Maravilhoso Novo Mundo, A Capital ou Nada!
1 Capítulo 1 - Devia ter Batido.
Notas iniciais
Villy
Estávamos Aurora e eu em uma taverna aproveitando para descontrair, nós reparamos que havia um homem sentado no balcão quase desmaiando de tão bêbado, com ele havia um saquinho de moedas. Depois de mais algumas canecas viradas ele deixou cair duas moedas de ouro, isso era ótimo! Uma caneca de cerveja custa 4 moedas de cobre, uma moeda de prata vale 100 de cobre e uma de ouro vale 100 de prata. Ou seja, só essas duas moedas de ouro serão suficientes para conseguirmos chegar na capital, Altenhoff.
Combinei com a Aurora um jeito de pegar o saquinho, eu já conhecia uma das garçonetes da taverna de um jeito íntimo, então eu comecei a conversar com ela até conseguir leva-la para um dos quartos no andar de cima da taverna. Depois da garçonete e eu nos divertimos, eu usei um pouco de um pó do sono que havia ganhado de um amigo antes de sair de Vullencht, minha cidade natal e da Aurora também. Peguei e vesti a roupa da empregada, além de juntar algumas coisas para levar e tampar o meu rosto.
Quando desci para perto do balcão vi que a Aurora já estava distraindo o homem, fui na direção deles e fingi que tropecei deixando cair tudo em cima do homem. A Aurora puxou com o pé o banco dele ajudando a derruba-lo, com isso o saquinho se soltou do cinto e se misturou com as outras coisas que eu havia derrubado. O homem demorou até mesmo para perceber que tinha caído, a Aurora o ajudou a se levantar e continuou enrolando ele enquanto eu juntava as coisas e pegava o saquinho, depois eu subi com tudo, coloquei a minha roupa de volta e deixei a da garçonete do lado dela com um bilhete.
Adorei essa tarde com você, não há nada tão macio quanto a sua pele ou tão quente quanto o seu corpo. Usei um pouco do pó de sono em você e peguei seu vestido emprestado, mas já devolvi. Um dia eu te conto meus planos antes de te envolver neles, mas eles funcionam melhor quando não te conto, aliás, acho que você gosta quando funciona assim.
Quando puder voltar para Naumwerder passo aqui na taverna, mas por agora vou para alguma cidade vizinha.
Tenha doces sonhos comigo.
Villehan.
Depois disso a Aurora se despediu do homem e saiu comigo da taverna. No saquinho haviam 5 moedas de ouro e 19 de prata, juntamos as moedas com as nossas, umas 30 de prata. Aquele homem deveria ser um comerciante de um reino vizinho, pelas roupas deveria ser do Reino de Millënberg, bem ao leste daqui.
Usamos algumas moedas para comprar dois cavalos, não foram tão caros, 20 moedas de prata cada, mais uns suprimentos, flechas para o arco da Aurora e balas para o meu rifle.
Abrimos o mapa para vermos para onde iriamos, estávamos saindo de Naumwerber, e estávamos indo para Altenhoff. No caminho não há muitas cidades grandes, a primeira pela qual vamos passar é Damsen.
Depois da noite cair, quando já estávamos procurando um lugar para passar a noite, encontramos um grupo de viajantes. Eles eram muito hospitaleiros e todos anões, fizemos uma fogueira perto da estrada e passamos algumas horas comendo, bebendo e dançando. Um desses viajantes tentou xavecar a Aurora, mas digamos que uma Druida não curti muito anões, apesar de que já vi um Ogro e uma... POR QUE DEMÔNIOS EU FUI ME LEMBRAR DISSO!!!
Pela manhã seguimos viagem, assim como os anões, eles estavam indo para Bourmont, quando contamos que eramos de uma cidade ao norte de lá, eles pediram dicas sobre inúmeras coisas.
Anão – Desculpe por todas essas perguntas, é que nós nunca fomos para o Reino da Normandia.
Aurora – Tudo bem, as diferenças importantes são só essas.
Villy – Você esqueceu de contar que a culinária é diferente.
Anão – Ah, não há nada como comidas novas!
Aurora – Sim, não se esqueça, por lá ser a capital e por estar perto do aniversário da unificação do império e cidade vai estar lotada.
Depois disso seguimos para Damsen, no caminho achamos um rio e paramos para pegar agua, na outra margem havia uma casa até que bem grande, então bateu uma curiosidade e resolvemos ir até a tal casa.
Lá morava uma feiticeira chamada Margareth, bem simpática e bonita, devia ter uns 30 e poucos anos. Ela nos convidou para passarmos o dia lá, aproveitei para comprar com ela algumas poções de cura e um livro sobre combates contra Ogros e Orcs. Também ajudamos ela a fazer o almoço e depois ela, a Aurora e eu fizemos uma competição de tiro ao alvo, mas com o arco e flecha da Aurora.
Quando acordei, eu fui ao banheiro e passei na frente do quarto da feiticeira, ouvi alguns gemidos e depois a Aurora me chamando.
Aurora – Deixei tudo pronto para quando formos, depois do café certo?
Villy – Sim, você também está escutando né?
Aurora – Sim, seria engraçado se ela estivesse se divertindo pensando em um de nós.
Villy – Ou em nós dois.
Aurora – Acha que devemos bater?
Villy – Por que não?
Depois disso eu fui até a porta do quarto dela, mas acabei escorregando e cai direto na porta dela, infelizmente a porta estava destrancada e com o meu peso ela abriu com tudo e eu cai dentro do quarto.
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