Mandrak
2 Body eletric
Notas iniciais
Espero que gostem anjinhos u.u
E capetinhas tbm *-*
Body electric
“Mary prays the Rosary for my broken mind…”–Atena! – escutei vagamente chamarem meu nome, reconheci no meio de toda aquela bagunça a voz de Sophia chamando-me. As luzes piscavam a todo o momento, o cheiro de drogas e bebida permanecia em todo aquele local, várias pessoas juntas ouvindo uma batida qualquer e dançando loucamente sem se importar com nada. Já havia perdido a conta de quanto eu já havia bebido, já estava meio tonta e cambaleando por mais que usasse apenas um par de tênis , parecia que eu desabaria a qualquer momento.– O que você quer?–Os garotos acharam uma caverna ou sei lá o que, vamos dar uma olhada?–Sophia não, isso ai é só papo de idiota.–Por favor, nunca te pedi nada.–Pediu sim, mas vamos ok?! Ela saltitou e seus olhos brilhavam satisfeitos, era sempre assim,eu nunca negava nada a ela, parecíamos mãe e filha. Saímos correndo daquele lugar, rodamos chegando a uma parte meio que de uma floresta atrás do clube. Eles riam alto, bêbados e drogados talvez. O vento soprava frio, arrepiava-me dos pés a cabeça, pois ainda usava a mesma roupa de quando eu estivera com ELE, há algumas horas. Ele então pousou seu olhar em mim,ao mesmo tempo seu belo sorriso se desfez, parecia ter medo, ou ajuda, seus olhos demonstravam desespero. Sophia e os garotos que eu desconhecia correram mata adentro ,segui-os lentamente dando de cara com uma enorme caverna. A noite parecia mais densa, o silêncio reinava sobre tudo. Acendemos um isqueiro qualquer e entramos, a pequena chama iluminava boa parte do caminho, gotas de lama pingavam do teto molhando –nos e o chão estava quase encharcado, a água batia perto dos nossos joelhos. De repente saio de meus devaneios e escuto um grito estridente:– O que foi agora Sophia?–Eu juro que vi um rato enorme. — choramingou.–Deixa de ser medrosa.–Diz isso porque não foi contigo.–Calem-se as duas. – gritou Luke. Sua voz abateu nossa coragem e sua ordem foi acatada. Chegamos a algo que parecia ser uma sala, havia apenas uma cadeira e uma pessoa sentada nela. O ser parecia um homem de aparentemente uns 40 anos que vestia um terno executivo e dormia em sono profundo. Ambos começaram a cutuca-lo até que ele levantou-se. O vento soprava forte e tudo começou a escurecer. Só pude ouvir os gritos dos que estavam comigo e então a escuridão se abateu sobre mim.
Notas finais
e ai ?
O que acharam?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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