Notas iniciais
Gente totalmente ainda em estado in love com o beijo Malfred. Ainda não me recuperei... Estou em um relacionamento sério com o replay de tanto que já revi a cena do beijo. Bom segue mais um capítulo e digam o que estão achando. Beijos Malfreds.

Ah Maria Marta esse conversa não vai terminar assim. Fala o Comendador absorto em suas lembranças.

No carro...

– D. Maria Marta a senhora está bem? Perguntou pela terceira vez Josué?

– Oi? Falou comigo Josué? Perguntou saindo do transe Marta.

– Sim... Perguntei se a senhora está bem? Falou Josué meio sem graça de estar entrando na intimidade da Madame.

– Eu?! Estou sim... Perfeitamente bem. Falou Marta com a sua pose de Imperatriz.

– Tudo bem... Vou levar a senhora para casa. Informou o motorista.

– Josué eu gostaria de agradecer a você por ter estado lá com meu marido e ter cuidado bem dele nesse momento que ele mais precisou e que nós não estávamos. Obrigada. Falou a mulher deixando o homem surpreso com aquelas palavras.

– De nada D. Marta. Falava ele sem graça e também porque foi pego de surpresa com aquelas palavras.

Depois desse dialogo a viagem seguiu silenciosa. Marta voltou a olhar pela janela tentando compreender o que tinha se passado ali. E como sua vida mudaria dali em diante com a volta do imortal José Alfredo Medeiros.

De volta a Santa Teresa...

Ligação on...

– Alô pai... Algum problema? Perguntava Cris preocupada com o rumo que o encontro do Comendador e da Imperatriz poderia ter tomado.

– Não minha filha... Que dizer sim... Aliás, eu só quero que você venha aqui agora?! Falava José Alfredo ainda abalado pelo encontro dela com sua mulher.

– Ah... Tá bom estou indo para aí agora. Falava Cris desligando o celular.

Ligação off...

Preciso arranjar uma forma de resolver logos meus problemas. Para assumir meu trono de novo. E expulsar aquele infeliz do Maurílio da vida da minha família. E recuperar tudo que é meu... Principalmente minha mulher. Falava José Alfredo quando é surpreendido por uma mensagem no whatsapp.

– Meu amor cadê você sumiu hoje. Tô com saudades. Mais tarde vou pra aí. Para dormimos juntinhos. Beijos. Te amo!

– Oh Maria Ísis... Hoje não vai dar não. Estou resolvendo uns problemas com a Cristina e o Josué e não poderei te dar atenção. Tchau.

– Mais meu amor... Eu vou sair tarde... Aí você já deve estar livre. Eu te faço uma massagem daquelas e você fica bem relaxadinho.

– Realmente hoje não dar. Boa noite. Tenho que sair.

Com Maria Ísis...

O Zé está tão estranho hoje... Me tratou com uma frieza... Eu hein... Calma Maria Ísis deve ser impressão. Ele te ama. Melhor parar de pensar bobagens. Pensava Maria Ísis com as respostas secas que ganhou do Comendador.

Oh Ísis... Tem clientes chegando... Tá no mundo da lua? Perguntava Vicente

– Desculpa... Me distrair aqui... Já estou indo. Falava Maria Ísis indo atender os clientes.

Com Maria Marta...

Maria Marta chegava a casa ainda perdida em meio daquele vendaval de sentimentos que estava passando em sua mente com aquele reencontro. Naquele momento ela não sabia dizer ao certo o que estava sentindo. Pois, por um lado ela estava extremamente feliz por ele está vivo, mas por outro ela sabia que ele não tinha confiado nela e tinha certeza que o Zé tinha dito a franga ruiva que ele estava vivo. E enquanto, ela sofria ele se espojava com ela.

Ela é tirada dos seus pensamentos com a voz:

– Meu amor... Onde você estava? Eu estava preocupado com minha Imperatriz. Fala Maurílio se aproximando de Marta.

– Eu fui dar uma volta... Estava precisando espairecer foi muita informação pra um dia só. Falava Marta mais se referindo à volta dos mortos vivos do que com a notícia do seu casamento.

– Hum... Eu entendo é muita emoção para uma mulher se casar. O Casamento é algo muito especial para vocês. Falava ele se aproximando e colocando as mãos no ombro da Imperatriz.

– Verdade... Vou me retirar... Estou com uma dor de cabeça terrível. Preciso tomar um calmante e dormi... Senão acho que vou explodir de tanta dor. Falava Marta retirando às mãos de Maurílio dos seus ombros e indo em direção as escadas quando é surpreendida pela voz do mesmo.

­– Ah... Antes que eu me esqueça. A costureira vem amanhã fazer à prova do vestido às 10h da manhã. Informava Maurílio saindo e indo em direção à cozinha.

– Mais essa agora! Falava Marta entrando em seu quarto.

Marta trancou a porta. Tirou suas roupas pelo quarto mesmo. Foi em direção ao banheiro, no qual encheu a banheira e colocou muitos sais de banho e entrou na mesma e ficou lá pensando nos últimos acontecimentos do dia.

Enquanto isso com José Alfredo...

José Alfredo estava lá distraído com seus pensamentos quando é surpreendido por uma batida na porta.

– Pode entrar.

– Pai... Estou aqui... Pode falar. Falava Cris entrando e fechando a porta do quarto.

– Cristina como anda nossos negócios? Já é possível pagarmos nossas dividas e nos livrarmos do crápula do Maurílio? Perguntava José Alfredo num fôlego só.

– É meu pai... Ainda não conseguimos fechar o negocio com os chineses. Eles ainda estão verificando todas as probabilidades para fechar esse negocio. Mas, eu acho que dentro de um mês já estaremos com tudo resolvido. Falava Cris.

– Um mês? Nós não temos um mês. Precisamos resolver isso urgentemente. Exaltava-se o Comendador.

– O pai... Desculpa perguntar, mas porque essa agonia agora? Pois, o senhor mesmo estava dizendo que essas coisas precisavam ser feita com calma para não dar nenhum pepino. Perguntava Cris olhando fixamente para o homem a sua frente.

– Por que... Por que... Eu já cansei de ficar aqui parado sem fazer nada. Eu preciso voltar para a minha vida. E recuperar tudo que é meu. Pegar meu trono de volta e voltar para a minha família que esta precisando de mim. Falava o homem tentando soar o mais convincente possível.

– Oh meu pai desculpa perguntar... Mas, já perguntando... Hum... Essa agonia toda tem a ver com o casamento da D. Marta que acontecerá daqui a quinze dias caso nós não consigamos quitar a divida. Falava Cris tentando entender realmente o motivo daquela agonia toda, mas sorrindo por dentro, pois tinha certeza que o motivo era esse.

– Oh Cristina sabe quando esse casamento vai acontecer? Nunca... Never. Pagando ou não pagando essa divida a Marta nunca vai se casar com o Maurílio, pois ela é a minha mulher... Esse casamento nunca saíra ou eu não me chamo José Alfredo Medeiros. Falava o homem chacoalhando os bigodes em sinal de nervoso.

Notas finais
Comentem e até o próximo. Beijos