Marcada
31 Capítulo 30
Notas iniciais
Capítulo 30
Isabella
Me virei, sentindo meu corpo se esquentar por inteiro, como se alguém tivesse jogado um balde de água fervendo em cima dele. Jasper olhou para mim rapidamente com seus olhos vermelhos, mas logo os focou em um ponto fixo por entre as árvores. Por mais que eu tentasse ignorar, eu sabia perfeitamente onde ele estava.
A mão de Jasper apertou meu ombro com delicadeza e ele não precisou de mais nenhuma ação para me dizer o que queria. Eu sabia que ele estava preocupado com a minha reação, e para ser sincera, eu também. Não sabia qual atitude tomar, minha vontade era pular no pescoço de Edward e dilacerar cada pedaço de pele exposta. Mas eu não sabia o tamanho da minha força. Eu não sabia nem mesmo como lutar com um maldito vampiro.
Escutei o som de passos lentos se tornando cada vez mais nítidos e esperei. Duas silhuetas distintas apareceram por entre os troncos das árvores. Uma era mais alta, a outra era menor do que eu me lembrava, mas por incrível que pareça, eu não consegui sentir raiva de Alice. Esse sentimento estava focado apenas no vampiro que estava ao lado dela.
– Saia daqui.
Alertei-o, mostrando os dentes. Os olhos dourados piscaram por um momento, como se não estivessem acostumados a ver uma recém criada com raiva. Jasper permanecia calado, assim como Alice. Edward deu um passo a frente.
– Bella... você vai se arrepender de tirar uma vida... acredite.
Edward olhou para Jasper com nojo, e o que meu corpo sentiu quando eu o vi fazer aquilo não foi bom. A raiva triplicou e a vontade de matar, tanto Edward quanto um humano, se intensificou. Jasper apertou meu braço.
– Vá embora, Edward.
Me virei de costas para retornar o que eu estava fazendo. Foi quando senti Edward se aproximar de mim, e mesmo que meus sentidos estivessem rápidos, eu tive dificuldade para perceber o que aconteceu logo em seguida.
Olhei com rapidez para a cena a minha frente e vi de relance Jasper pegar o braço de Edward e empurrá-lo com força. Alice se aproximou dois passos e pegou os ombros do companheiro, dizendo por meio desse gesto que era inútil o que ele queria.
Edward respirava com velocidade, mesmo que não fosse necessário. A raiva do vampiro Cullen era óbvia, e ele não pensou duas vezes antes de avançar em Jasper.
Foi a minha vez de interferir.
Mesmo que eu soubesse que Jasper conseguiria se livrar dos dois vampiros tranquilamente, a única imagem que estava na minha mente, era a da nova cicatriz que Jasper tinha no braço, por causa de Edward. Eu corri, e em um instinto, plantei minhas mãos no peito forte do vampiro, o empurrando. As consequências foram desastrosas.
Eu não sabia o tamanho da minha força, e definitivamente não sabia como controlá-la. O vampiro voou em direção às árvores, batendo em uma em particular. O tronco cedeu devido ao peso de Edward e a força do impacto. O barulho foi ensurdecedor. A árvore caiu em cima de um veículo. O barulho do alarme soou rapidamente, e eu sabia que era questão de segundos até que o dono do carro aparecesse.
E eu estava certa.
Jasper olhava tudo com surpresa e diversão nos olhos vermelhos. Alice pegou o braço de Edward e o ajudou a se levantar. Ambos recuaram quando um homem de aparentemente vinte e cinco anos saiu do bar furioso.
– Que merda é essa?
Ele tirou o gorro da cabeça e passou as mãos pelos cabelos lisos e pretos, olhando todos com raiva. Minha garganta queimou. Estava sozinho, mas parecia furioso com a cena. Os olhos castanhos do humano percorriam todos os vampiros presentes sem se dar conta do perigo que estava correndo, para depois pousar no seu carro, ou o que restou dele.
– Quem foi o responsável por isso?
Edward e Alice nem se mexeram, e pareciam temer a reação de Jasper. O humano chegou perto do meu vampiro, eram da mesma altura. Cutucou o peito forte de Jasper e o olhou irritado.
– Por que está rindo, seu filho da puta? Terá que pagar por isso.
Eu olhei mais atentamente para Jasper não acreditando que ele estava com um sorriso sarcástico nos lábios carnudos. Mas estava. Ele conseguia ser mais filho da puta do que eu me lembrava na vida humana, e parecia não sentir nenhum incômodo em fazer coisas erradas a humanos.
– Não vou pagar por nada.
Ele se virou e o humano tentou acertá-lo, mas Jasper apenas abaixou-se. O moreno ficou surpreso com a reação rápida dele. Mas não foi isso que estava chamando minha atenção, o que começava a me inquietar, era a veia do pescoço, pulsando devido à raiva, me convidando a saborear o líquido escarlate que eu sabia que corria por debaixo da pele.
Passei a língua pelos lábios, e Jasper apenas me olhou, pegando o casaco do humano com força e o empurrando para a neve. Ele caiu, as mãos espalmaram na relva branca e ele tentou se levantar, mas Jasper colocou o pé nas costas dele, impedindo-o. Era a minha deixa.
Sem pensar muito em como eu ia me sair, eu corri em direção ao humano, ficando em cima dele. A veia pulsante me chamou, e eu finquei os dentes com todas as minhas forças no pescoço macio. O líquido jorrou com facilidade pela minha garganta, a sensação era divina. O cheiro que antes me enojava, agora abria meu apetite de forma assustadora.
A sede ia diminuindo vagarosamente conforme eu o drenava. A sensação era a mesma de andar em um deserto por dias, e beber um copo de água gelado. Era sensacional, era delicioso.
– Não!
Escutei a voz de Edward me repreender, mas não dei muita atenção, em vez disso, a foquei em sugar o que eu podia do líquido vermelho.
[...]
Jasper
Edward se aproximou dois passos e eu achei que era o momento certo para dar um fim em toda aquela palhaçada. Eu já estava começando a me irritar com meu ex-irmão interferindo na minha vida e agora na vida de Isabella a toda hora. Já não bastava encher a porra da cabeça de Alice, tinha que controlar todos os de sua espécie.
Eu me aproximei, tampando a visão de Edward. Isabella estava atrás de mim, e pelo estado de êxtase, não estava nem um pouco preocupada com o que estava acontecendo ao seu redor. Ela ainda não tinha habilidade para se alimentar, o sangue escorria pelo seu queixo, pingando na neve e deixando-a em um tom de rosa. E mesmo assim era uma cena bonita de se ver. Acho que Edward não concordava comigo.
– Deixe Isabella em paz, Edward.
Alertei-o com certa impaciência no tom de voz. Edward olhava para Isabella com incredulidade, Alice parecia chocada com a cena. Sua querida amiga, totalmente correta, com valores nobres, drenando um humano como se esse fosse uma lata de refrigerante.
Edward se aproximou. Eu perdi o restante de paciência que ainda tinha. Eu corri em direção a Edward, pegando o pescoço frágil com uma mão, levantando-o. Sabia que meus olhos estavam negros de fúria quando eu o fitei, e também sabia que conseguiria arrancar a cabeça do vampiro em menos de um segundo. Mas eu não o fiz, apenas apertei os dedos, fazendo-o sentir dor, uma dor que apenas outro vampiro poderia proporcionar.
– Você não quer uma cicatriz no seu corpo perfeito, quer?
Ele olhou para meu braço e voltou a olhar para Isabella, travando o maxilar no mesmo instante. Ela já havia terminado, e agora olhava a cena com certo interesse.
– Eu não me importo com mais uma cicatriz, já tenho muitas. Apesar de que vou sentir nojo quando eu olhar a que você fez e sempre me lembrar de sua cara.
Apertei mais um pouco os dedos no pescoço ao dizer a frase. Edward jogou as mãos para cima em um gesto de redenção. Eu olhei para Alice, os olhos dourados me fitavam com expectativa, esperando o que eu faria ao seu companheiro. Mas eu não gastaria minhas forças desmembrando Edward, eu tinha outros planos para aquela noite.
Joguei o vampiro longe, tomando o cuidado para que ele não acertasse mais nenhuma árvore. O humano estava morto na neve, e daqui a pouco outros iriam procurá-lo. Ficar ao lado de um cadáver quando se tem muitos humanos por perto não seria algo divertido. Eu teria que matar todos. Pensando melhor, aquilo poderia ser divertido, se não causasse tantos problemas com os Volturi.
Edward se levantou com pressa e Alice olhou pela última vez Isabella, antes de desaparecer por entre as árvores. O outro demorou mais um pouco, mas logo seguiu os passos da companheira. Eu me virei, olhando para minha vampira, que carregava um sorriso divertido no rosto.
– O quê?
Perguntei, sem entender o motivo da diversão.
[...]
Isabella
Três humanos depois, eu já sentia minha sede diminuir a ponto de não me incomodar mais. Assustei-me com isso, eu não queria matar tanto toda vez que fosse me alimentar, não planejava isso de forma alguma. Olhei para Jasper, ele estava jogando o corpo de um homem em um lugar escuro e mal habitado. Não senti pena da minha última presa, apenas achei estranha a forma como me acostumei rápido a matar. Parecia algo... natural.
Jasper se virou e olhou para mim sorrindo, não sabia se estava orgulhoso pela caçada ou se estava aliviado por minha sede ter quase cessado. Se aproximou vagarosamente, ficando de frente para mim, a centímetros de distância, os olhos vermelhos escuros me fitavam com intensidade, eu senti a mão suave dele contra meu cabelo, descendo pelo meu braço. Ele pegou a minha mão e me puxou para perto, pedindo com esse gesto para que eu o seguisse.
Entramos em um parque. Um parque eu nunca havia visto quando humana. A placa proibindo a entrada estava coberta de neve, e tudo estava claro. Tudo era branco, tudo era lindo. Algumas árvores estavam totalmente cobertas, mas havia uma no centro de uma pequena praça que se destacava. Era enorme e parecia assustadora. Na certa, qualquer humano seria proibido de entrar naquele lugar.
– Eu venho aqui para pensar, acho que você precisa de um lugar para fazer o mesmo.
Olhei para Jasper confusa, depois me lembrei do seu dom e bufei. No mesmo momento ele sorriu e parou de andar.
– Você estava emanando confusão e insegurança.
– Estava?
Jasper revirou os olhos e voltou a andar, sentando-se embaixo da árvore branca. Eu o acompanhei, sentando-me ao lado dele. Não sentia frio.
– Você tem o péssimo costume de virar um escudo quando está brava.
– Não estou brava, apenas irritada. Parece que você me conhece mais do que eu mesma!
Jasper apenas sorriu. Eu sabia que não era culpa do vampiro, ele tinha um dom, mas era um pouco desconfortável a pessoa que está ao seu lado saber tudo o que você está sentindo, e manipular isso, se quisesse. Ele apenas esperou, sabendo que a qualquer momento eu não conseguiria mais ficar calada. Não demorou muito.
– Sinto medo de ter que matar tantos sempre que eu estiver com sede.
– Não precisa ter medo, Isabella. Sua sede agora é anormal, mas não será sempre assim.
Eu enfiava meus dedos na neve, deliciando-me com a sensação de não senti-los congelar, apenas os montinhos derreterem quando eu os apertava. Mesmo que Jasper tentasse me tranquilizar, isso estava longe de acontecer.
– Eu temo por mim.
Jasper se aproximou um pouco mais de mim, seu braço forte me envolveu.
– Acalme-se, sei lidar com recém criados. Com você será ainda mais fácil.
Eu franzi as sobrancelhas, não entendendo o que Jasper estava me dizendo.
– Por quê?
Ele sorriu maliciosamente para mim. Aproximou-se mais um pouco, sua mão subiu pelas minhas costas, fazendo-me rosnar, os dedos se embrenharam pelos fios do meu cabelo e ele puxou minha cabeça com certa violência.
– Porque eu sei do que você gosta...
Terminou com a distância entre nossas bocas, eu fui surpreendida com a rapidez do vampiro mesmo que eu possuísse a mesma velocidade. Os lábios macios de Jasper se entreabriram e sua língua aveludada encontrou a minha. O beijo tinha um leve gosto de sangue por causa da minha alimentação recente, e mesmo assim eu conseguia sentir o sabor de hortelã, o sabor dele.
Um leve rosnado saiu do peito de Jasper e ele me pressionou com força contra a grama coberta de neve, deitando-me no local onde estávamos e ignorando completamente a possibilidade de alguém aparecer, mesmo que essa fosse mínima. As mãos subiram para o cós da minha calça, e com um pequeno esforço, ele a rasgou, expondo minha pele agora branca feito mármore, e perfeita.
E quando ele me fitou com olhos negros de desejo, eu me perdi.
[...]
Jasper
Os olhos de Isabella estavam carmim, os sinais de sua excitação agora estavam mudados, eram diferentes, iguais a ela. Em vez do rubor fraco na pele, eu conseguia ver os olhos vermelhos ficando cada vez mais negros, o cheiro da sua excitação se intensificando conforme eu a pressionava na grama coberta de neve.
O que me excitava, não era o corpo perfeito de Isabella. Para mim, ela seria linda de qualquer maneira, humana ou vampira. Não... o que mais me excitava, era ter a consciência de que eu poderia usar e abusar da minha força, e que agora ela era projetada para aguentar isso. E eu usaria, e abusaria disso.
Terminei de rasgar suas roupas em um segundo, a pele era mais branca do que o normal, cada mancha peculiar do seu corpo havia sumido, os seios estavam mais torneados, o cheiro era parecido, mas não me deixava com sede, agora me deixava com fome. Fome pelo seu corpo.
Isabella abriu as pernas e o cheiro de sua excitação me golpeou fortemente, eu não iria aguentar muito. Ela plantou as mãos pequenas no meu peito, sentindo a textura da roupa que eu usava. Era apenas um casaco fino, e eu me afastei um pouco, abrindo o zíper do casaco com certa lentidão. Os olhos escuros não se desgrudaram do meu corpo, e ela mordeu o lábio inferior quando eu joguei a peça de roupa para o lado.
Deitei-me novamente por cima dela, minha ereção pressionando diretamente seu sexo, Isabella fechou os olhos ao me sentir. E algo me veio à mente.
– Posso usar meu dom dessa vez?
Eu nunca havia feito isso, não de propósito e com intensidade. Senti Isabella ficar confusa, mas depois ela deu de ombros e começou a retirar minha calça. Acho que não entendeu muito o que eu queria, e faria.
De repente ela arfou e fechou os olhos, os lábios avermelhados se abriram e as mãos fecharam-se, segurando montes de neve. Eu sorri maliciosamente, sabendo que Isabella enlouqueceria. Uma punição por não acreditar muito no poder do meu dom.
Ela tombou o corpo na neve quando eu suspendi a onda que estava mandando até o seu corpo. Os olhos negros me fitaram e ela travou o maxilar ao ver o sorriso estampado no meu rosto. Logo depois, Isabella arqueou as sobrancelhas e sorriu também, gesticulando com a cabeça.
– Faça de novo.
Mandei novamente ondas cada vez mais fortes para Isabella e ela arqueou as costas novamente, fechando os olhos e rosnando de satisfação. Luxúria, desejo, prazer... tudo o que um vampiro amava, e que Isabella teria que se acostumar daqui pra frente. Eu suspendi o prazer, deixando-a sentir apenas um desejo anormal, sobrenatural igual ao corpo dela. Retirei o restante da roupa e esperei a reação da vampira, reação que eu já conhecia.
Isabella voou em minha direção, uma mescla de desejo e raiva. Raiva por eu conseguir manipulá-la tão facilmente e por eu ter suspendido o que ela mais estava gostando, desejo pelo meu corpo, por sexo.
Seu corpo bateu de encontro ao meu e o barulho foi alto, mas eu não estava preocupado com aquilo, eu sabia que ninguém entrava naquele parque, e mesmo se aquele momento fosse uma exceção, eu não me importava. As pernas fortes dela me enlaçaram, sua boca encontrou a minha com certa urgência, e em meio a um rosnado, ela mordeu meus lábios.
– Ordinário.
Eu sorri, abraçando Isabella com força, ela tentou tomar o controle da situação, achando que por ser uma recém criada e ter mais força do que um vampiro centenário conseguiria tal proeza. Mas eu estava acostumado demais com recém criados para deixá-la fazer o que queria. Não... eu não deixaria, não naquele momento.
Ela pegou o meu membro, mas antes que pudesse direcioná-lo para onde queria, eu a empurrei de encontro à grama. Ela me olhou furiosa, mas depois sorriu, esperando minha reação. Abriu as pernas novamente e eu respirei fundo, o cheiro era divino, me excitava mais do que o normal, e eu já estava desconfiando do motivo disso, mas não perdi meu tempo raciocinando sobre esse assunto.
Aproximei-me de Isabella e peguei suas pernas, ela esperou o forte puxão, que nunca chegou. Eu a virei, deixando-a ficar de costas para mim, e sem deixar um espaço de tempo para ela reclamar, se é que reclamaria, eu a penetrei violentamente, como nunca havia feito. Eu podia fazer aquilo agora, e isso só me estimulou a continuar. Ela gemeu, o rosto estava encostado na neve, mas o resto do corpo estava completamente guiado até o meu.
Meu braço a segurava onde Isabella tinha que estar para me proporcionar prazer, minha mão livre correu pela pele de seda de suas costas, chegando aos fios castanhos, eu os puxei e ela rosnou novamente. Não dei muita importância ao significado do rosnado, querendo ou não, ela me deixaria satisfeito naquela noite.
As estocadas ficaram mais urgentes, eu estava extasiado com a força que eu fazia no quadril e como o corpo de Isabella reagia a isso. Ela pedia cada vez por mais, e felizmente eu sabia que a vampira aguentava o que pedia. De repente ela parou e eu senti as paredes do seu sexo apertarem meu membro, dando-me a certeza de que ela chegara ao primeiro orgasmo de sua vida imortal. E eu não demorei muito a chegar ao meu. Derramei-me em Isabella, fechando os olhos com a sensação. Era diferente, era prazerosa demais para ser apenas sexo, era surreal.
O corpo dela tombou na neve e o meu foi logo em cima do seu, dois vampiros fisicamente esgotados, mesmo que isso fosse impossível. Ela ficou em silêncio, eu apenas esperei, meu nariz poderoso colado à pele de suas costas, sentindo o cheiro único dela, era doce... fez minha boca encher-se de veneno.
Eu inspirei profundamente e ela riu. Ela virou o corpo e deitou-se na neve, olhando para mim. Isabella era minha, tudo nela me excitava, tudo nela me deixava possessivo. Eu ainda estava em cima dela, e quando eu fitei seus olhos vermelhos e seus lábios carnudos curvados em um sorriso de satisfação, eu percebi.
Isabella não era apenas uma vampira. Isabella era minha companheira.
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