Notas iniciais
Oi povo que ler minha fic, como estão todos? Espero que bem, peço desculpas pela demora a atualizar a fic, mas minhas aulas começaram quarta dia 9, (era pra ter começado dia 7, mas morreu um homem lá e adiaram), ai as coisas estão meio apertadinhas entendem? Minha professora de português já passou um trabalho pra fazer que parecia ser fácil mas pra mim está sendo um bicho de sete cabeças AFF.... Pois é, mas chega de escola vamos falar da fic, Acho que já chega de revivendo o passado e lembranças néah? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk fiquem tranqüilos para aqueles que estão tendo dificuldades para entender, acredito que são poucos, os próximos capitulos desses tipows são bem esclarecedores então já chega de quebrar a cabeça kkkkkkkkkkkkkkkkk.... Aqui está um capitulo prontinho pra vocês não saiu bem como eu queria, mas vamos ver o que vocês acham Quem ta sentindo falta do Ryan ai????? AHSUAHSAUSAHSAU o personagem que me faz ter dor de cabeça esse kkkkkkkkk matem a saudade dele..... Boa leitura ^^
-Então fale logo! Falei exaltada .... O médico fez uma expressão assustada com meu tom de voz, mas também não o culpei, todos ao meu redor me entreolhavam, apenas ignorei. -Vou ser sinceros com vocês dois, Ryan perdeu muito sangue, e graças ao seu improviso ele resistiu. Exclamou ele olhando pra mim. Mas devido à forte lesão sofrida, — Ele fez uma pasa. ele está com traumatismo crânio-encefálico,*Pra quem não sabe o traumatismo craniano sofrido por um monte de pessoas, rsrsr interrompida rápida pra esclarecer... fui...*o famosos traumatismo craniano, ele teve uma fratura de mais ou menos 4,5 cm em seu crânio. -Não! Falei inconformada, Pedro abraçou-me, mas não conseguiu conter suas lágrimas. -Mas ele vai ficar bem, não vai? Indagou. -É...ele está em coma, e não sabemos quando ele poderá deixá-lo. -Ele vai ficar bem?! Repetiu ele em um tom mais rude. -É provável que sim, estamos fazendo o possível senhor. -Como assim provável? Interrompi. -Eu não posso garantir a vocês se ele retornará 100% bem. -Oh meu deus! Lamentei. -As vitimas desse traumatismo craniano, algumas vezes apresentam amnésia e não conseguem se lembrar do que ocorreu imediatamente antes e após o traumatismo, nestes tipos de lesão a recuperação da consciência pode ser durante a primeira semana após o acidente, ou talvez não, mas o que realmente indica as probabilidades da recuperação completa é o local atingido, e sua idade, mas no seu caso a lesão no cérebro foi um pouco grave, mas pela sua idade eu creio que ele se recuperará. -Quando poderemos vê-lo? Indaguei. -Ele está na UTI e vocês não poderão ter contato direto com ele, mas poderão observá-lo, porém fora do quarto. Sigam-me. Disse ele nos guiando até o quarto, andamos por largo corredor, e ali uma cena me chamou atenção uma mãe, chorava ao chão, e ao mesmo tempo pessoas tentavam a consolar, acredito que seus familiares. -Por que meu filho? Por quê?! Gritava ela, sua voz era de sofrimento que me contagiava facilmente, tentei apagar aquela cena de minha mente, mas com aqueles gritos era impossível. Paramos em frente a uma porta que nos levava a outro corredor, o médico continuava a nos guiar até chegar a nosso destino. Lá estava ele, Ryan coberto por curativos e respirando por uma droga de máquina, Ficamos Pedro e eu ali inconsoláveis observando-o apenas pelo vidro e a espera de mais notícias. Envolvida em seus braços fiquei assim durante alguns minutos, lágrimas e lágrimas deslizavam em meu rosto, pobre Ryan, no fundo eu acreditava que a culpa era minha, se algo acontecer com ele, não me perdoaria. Lembro-me bem de quando nos conhecemos. ::: Flash Back On ::: O nervosismo era imenso, eu estava prestes a ser julgada por três crianças, Laura o que está havendo com você? São apenas crianças, mas crianças que se disserem não vão dar um bom trabalho, já superei tanta coisa em minha vida e não vai ser agora que vou andar para trás. Naquele momento eu esperava que nunca chegássemos a cãs de Pedro, nunca me senti tão aflita em toda minha vida, era até engraçado como três crianças estavam me fazendo subir pelas paredes. -Chegamos. Comemorou ele ao meu lado, despertando-me de meu transe, droga, é agora, não tem como evitar. Pronta? indagou ele. -Acho que sim. Respondi. Desci do carro, com o coração na mão, Pedro me abraçou tentando me confortar, funcionou em seus braços eu esquecia de tudo, da vida, dos problemas, e das crianças, opa! Lembrei de novo. Droga! Me senti morta, como se estivesse prestes a ser julgada por Deus, a porta se abriu e eu pude jurar que vi uma grande claridade vindo de dentro da casa. A primeira impressão é a que fica, os três estavam sentados no sofá e me olharam como se eu fosse uma psicopata prestes a matá-los. -Pessoal, está Laura. Apresentou-me, dei o sorriso mais tosco de minha vida, eu não me sentia a vontade, parecia que a qualquer momento um deles iria vir para cima de mim e me matar! -Oi. disse a menor, ela era tão fofa, que me dava vontade de abraçá-la forte e não soltar mais. -Oi coisa linda, eu sou Laura. Falei amigavelmente. Ela me deu um pequeno um abraço e logo voltou ao sofá. -Esta é (nome da pirralha). Falou ele. -Olá. Disse a outra, era mais velha que (nome da pirralha), as duas eram idênticas, a abracei carinhosamente e ela se juntou a outra. -Essa é(nome da outra). Disse Pedro. Fiquei ali a espera da outra apresentação, mas o jovem nem ao menos se levantou, parecia que eu não estava ali, era bom de mais para ser verdade, as duas gostaram d mim, mas ele nem se quer olhou em meus olhos, então resolvi tomar um atitude. -Oi, seu pai falou muito de você sabia, agora vejo que você também herdou o seu charme. Falei timidamente, ele tirou os olhos da televisão e me encarou quase me matando com seu olhar. -A outra era mais bonita. Foi tudo que ele disse, levantou-se do sofá, passou a minha frente e saiu do cômodo onde estávamos. Fiquei com a cara mais sem jeito do mundo, a vontade que eu sentia era de sair correndo dali, Pedro já havia me dito o quanto Ryan era rebelde, mas eu não achei que chegaria a esse ponto, eu entendo que é tudo difícil pra ele, mas o que ele pensa que eu sou? Algum tipo de madrasta malvada?! -Ryan, volte aqui! Gritou Pedro saindo de meu lado indo atrás de meu futuro enteado. Me desculpe Laura, já volto. Abaixei minha cabeça tentando segurar as lágrimas, e me recompus, afinal eu havia ganho duas fofuras. -E então, vocês não me acham tão feia né? Indaguei sarcasticamente. Elas apenas riram, e fizeram um sinal negativo com a cabeça, agradeci retribuindo-lhes o sorriso. Vocês estão com fome? Seu pai falou que vocês me ensinariam a cozinhar para fazermos juntas o jantar todas as noites. -Sim. Falaram elas juntas dando um pulo do sofá puxando-me para a cozinha, arrastada literalmente as segui empolgada com minhas duas novas amiguinhas, afinal naquele momento a amizade e compreensão das duas eram essenciais para mim, já que não havia começado bem com Ryan. ...............................................................x............................................................... Estávamos todos sentados a mesa nos servindo da maravilhosa macarronada feita por mim e pelas garotas, confesso que não sou muito boa na comida, mas aquele prato havia ficado maravilhoso. -Que delicia meu amor. — Comentou Pedro. -Eu não teria conseguido sem a ajuda das garotas. Respondi, elas assentiram estavam preocupadas de mais em comer, que nem ao menos responderam. -Até os mendigos estão comendo coisa melhor do que isso. Disse Ryan cuspindo suas palavras, logo após se levantar da mesa, mais uma vez minha vontade era de sair correndo dali, o que eu havia feito a esse menino, será que sou feia de mais, meu vestido ta decotado de mais? Que isso Laura, não pense besteira. Isso é ótimo, brigando comigo mesma, olha só o que ele conseguiu fazer comigo. Aquela com certeza seria uma longa noite... ::: Flash Back OFF ::: Foram momentos difíceis no começo, e exatamente quando estamos nos acertando isso acontece, meu Deus isso é um castigo, o que eu fiz de tão grave assim em minha vida passada?! ...................................................................x................................................................... -Tome cuidado, por que se aconteceu comigo, poderá acontecer com você também...- Suas palavras me arrepiaram, o que ele havia feito de tão grave assim? Depois de dito aquilo, ficamos em silêncio, aquilo me incomodava, na situação que eu estava o que eu menos deveria fazer era ficar quieto, PORRA EU TO MORRENDO! -Conte-me. Quebrei o silêncio. -Não posso, ele pode nos ouvir, e a qualquer momento aparecer, e então será o nosso fim. -Mas você já está morto. Falei. -Não temo por mim, mas se você não sabe, ainda está vivo, talvez por enquanto. Falou ele sombriamente.
Notas finais
Oi galerinha, nun to muito animado não sabe, esse capitulo num ta legal, peço desculpas pelas porcarias que escrevi ai! ):
Mas gente ta difícil, o próximo vocês bão gostar tenho certeza, ou pelo menos acho! Tenho uma surpresinha pra vocês. Hehehehe! Vou adiantar logo que tem haver com a Laura ! parei por aqui deixem reviews.... mesmo com criticas dizendo que ta ruim serve ok? Abração povo! ^^