Maldição de Andrômeda
1 Andrômeda Amaldiçoa o Cavaleiro de Peixes
Notas iniciais
Não esqueçam aquele comentário top, ok?
Ilha de Andrômeda.
— Albion! – gritou a mulher.
Afrodite de Peixes observava a cena, com sua soberba. A mulher era bela, mas, não ligava para a sujeira do sangue e poeira que tocaram sua pele, ao segurar o corpo de Albion em seus braços.
— Não, não, não. – chorava ela, beijando a testa do cavaleiro. – Seu monstro! – gritou ela, com os olhos cheios de lágrimas.
— Não desejo mais ver esta cena imunda. – Afrodite ia dar as costas, mas, correntes envolveram seu pescoço, o deixando atônito.
— Você matou Albion, — a mulher se levantou, e era ela quem segurava as correntes. O mais surpreendente, era que ela não usava uma armadura, apenas um chiton branco, envolto pelas correntes. – Agora, eu vou te matar.
— Não faça-me rir, mulher. – Afrodite se virou para a jovem, que continha um semblante demoníaco. – Quem é você? – ele pergunta, tocando as correntes, que pareciam queimar sua pele.
— Eu sou Flora, reencarnação da Princesa de Andrômeda, Guardiã da Ilha. – responde, com os olhos brilhando de raiva. – Como se atreve a vir à minha ilha, e matar o meu escolhido?
— Andrômeda? – Peixes estava assustado, mesmo que tentasse não transparecer isso. – Não é possível.
— Afrodite de Peixes, Cavaleiro de Athena. – diz ela, com escárnio. – Prepare-se para a maior maldição que poderá encontrar. – os orbes azuis foram substituídos por um brilho prateado, e a voz grotesca substituiu a doce e melodiosa que pertencia à Flora. – EU O AMALDIÇOO AFRODITE, E TU MORRERÁS PELAS MÃOS DE UM DE MEUS ESCOLHIDOS. QUE SUA VIDA NÃO TENHA PAZ DAQUI EM DIANTE!
A corrente queimou a pele de Afrodite, o mesmo caiu de joelhos no chão, vendo aquela criatura celestial desaparecer aos poucos, estando apenas ele e Albion no local. As correntes também haviam sumido, mas as marcas de queimadura ficariam para sempre na alma de Afrodite, assim como a maldição de Andrômeda, que logo surtiria efeito, mesmo que o cavaleiro de Peixes tentasse lutar contra.
Pois, Andrômeda havia escolhido um campeão, e dado todo seu poder à ele.
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