Notas iniciais
Vocês acharam que não ia mais ter capítulo novo nessa quarta né? CÁ ESTOU EU MEUS AMORES! Fala pessoal! Quero pedir desculpas pelo atraso - geralmente eu posto os capítulos no horário de duas, duas e pouca da tarde -. Fiquei na faculdade hoje e não postei o capítulo no horário que eu geralmente posto. Eu até poderia postá-lo de lá mesmo, mas não ia conseguir revisá-lo direito e além do mais, teria mais trabalho em "transportar" o arquivo do capítulo. ENFIM! Aproveitem agora um dos meus capítulos favoritos do qual escrevi. Espero que gostem! BORA LÁ!

A noite veio. Nove e vinte e cinco. Eles passaram horas e horas a analisar aquela pilha de arquivos que Sara trouxe consigo. Relatórios de atividades, registros de ocorrências, análise de desempenho de comportamento, até os horários de entrada e saída dos quatro guardas suspeitos. Por causa disso, foi recomendado a Sara tomar um banho, já que ficaria lá por mais tempo que o normal. Ela o fez, mas usou as mesmas roupas, pois não estava preparada para "permanecer" ali.

Foi trabalhoso, cansativo, exaustivo. Após as horas (quase monótonas) de análise, ambos se pegavam esfregando os olhos pelo cansaço.

— Até que esse seu amigo nos ajudou bastante. — Sara comentou ao esticar os braços para trás, enquanto se ajeitava na cadeira, do lado esquerdo da cama.

— Hawnkins?

— Ele mesmo.

O sargento sorriu de lado.

— Você ainda desconfiava dele.

— Eu desconfio de muita gente, até conhecer melhor. — concluiu, deixando uma pequena pilha na cama dele — Ah... eu tô cansada. — Ela olhou para o relógio e franziu o cenho para enxergar melhor os ponteiros — Está tarde, acho que vou embora. — disse ao se levantar.

— Concordo. Está tarde, melhor que você fique aqui.

— De novo com esse papo, Grissom? — Sara retrucou impacientemente.

— Vi como está forçando a sua vista. Dirigir por uma hora e pouca pode ser prejudicial. E qual o problema em ficar aqui?

Ficar no mesmo quarto que você? Logo você?!

— Qual o problema, todo o problema! — Ela ergueu os braços, depois apontou para ele — E nem pense que eu não reparei o jeito que você tem me tratado.

— O que tem isso? — Grissom franziu as sobrancelhas confuso.

— Foi só você ter aparentemente e milagrosamente se lembrado de mim que agora me trata como se fôssemos amigos de longos anos! — Sara quase esbravejou sarcasticamente.

Ele não respondeu, desviando o olhar dela.

— Se a gente não se conhecesse naquela palestra, aposto que você iria continuar me tratando como uma estranha.

— Não é isso! — Ele tentou se defender — Eu já disse! Fiquei irritado quando mandaram alguém para trabalhar comigo contra a minha vontade.

— Tá, tá bom. — A detetive assentiu e fechou o assunto. Não estava satisfeita, mas decidiu concluí-lo mais rápido possível para não continuar com mais uma discussão.

— Do que você se lembra? — Ele a questionou de repente.

— Do que você se lembra? — enfatizou-se.

Grissom não achou justo aquela rebatida. Tinha o "direito" de receber uma resposta ou nenhuma resposta. Mas, assim como a parceira, quis evitar mais um início de discussão.

— Ah... Me lembro de ter... te visto na plateia... me fazendo as mais diversas perguntas naquele primeiro dia, e nos outros também. — Ele riu brevemente, recompondo-se logo — Acho que me lembro que, no final de uma das palestras... você veio me cumprimentar, era isso?

— É. — Sara assentiu meio seca.

Grissom fez o mesmo que ela.

— E você? Do que você se lembra?

— Quase tudo. — respondeu em voz baixa — Tantos detalhes... até demais. Coisas que não deveria me lembrar... — Ela olhou para o chão, voltando-se novamente a ele — Mas é isso.

Se o conhecesse bem, como uma boa e grande amiga, perguntaria o motivo de seu esquecimento. Só que não era, estava longe disso e longe de ser. Ela sabia que ia se estressar caso um dos dois tocasse naquele assunto, tanto que o cortou no momento em que Grissom começava a falar sobre, quando retornou do almoço. Arrependeu-se veemente em tê-lo questionado, mas era tarde demais.

— O que vai fazer? — perguntou o sargento, ao vê-la prestes a se movimentar.

— Boa noite, Grissom.

Ao dar dois passos para trás, Sara caminhou até a poltrona e nela se sentou. Mexeu em uma alavanca e mudou a posição do móvel, deixando-o na horizontal.

— Vou chamar alguém para te dar uma coberta, está esfriando.

— Tanto faz. — Sara pegou a bolsa no chão, ao seu lado direito. Dela retirou seu celular e um fone de ouvido simples da cor branca. Conectou-o ao aparelho e depois o colocou nos ouvidos. Fechou seus olhos em seguida.

Ele não gostou daquele tom de voz. Inconformou-se. O clima estava pesado demais, angustiante. Aquele tal ciclo no qual ela comentara retornava mais uma vez. Estava prestes a sucumbir.

Céus...!

— Sara.

Não obteve resposta.

— Eu sei que está me ouvindo.

Ela continuou imóvel, como se estivesse em seu próprio mundo.

O sargento franziu a testa. Assim como Sara, ele também era do tipo insistente às vezes, que lutava até conseguir o que queria. Moveu-se da cama, apoiando os braços no colchão levar as pernas até a borda do móvel. Seus pés tocaram o chão.

— Vamos recomeçar. — Ele disse em boa e clara voz. Tinha plena certeza que a mulher à sua frente o ouvia.

Dez segundos se passaram, e nada. Grissom largou um suspiro longo devido ao cansaço. Mas não um cansaço qualquer, era por causa dela. A pior coisa que existia para uma dupla era aquelas brigas internas; e o pior, não era apenas por causa do caso, aquilo ia muito mais além.

— Me desculpe.

— Está falando assim por causa do conselho da sua mãe pairando na sua mente? — Ela respondeu depois, ainda mantendo sua posição.

— Eu não gosto de... você sabe. — disfarçou, referindo-se ao que falou no carro com ela, dias atrás.

— Ah... — A mulher reclamou, retirando os fones — Vamos continuar assim? Acontece alguma coisa e eu ou você pede desculpas? E depois a gente briga de novo e depois pedimos desculpas novamente?

— Foi o que eu disse antes, quero recomeçar. E sei que você também quer. E sabe por que eu sei?

— Por quê? — Ela retrucou impaciente.

— Porque você já teria desistido há muito tempo.

Sara trocou aquela expressão irritada e revoltada por uma neutra. Grissom leu sua mente. Não podia discordar dele, pois sabia que estava certo.

— Eu já vi pessoas desistirem por muito menos, Sidle.

Após um longo suspiro, Sara mudou de posição na poltrona, vindo a ficar sentada. Ela balançou a cabeça.

— Quem garante que não estamos enganando a nós mesmos? Fingindo que tudo vai ficar bem e... depois a gente volta com o mesmo ciclo?

— A gente tenta, — respondeu impaciente — de verdade.

A detetive cerrou os punhos. Da mesma forma que se sentia tentada a fazê-lo, relutava em não reagir. Após alguns segundos, finalmente se manifestou.

— Tá. — Ela respondeu em voz baixa.

— Ótimo.

Ele estendeu o braço direito.

— Eu sou Gilbert Grissom. Sargento da Homicídios da polícia de Las Vegas.

A detetive soltou um riso nervoso. Ela baixou a cabeça e sorriu sarcasticamente. Levou a mão direita ao rosto. Não conseguia acreditar no que ele estava fazendo, nem no que ela mesma estava prestes a fazer.

Até que no fundo ela concordava com ele; precisavam dar um jeito de seguir em frente sem aquelas divergências quase frequentes. Ao menos foram sinceros em admitir que algo precisava mudar entre eles

— Vai me deixar aqui, desse jeito? — O sargento insistiu, zombando da situação.

Até que eu poderia... Ela pensou, sorrindo maliciosamente.

— Vamos acabar logo com isso. — Sara fechou seus olhos ao apoiar-se em suas pernas para levantar. Em seguida foi ao seu encontro. Ele continuava com o braço esticado — Bem... — A mulher disfarçou, dirigindo seu olhar a ele — certo. Eu sou Sara Sidle, detetive da Homicídios da polícia de São Francisco. — Ela estendeu sua mão direita e retribuiu o gesto.

Aquela foi primeira vez que trocaram cumprimentos, desde a chegada de Sara em Nevada. Simples, mas importante. Ambos apertaram as mãos, como se firmassem um acordo de paz. Sem querer ela deixou escapar um sorriso. O gesto foi estranho, pensou ela. Ao sentir o toque de sua mão após anos, foi como se um gatilho resgatasse novamente todas aquelas memórias; não da forma ruim como antes, pelo contrário.

— Muito prazer. — Ela disse, meio envergonhada, até.

— O prazer foi- — Antes que ele pudesse terminar de falar, foi surpreendido por Sara, que se soltou do aperto de mão e o abraçou fortemente.

Quando Sara se deu conta do que estava fazendo era tarde demais. O sargento ficou sem reação, estático. Arregalou seus olhos e ficou de braços suspensos ao ar, temendo o que pudesse acontecer caso se movesse.

Já Sara, não envolveu seus braços no pescoço dele. Para ela, aquilo significava intimidade, algo que não poderia imaginar que teria com ele. Em vez disso, o abraçou como uma amiga que temia por sua vida. Uma jovem detetive que quase perdeu sua inspiração.

— Eu te desculpo, sim. — Ela disse de olhos fechados — E... você me desculpa? — Quase sussurrou quando recostou seu queixo em seu ombro.

Grissom observou-a pelo canto dos olhos. Pôde ouvir claramente o tom exato de sua voz, triste. Nunca a viu daquela forma mesmo que não pudesse vê-la. Assim como ele, aquela jovem detetive de São Francisco também mudou. Motivo pelo pedido de desculpas? Ele não quis saber.

— Claro. — respondeu, sorrindo de lado. Depois aquele gesto se apagou.

Sinto muito por me esquecer de você. Ele pensou, mas não conseguiu soltar aquelas palavras com a voz. Temeroso, guardou-as para si.

O abraço que durou uns dez segundos, o abraço que parecia durar uma eternidade. Só não durou mais, porque... nem eles mesmo sabiam o porquê. Sara, então se afastou rapidamente dele.

— Certo... — Grissom balbuciou, ainda sem jeito.

— É... melhor você dormir bem. — Ela disfarçou — Se estiver ruim amanhã eu vou embora sem você.

Ele balançou cabeça e sorriu timidamente.

— Eu estou falando sério! — A detetive falou com um sorriso no rosto — Agora vai dormir.

— Boa noite pra você também, Sidle.

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A madrugada veio. Estava escuro, frio e quieto. Havia momentos em que o silêncio era bom, tranquilizador, calmante. Mas às vezes incomodava, alertava, agitava.

A morena abriu seus olhos lentamente. Fora acordada por si mesma. Virou seu pescoço de um lado para o outro na tentativa de se identificar com o espaço, e só depois se lembrou que não estava em seu quarto na Pousada Chapman. Estava deitada numa poltrona, confortável, até. Ajeitou sua cabeça num travesseiro que ganhou da enfermeira; seu corpo foi envolto até o pescoço por um grosso cobertor branco, também entregue pela enfermeira.

Quando seus olhos se acostumaram com o quarto escuro, ela olhou para o lado esquerdo, e logo notou o sargento, imóvel na cama.

Que dia foi esse... Ela pensou, ainda observando-o.

Sara deslizou seu braço direito para fora do cobertor e logo pôde sentir a variação de temperatura. Estava um pouco frio, mesmo que o aquecedor estivesse ligado.

Ela sentia sede. Enfrentou a baixa temperatura ao retirar o cobertor de seu corpo, e se levantou da poltrona lentamente. No pequeno criado-mudo à direita da cama de Grissom, próximo a ela, havia uma jarra de acrílico com água e copos descartáveis ao lado. Com cuidado, ela caminhou até o criado mudo, pegou um copo e encheu com água até a borda. Estava meio fria, sentiu isso logo encostar seus lábios no copo. Tomou um gole generoso do líquido, a todo momento observando aquele homem deitado de barriga para cima, num sono que parecia profundo.

Sara mordeu o lábio inferior. De repente uma onda de ansiedade tomou conta de si.

Nossa.

Inacreditável. Ainda que os dois tivessem se esclarecido horas atrás, o que houve há dois dias não seria esquecido tão facilmente. Foi por pouco, muito pouco. Ele sobreviveu, mas encarou a morte de perto. Perto demais. O que faria caso ele não tivesse sobrevivido? Nem ela mesmo sabia.

Ela tomou outro gole, depois mais outro. Respirou fundo, balançou a cabeça.

Mesmo que gritasse por horas e horas reclamando sobre aquela imprudente atitude dele, não adiantaria nada. Era só uma desculpa para tentar se livrar de uma carga invisível de raiva e culpa. Grissom quase morreu. Uma afirmativa tão simples, mas difícil de "ser engolida".

Seu semblante era dos mais tristes. Já ficou daquele jeito por várias e várias vezes, mas dessa vez era diferente, tinha "algo" a mais.

Era ele! Gilbert Grissom, um dos maiores investigadores da Costa Oeste americana, e se bobear, um dos maiores do país! Possuía uma carreira invejável, um currículo extenso e um grande renome. Só ele não tinha ideia, a mínima ideia. Nunca passaria pela mente atarefada do sargento que há anos foi uma referência e até mesmo inspiração para a detetive.

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— É... oi, se lembra de mim?

Ao término do segundo dia da palestra, o promissor caçador de homens foi o último dos palestrantes a se apresentar. A jovem detetive não conseguiu (não arranjou coragem de) falar com ele no primeiro dia. Ao chegar em casa arrependeu-se em não fazê-lo. Tomou uma grande dose de coragem e resolveu que não sairia do local de apresentação sem falar com ele.

O detetive estava de costas, terminando de falar com um colega, também policial, próximo do palco. Ele vestia um terno preto com camisa branca desta vez (sem gravata), e sapatos sociais também da cor preta. Ao ver que a jovem se aproximava, o homem que conversava com o detetive se despediu e se afastou. Sentindo um toque em seu ombro direito, e ouvir a voz feminina se dirigindo a ele, quase levou um susto.

— Hã? — Ao se virar lembrou-se daqueles olhos de outrora — Ah...! Eu me lembro, sim. — Assentiu — Sara, não é? — perguntou, apontando para ela.

Ficou feliz em vê-la, ao contrário do dia anterior, no qual ela foi embora do local. Por breves momentos ele observou as feições dela e seu físico. Vestia um uma calça jeans um pouco justa e sapatilhas da cor azul. Para sua surpresa, ela usava o mesmo cordão de antes. Pôde, finalmente, identificar a forma do pingente em seu pescoço: uma borboleta azul.

— Sim, — Ela assentiu. Ao responder, fez com que o sargento voltasse ao tempo presente — que bom que se lembrou. — respondeu com um sorriso — É um grande prazer conhecê-lo, senhor-

— Por favor, não me chame de senhor. Gilbert ou Grissom está bom. — O detetive fez um gesto com as mãos, risonho.

— Tá bom, Grissom! — A jovem detetive retribuiu o gesto.

— Então... o prazer é meu!

O promissor caçador de homens estendeu sua mão para a jovem detetive, que a apertou. Por cinco segundos os dois apertaram firmemente as suas mãos. Ambos olharam para o gesto e depois se encararam.

— Ah... — disse, meio desconcertada, finalizando o gesto — Quero que saiba que gostei muito das suas apresentações. O seu modo de pensar é... incrível! — elogiou-o, após erguer as sobrancelhas, na tentativa de escolher as palavras corretas.

— Muito obrigado. É muito bom saber que alguém prestou atenção no que eu disse.

— O quê? Várias pessoas estavam de olho em você, Grissom, não seja modesto! — Sem perceber, ela tocou gentilmente em seu braço esquerdo.

— Sério? Eu não percebi. Estava nervoso demais. — falou inocentemente ao cruzar seus braços, arrancando outro sorriso dela.

— Mas, então, pretende vir nos outros dias? — perguntou um pouco eufórica, até, tentando disfarçar o estado. Se apresentava bem diferente de antes, tão desanimada que mal queria ir em dois dias — Eu também sou detetive, e... queria saber se você vai continuar a explicar mais sobre os seus métodos de estudo de casos.

— Sim, sim. E espero que você esteja também.

A morena arregalou seus olhos de surpresa.

Ele olhou para o relógio: — Sinto muito, mas tenho que sair agora. Podemos tomar um café outra hora? Depois de uma das palestras?

A jovem detetive ergueu as sobrancelhas.

— C-claro! Vamos, sim! — respondeu sorridente. Não esperava que fosse convidada de uma forma tão natural como aquela.

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A morena deixou-se levar por aqueles pensamentos. Quase toda hora se pegava pensando no que se passou, tempos atrás. Aquelas lembranças surgiam justo no pior momento. Mas não podia culpar a si mesmo por isso. Ou podia?

Ao terminar de beber a água, ela jogou o copo numa pequena lixeira próxima, e voltou a observar o sargento. Não queria, mas sem querer, deixou escapar uma lágrima do olho direito.

Não, não, não. Pare com isso, pare. Pensou, repreendendo-se. Não podia deixar-se levar por quaisquer sentimentos, tinha de ser firme.

Sara ergueu sua mão e lentamente a enxugou. Retornou à poltrona, deitou-se nela, enrolou-se no cobertor e em poucos minutos voltou ao seu sono.

Notas finais
ENTÃO FOI ISSO. E não é que a Sara resolver ficar *cof cof* no mesmo quarto do Grissom nessa noite? Pois é! Acho que muitos imaginaram que sim. E além disso, os dois trocaram o primeiro aperto de mãos após anos! Sem contar com aquele abraço, que pra mim, foi algo muito forte (pensava eu enquanto tive essa ideia). Imaginemos: para ela que mais se lembrava daquelas memórias, ver o Grissom quase morrer naquele posto foi um choque. Ele ainda não tem a ideia total do que ela sentiu e sente após aqueles momentos, mas para a detetive foi muito difícil; ela tentou, ainda, dimensionar a situação pra ele enquanto discutiam, só que ainda assim, o Grissom não se deu conta. Ela não chegou a chorar, chorar, mas derramou uma única lágrima. E aquilo foi o bastante. Como eu disse, essa viagem até o norte teve um peso enorme, e isso está sendo crucial para a história e para o relacionamento pessoal/profissional deles. Próximo capítulo: Preparativos e saída do hospital. (esse não vai ser o nome do capítulo, tá bom meus amores ahahaha)