfiando essa faca no estomago da pessoa e puxando de voltar fazia todo o intestino, tripas e o diabo a quatro vir para fora, e a pessoa morreria de hemorragia.

Com essa faca enfiei no estomago dele e bem devagar tirei ela, logo ele não estava mais com pulso obviamente bateu as botas. Olhie para a mulher dele quase morrendo de hemorragia também, e peguei uma simples faca passei pelo o seu pescoço bem devagar e vi ela morrer lentamente.

Depois disso peguei fechei a porta do quarto e sai pelos fundos da casa por aonde entrei, tirei minha touca e minhas luvas e coloquei dentro de um saco plástico, e joguei dentro da minha mochila e sai pelas ruas como uma cidadão americana normal.

Como se nada tivesse acontecido simplesmente assim.

Notas finais
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