Malfoy's sister - Em Hiatus

21 Tretas, tretas everywhere.


Notas iniciais
Lumus Gente eu sei que esse capitulo ta uma merda mas... Espero que gostem.

–------------------------------- Harry -----------------------------------

– Ei, o que deu na Alpha?- perguntei observando sua cabeleira loira desaparecer conforme ela subia a escada.

– Eu acho que... Ai meu deus! — Hermione disse, sorrindo.

– O que? — disse Rony?

– Ah mas... Oh não Merlin! — Mione assumiu uma expressão preocupada, eu e Rony nos olhamos com a maior cara de WHAT? Do mundo. — Vocês não perceberam?

Hermione nos olhava indignada.

– Ahm...não? — Rony disse, encarando a morena estranho.

– Meninos. — ela bufou e subiu, aparentemente indo atras de Alpha.

– Meninas... — Indagou Rony.

–------------------------------------ Alpha -----------------------------

Assim que eu cheguei no dormitório vi que Lilá e Parvati já estavam dormindo, me joguei na cama, querendo chorar, só não choro pra não acordar essas duas chatas e elas ficarem me enchendo o saco, um minuto depois, literalmente, Hermione entra no quarto com um sorrisinho maroto no rosto e se senta na beirada da minha cama, me olhando.

– Você gosta dele não é? — ela perguntou.

Assenti enquanto pegava uma almofada que eu comprei em Hogsmead, na mesma havia o símbolo da Grifinória estampado, abracei a almofada e olhei Hermione com cara de bebe, devia estar e graçado pois a morena riu levemente.

– Porque não me disse antes? — ela perguntou.

– Sei lá, você fica torcendo por ele e pra Cho rona.

Ela riu.

– Se você tivesse me falado... — ela balançou a cabeça — Vamos fazer o seguinte, lava o rosto, desce lá divando, e deixe o Harry perceber que você é melhor pra ele, finja que não aconteceu nada, fale que você precisou ir ao banheiro.

Ri.

– Está bem...

– Vamos.

Fui até o banheiro e lavei o rosto e desci com Hermione, sentando nos mesmos lugares de antes.

– Olha ai Alpha! — exclamou Rony. — Você Malfoy — segurou um risinho — e já voltou!

Ele começou a gargalhar, dei a maior Facepalm da história da humanidade e ri.

– Merlin dai-me paciência pois se me der forças eu mato um ruivo!

Eu, o ruivo, e Mione nos encaramos e começamos a rir da piada idiota dele, quando nós conseguimos parar de rir Harry me perguntou.

– Por que saiu daquele jeito?

– Bem... Ahm, precisei ir ao banheiro.

– Ah.

Ele me encarou, sério por que ele ta me encarando.

– Por que está me encarando? — Perguntei.

– Nada, só estava pensando uma coisa...

– Qu-que coisa? — perguntei com medo de ele estar desconfiando que bem...eu gosto dele.

– Nada, deixa pra lá.

Eu e Hermione ajudamos os dois lerdos com o dever de casa até ficarmos com sono, então fomos dormir, no dia seguinte iríamos para casa, e eu ia ter que enfrentar meus pais.

No dia seguinte eu e a morena acordamos, fomos pro café, com malas e tudo, e vemos nossos amigos? NÃO! Tia Minnie nos explicou que aconteceu um incidente com o pai de Rony, e que Harry sonhou com tal, então eles foram para casa ontem a noite, eu e Hermione sabíamos bem o que isso significa. Nós duas ficamos sozinha na nossa cabine no trem, quando chegamos na estação respirei fundo e Hermione sorriu para mim.

– Vai ficar tudo bem. — me tranqulizou.

– Obrigada.

Pegamos nossas malas e descemos do trem, vendo nossos pais já a nossa espera, Draco ja estava com os meus, estavam só me esperando, eles me viram porem continuaram no lugar ao ver que eu estava me despedindo de Hermione.

– Até logo. — sorri.

– Até.

Ela me abraçou, durante o abraço sussurou no meu ouvido rápidamente.

– Largo Grimmauld, número 12, você deve ir pra lá, guarde essa informação só para você.

Ela me largou e sorriu, como se não tivesse sussurado nada, sorri de volta e fui arrastando o malão em direção a minha família, que olhava Hermione com desprezo, minha mãe me abraçou, meu pai limitou-se a acenar com a cabeça, todos demos as mãos e seguramos as malas, aparatando. Assim que me vi no hall de entrada peguei minha mala e corri para o meu quarto, me trancando no mesmo, sem que tivessem a chance de me espancar com coisa parecida, seria um longo feriado.
A noite fui obrigada a descer para jantar por conta da fome, vesti uma roupa decente, um suéter vermelho, com uma calça jeans, meus tênis e prendi meu cabelo em um rabo de cavalo, pus minha varinha no cós da calça, para se acontecesse qualquer incidente, e desci. Quando me sentei na longa mesa negra todos me encararam, encarei de volta e sorri sinica, enchendo meu prato com comida.

– Estou decepcionado com você, Alpha. — Lucius começou.

– Agora me conte a novidade. — o respondi.

– Olha como fala comigo mocinha!

– Não dá. Não consigo me ver sem usar um espelho.

Ele ficou vermelho, branco, roxo, arco-íris, gay, macho, pera essa última não rola.

– Vamos direto ao ponto, onde você estava com a cabeça, ao andar com aquela ralé.

– Minha cabeça estava bem grudada ao corpo, obrigada.

– ME RESPONDA DIREITO! — ele berrou.

– Direito. — respondi.

Ele respirou fundo e continuou falando calmo.

– Você sabe, que vai se juntar a nós querendo ou não, não sabe? — não respondi.- quero que você pare de andar com o traidor de sangue Weasley, com a sangue-ruim e principalmente com o Potter.

– Você quer, eu não quero.

– PARE DE ANDAR COM AQUELAS PESSOAS SUJAS! JÁ NÃO BASTA ESTAR NA GRIFINÓRIA, JÁ NÃO BASTA SER A PIOR COISA QUE JÁ FIZ! VOCÊ VAI FAZER O QUE EU MANDAR E PONTO FINAL!

Meu pai se levantou, berrando, acho que até Nárnia ouviu essa.

– EU NUNCA VOU TE OBEDECER! EU NUNCA VOU ME JUNTAR A LORDE DAS TREVAS NENHUM, NUNCA VOU ME JUNTAR A NADA QUE VOCÊ QUEIRA, POR QUE SE VOCÊS NÃO PERCEBERAM VOCÊS SÃO OS SUJOS AQUI! — berrei me levantando também.

– CRUCIO!

Aquele foi o pior Crucio que eu já levei na minha vida, senti a dor de todos os meus ossos estarem quebrando se multiplicar, cai de joelhos do chão, com a visão turva, não ia soltar uma lágrima, não ia grunhir, não ia gritar, não iria dar esse gostinho ao monstro que está me fazendo isso.

– Lucius pare! Vai deixa-la louca! — reconheci a voz da minha mãe.

Identifiquei Draco, em pé na minha frente, parecia paralizado.

" -Draco... — disse olhando meu irmão que olhava concentrado para o gelo.

– Hum?

– Promete que nunca vai deixar alguém me machucar? — ele desviou olhar para mim.

– Prometo.

– E vai sempre cuidar de mim?

– Vou alphs.

– Sempre?

Ele me olhou e sorriu.

– Sempre. "

– Vo- Você prometeu. — disse a Draco com o pouco de força que me restava.

O loiro pareceu despertar de um transe, ele parecia estar tomando coragem para algo.

– EXPELLIARMUS!

A dor parou, a minha visão foi voltado, Draco tinha desarmado nosso pai, e o feitiço foi tão forte que tacou o mesmo longe, me levantei recuperando as forças, Draco gritava para eu correr, uma dose de adrenalina tomou o meu corpo, empunhei a varinha e berrei:

– ACCIO MALÃO!

Acho que com esse tanto de magia em uma casa só eles não iam perceber se quem estava usando a magia era menos de idade ou não, o meu malão veio parar do meu lado, eu lhes contei o que fiz a tarde toda? Não? Lancei um feitiço no meu malão e ele ficou sem fundo, coloquei todas as minhas roupas e coisas importantes para mim nele pois sabia que uma hora eu talvez teria de fugir, puxei o malão correndo para fora de casa, corri para o mais longe que meus pés permitissem, quando vi o Noitebus Andante, sorri aliviada e praticamente me arrastei até ele, um garoto ofereceu ajuda, eu não disse nada, apenas entrei arrastando meu malão, e para minha surpresa, Hermione estava ali, sentada em uma cama.

– Alpha, o que ouve?

Eu não conseguia falar, a adrenalina estava indo embora.

– Alpha? — minha visão estava ficando turva, Hermione se aproximou de mim. — você está bem?

– Eu... Eu...

A Adrenalina acabou. Então tudo ficou escuro.

Notas finais
A Alpha comprando treta foi ótimo não? SHAUSHAUHSAUHSUAAHHSU e eu deixei vocês com um gostinho de quero mais... MAUAHAHAHHAHAHA I'M BAD! Nox.