Malfred
26 Capitulo 27
Notas iniciais
Eles se recompõem e então no carro em direção a mansão dos Medeiros.
Eles entram na sala e percebem que todos já estavam dormindo, Zé esbarra na mesinha na sala quase derrubando o vaso de flores pegou quando estava a centímetros do chão.
–SHIIIIIIU Zé, vai acorda os meninos.- Disse Marta segurando para não rir. Ela estava descabelada pois eles haviam se divertido no carro também, estava segurando os sapatos na mão, e com o decote da blusa um pouco aberto.
–Desculpa, agora vamos subir que eu estou louco de vontade de tirar o resto da sua roupa.- Ele da um leve tapa na bunda dela.
–3 vezes em um dia comendado?, eu acho que você não aguenta tanto.- Diz ela rindo (com aquele sorriso lindo que só ela tem).
–Ah não?.- Ele a agarra levando-a para o sofá, mas ela se levanta e se afasta dele.
–Aqui não Zé!- Disse ele arrumando os cabelos. Então ela repara um buque de rosas na mesinha sala de estar.- E essas rosas, de quem são?
–Não sei, vê se tem algum bilhete.- Ele se levanta e a agarra pela cintura, enquanto ela procura um bilhete. Ela acha um envelope escrito ''Para a imperatriz, Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque''.
–É pra mim.- Ela pega o bilhete enquanto Zé beijava seu pescoço. Ela lê o bilhete e no mesmo estante fica pálida e começa a treme. Se vir para Zé com os olhos cheios de lagrimas.
–Marta o que foi? o que esta escrito ai? por que você sta chorando?- Ele se preocupa com a mulher. Ela se afasta dele e senta no sofá, olha para Zé assustada.
–É do Maurílio...As flores são dele.-Ela olha para o bilhete de novo e lê em voz alta.- Meu amor eu estou morrendo de saudades, logo logo eu vou te-la outra vez em meus braços, vou ter você e a império só para mim, sem nenhum comendador de shit para nos atrapalhar sem filhos ou netos apenas eu, você e o nosso amor. Te amos sempre seu Maurílio.
–Eu não acredito que esse desgraçado...-Ele é interrompido por Marta que estava aérea.
–Zé ele ameaçou nossos filhos, nossos netos.- Ela o olha com medo.- Você.
–Não Marta esse bosta não vai fazer nada contra nossa família, nada com você meu amor, eu prometo.- Ele senta ao lado dela e a abraça com todo o amor. Ele sabia que daqui pra ferente teria que a proteger. Ela se afasta dele para o olhar nos olhos.
–Zé ele é capaz de fazer isso Zé eu sei.- Ela lembra da vez em que ele abusou dela no escritório. Zé sabia do que ela estava falando.
–DESGRAÇADOOO.- Esbraveja ele que se levantado e andando para um lado e para outro mexendo em seu bigode. Ele pensa em uma solução de proteger Marta e sua família.- Vocês vão para Petrópolis! amanha bem cedo.
–O QUE?.-Ela se levanta do sofá o encarando.- Mas eu não vou mesmo!
–Mata você vai e ponto final! não vou deixar você aqui correndo risco de vida. Você todos vão para lá, e eu fico cuidando dos negócios.
–Não Zé. Ele te ameaçou também ta surdo bode velho.- Ela mostra para ele a carta, na verdade quase esfrega na cara dele.
–Eu sei cuidar de mim Marta, lá vocês estarão mais seguros. Vou contratar uns seguranças e vocês ficam por la até eu pega aquele desgraçado.
–Você que me exilar de novo?- Ela estava nervosa, não queria ir embora era nessa hora que ela mais precisava dele.-Era o oportunidade que você estava esperando, não é?...É uma ótima ideia comendador, deixar a casa para você e sua amantezinha ruiva.
–Marta pelo o amor de Deus, eu quero proteger vocês, não vou deixar que aquele merda faça algum mal para você e pra meus filhos ou pior netos, vocês ficam por la por um tempo ate as coisas se acalmarem.
–EU JÁ FALEI QUE NÃO ZÉ, VAMOS ENFRENTAR MAIS ESSA JUNTOS.
–Marta eu não estou te perguntando! vocês vão e pronto!!!- Ele não iria permitir que a teimosia de Marta colocasse sua família em risco.
–AHHHH MAS NÃO VOU MESMO.
–AHHHH MAS VOCÊ VAI SIM. E NÃO SÓ VOCÊ NOSSOS FILHOS TAMBÉM.- Ele esbraveja. Ela iria falar algo mas ele a impede.- Já esta decidido! amanhã bem cedo Josué vai levar vocês.- Ele sobe para o quarto para que ela não retrucasse. Ela vai atrás aquela discussão não tinha acabado. Ele entra no quarto e começa a tirar o terno e ela entra.
–Tudo bem Zé eu vou, com uma condição.-Disse ela com cara de poucos amigos.
–Qual!- Ele se vira para ela. Com condição ou sem condição, mesmo que para isso ele tivesse que a arrastar pelos cabelos.
–Você que que eu vá para ficar se esponjando com Ísis, não é!? fala se for isso eu faço questão de ir para Petrópolis, caso contrario vou ficar aqui do seu lado e enfrentar mais essa ao seu lado.- Estava irredutível. Ele iria dizer que nunca faria isso porque a amava, que ela era a mulher de sua vida ma senão podia , se fizesse isso colocaria a vida dela em perigo, e não só a dela ma de seus filhos também e de seus netos. Pois se ele falasse isso ela não sairia de la. As palavras a seguir sairão de sua boca se que ele quisesse foi como se alguém as puxasse de sua garganta.
–Sim Marta é isso!.-Ao ouvir essas palavras a imperatriz sentiu o chão se abrir de ante de seus pés, o seu mundo desmoronar. E ela apos disser isso só então percebeu o tamanho da besteira que fez e o que isso causou na imperatriz...
Continua..
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